AREAS PROTEGIDAS 2008 2.Pdf

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62°0'0"W 61°0'0"W 60°0'0"W 59°0'0"W 58°0'0"W 57°0'0"W 56°0'0"W 55°0'0"W 54°0'0"W 53°0'0"W 52°0'0"W 51°0'0"W Situação Atual das Unidades de Conservação do Estado de Mato Grosso Situação Atual das Terras Indígenas Homologadas do Estado de Mato Grosso CONVENÇÕES CARTOGRÁFICAS I DECRETO OU PORTARIA DE g O O O . A Nº TERRA INDÍGENA ÁREA (KM2) ÁREA (HA) ETNIA POP. MUNICÍPIO Ilha da O A n J J CRIAÇÃO N R NavaI lha i p à g O E E i A U . r Ç í O D N N O Dec. nº 94.602 de 14/07/87 O P - T M A O A à 1 Apiaká-Kayabi 1.121,85 112.184,75 Apiaká, Kayabi e Munduruku 446 (2003) Juara A A A I D H U e A U D D O Dec. nº 394 de 24/12/91 T r Ç L Í R Z A e M M I R H A I s C N E U T Á R MAPA DAS ÁREAS LEGALMENTE PROTEGIDAS DO ESTADO DE MATO GROSSO D LEI, DECRETO ÁREA L I R E E Dec. nº 11 de 18/01/91 E O S T O Nº CATEGORIA ÁREA (HA) MUNICÍPIO S S O I R.E. APIACÁS A D A D D I L N OU PORTARIA DE CRIAÇÃO (KM2) S M E T T B 2 Arara do Rio Branco Port. nº 877 de 30/06/92 1.211,82 121.182,44 Arara 150 Aripuanã e Colniza L - N R R E R O O O N I S S A O U I A U U L Dec. nº s/nº 26/12/96 U C N N L N N J F G R I A I S P C NÚCLEOS URBANOS E I A A N F g A E E M Desp. nº 1.104 de 19/09/72 E . L L O I N d R 3 Areões 1.796,90 179.690,33 Xavante 832 (2002) Nova Nazaré I P P U a E UNIDADES DE CONSERVAÇÃO PROPOSTAS PELO ZSEE/MT R s Dec. s/nº de 02/10/96 R M U A lm as J A Capital I N CIDADE O Portaria FUNAI nº 1.054/PRES de I g U . R 4 Areões I 251,88 25.187,77 Xavante - Nova Nazaré E d L PROTEÇÃO INTEGRAL 10/10/00 a s O I P Portaria FUNAI nº 1.054/PRES de g sia CIDADE . á s U ESCALA: 1:1.500.000 1 E.E. do Iquê Juruena Dec. nº 86.061 de 02/06/81 1.882,74 188.274,47 x x x De 100.000 a 500.000 habitantes d fr a Juína 5 Areões II 157,35 15.735,43 Xavante - Nova Nazaré a Eu ed r R.P.P.N. R.E. T 10/10/00 AMÉRICA AMAZÔNICA ") E S L E S 2 E.E. Taiamã Dec. nº 86.061 de 02/06/81 110,46 11.046,43 x x x x " Cáceres S " Port. nº 562 de 14/03/79 0 6 Aripuanã 7.486,83 748.683,26 Cinta-Larga 149 Aripuanã e Juína 0 ' P ANO 2008 ' ") I 3 E.E. Serra das Araras - Área I Dec. nº 87.222 de 31/05/82 235,40 23.540,28 x x Dec. nº375 de 24/12/91 De 20.000 a 100.000 habitantes CIDADE 0 R Porto Estrela E 0 ° R.P.P.N. R.E. S ° 7 Baía dos Guatós Desp. nº 67/FUNAI/PRES de 16/07/03 194,30 19.430,43 Guató 83 (2006) Barão de Melgaço 8 VERDE AMAZÔNICA 8 4 E.E. Serra das Araras - Área II Dec. nº 87.222 de 31/05/82 53,63 5.363,48 Porto Estrela e Cáceres x x Ilha Moreira Dec. nº 92.010 de 28/11/85 8 Bakairi 624,96 62.496,04 Bakairí 606 (2006) Paranatinga e Planalto da Serra CIDADE 5 Parque Nacional do Pantanal Mato-grossense Dec. nº 86.392 de 24/09/81 1.240,62 124.061,62 Poconé x x x x x Dec. nº 293 de 29/10/91 De 5.000 a 20.000 habitantes 9 Batelão Desp. nº 66/FUNAI/PRES de 16/07/03 1.169,19 116.919,04 Kayabi - Tabaporã, Nova Canaã do Norte e Juara 6 Parque Nacional da Chapada dos Guimarães Dec. nº 97.656 de 12/04/89 320,32 32.032,46 Cuiabá e Chapada dos Guimarães x x x Ig Desp. nº 28 de 09/06/97 CIDADE . Até 5.000 Apiacás, Nova Bandeirantes e 10 Batovi 53,15 5.314,80 Waurá 236 Gaúcha do Norte d 7 Parque Nacional do Juruena Dec. nº 4.340 de 22/08/02 10.632,64 1.063.263,97 x o Dec. s/nº de 08/09/98 Cotriguaçu A n Desp. nº 182/FUNAI/PRES de 13/11/02 i Colniza e estados do Amazonas e l 8 Parque Nacional dos Campos Amazônicos Dec. s/nº de 21/07/06 55,51 5.550,96 11 Cacique Fontoura 321,00 32.099,85 Karajá 489 (2001) São Félix do Araguaia e Luciara Rondônia Port. M.J. nº 1.389 de 14/08/07 1.068 Peixoto Azevedo, Santa Cruz do Xingu e São José do OBS.: Classificação conforme censo IBGE,2000 A M A Z O N A S Ilha Morena USO SUSTENTÁVEL 12 Capoto / Jarina Dec. s/nº de 25/01/91 6.362,03 636.202,76 Kaiapó (Txukahamãe Mentuktire) ou Pavilhão (2006) Xingu R io 1 R.P.P.N. Reserva Ecológica São Luis Port. nº 104/94 de 04/10/94 1,21 120,55 - Cuiabá S 13 Chão Preto Dec. s/nº de 30/04/01 81,31 8.131,54 Xavantte 56 (2002) Campinápolis a L o Port. nº 466 de 13/09/91 A 2 R.P.P.N. Fazenda Estância Dorochê Port. nº 06/97 de 19/02/97 276,03 27.602,79 - T Poconé o 14 Enawenê-Nawê 5.478,76 547.876,03 Enawenê-Nawê (Salumã) 347 (2006) Sapezal, Comodoro e Juína R m Dec. s/nº de 02/10/96 a E é Porto Alegre do Norte e São José n # Ig. J D 3 R.P.P.N. Fazenda Terra Nova Port. nº 60/97 de 10/06/97 16,98 1.698,52 - a a a c do Xingu 15 Erikbatsa Dec. nº 398 de 24/12/91 809,58 80.958,20 Rikbaktsa 676 (2001) Brasnorte t n u E ua R a R p ran I r F g i i o B Arquipélago Pacu Port. nº 668 de 01/11/96 . Sao L Ig. r io a Mu 4 R.P.P.N. Estância Ecológica SESC Pantanal Port. nº 71-N de 04/07/97 1.063,36 106.335,86 x - x ibe a r r to P A e Barão de Melgaço 16 Escondido 1.702,65 170.265,01 Rikbaktsa 45 (2002) Cotriguaçu a P u R r Dec. s/nº de 09/09/98 a g o u nta i R i a R sa o aj S o R.EX. GUARIBÁ ROOSEVELT i u x A P. N. DO JURUENA P.N. DOS CAMPOS AMAZÔNICOS o r R io R á . Ilha Santa Rosa 5 R.P.P.N. Parque Ecológico João Basso Port. nº 170/97 de 29/12/97 42,63 4.262,68 x - x iú R Rondonópolis Port. nº 574 de 12/06/90 o G b Ig E.E. DO P. IGARAPÉS DO JURUENA 17 Estação Paresi 36,69 3.668,84 Paresi 25 (2006) Diamantino, Nova Marilândia e Nortelândia o u a P. TUCUMà RIO ROOSEVELT Port. M.J. nº 666 de 01/11/96 LOCALIDADES se a T.I. KAIABÍ 6 R.P.P.N. Reserva Ecológica Mata Fria Port. nº 60/00 de 27/09/00 *9,950 *995,00 Chapada dos Guimarães - v r e i Ilha Guariba l b S t Port. s/nº de 28/05/92 a T.I. KAWAHIVA DO RIO PARDO S " " 7 R.P.P.N. Reserva Jubran Port. nº 172/01 de 20/11/01 389,00 38.900,05 - 18 Estivadinho 19,53 1.952,62 Paresi 33 (2006) Tangará da Serra E.E. DO Cáceres 0 Dec. s/nº de 12/08/93 Ilha Gandu 0 ' Capital o Bened ' o RIO MADEIRINHA d Ilha do Borrachudo o it 0 r R a o a 0 d Pa h io io S 8 R.P.P.N. Gleba Cristalino Port. nº 28/97 de 11/04/02 8,56 856,55 - Port. nº 576 de 12/06/90 ° Alta Floresta a R o n ° 06 Ri a S h -2 a 19 Figueiras 100,15 10.014,60 Paresi 23 (2006) Tangará da Serra 9 T ir o c M P J 9 g. o Dec. s/nº de 03/07/95 a 2 I Ilha Grande a 9 R.R.P.N. Reserva Rama Port. nº 54/02 de 18/04/02 4,02 401,75 - o Água Boa M d 20 Japuíra Dec. nº 386 de 24/12/91 1.534,35 153.434,85 Rikbaktsa 640 Juara u a o MT-206 mari 10 R.P.P.N.
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    Cartórios que emitem certidão de nascimento com CPF incluso – Mato Grosso Nº CNJ Ofício Endereço Telefone Rua Frei Servácio, n° 457 - Centro (66)3486- 06372-7 Pedra Preta - 2° Serviço Pedra Preta / MT 2898 CEP 78795-000 Rua 06, n° 371 - Água Boa (66)3468- 06368-5 Água Boa - 2º Oficio Água Boa / MT 2787 CEP 78635-000 Rua Joaquim Murtinho S/N (65)3396- 06366-9 Alto Paraguai Alto Paraguai / MT 1547 CEP 78410-000 Avenida Macário Sutile de Oliveira, 701 (66) 3496- 06451-9 Alto Taquari Alto Taquari / MT 1115 CEP 78785-000 Av. Governador Dante Martins, S/N - Centro (66) 3593- 06363-6 Apiacás - 2º Serviço Apiacás / MT 1122 CEP 78595-000 Rua Limiro Rosa Pereira, 815 (65)3261- 06516-9 Araputanga - 2º Serviço Araputanga / MT 1403 CEP 78260-000 Rua Joaquim Murtinho, 75 Cx. Postal 44 (65)3343- 06520-1 Arenapolis - 2° Serviço Arenápolis / MT 1296 CEP 78420-000 Rua São Benedito 800 - Caixa Postal 22 (65) 3361- 06517-7 Barra do Bugres Barra do Bugres / MT 1192 CEP 78390-000 Praça Barão Rio Branco, 204 - Centro (65)3223- 06524-3 Cáceres - 2° Serviço Cáceres / MT 6060 CEP 78200-000 Rua Bahia, 975, Esquina Com A Rua Rio Branco (65)3382- 06381-8 Campo Novo do Parecis - 2° Serviço Campo Novo do Parecis / 1267 MT CEP 78360-000 Av Brasil, 724, Caixa Postal (66)3419- 06526-8 Campo Verde - 2° Serviço 33 1440 Nº CNJ Ofício Endereço Telefone Campo Verde / MT CEP 78840-000 Rua Amadeu Perinazzo, S/N (65)3387- 06554-0 Campos de Júlio Campos de Júlio / MT 1618 CEP 78307-000 Av.
  • Intensity of Anthropic Action in the Diamantino River Sub-Basin, Mato Grosso State/Brazil

    Intensity of Anthropic Action in the Diamantino River Sub-Basin, Mato Grosso State/Brazil

    INTENSITY OF ANTHROPIC ACTION IN THE DIAMANTINO RIVER SUB-BASIN, MATO GROSSO STATE/BRAZIL Jéssica COCCO1 Higor Vendrame RIBEIRO1 Edinéia Aparecida dos Santos GALVANIN2 Abstract The objective of this study was to quantify and analyze the level of anthropic changes and its relations with land use, land cover, and soil types in the Diamantino river sub-basin, Mato Grosso State. For this purpose, satellite images of Landsat-5 and Landsat-8 were used, which were processed and classified with the Spring software. The thematic classes were quantified using the ARCgis software. The degree of human disturbance was verified by the Anthropic Transformation Index. The soil types in the basin were quantified, considering a cut-out of the Soils Map from Mato Grosso State, also using ARCgis. Among the classes mapped, pasture presented a significant expansion in the last 20 years, to the detriment of suppression from the natural vegetation in all sub-basins. The soil types Red Latosol and Red-Yellow are prominent in the Diamantino river sub-basin. The calculation of the Anthropic Transformation Index indicated that the level of changes at the Diamantino river sub-basin increased. In all sub-basins, this level was degraded between 1993 and 2013. In this study, the main factor that favored the increase of the Anthropic Transformation Index was the expansion of pasture. Keywords: Soils. Pantanal. Remote Sensing. Deforestation. Land use. Resumo A intensidade das ações antrópicas nas sub-bacias hidrográficas do rio Diamantino, Mato Grosso/Brasil O objetivo deste trabalho é quantificar e analisar o nível de transformação antrópica e suas relações com o uso e cobertura da terra e com os tipos de solos nas sub-bacias do Rio Diamantino – Mato Grosso.
  • The Cayabí, Tapanyuna, and Apiacá

    The Cayabí, Tapanyuna, and Apiacá

    SMITHSONIAN INSTITUTION BUREAU OF AMERICAN ETHNOLOGY BULLETIN 143 HANDBOOK OF SOUTH AMERICAN INDIANS Julian H. Steward, Editor Volume 3 THE TROPICAL FOREST TRIBES Prepared in Cooperation With the United States Department of State as a Project of the Interdepartmental Committee on Scientific and Cultural Cooperation Nimuendajú Curt Digital UNITED STATES GOVERNMENT PRINTING OFFICE Biblioteca http://www.etnolinguistica.org/hsai WASHINGTON : 1948 For aale by the Superintendent of Documents, U. S. Goyernment Frintinc Office. Washington 25, D. C. THE CAYABI, TAPANYUNA, AND APIACA By Curt Nimuendaju THE CAYABI INTRODUCTION These Indians call themselves Parud, but since their contacts with Europeans they also use the name Cayabi. Language.—There is practically no difference between the Tupi dialect spoken by the Cayabi and that of the Camayurd. Rivet (1924, p. 659) and Grubb (1927, p. 118) mistakenly place them in the Cariban family, probably because of some Bacdiri words which they used when they were encountered by A. Pyrineus de Souza's expedition. Tribal divisions and history.—Among the Indians met by Antonio Peixoto during his expedition to the Paranatinga River were perhaps Cayabi. The Mundurucu who accompanied the expedition called them Parabitata (parir, "non-Mundurucu Indians," bi; "lip," tata?). However, unlike the Cayabi, these Indians used rafts made of embauva trunks. The name Cayabi appears for the first time in Castelnau's report (1850-59, 2:306) on the Tapajoz region (map 1, No. 1; map 4). In 1848, the Cayabi figure in a list of tribes as indomitable Indians living near the Salto de Paranatinga. In 1884, Von den Steinen (1886) found among the Paranatinga Bacairi two Cayabi women who had been captured during their childhood by a party avenging a murder and the abduction of a child.
  • FEX Por Município

    FEX Por Município

    FEX Por Município Municipío UF Coeficiente FEX Acorizal/MT MT 0,001097207 108.510,53 Água Boa/MT MT 0,006617835 654.484,20 Alta Floresta/MT MT 0,009225735 912.397,77 Alto Araguaia/MT MT 0,024356540 2.408.789,45 Alto Boa Vista/MT MT 0,003083975 304.995,95 Alto Garças/MT MT 0,005166021 510.904,12 Alto Paraguai/MT MT 0,001584776 156.729,59 Alto Taquari/MT MT 0,009640537 953.420,43 Apiacás/MT MT 0,004756514 470.405,13 Araguaiana/MT MT 0,001599630 158.198,66 Araguainha/MT MT 0,000896790 88.689,83 Araputanga/MT MT 0,005220620 516.303,78 Arenápolis/MT MT 0,001466177 145.000,54 Aripuanã/MT MT 0,006901942 682.581,54 Barão de Melgaço/MT MT 0,001620002 160.213,34 Barra do Bugres/MT MT 0,008751800 865.527,06 Barra do Garças/MT MT 0,012377736 1.224.121,35 Bom Jesus do Araguaia/MT MT 0,002695442 266.571,22 Brasnorte/MT MT 0,007898322 781.120,58 Cáceres/MT MT 0,009843998 973.542,15 Campinápolis/MT MT 0,003715999 367.501,21 Campo Novo do Parecis/MT MT 0,020164943 1.994.252,90 Campo Verde/MT MT 0,015594562 1.542.255,84 Campos de Júlio/MT MT 0,008709916 861.384,81 Canabrava do Norte/MT MT 0,001817486 179.743,98 Canarana/MT MT 0,007901255 781.410,63 Carlinda/MT MT 0,002110170 208.689,53 Castanheira/MT MT 0,002402695 237.619,40 Chapada dos Guimarães/MT MT 0,003881285 383.847,56 Cláudia/MT MT 0,002662404 263.303,83 Cocalinho/MT MT 0,003283235 324.702,19 Colíder/MT MT 0,006375977 630.565,16 Colniza/MT MT 0,005609470 554.759,87 Comodoro/MT MT 0,006668787 659.523,25 Confresa/MT MT 0,003743726 370.243,37 Conquista d'Oeste/MT MT 0,002846112 281.472,01 Cotriguaçu/MT
  • Analise Espaco Temporal

    Analise Espaco Temporal

    ANÁLISE ESPAÇO-TEMPORAL DO USO E COBERTURA DA TERRA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO DO BUGRES - MATO GROSSO, BRASIL Seyla Poliana Miranda Pessoa 1, Edinéia Aparecida dos Santos Galvanin 2, Sandra Mara Alves da Silva Neves 2 e Jesã Pereira Kreitlow 3 1. Mestra em Ambiente e Sistemas de Produção Agrícola pela Universidade do Estado Estado de Mato Grosso, Tangará da Serra-MT, Brasil ([email protected]) 2. Docentes Doutoras da Universidade do Estado de Mato Grosso 3. Mestrando em Ambiente e Sistemas de Produção Agrícola da Universidade do Estado de Mato Grosso.Brasil. Recebido em: 30/09/2013 – Aprovado em: 08/11/2013 – Publicado em: 01/12/2013 RESUMO O objetivo deste trabalho foi realizar uma análise espaço-temporal da cobertura vegetal e do uso da terra na Bacia Hidrográfica do Rio do Bugres/MT-Brasil, através de imagens Landsat TM 5, dos anos de 1991, 2001 e 2011. As imagens foram georreferenciadas, classificadas e processadas no software Spring, e as classes temáticas foram editadas e quantificadas no software ArcGis. Foram mapeadas oito classes, sendo as mais expressivas a vegetação nativa, a cana-de-açúcar e a pastagem. Os resultados demonstraram alterações em todas as classes durante os últimos 20 anos, com a diminuição de 19,48% da vegetação nativa, relacionada com o aumento de 56,09% da cultura cana-de-açúcar e 25,44% da pastagem. Foi verificado conflito de uso da terra principalmente pelo cultivo da monocultura de cana-de-açúcar em áreas de mata ciliar, fato este que pode influenciar negativamente na conservação da bacia. PALAVRAS-CHAVE : sensoriamento remoto, expansão agrícola, recursos naturais.