Feiras Espalhadas Pelo Estado Os Remates Especiais Para a Primavera
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OBSERVATÓRIO DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL Banco De Dados Regional Do Vale Do Rio Pardo
OBSERVATÓRIO DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL Banco de Dados Regional do Vale do Rio Pardo Configuração físico territorial1 O eixo temático que trata da configuração físico e territorial do COREDE Vale do Rio Pardo é apresentado através de oito mapas temáticos da região. As variáveis são: Político Rural urbano Multimodal Solos Usos da terra Áreas Minerais de Interesse Relevo Hidrografia Acreditamos que estas variáveis oferecem, a priori, uma visão das características físicas e territoriais presentes, sendo possível o diagnóstico de algumas características e particularidades naturais e de uso do território da região. Destacamos ainda que para cada uma destas variáveis foram utilizadas fontes distintas: o mapa político está fundamentado na base cartográfica definida pelo IBGE para o censo Demográfico de 2010; o mapa rural urbano, aproveitando a mesma base cartográfica expressa todas as unidades urbanas e rurais da região segundo IBGE, 2010; o mapa Multimodal foi elaborado a partir do mapa oficial do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (DNIT) para o Rio Grande do Sul de 2009; o mapa de Solos traz um recorte espacial do “Mapa exploratório de solos do Rio Grande do Sul de 2002” elaborado pelo IBGE; O mapa com as áreas minerais de interesse foi elaborado a partir dos dados espaciais sobre o Rio Grande do Sul, disponibilizados pelo Serviço geológico do Brasil-CPMR; o mapa de Usos da terra é um recorte espacial do mapa “Estado do Rio Grande do Sul: cobertura e usos da terra” do IBGE de 2009; No mapa de relevo, também são aproveitadas as fontes oficiais disponibilizadas pelo IBGE, no caso o “Mapa físico do Estado do Rio Grande do Sul de 2004; e para hidrografia, foi utilizado como fonte a Secretaria do Meio Ambiente do Rio Grande do Sul (SEMA-RS): “Mapa Interativo de recursos hídricos do Rio Grande do Sul” de 2011, onde pode ser verificada a drenagem superficial no território da região. -
PROGRAMAÇÃO DA SEMANA ESTADUAL DA ÁGUA 2018 Com a Participação Do VIGIAGUA RS
PROGRAMAÇÃO DA SEMANA ESTADUAL DA ÁGUA 2018 com a participação do VIGIAGUA RS Bacia Hidrográfica: Rio Passo Fundo Data: 18/09/2018 Nome do Evento: 3º Encontro de Saneamento Básico - Abertura das comemorações da Semana da Água na região de abrangência da 11ª CRS Local: Câmara de Vereadores de Pote Preta- Ponte Preta RS Horário: Manhã e Tarde Promoção: AGER de Erechim Apoio: 11ª CRS - VIGIAGUA – Corsan e Prefeitura de Ponte Preta Informações: Vigiagua – 11ª CRS Bacia Hidrográfica: Apuaê-Inhandava Data: 28/09/2018 Nome do Evento: Palestra “Cuidando da Água” Local: Escola Municipal Carmelina Bassegio – Charrua RS Horário: Manhã e Tarde Promoção: VIGIAGUA - Charrua e Prefeitura Municipal de Charrua Apoio: Emater E-mail: [email protected] Bacia Hidrográfica: Apuaê-Inhandava Data: 27/09/2018 Nome do Evento: Palestra “Cuidando da Água” Local: Escola Municipal Osvaldo Cruz – Charrua RS Horário: Manhã Promoção: VIGIAGUA – Charrua e Prefeitura Municipal de Charrua Apoio: Emater E-mail: [email protected] Bacia Hidrográfica: Apuaê-Inhandava Data: 03/10, 04/10 e 05/10/2018. Nome do Evento: Água segura = Vida Saudável Local: Escolas e Casa da Cultura - Marcelino Ramos RS Horário: Manhã e Tarde Promoção: VIGIAGUA – Marcelino Ramos e Prefeitura de Marcelino Ramos Apoio: Secretaria Municipal de Educação, Secretaria Municipal de Agricultura, Instituto de Educação Estadual de Marcelino Ramos E-mail: [email protected] Bacia Hidrográfica: Apuaê-Inhandava Data: 10/10/2018 Nome do Evento: Palestra “Potabilidade da água para consumo humano” -
Evolução Do Ipm Por Município
EVOLUÇÃO DO IPM POR MUNICÍPIO DELEGACIA DA MUNICÍPIO IPM 2021 DEFINITIVO IPM 2022 PROVISÓRIO VARIAÇÃO IPM 2022/2021 RECEITA ESTADUAL BAGE ACEGUA 0,134751 0,143314 6,35% PASSO FUNDO AGUA SANTA 0,102536 0,100018 -2,46% SANTA MARIA AGUDO 0,141378 0,145374 2,83% SANTO ANGELO AJURICABA 0,107081 0,111621 4,24% SANTO ANGELO ALECRIM 0,055682 0,057392 3,07% URUGUAIANA ALEGRETE 0,661706 0,683677 3,32% SANTO ANGELO ALEGRIA 0,049597 0,051993 4,83% PASSO FUNDO ALMIRANTE TAMANDARE DO SUL 0,076518 0,080843 5,65% PASSO FUNDO ALPESTRE 0,284256 0,288103 1,35% PASSO FUNDO ALTO ALEGRE 0,038487 0,036336 -5,59% NOVO HAMBURGO ALTO FELIZ 0,054882 0,059937 9,21% CANOAS ALVORADA 0,412208 0,413358 0,28% SANTA MARIA AMARAL FERRADOR 0,053863 0,054950 2,02% PASSO FUNDO AMETISTA DO SUL 0,067359 0,070151 4,14% CAXIAS DO SUL ANDRE DA ROCHA 0,049406 0,046392 -6,10% LAJEADO ANTA GORDA 0,092664 0,093793 1,22% CAXIAS DO SUL ANTONIO PRADO 0,171580 0,175961 2,55% PELOTAS ARAMBARE 0,059590 0,063996 7,39% NOVO HAMBURGO ARARICA 0,039966 0,045217 13,14% ERECHIM ARATIBA 0,409695 0,393961 -3,84% LAJEADO ARROIO DO MEIO 0,321127 0,341531 6,35% PELOTAS ARROIO DO PADRE 0,033160 0,033497 1,02% TAQUARA ARROIO DO SAL 0,042652 0,043562 2,13% SANTA MARIA ARROIO DO TIGRE 0,096025 0,092872 -3,28% SANTA CRUZ DO SUL ARROIO DOS RATOS 0,078219 0,074940 -4,19% PELOTAS ARROIO GRANDE 0,236035 0,248196 5,15% LAJEADO ARVOREZINHA 0,087954 0,088470 0,59% SANTO ANGELO AUGUSTO PESTANA 0,115436 0,110543 -4,24% ERECHIM AUREA 0,049448 0,051086 3,31% BAGE BAGE 0,529034 0,532909 0,73% TAQUARA BALNEARIO PINHAL -
31 Ministério Da Agricultura, Pecuária E Abastecimento
Nº 200, quarta-feira, 15 de outubro de 2008 1 ISSN 1677-7042 31 F - PENDÊNCIAS RELACIONADAS COM A ALÍNEA "f" DO INCISO I E ALÍNEA "e" PORTARIA No- 244, DE 14 DE OUTUBRO DE 2008 DO INCISO II DO ART. 2º da IN SEAP Nº 018/07) F1 Declaração de Nada Consta junto ao IBAMA não apresentada O SECRETÁRIO ESPECIAL DE AQÜICULTURA E PESCA DA PRESIDÊNCIA DA F2 Declaração de Nada Consta junto ao IBAMA apresentada, mas com registro de débito REPÚBLICA, no uso de suas atribuições estabelecidas na Lei nº 10.683, de 28/05/03, e tendo em vista (efeito POSITIVO) a delegação de competência contida na Portaria nº 590 de 13 de julho de 2007, resolve: G - PENDÊNCIAS RELACIONADAS COM A ALÍNEA "g" DO INCISO I E ALINEA "f" DO INCISO II DO ART. 2º DA IN SEAP Nº 018/2007 Art. 1º Aprovar a descentralização externa de créditos e recursos, consignados no orçamento da G1 Comprovante de Residência não apresentado Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca da Presidência da República - SEAP/PR, no Programa de G2 Comprovante de Residência com endereço divergente ou desatualizado Trabalho 20.122.0750.2000.0001 - Administração da Unidade - Nacional - PTRES 000979, no valor de H - PENDÊNCIAS RELACIONADAS COM AS ALÍNEAS "g" E "h" DO INCISO II DO R$ 3.349,34 (três mil, trezentos e quarenta e nove reais e trinta e quatro) na rubrica 339014 e R$ ART. 2º DA IN SEAP Nº 018/07 6.004,86 (seis mil, quatro reais e oitenta e seis centavos) na rubrica 339033, para a Escola de Ad- H1 Cópia do documento de identificação do interessado não apresentada ministração Fazendária - ESAF, UG: 170009 GESTÃO: 0001, visando a realização do Processo Seletivo H2 Cópia do documento de identificação do interessado apresentada em cópia não au- Simplificado Conjunto em todas as capitais do País. -
Elderly Dwellers of Urban and Rural Areas and the Access to the Education: the Case of the Rio Pardo Valley
Journal of Education & Social Policy Vol. 2, No. 6; December 2015 Elderly Dwellers of Urban and Rural Areas and the Access to the Education: The Case of the Rio Pardo Valley Silvia Virginia Coutinho Areosa Doctor teacher Department of Psychology Graduate Program in Development Regional University of Santa Cruz do Sul (UNISC) Leader of the Research Group "Reality, Exclusion and Citizenship in the Third Age" Carine Guterres Cardoso Master of Regional Development University of Santa Cruz do Sul (UNISC) Deise Gabriela Frantz Nagel Academic student of Psychology University of Santa Cruz do Sul (UNISC) Scholarship Student of Scientific Initiation PUIC / UNISC Iva Selmira Viebrantz Academic course of Psychology University of Santa Cruz do Sul (UNISC) Scholarship Student of Scientific Initiation FAPERGS / UNISC Abstract The population aging is a global phenomenon, which affects the human as well as the family, the community and the society. This is a normal and dynamic process that involves losses on biological plan, socio affective and politic, what can demand some vulnerability differentiated by gender, age, social class, breed, geographic region, between others. Therefore, this article has the objective to reflect about some issues of this contemporary phenomenon, that is the problematic of little schooling of the elderly dwellers of urban and rural areas on the cities that compose the Rio Pardo Valley/RS, fact that interfere on the life quality of the people. The information presented is results of the synthesizing and analyzing of secondary data obtained from census 2000 and 2010 of IBGE. The data show the little schooling of the elderly, where majority has just Elementary School incomplete, for both rural and urban area. -
Regiões De Saúde E Seus Municípios
SISTEMA 3As DE MONITORAMENTO REGIÕES DE SAÚDE E SEUS MUNICÍPIOS sistema3as.rs.gov.br REGIÃO DE AGRUPAMENTO Santa Maria Agudo Cacequi Capão do Cipó Dilermando de Aguiar Dona Francisca R01, R02 Faxinal do Soturno Formigueiro Itaara Itacurubi Ivorá Jaguari Jari Júlio de Castilhos Mata Nova Esperança do Sul Nova Palma Paraíso do Sul Pinhal Grande Quevedos Restinga Seca Santa Maria Santiago São Francisco de Assis São João do Polêsine São Martinho da Serra São Pedro do Sul São Sepé São Vicente do Sul Silveira Martins Toropi Unistalda Vila Nova do Sul 2 REGIÃO DE AGRUPAMENTO Uruguaiana R03 Alegrete Barra do Quaraí Itaqui Maçambara Manoel Viana Quaraí Rosário do Sul Santa Margarida do Sul Santana do Livramento São Gabriel Uruguaiana 3 REGIÃO DE AGRUPAMENTO Capão da Canoa Arroio do Sal R04, R05 Balneário Pinhal Capão da Canoa Capivari do Sul Caraá Cidreira Dom Pedro de Alcântara Imbé Itati Mampituba Maquiné Morrinhos do Sul Mostardas Osório Palmares do Sul Santo Antônio da Patrulha Tavares Terra de Areia Torres Tramandaí Três Cachoeiras Três Forquilhas Xangri-lá 4 REGIÃO DE AGRUPAMENTO Taquara R06 Cambará do Sul Igrejinha Parobé Riozinho Rolante São Francisco de Paula Taquara Três Coroas 5 REGIÃO DE AGRUPAMENTO Novo Hamburgo R07 Araricá Campo Bom Dois Irmãos Estância Velha Ivoti Lindolfo Collor Morro Reuter Nova Hartz Novo Hamburgo Portão Presidente Lucena Santa Maria do Herval São José do Hortêncio São Leopoldo Sapiranga 6 REGIÃO DE AGRUPAMENTO Canoas R08 Barão Brochier Canoas Capela de Santana Esteio Harmonia Maratá Montenegro Nova Santa Rita -
Obras.Rs.Gov.Br
obras.rs.gov.br NAS OBRAS E HABITAÇÃO 2 RELATÓRIO DE GESTÃO SOP EXERCÍCIO 2020 _ Principais realizações COMBATE À ESTIAGEM 1. PERFURAÇÃO DE POÇOS EM 79 MUNICÍPIOS 3 (Departamento de Poços e Redes - DPR) Iniciativa faz parte do conjunto de ações do governo do Estado para o enfrentamento à estiagem e para mitigação dos danos causados pelos meses de seca no Rio Grande do Sul, entre o final de 2019 e o começo de 2020. > Aproximadamente 6,5 mil famílias serão beneficiadas OBS: Inicialmente, 105 municípios seriam contemplados, mas 21 não entregaram a documentação necessária e 5 entregaram a documentação incompleta. SERVIÇOS DA SECRETARIA DE OBRAS E HABITAÇÃO 4 POÇOS EM 38 MUNICÍPIOS COM RECURSOS DO GOV RS: Araricá, Barra do Guarita, Barra do Rio Azul, Boa Vista das Missões, Bom Retiro do Sul, Butiá, Campo Novo, Candelária, Caseiros, Centenário, Coronel Bicaco, Crissiumal, General Câmara, Harmonia, Erval Grande, Herveiras, Jaguari, Lagoa Vermelha, Maquiné, Montenegro, Nova Prata, Nova Palma, Paverama, Redentora, Rolador, Sananduva, Santo Antônio da Patrulha, São Francisco de Paula, São João da Urtiga, São José do Herval, São Martinho, São Valentim, Tiradentes do Sul, Turuçu, Tucunduva, Venâncio Aires, Veranópolis e Vila Maria. POÇOS EM 41 MUNICÍPIOS COM RECURSOS DA AL/RS: Água Santa, Arroio do Padre, Arroio dos Ratos, Áurea, Barão de Cotegipe, Bozano, Cacequi, Carazinho, Carlos Barbosa, Caxias do Sul, Cerro Branco, Cerro Grande, Charqueadas, Charrua, Coqueiros do Sul, Cruz Alta, Cruzaltense, David Canabarro, Doutor Ricardo, Encruzilhada do Sul, Ernestina, Estação, Estrela, Eugênio de Castro, Faxinal do Soturno, Fazenda Vila Nova, Frederico Westphalen, Igrejinha, Marau, Mormaço, Nonoai, Novo Barreiro, Panambi, Pelotas, Riozinho, Rondinha, Rosário do Sul, São Gabriel, Sertão Santana, Três Palmeiras e Viadutos. -
Governo Do Estado Do Rio Grande Do Sul Secretaria Da Agricultura, Pecuária E Desenvolvimento Rural RELATÓRIO OFICIAL Nº 01/20
Governo do Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural RELATÓRIO OFICIAL Nº 01/2020-SEAPDR ESTIAGEM CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS DO MÊS DE DEZEMBRO DE 2019 O mês de dezembro de 2019 apresentou valores de precipitação abaixo da média histórica na maior parte do Estado. Na maioria das regiões a precipitação acumulada mensal (Figura 1A) oscilou entre 30 e 60 mm, e em algumas localidades os totais não superaram 25 mm. Somente na Fronteira Oeste, Missões, Alto vale do Uruguai e no Planalto, a atuação mais frequente de sistemas meteorológicos favoreceu a ocorrência de valores mais expressivos que variaram entre 100 e 150 mm. Em comparação com as séries climáticas, o mês de dezembro de 2019 deve ser considerado seco na maioria dos municípios do Estado (Figura 1B), em praticamente todo Estado os valores registrados ficaram abaixo da média, com diferenças negativas em relação à média histórica (1981- 2010). A análise da distribuição temporal da precipitação mostrou que os totais de precipitação foram distribuídos de forma irregular ao longo dos três períodos de dez dias. Entre os dias 01 e 10 de dezembro (Figura 2A), praticamente não choveu na maioria das regiões, e somente na faixa Norte foram registrados valores acima de 50 mm. No período entre os dias 11 e 20, a condição continuou semelhante a anterior, com chuvas mais expressivas no Norte e em áreas isoladas da Fronteira Oeste. No último decêndio, entre os dias 21 e 31, o padrão atmosférico permaneceu inalterado, com chuvas distribuídas de forma irregular, coma valores elevados em determinadas áreas e praticamente sem chuva em outras regiões próximas. -
O Desenvolvimento Truncado De Cachoeira Do Sul Sob a Ótica Da Teoria De Douglass
│672│DESENVOLVIMENTO REGIONAL E INDUSTRIALIZAÇÃO: ANÁLISE DO CASO DO DESENVOLVIMENTO TRUNCADO DE CACHOEIRA DO SUL SOB A ÓTICA DA TEORIA DE DOUGLASS NORTH Péricles Purper Thiele, Marília Patta Ramos, Carlos Águedo Naguel Paiva Resumo Este trabalho, realizado à luz da Teoria Econômica de Douglass North, busca elencar as causas do fato de Cachoeira do Sul ter sido um dos expoentes da economia gaúcha no século XIX e ter entrado em um processo de queda e estagnação econômica a partir da década de 1970. Este processo de estagnação não foi possível reverter nem mesmo com investimentos feitos através do Projeto de Industrialização – entre 2005-2008 com investimento de R$ 88 milhões e previsão de gerar 1476 postos de trabalho – analisado neste artigo e que, efetivamente, gerou picos de contratação, aumentou a arrecadação e o retorno de ICMS ao município, mas não manteve um padrão que possa ser considerado de desenvolvimento econômico conforme é demonstrado através de indicadores econômicos aplicados ao grupo de municípios que formam a base de comparação. Palavras-chave: Desenvolvimento Regional – Produção Primária – Projeto de Industrialização 1 Teoria Econômica de Douglass North Douglass North (1959, p. 336) questiona, “por que uma área permanece presa a um único produto básico de exportação, enquanto outra diversifica sua produção e se torna uma região industrializada e urbanizada?”. A resposta para esta questão provém do fato que se a região articular-se somente a partir de um produto básico e este induzir a um processo limitado de diversificação seus rendimentos irão estagnar ou decrescer devido à limitação da divisão do trabalho. Esta situação tem três fundamentos: “a) dotação de recursos naturais da região (a um dado nível de tecnologia); b) caráter da indústria de exportação; c) mudanças tecnológicas e custos de transferências.” (North, 1959, p. -
Plano Estratégico Regional De Gestão De Resíduos Sólidos
PER – Plano Estratégico Regional de Gestão de Resíduos Sólidos 1 PER – Plano Estratégico Regional de Gestão de Resíduos Sólidos 2 PER – Plano Estratégico Regional de Gestão de Resíduos Sólidos PLANO ESTRATÉGICO REGIONAL DE GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL VALE DO RIO PARDO CISVALE 2019 CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DO CISVALE Presidente Secretário CASSIO NUNES SOARES PAULO JOEL FERREIRA Prefeito Municipal de Pantano Grande Prefeito Municipal de Boqueirão do Leão Vice-presidente Tesoureiro PAULO ROBERTO BUTZGE MAIQUEL EVANDRO LAURENO SILVA Prefeito Municipal de Candelária Prefeito Municipal de Vale do Sol CONSELHO FISCAL Presidente SANDRA BACKES Prefeita Municipal de Sinimbu Vice-presidente Segundo Secretário HÉLIO OLÍMPIO DE QUEIROZ GUIDO HOFF Prefeito Municipal de Passo do Sobrado Prefeito Municipal de Vera Cruz Secretário Vogal RAFAEL REIS BARROS CARLOS GUSTAVO SCHUCH Prefeito Municipal de Rio Pardo Prefeito Municipal de Vale Verde DIRETORIA EXECUTIVA LÉA VARGAS 3 PER – Plano Estratégico Regional de Gestão de Resíduos Sólidos 4 PER – Plano Estratégico Regional de Gestão de Resíduos Sólidos Plano Estratégico Regional Dezembro de 2019 ELABORAÇÃO 5 PER – Plano Estratégico Regional de Gestão de Resíduos Sólidos 6 PER – Plano Estratégico Regional de Gestão de Resíduos Sólidos COORDENAÇÃO TÉCNICA EDUARDO VARGAS Engenheiro Civil CREA/RS 159.984 EQUIPE PRINCIPAL TIAGO SILVEIRA FRANCIÉLI SCHONS Economista Química Industrial CORECON/RS 8235 CRQ 05202974 JÚLIA SOMAVILLA CAMILA FRÖHLICH Engenheira Sanitarista e Ambiental -
Ministério Da Agricultura, Pecuária E Abastecimento Secretaria De Política Agrícola Departamento De Gestão De Risco Rural C
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE POLÍTICA AGRÍCOLA DEPARTAMENTO DE GESTÃO DE RISCO RURAL COORDENAÇÃO-GERAL DE ZONEAMENTO AGROPECUÁRIO PORTARIA Nº 332, DE 1º DE DEZEMBRO DE 2009 O COORDENADOR-GERAL DE ZONEAMENTO AGROPECUÁRIO, no uso de suas atribuições e competências estabelecidas pelas Portarias nº 440, de 24 de outubro de 2005, publicada no Diário Oficial da União de 25 de outubro de 2005, e nº 17, de 6 de janeiro de 2006, publicada no Diário Oficial da União de 9 de janeiro de 2006, e observado, no que couber, o contido na Instrução Normativa nº 2, de 9 de outubro de 2008, da Secretaria de Política Agrícola, publicada no Diário Oficial da União de 13 de outubro de 2008, resolve: Art. 1º Divulgar o Zoneamento Agrícola Risco Climático para a cultura de cana de açúcar no Estado do Rio Grande do Sul conforme anexo. (Redação dada pelo(a) Portaria 93/2011/CGZA/DGER/SPA/MAPA ) _______________________________________________ Redação(ões) Anterior(es) Art. 2º Esta Portaria tem vigência específica para o ano-safra definido no art. 1º e entra em vigor na data de sua publicação. GUSTAVO BRACALE ANEXO 1. NOTA TÉCNICA O cultivo da cana-de-açúcar (Saccharum officinarum L.) no Brasil é destinado, em sua maior parte, à produção de açúcar e de etanol e, em menor escala, para outras finalidades, como a alimentação animal e fabricação de aguardente. Em termos gerais, o sistema de produção de cana-de-açúcar é constituído de uma safra decorrente do plantio, seguido de cinco ou mais safras oriundas da rebrota das soqueiras. -
BAIRRO SEVERO DA ROSA ALENCAR Setembro/2018 RUA VEREADOR ADÃO
AVENIDA BORTOLO FOGLIATTO RUA GENERAL OSÓRIO DE AZEVEDO Convenções: MARCOS GEORREFERENCIADOS BNE - T1 - Lat. 29º05'07,3927S Long. 53º50'08,1994W RIOS / AÇUDES / CÓRREGOS BNE - T2 - Lat. 29º05'17,4054S Long. 53º49'04,2831W BNE - T3 - Lat. 29º03'22,5791S AVENIDAS / RUAS / CAMINHOS Long. 53º50'50,5660W RUA CAPITÃO AMORIM DATUM - SAD69 PRAÇAS LINHA FÉRREA 1 - CORONEL LIMA PERÍMETRO URBANO 2 - PEDRO OSÓRIO 3 - LEANDRO KRUEL 4 - SÃO CRISTÓVÃO 5 - ISMAEL SOARES DA SILVA RST ESTRADAS 6 - MEDIANEIRA TU 392 30 ESTADUAIS / MUNICIPAIS ESTÁDIOS 7 - GRÊMIO ESPORTIVO NATHÁLIO HERTER 8 - BENTO JOSÉ PINTO RUA DUQUE DE CAXIAS 9 - CAMPO DE FUTEBOL RUA FLAVIANO CRISTÓVAM AVENIDA VAZ FERREIRA Município de Tupanciretã - RS RUA CARLOS MARIENSE Arroio Urupê DE ABREU Arroio Urupú Mirim Arroio Urupú 16 N Arroio São Bernardo Arroio Urupu Inhaoim MUNICÍPIO DE CRUZ ALTA MUNICÍPIO DE JÓIA Arroio Ijuizinho 17 O Arroio Batú Rio Ijuizinho JÓIA Rio Uparê L Rio Ijuizinho Rio RUA CIRO 7 P Arroio Urupuzinho Ponte do Remanso 9 15 C SANTA TECLA Área Município D BR 158 SÃO 06 Arroio São Lourenço Arroio dos Melos DIVISÃO BERNARDO DISTRITAL ESTÂNCIA Rio Ijuizinho T U T U Rio Piratini 040 GRANDE 400 Arroio São Bernardo Arroio Lambari Arroio Santa Tecla LAGOA Ponte do Rio Ivaí VERMELHA 02 CAPÃO SANTO INÁCIO Arroio Santo Inácio T U Arroio São Lourenço Rio Ivaí DOS SANTOS 040 11 Rio Ivaí MUNICÍPIO DE BOA VISTA DO INCRA M 2.251,863Km² T U 100 Passo do Ivaí Arroio dos Alemãesí Arroio Boqueirão da Palma Rio Ijuizinho T U 420 DISTRITO Rio Jaguari 1º (Nascente) Lajeado dos Nazários ESPINILHO GRANDE CAPÃO Arroio do Batista B BONITO Arroio Japepó T U 465 T U CAPÃO 125 Passo da Cancela TAFONA R MUNICÍPIO DE SÃO MIGUEL DAS MISSÕES RINCÃO DO Rio Ijuizinho 4 BATÚ BONITO Arroio Santa Tecla SÃO XAVIER Arroio dos Melos CAIÇÃ Arroio dos Bicudos RUA CASSEMIRO Rio Ivaí 5 Arroio Canga I S SÃO PEDRO Arroio Japepó Lajeado de Sta.