Pesquisa Ademi Do Mercado Imobiliário
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De Sertão À Zona Industrial
Revista Ágora, Vitória, n. 17, 2013, p. 13-31. DE SERTÃO À ZONA INDUSTRIAL Cleia Schiavo Weyrauch* Resumo: Apresenta uma abordagem familiar sobre a mudança de perfil socioeconômico da região hoje nomeada como Zona Oeste, especificamente a Área de Planejamento P5 do Município do Rio de Janeiro e seu respectivo litoral. à época, a região da atual AP5 reagiu politicamente com uma relativa autonomia seja por uma significativa dinâmica econômica, seja porque afastada das polêmicas políticas de então ou porque dominada por uma oligarquia que a fez votar em uma dada direção política. Palavras-chave: Rio de Janeiro; Zona Oeste; Zona Industrial. Abstract: Presents an approach familiar about changing socioeconomic profile of the region now named West Zone, specifically the P5 Planning Area of the City of Rio de Janeiro and its respective coast. `The time, the region's current political AP5 2 reacted with relative autonomy is a significant economic dynamics, either because away from the controversial policies or because then dominated by an oligarchy that did vote for a given political direction. Keywords: Rio de Janeiro; Western Zone; Industrial Zone. *** ma abordagem familiar marca o inicio deste artigo cujo objetivo volta-se para a elaboração de um resumo sobre a mudança de perfil socioeconômico da região hoje U nomeada como Zona Oeste, especificamente a Área de Planejamento P5 do Município do Rio de Janeiro e seu respectivo litoral. Como oriunda de uma família de agricultores residente na região vi nela acontecerem transformações significativas: a principal delas a passagem da sua fase agrícola para a industrial / portuária. A estrada macadamizada da minha infância na década de 1940 - àquela época ainda chamada de - Estrada Real de Santa Cruz - é hoje Avenida Cesário de Mello via que atravessa subúrbios e favelas em território outrora voltado para a produção agropecuária. -
Políticas Públicas E Qualidade De Vida Na Baía De Sepetiba (Rio De Janeiro, Brasil): Modernização Infraestrutural Afetando a População Carioca
EIXO II (GEO)POLÍTICAS DO MEIO AMBIENTE, GESTÃO DOS RECURSOS E SUSTENTABILIDADES POLÍTICAS PÚBLICAS E QUALIDADE DE VIDA NA BAÍA DE SEPETIBA (RIO DE JANEIRO, BRASIL): MODERNIZAÇÃO INFRAESTRUTURAL AFETANDO A POPULAÇÃO CARIOCA PUBLIC POLICIES AND LIFE QUALITY IN SEPETIBA BAY (RIO DE JANEIRO, BRAZIL): INFRASTRUCTURAL MODERNIZATION AFFECTS THE CARIOCA POPULATION IZÂNIA MARIA CALIXTO Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro [email protected] RESUMO. O trabalho tem como objetivo fundamental resgatar a importância histórica, cultural, ambiental e social da Baía de Sepetiba e de seu entorno para a população carioca, visto que nos últimos anos essa área tem passado por um grande processo de desvalorização. A importância histórica da região da Baía de Sepetiba se dá pelo fato de essa área ainda no período colonial ter se constituído como um posto de vigilância para garantir a soberania nacional, e hoje se mantém com a Base Aérea de Santa Cruz. Como relevância cultural tem-se o trabalho artesanal e a pesca que acabam por reforçar a tradição e a potencialidade local. Quanto à importância ambiental, a Baía de Sepetiba tem duas faces, pois é riquíssima em diversidade, além de ser a principal fonte de renda da maior parte da população que vive no entorno que sobrevive da pesca artesanal. Por outro lado, essa atividade vem sendo ameaçada constantemente pela intensa poluição do mar causada por atividades industriais, o que afeta a reprodução de peixes e crustáceos e, portanto, a atividade econômica dos moradores locais. Nos últimos anos grandes investimentos na região da Baía de Sepetiba têm sido feitas como a obra de infraestrutura do Porto de Itaguaí e também a construção da CSA (Companhia Siderúrgica do Atlântico), que impactou, de forma significativa, bairros como Itacuruçá, Itaguaí, Santa Cruz, Pedra de Guaratiba e Sepetiba localizados às margens da baía. -
Uma Estratégia De Inclusão Social Pela Via Do Trabalho Saúde Em Debate, Vol
Saúde em Debate ISSN: 0103-1104 [email protected] Centro Brasileiro de Estudos de Saúde Brasil Álvares Salis, Ana Cecília Gerência de trabalho: uma estratégia de inclusão social pela via do trabalho Saúde em Debate, vol. 35, núm. 89, abril-junio, 2011, pp. 207-216 Centro Brasileiro de Estudos de Saúde Rio de Janeiro, Brasil Disponível em: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=406344813005 Como citar este artigo Número completo Sistema de Informação Científica Mais artigos Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe , Espanha e Portugal Home da revista no Redalyc Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto ArtigO OrigInaL • origiNal articlE Gerência de trabalho: uma estratégia de inclusão social pela via do trabalho Work management: a strategy of social inclusion through work Ana Cecília Álvares Salis1 1Especialista em Teoria Psicanalítica pela Universidade Estácio de Sá, campus Nova Friburgo; Coordenadora RESUMO Como proposta pioneira de inclusão social pela via do trabalho, o Projeto e Supervisora de grupos de Gerência de Trabalho apresenta-se como modelo de uma nova prática de cuidados no Acompanhamento Terapêutico. [email protected] campo da saúde mental, cujo objetivo é estabelecer as condições de acesso e permanência de pessoas com transtorno mental no mercado formal de trabalho. Partindo de diretrizes específicas, esse projeto pretende estabelecer as condições para o ingresso dessas pessoas no mercado de trabalho de maneira responsável e coordenada, além de possibilitar a uma parcela da população particularmente excluída do contrato social o exercício da sua cidadania. PALAVRAS-CHAVE: Gerência de trabalho; Cidadania; Transtorno mental; Saúde mental. -
III SEMINÁRIO NACIONAL SOBRE URBANIZAÇÃO DE FAVELAS - URBFAVELAS Salvador - BA - Brasil
III SEMINÁRIO NACIONAL SOBRE URBANIZAÇÃO DE FAVELAS - URBFAVELAS Salvador - BA - Brasil ALTERNATIVAS DE RESISTÊNCIA: A EXPERIÊNCIA DA ARTICULAÇÃO PLANO POPULAR DAS VARGENS Fernanda Souza Santos (UFRJ) - [email protected] Arquiteta e urbanista pela PUC-Rio e mestranda no Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IPPUR/UFRJ) Pesquisadora no Laboratório Estado, Trabalho, Território e Natureza (ETTERN/IPPUR/UFRJ) Caroline dos Santos Santana (UFRJ) - [email protected] Caroline Santana Assistente Social pela UFRJ e mestranda no Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IPPUR/UFRJ) Pesquisadora no Laboratório Estado, Trabalho, Território e Natureza (ETTERN/IPPUR/UFR Paula Cardoso Moreira (Universidade Federal Fluminense) - [email protected] Graduanda em Arquitetura e Urbanismos na EAU/UFF Pesquisadora no Laboratório Estado, Trabalho, Território e Natureza (ETTERN/IPPUR/UFRJ) ALTERNATIVAS DE RESISTÊNCIA: A EXPERIÊNCIA DA ARTICULAÇÃO PLANO POPULAR DAS VARGENS RESUMO: Na região da Vargens, a criação dos Planos de Estruturação Urbana da região e suas atualizações tem gerado mobilizações importantes para o histórico de resistência popular na cidade do Rio de Janeiro. O presente trabalho busca discutir o caráter não participativo do PEU das Vargens que assim como outros tantos, ao desconsiderar a participação popular em seu processo de elaboração acabam por desenvolver projetos tecnocráticos e ineficazes que não se aplicam a realidade do território. A resistência popular por meio dos planos e projetos apresentam formas alternativas de defesa do direito à moradia e à cidade. Este texto abordará o processo de constituição de movimentos de luta popular na área das Vargens, destacando a adoção dos planos populares como instrumento de luta pelo direito de democratização do urbano. -
Descrição E Mapa Da Área De Planejamento-5.Pdf
ANEXO VI DESCRIÇÃO E MAPAS DA ÁREA DE PLANEJAMENTO-5 1 CARACTERIZAÇÃO DA ÁREA DE PROJETO ................................................................................. 4 1.1 CARACTERIZAÇÃO ADMINISTRATIVA ............................................................................................. 6 1.2 CARACTERIZAÇÃO FÍSICA ............................................................................................................ 8 1.2.1 LOCALIZAÇÃO .................................................................................................................................. 8 1.2.2 A FORMAÇÃO DAS DIVISÕES ADMINISTRATIVAS .................................................................................... 9 1.2.3 RELEVO E ASPECTOS DOS SOLOS ....................................................................................................... 29 1.2.4 HIDROGRAFIA ................................................................................................................................ 31 1.2.5 CLIMA .......................................................................................................................................... 34 1.3 CARACTERIZAÇÃO ANTRÓPICA ................................................................................................... 35 1.3.1 OCUPAÇÃO DO SOLO E URBANIZAÇÃO ............................................................................................... 35 1.3.2 POPULAÇÃO ................................................................................................................................. -
Humaitá Lagoa/Gávea Laranjeiras Jardim Botânico Copacabana
Quinta-feira 34º 06/01/2011 22º Humaitá Trânsito lento na Rua Humaitá, sentido Túnel Rebouças. Sentido Botafogo segue intenso. Lagoa/Gávea Praça Sibélius tem trânsito lento, sentido Lagoa. Quem segue para São Conrado encontra tráfego livre. Laranjeiras Rua Pinheiro Machado apresenta lentidão por toda a via, sentido Santa Bárbara. Sentido Botafogo segue normal. Jardim Botânico Trânsito segue lento, sentido Gávea. Em direção ao Humaitá, fluxo de veículos é normal. Copacabana Trânsito segue lento para quem segue sentido Posto 6, na altura da Rua Miguel Lemos. Em direção a Botafogo, fluxo de veículos é normal. Praça da Bandeira Trânsito bom nos dois sentidos, com fluxo maior de veículos em direção ao Centro. Maracanã Trânsito flui normalmente na Avenida Maracanã e na Radial Oeste. São Cristóvão Trânsito intenso na Rua São Cristóvão. Rua Pedro II segue com fluxo normal nos dois sentidos Presidente Vargas A Avenida Presidente Vargas tem trânsito lento sentido Candelária. Sentido Praça da Bandeira segue intenso. Rio Branco A Avenida não apresenta retenções. Primeiro de Março Tráfego segue lento por conta de um ônibus enguiçado na altura da Av. Presidente Vargas. Barra da Tijuca Trânsito intenso nas avenidas Sernambetiba e Ayrton Senna. Taquara Fluxo intenso para quem segue pela Praça da Taquara. Avenida Brasil segue com reteção na pista central, altura de Campo Grande, por conta de um acidente envolvendo dois veículos. Na altura de São Cristóvão, o motorista também encontra retenção. Sentido Zona Oeste, via segue com fluxo intenso com lentidão na altura do Caju. Linha Vermelha tem trânsito intenso sentido Baixada Fluminense. Quem segue para o Centro encontra tráfego normal. -
Anexo Vii Índice De Aproveitamento De Terreno
ANEXO VII ÍNDICE DE APROVEITAMENTO DE TERRENO – IAT Macrozona de Bairros Observações Índice de Ocupação Aproveitamento de Terreno Centro - AC-1 Na AEIU do Porto ficam 5,0 mantidos os índices da LC 101/09 INCENTIVADA Saúde Na AEIU do Porto ficam Gamboa mantidos os índices da Santo Cristo LC 101/09 Caju 2,0 Av. Brasil 4,0 Catumbi 2,5 Estácio 2,5 Rio Comprido 2,5 Cidade Nova 11 São Cristóvão Na AEIU do Porto ficam mantidos os índices da Mantidos os índices da LC 101/09 LC 73/2004 Mangueira Benfica Vasco da Gama Praça da Bandeira 3,5 Tijuca 3,5 Maracanã 4,0 Vila Isabel 4,0 Andaraí 4,0 Grajaú 3,0 Manguinhos 1,5 Av. Brasil 4,0 Bonsucesso 3,0 Ramos 3,0 Olaria 3,0 Penha 4,0 Penha Circular 4,0 Brás de Pina 4,0 Higienópolis 3,0 Maria da Graça 3,0 Del Castilho 3,0 Inhaúma 3,0 Engenho da Rainha 3,0 Macrozona de Bairros Observações Índice de Ocupação Aproveitamento de Terreno Tomás Coelho 3,0 Jacaré 1,5 INCENTIVADA S.Francisco Xavier 3,0 Rocha 3,0 Riachuelo 3,0 Sampaio 3,0 Engenho Novo 3,0 Lins de Vasconcelos 3,5 Méier 3,5 Cachambi 3,5 Todos os Santos 3,5 Engenho de Dentro 3,0 Encantado 3,0 Abolição 3,0 Pilares 3,0 Água Santa 3,0 Piedade 3,0 Vila Kosmos 3,0 Vicente de Carvalho 3,0 Vila da Penha 3,0 Vista Alegre 3,0 Irajá 3,0 Rodovia Presidente Dutra 4,0 e Av. -
Relação De Postos De Vacinação
SUBPAV/SVS COORDENAÇÃO DO PROGRAMA DE IMUNIZAÇÕES RELAÇÃO DE POSTOS DE VACINAÇÃO CAMPANHA NACIONAL DE VACINAÇÃO ANTI-INFLUENZA 2014 PERÍODO DE 22.04 A 09.05 (2a a 6a feira - SEMANA) N RA POSTO DE VACINAÇÃO ENDEREÇO BAIRRO 1 I CMS JOSÉ MESSIAS DO CARMO RUA WALDEMAR DUTRA 55 SANTO CRISTO 2 I CMS FERNANDO ANTONIO BRAGA LOPES RUA CARLOS SEIDL 1141 CAJÚ 3 II CMS OSWALDO CRUZ RUA HENRIQUE VALADARES 151 CENTRO 4 II CEVAA RUA EVARISTO DA VEIGA 16 CENTRO 5 II PSF LAPA RUA RIACHUELO 43 CENTRO 6 III CMS MARCOLINO CANDAU RUA LAURA DE ARAÚJO 36 CIDADE NOVA 7 III HOSPITAL MUNICIPAL SALLES NETTO PÇA. CONDESSA PAULO DE FRONTIN 52 ESTÁCIO 8 III HOSPITAL CENTRAL DA AERONAUTICA RUA BARÃO DE ITAPAGIBE 167 RIO COMPRIDO 9 III CF SÉRGIO VIEIRA DE MELLO AVENIDA 31 DE MARÇO S/Nº CATUMBI 10 III PSF TURANO RUA AURELIANO PORTUGAL 289 TURANO 11 VII CMS ERNESTO ZEFERINO TIBAU JR. AVENIDA DO EXÉRCITO 01 SÃO CRISTOVÃO 12 VII CF DONA ZICA RUA JOÃO RODRIGUES 43 MANGUEIRA 13 VII IBEX RUA FRANCISCO MANOEL 102 - TRIAGEM BENFICA 14 XXI UISMAV RUA BOM JESUS 40 PAQUETÁ 15 XXIII CMS ERNANI AGRÍCOLA RUA CONSTANTE JARDIM 06 SANTA TERESA 16 IV CMS DOM HELDER CAMARA RUA VOLUNTÁRIOS DA PATRIA, 136 BOTAFOGO 17 IV HOSPITAL ROCHA MAIA RUA GENERAL SEVERIANO, 91 BOTAFOGO 18 IV CMS MANOEL JOSE FERREIRA RUA SILVEIRA MARTINS, 161 CATETE 19 IV CMS SANTA MARTA RUA SÃO CLEMENTE, 312 BOTAFOGO 20 V CF PAVÃO PAVÃOZINHO CANTAGALO RUA SAINT ROMAN, 172 COPACABANA 21 V CMS CHAPEU MANGUEIRA E BABILONIA RUA SÃO FRANCISCO, 5 LEME 22 V CMS JOAO BARROS BARRETO RUA SIQUEIRA CAMPOS, S/Nº COPACABANA 23 VI -
O Museu Do Trem - Um Patrimônio Histórico Sub Utilizado Na Zona Norte Do Rio De Janeiro
O MUSEU DO TREM - UM PATRIMÔNIO HISTÓRICO SUB UTILIZADO NA ZONA NORTE DO RIO DE JANEIRO Vagner Jose de Moraes Medeiros Universidade do Estado do Rio de Janeiro [email protected] 1. INTRODUÇÃO. Alguns pontos da zona norte da cidade do Rio de Janeiro têm potencial para a criação de oportunidades econômicas e culturais. Uma ação política de planejamento regional, voltada para a periferia da cidade atenderia, também, uma demanda do cidadão que nesta habita. Porém, ao investigar quais seriam estas oportunidades, percebe-se que o governo abandonou até o que já existia enquanto bem patrimonial histórico e espaço de cultura da zona norte da cidade. Diferente do tratamento dado a outras regiões da cidade, essa fica aguardando projetos saírem do papel. No bairro de Engenho de Dentro, por exemplo, construí-se um Estádio de Futebol pela demanda de uma competição internacional, o Pan-americano em 2007, que hoje é “sub-utilizado” por um clube de futebol da cidade. Ao lado, o museu do trem que faz parte da memória histórica do transporte ferroviário do país, e da própria história política, está fechado e abandonado. Duvidosas são as transformações que o Estádio de futebol trouxe para a região, uma vez que ele fica fechado durante toda a semana. O Museu do Trem, que possui um excelente espaço, que ficou fechado durante as obras para o Panamericno de 2007, excluindo estudantes e a sociedade de usufruir deste bem patrimonial e cultural da cidade. Atualmente acontece uma obra financiada pelo BNDES, que prevê a revitalização algumas partes no entorno do Estádio Olímpico João Havelange, com previsão de investimento total de R$ 123 milhões, é um convênio com a prefeitura da cidade, revitalizando a fachada do prédio da administração da antiga Oficina de Trens, que é tombada pela prefeitura, mas que não tem ligação com o museu do trem, que administrado pelo IPHAN, propriedade do governo federal. -
RJ 7ª COORDENADORIA REGIONAL DE ENSINO - 102 Escolas
1 .................................................................................................................................................................................................. Relação de escolas municipais da cidade do Rio de Janeiro, que receberão, para as Salas de Leitura, dois exemplares do livro “RioRio – a história da cidade do Rio de Janeiro em quadrinhos: 1500-2000”, através do projeto cultural “RioRio nas bibliotecas” – www.riorio.com.br. ESCOLAS PÚBLICAS MUNICIPAIS - RJ 7ª COORDENADORIA REGIONAL DE ENSINO - 102 escolas Escola Municipal Francis Hime Escola Municipal Edgard Werneck Estrada do Pau da Fome, 196. Jacarepaguá Rua Mamoré, 76, Fundos. Freguesia – Jacarepaguá Rio de Janeiro – RJ. CEP: 22723-497 Rio de Janeiro – RJ. CEP: 22760-080 Escola Municipal Luiz Camillo Escola Municipal Menezes Cortes Estrada do Rio Pequeno, 56. Jacarepaguá Praça José Alves De Azevedo, 43. Freguesia – Rio de Janeiro – RJ. CEP: 22723-190 Jacarepaguá Rio de Janeiro – RJ. CEP: 22755-190 Escola Municipal Jornalista Campos Ribeiro Escola Municipal 25 de Abril Rua Hugo Thompson Nogueira, S/N.º. Curicica – Rua Mamoré, 78. Freguesia – Jacarepaguá Jacarepaguá - Rio de Janeiro – RJ. CEP: 22780-290 Rio de Janeiro – RJ. CEP: 22760-080 Escola Municipal Juliano Moreira Escola Municipal Paroquial Nossa Srª do Loreto Estrada Rodrigues Caldas, 34000. Taquara Ladeira da Freguesia, S/N.º. Freguesia – Jacarepaguá - Rio de Janeiro – RJ. CEP: 22713-370 Jacarepaguá Rio de Janeiro – RJ. CEP: 22760-090 Escola Municipal Adalgisa Monteiro Escola Municipal Virgilio Várzea Estrada Bouganville, 346. Jacarepaguá Rua José Silva, 155. Pechincha – Jacarepaguá Rio de Janeiro – RJ. CEP: 22753-210 Rio de Janeiro – RJ. CEP: 22743-080 Escola Municipal Desembargador Ney Palmeiro Escola Municipal Juliano Moreira Rua Igarapé-Açu, 340. Camorim – Jacarepaguá Rua Ministro Gabriel de Piza, 544. Pechincha – Rio de Janeiro – RJ. -
Relatório “Apreensão De Armas De Fogo (Janeiro a Maio
Relatório de Armas (Janeiro a Maio de 2015) RELATÓRIO APREENSÃO DE ARMAS DE FOGO (Janeiro a Maio de 2015) Instituto de Segurança Pública Organização Leonardo D’Andréa Vale Relatório de Armas (Janeiro a Maio de 2015) Relatório Armas de Fogo 2015 (Janeiro a Maio de 2015) Luiz Fernando Pezão Governador José Mariano Beltrame Secretário de Estado de Segurança Joana C. M. Monteiro Diretora-Presidente do Instituto de Segurança Pública Publicação digital © 2015 by Instituto de Segurança Pública Direitos de publicação reservados ao Instituto de Segurança Pública. É permitida a reprodução, total ou parcial, e por qualquer meio, desde que citada a fonte. Organizador Revisora Técnica Leonardo D’Andréa Vale Vanessa Campagnac da S. Barros Equipe Andréia Soares Pinto Cartografi a temática Emmanuel Antonio Rapizo Leonardo de Carvalho Silva Magalhães Caldas João Batista Porto de Oliveira Leonardo de Carvalho Silva Louise Celeste Rolim da Silva Marcello Montillo Provenza Projeto gráfi co e diagramação Renato Coelho Dirk Bruno Simonin da Costa Luciano de Lima Gonçalves Mitzi Araújo Vidal Assessoria de comunicação Bárbara Caballero de Andrade Karina Nascimento Bruno Ottoni Eloy Vaz Diogo de Oliveira Coelho Filipe Quaresma Pimental Flávia Vastano Manso Assessoria de informática Lívia Maria Almeida da Conceição José Renato Biral Belarmino Relatório de Armas (Janeiro a Maio de 2015) Índice 1 - RESUMO .................................................................................................................4 2 - INTRODUÇÃO ...........................................................................................................4 -
Apresentação Do Powerpoint
5 de fevereiro de 2021 RISCO ALTO 1 Portuária 2 Centro AVALIAÇÃO DE RISCO POR 3 Rio Comprido 4 Botafogo REGIÃO ADMINISTRATIVA 5 Copacabana 6 Lagoa Indicador composto de risco (internação + óbito) 7 São Cristóvão 8 Tijuca 9 Vila Isabel 10 Ramos 11 Penha 12 Inhaúma 13 Méier 14 Irajá 15 Madureira 16 Jacarepaguá 17 Bangu 18 Campo Grande 19 Santa Cruz 20 Ilha do Governador 21 Ilha de Paquetá 22 Anchieta 23 Santa Teresa 24 Barra da Tijuca 25 Pavuna 26 Guaratiba 27 Rocinha 28 Jacarezinho 29 Complexo do Alemão 30 Maré RISCO 31 Vigário geral 33 Realengo Moderado Alto Muito alto Fonte: SIVEP 34 Cidade de Deus A RA 32 não existe AVALIAÇÃO DE RISCO POR REGIÃO ADMINISTRATIVA - ANÁLISE Indicador composto de risco (internação + óbito) • TODAS as 33 regiões da cidade continuam em estágio alto, não houve mudanças nos níveis de alerta em relação à semana anterior. • As medidas de proteção à vida propostas não mudam. Dentre elas, estão: limitação da capacidade de lotação de estabelecimentos, alteração nos horários de funcionamento e ampliação das regras de distanciamento em locais fechados. • A fiscalização seguirá ocorrendo. AVALIAÇÃO DE RISCO POR REGIÃO ADMINISTRATIVA - EVOLUÇÃO Indicador composto de risco (internação + óbito) Semana 4 Semana 2 24 a 30 de janeiro 10 a 16 de janeiro Semana 3 Semana 5 17 a 23 de janeiro 31 de janeiro a 6 de fevereiro AVALIAÇÃO DE RISCO POR REGIÃO ADMINISTRATIVA Indicador composto de risco (internação + óbito) RA NOME SEMANA 1 SEMANA 2 SEMANA 3 SEMANA 4 SEMANA 5 1 Portuária moderado alto alto alto alto 2 Centro alto alto