Onofre E Dá Dicas De Receitas Que Dão Água Na Boca
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Big Brother: O Jogo E As Espacialidades Da Big House 1
Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação – Curitiba, PR – 4 a 7 de setembro de 2009 Big Brother: o jogo e as espacialidades da big house 1 Debora Cristine Rocha 2 PEPG em Comunicação e Semiótica da Puc-SP Resumo Estrela maior do reality show , dados os índices de audiência e o impacto midiático mundial, o Big Brother trabalha com o conceito de jogo em vários níveis. Além da disputa por um prêmio milionário, os participantes competem, também, pela visibilidade nos sistemas de comunicação. Enquanto isso, a fórmula do Big Brother é sustentada por um jogo muito mais amplo: o diálogo entre o voyeurismo e o exibicionismo midiáticos que simulam o buraco da fechadura na TV. Nessa dinâmica, a casa ou big house será muito mais do que o local de confinamento de um grupo de brothers . A casa será a peça fundamental do jogo e, para tanto, criará espacialidades diversas: moradia, tabuleiro, palco, estúdio, vitrine, passarela, parque de diversões, laboratório, não-lugar, confessionário. Como estúdio, a câmera ocupará o lugar de honra. Ela será o olho-robô-câmera tanto como olho maquínico quanto como olho humano. Palavras-chave Reality show; Big Brother; Jogo; Espacialidade; Visibilidade. O reality show , formato próprio da reality TV , explora cada vez mais a idéia de jogo. Não apenas no Brasil, mas em todo o planeta, o reality show muitas vezes se confunde com o game show . No entanto, se a marca fundamental do game show é a competição entre seus participantes por um prêmio – em tom de brincadeira ou seriedade extrema, o que define o reality é a busca da vida como ela é , a idéia de exibir a realidade como se não houvesse mediação. -
Brésil : L'ombre Des Télénovelas
• Media HS p 71 à 168 4/04/03 16:00 Page 85 spécial BIG BROTHER médiamorphoses 85 Silvia Helena Simões Borelli Brésil : l'ombre des télénovelas Brésil : l’ombre des télénovelas Silvia Helena Simões Borelli, Université catholique de São Paulo (Brésil) ers la fin de l’après-midi du 26 novembre par Globo contre SBT. La production de Big Brother Brasil de l’année dernière, le directeur du Centre a été prise en charge par la Centrale Globo de Production «V de la TV Globo, José Bonifacio Brasil de et de Journalisme. Le directeur, responsable de l’équipe de Oliveira - surnommé Boninho - s’est vu confier la mission de deux cent cinquante professionnels, avec trente-huit camé- faire de Big Brother Brésil 1 une émission à succès et de sor- ras et soixante micros, est Boninho, fils de José Bonifacio tir la chaîne numéro un d’Amérique Latine de la plus grande de Oliveira Sobrinho, Boni, personnage central dans l’histoire chute d’audience de ces trente dernières années 2. » de la télévision au Brésil. Big Brother Brasil a été amplement C’est dans un climat de « course à l’audimat », et avec le bud- commenté par les médias - télévision, radio, et presse écrite get le plus important de son histoire, près de 25 millions de - et c’est devenu le sujet de conversation du moment. Il a Réais 3, que la première version brésilienne de Big Brother 1 fait l’objet de débats dans des journaux et revues reconnus (BBB 1) est diffusée, en janvier 2002. Le réseau de télévi- - Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo, Jornal do Brasil, sion brésilien Rede Globo a acquis les droits de production O Globo, Veja, Isto É et Época, entre autres - et a occupé les et de transmission grilles des program- en août 2002, mes spécifiques de auprès de l’entre- la télévision. -
Um Estudo Sobre O Programa Big Brother Brasil
Universidade Federal do Rio de Janeiro Escola de Comunicação Jornalismo Realidades Espetacularizadas: um estudo sobre o programa Big Brother Brasil Carolina de Oliveira Guimarães Pacheco Rio de Janeiro 2006 Universidade Federal do Rio de Janeiro Centro de Filosofia e Ciências Humanas Escola de Comunicação Jornalismo Realidades Espetacularizadas: um estudo sobre o programa Big Brother Brasil Carolina de Oliveira Guimarães Pacheco Escola de Comunicação da UFRJ Bacharelado em Comunicação Social, habilitação em Jornalismo Orientador: Micael Maiolino Herschmann Rio de Janeiro 2006 2 Realidades Espetacularizadas: um estudo sobre o programa Big Brother Brasil Carolina de Oliveira Guimarães Pacheco Monografia submetida ao corpo docente da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, como requisito para obtenção do grau de bacharel em Comunicação Social. Habilitação em Jornalismo. Aprovado por: ________________________________________________ Prof. Micael Maiolino Herschmann – Orientador ________________________________________________ Prof. Ana Paula Goulart ________________________________________________ Prof. João Freire Filho ________________________________________________ Rio de Janeiro, ___________________________________ Nota: 3 PACHECO, Carolina de Oliveira Guimarães. Realidades Espetacularizadas: um estudo sobre o programa Big Brother Brasil. Orientador: Micael Herschmann. Rio de Janeiro: UFRJ / ECO, 2006. 60 f. il. Monografia - Universidade Federal do Rio de Janeiro, ECO, Jornalismo. 1. Reality Show 2. Produtos -
O Reality Show Big Brother Brasil Com Marcas Do Refugo Humano
Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação XXXI Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação – Natal, RN – 2 a 6 de setembro de 2008 O Reality Show Big Brother Brasil como marcas do refugo humano1. Douglas Alves MEDEIROS2 Amilton Gláucio de OLIVEIRA3 Universidade Federal de Alagoas, Maceió, AL. RESUMO: Reflexões a respeito do formato de produto televisivo conhecido como Big Brother Brasil, abordando questões que caracterizam novas produções de sentido no âmbito da televisão. Processo de midiatização que envolve a roteirização do sujeito, intersubjetividades e sociabilidades de lógica tecnocultural, consolidando o ethos midiático. O tele-lixo como lugar de práticas e marcas refugantes da convivência humana. PALAVRAS-CHAVE: midiatização; reality show; refugo; roteirização; sociedade. TEXTO DO TRABALHO O artigo visa mostrar como a sociedade midiatizada contemporânea se traduz no misto de inclusão e exclusão, cujas marcas retratam condições que refuga o humano, exclui o outro, mostra a fugacidade e superficialidade dos relacionamentos, incrementado numa ambiência televisiva de banalização e espetacularização do privado no mundo midiático. O ambiente televisivo de hoje tem-se caracterizado como fomento de novos formatos de gêneros e subgêneros no processo de midiatização, cuja produção de sentidos se amolda aos modelos tecnológicos, mercadológico e empresarial onde são incluídas suas éticas particulares que tentam justificar tais sentidos num espaço público de ações estratégicas e dramatúrgicas, como no caso estudado o reality show Big Brother Brasil - BBB, que se utiliza de estratagema diversionista para seduzir o seu público e como conseqüência o lucro. No mundo social contemporâneo as pessoas tornam-se alvos fáceis para a descarga de ansiedades provocadas pelos temores generalizados de redundância social midiática, percebida em Luhmann (2000, p.20-22). -
Qualidade Na TV 10 Anos Da Campanha Quem Financia a Baixaria É Contra a Cidadania
http://bd.camara.leg.br “Dissemina os documentos digitais de interesse da atividade legislativa e da sociedade.” Câmara dos Deputados Qualidade na TV 10 anos da campanha CH VOL Quem Financia a Baixaria ok É contra a Cidadania display mute O BRAS C O MEM O RATIVAS | H O MENAGEM Conheça outros títulos da Edições Câmara no portal | 07 da Câmara dos Deputados: display mutedisplay mutedisplay mute display mutedisplay mutedisplay mute www2.camara.leg.br/documentos-e-pesquisa/publicacoes/edicoes Brasília | 2013 display mutedisplay mutedisplay mute display mutedisplay mutedisplay mute display mutedisplay mutedisplay mute display mutedisplay mutedisplay mute display mutedisplay mutedisplay mute display mutedisplay mutedisplay mute Câmara dos Deputados Qualidade na TV 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria É contra a Cidadania OrganizadOr: CláudiO Ferreira Centro de Documentação e Informação Edições Câmara Brasília – 2013 Câmara dos Deputados Diretoria Legislativa Diretor: Afrísio Vieira Lima Filho Centro de Documentação e Informação Diretor: Adolfo C. A. R. Furtado Coordenação Edições Câmara Diretor: Daniel Ventura Teixeira Departamento de Comissões Diretor: Silvio Avelino da Silva Pesquisa: Cláudio Ferreira, Márcio Marques de Araújo, Augustino Veit e Ana Lucia Bonfim Projeto gráfico, capa e diagramação: Daniela Barbosa Revisão: Seção de Revisão e Indexação Câmara dos Deputados Centro de Documentação e Informação – Cedi Coordenação Edições Câmara – Coedi Anexo II – Praça dos Três Poderes Brasília (DF) – CEP 70160-900 Telefone: (61) 3216-5809; fax: (61) 3216-5810 [email protected] SÉRIE Obras comemorativas. Homenagem n. 7 Dados Internacionais de Catalogação-na-publicação (CIP) Coordenação de Biblioteca. Seção de Catalogação. Qualidade na TV : 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria é contra a Cidada- nia / organizador: Cláudio Ferreira [recurso eletrônico].