Relatório De Estágio
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Os Caminhos Que Levam À Romaria/Mg
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA LUANA MOREIRA MARQUES A PEREGRINAÇÃO AO SAGRADO: OS CAMINHOS QUE LEVAM À ROMARIA/MG UBERLÂNDIA, 2017 LUANA MOREIRA MARQUES A PEREGRINAÇÃO AO SAGRADO: OS CAMINHOS QUE LEVAM À ROMARIA/MG Tese de doutorado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Geografia do Instituto de Geografia da Universidade Federal de Uberlândia, como requisito à obtenção do título de Doutora em Geografia. Orientador: Prof. Dr. Vicente de Paulo da Silva. Co-orientador: Prof. Dr. Jean Carlos Vieira Santos. Supervisora no Doutorado Sanduíche: Profa. Dra. Maria Gravari-Barbas. (Université Paris 1- Panthéon-Sorbonne) UBERLÂNDIA, 2017 A PEREGRINAÇÃO AO SAGRADO: OS CAMINHOS QUE LEVAM À ROMARIA/MG Tese de doutorado aprovada para obtenção do título de Doutora no Programa de Pós- Graduação em Geografia do Instituto de Geografia da Universidade Federal de Uberlândia (MG) pela banca examinadora formada por: Uberlândia, ____ de maio de 2017. _____________________________________________________ Prof. Dr. Vicente de Paulo da Silva (orientador) – (IG - UFU) _____________________________________________________ Profa. Dra. Gláucia Carvalho Gomes – (IG - UFU) _____________________________________________________ Prof. Dr. Jean Carlos Vieira Santos – (UEG) _____________________________________________________ Profa. Dra. Maria Clara Tomas Machado – (INHIS - UFU) _____________________________________________________ Profa. Dra. Zeny Rosendahl – (UERJ) Aos meus antepassados. Que este trabalho honre a cada um deles. Suas lutas e histórias estão impregnados em mim e é isso que me dá força para seguir em frente e trilhar meus próprios passos. Agradecimentos Pelos caminhos de Romaria encontrei muitas pessoas e instituições que participaram direta e indiretamente da presente pesquisa. Agradeço cada uma delas, pois foram coautoras desse trabalho. Agradeço especialmente à minha família pelo apoio e estímulo durante toda minha trajetória acadêmica. -
Gazeta De Coimbra. - 1930, Setembro Publicado Por: J
Gazeta de Coimbra. - 1930, Setembro Publicado por: J. R. A. URL URI:http://bdigital.sib.uc.pt/republica2/UCSIB-GHC-169/rosto.html; persistente: URI:http://hdl.handle.net/10316.2/22875 Accessed : 8-Oct-2021 18:32:09 A navegação consulta e descarregamento dos títulos inseridos nas Bibliotecas Digitais UC Digitalis, UC Pombalina e UC Impactum, pressupõem a aceitação plena e sem reservas dos Termos e Condições de Uso destas Bibliotecas Digitais, disponíveis em https://digitalis.uc.pt/pt-pt/termos. Conforme exposto nos referidos Termos e Condições de Uso, o descarregamento de títulos de acesso restrito requer uma licença válida de autorização devendo o utilizador aceder ao(s) documento(s) a partir de um endereço de IP da instituição detentora da supramencionada licença. Ao utilizador é apenas permitido o descarregamento para uso pessoal, pelo que o emprego do(s) título(s) descarregado(s) para outro fim, designadamente comercial, carece de autorização do respetivo autor ou editor da obra. Na medida em que todas as obras da UC Digitalis se encontram protegidas pelo Código do Direito de Autor e Direitos Conexos e demais legislação aplicável, toda a cópia, parcial ou total, deste documento, nos casos em que é legalmente admitida, deverá conter ou fazer-se acompanhar por este aviso. digitalis.uc.pt GAZETA DE COIMBRA, de 20 de Setembro de 1930 António de Freitas Trindade, 2 e 4 — COIMBRA — Telefone 602 com agencia de leilões, Matla em 1890, no PORTO, Saa Sã fia Bandeira, 199-1.'- Telof. 1751, Oficinas de marcenaria, polidor, est&fadtir. èiitalAfldot, etc. C maior depósito, na X província, de JSlobilias em todos os géneros e para todos os preços. -
Codificação Normalizada Para O Nome Dos Municípios E Das Freguesias
IAN/TT PROGRAMA DE NORMALIZAÇÃO DA DESCRIÇÃO EM ARQUIVO CODIFICAÇÃO DO NOME DOS MUNICÍPIOS E DAS FREGUESIAS 3ª VERSÃO ABRIL 2006 Codificação do nome dos municípios e freguesias _____________________________________________________________________________________ Introdução à 3ª versão de Abril de 2006 A nova versão actualizada da Codificação do nome dos municípios e das freguesias surge agora como o resultado do trabalho realizado em parceria com os arquivos distritais, os arquivos regionais, os arquivos das universidades de Coimbra e Braga, o Arquivo Municipal Alfredo Pimenta (Guimarães) e o Programa de Normalização da Descrição em Arquivo (PNDA). Em Maio de 2005 foi solicitada, aos referidos arquivos, a indispensável colaboração para se proceder à sua actualização, contemplando os seguintes aspectos: - Códigos por eles utilizados para freguesias extintas que não constassem na referida Codificação ; - Informação sobre freguesias anexadas/desanexadas e, se possível, respectivas datas e texto legal; - Outras formas do nome das freguesias (variações ao longo do tempo); - Qualquer outra informação ou proposta de alteração considerada relevante. Durante o mês de Junho de 2005 foram recebidas as respostas, e posteriormente introduzidas as alterações propostas à Codificação, pelo PNDA. Os critérios de actualização foram os seguintes: - Utilização do termo município, preterindo o de concelho, uma vez que a Constituição Portuguesa prevê que no continente, a divisão administrativa do território corresponde às freguesias, aos municípios e às regiões administrativas (artº 236). Estas regiões administrativas não estão ainda instituídas, permanecendo a divisão territorial por distritos (artº 291). Nas regiões autónomas dos Açores e da Madeira existem freguesias e municípios. - Às freguesias extintas foi atribuído um código alfanumérico. Podem ser encontradas no município em que se inscreviam à data da extinção, sendo dada a informação de que se trata de uma freguesia extinta e, quando conhecida, a data de extinção. -
O Programa De Obras Públicas Para O Território De Portugal Continental, 1789-1809
Carlos Henrique de Moura Rodrigues Martins Reinaldo Oudinot, Planta das Obras da Barra do Douro e de aumento projectado para conservar o seu melhoramento beneficiar a Fortificação; representa-seCarlos também Henrique a nova Plantade Moura para Rodrigues se edificar Martinssobre o terreno que resulta das mesmas Obras [Janeiro de 1792]. O Programa de Obras Públicas para o Território de Portugal Continental, 1789-1809 Intenção Política e Razão Técnica – o Porto do Douro e a Cidade Porto e Razão Técnica – o Porto Intenção Política Volume 1 Intenção Política e Razão Técnica – o Porto do Douro e a Cidade do Porto O Programa de Obras Públicas para o Território de Portugal Continental, 1789-1809 Continental, de Portugal de Obras Públicas para o Território O Programa Volume I Tese de Doutoramento em Arquitectura, na especialidade de Teoria e História de Arquitectura, orientada pelo Professor Doutor Mário Júlio Teixeira Krüger e pelo Professor Doutor Alexandre Vieira Pinto Alves Costa e apresentada à Universidade de Coimbra Maio de 2014 Carlos Henrique de Moura Rodrigues Martins Dissertação de Doutoramento em Arquitectura Departamento de Arquitectura Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra Maio de 2014 Apoios: À minha mãe e ao meu pai 3 4 “… rasgar a nuvem do tempo que tudo ousa envolver em amortecido esquecimento…” José Bonifácio de Andrada e Silva, Elogio Academico da Senhora D. Maria Primeira, 1817. 5 6 Agradecimentos Após alguns anos maioritariamente dedicados à elaboração da dissertação, estou em dívida para com muitas pessoas e instituições. Ao professor Mário Krüger, orientador do trabalho, devo a crítica exigente à qual, creio, muitas vezes não consegui corresponder; devo, ainda, o acompanhamento contínuo e detalhado do processo de construção da tese, sem o qual tudo teria sido mais difícil. -
Consumos Energéticos E Emissões De CO2
Instrumentos ........................................................................................ 104 Índice Programas ........................................................................................... 107 Inovação .............................................................................................. 109 Amares ................................................................................ 6 Modelo de implementação ............................................. 110 Matriz energética .............................................................. 10 PAES ................................................................................................... 112 Nota Metodológica ................................................................................. 11 Equipamentos e projetos ............................................................ 114 Vetores Energéticos ............................................................................... 12 Consumos Energéticos e Emissões de CO2 .............................. 114 Consumos Setoriais ............................................................................... 13 Carácter Inovador ....................................................................... 114 Boas Práticas ....................................................................................... 116 Índices e Indicadores de Densidade e Intensidade Energética ............. 16 Balanço Financeiro .............................................................................. 120 Desagregação subsetorial