Inventário Do Fundo Pedro Aleixo
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A CONCILIAÇÃO SILENCIOSA DOS MINEIROS the Silent Conciliation of “Mineiros”
JOSÉ LUIZ BORGES HORTA 35 A CONCILIAÇÂO SILENCIOSA DOS MINEIROS A CONCILIAÇÃO SILENCIOSA DOS MINEIROS The silent conciliation of “mineiros” José Luiz Borges Horta Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG [email protected] A toada da política mineira mistura-se às lendas do nosso folclore, tantas vezes revisitadas, e aos rumores e sussurros tão característicos do povo das montanhas. Muitas vezes, até mesmo para os mineiros, sua política reveste-se de nuanças imperceptíveis, e mesmo o olhar treinado dos cientistas políticos tem dificuldades para captar as ondas reais das nossas disputas. Talvez a solidez sutil da política mineira deva-se às suas raizes atávicas no velho PRM – Partido Republicano Mineiro -, num mundo pretérito em que os grupos políticos mineiros reuniam-se no partido de Minas e falavam a linguagem culta do bacharelismo da época, em última análise consolidado no esforço do velho presidente Afonso Penna para dar contorno e unidade às elites governamentais de Minas a partir da Faculdade de Direito fundada em 1892. Ali, as elites mineiras aprenderam uma lição jamais esquecida: é preciso construir pontes de diálogo e jogos complexos que permitam divergência entre aliados e convergência entre adversários, solidificando na política mineira essa unidade de ação que vem do PRM, mas se espraiou na elegante convivência entre “udenistas” e “pessedistas” mineiros, tantas vezes mediada pelos “perristas”, e mesmo na convivência algo difícil das sublegendas da ARENA, entre si e com os MDBistas – um cenário que, a partir de Minas e do consistente projeto de Tancredo e Magalhães, geraria a transição que o PP, pouco depois incorporado ao PMDB, propiciaria ao país. -
Páginas Iniciais.Indd
Sumário 3.11.1930 - 29.10.1945 Os Presidentes e a República Os Presidentes e a República Deodoro da Fonseca a Dilma Rousseff Deodoro da Fonseca Os Presidentes e a República Deodoro da Fonseca a Dilma Rousseff Rio de Janeiro - 2012 5ª edição Sumário 3.11.1930 - 29.10.1945 Os Presidentes e a República Getúlio Dornelles Vargas 3.11.1930 - 29.10.1945 Copyright © 2012 by Arquivo Nacional 1ª edição, 2001 - 2ª edição revista e ampliada, 2003 - 3ª edição revista, 2006 4ª edição revista e ampliada, 2009 - 5ª edição revista e ampliada, 2012 Praça da República, 173, 20211-350, Rio de Janeiro - RJ Telefone: (21) 2179-1253 Fotos da Capa: Palácio do Catete e Palácio do Planalto, 20 de abril de 1960. Arquivo Nacional Presidenta da República Dilma Rousseff Ministro da Justiça José Eduardo Cardozo Diretor-Geral do Arquivo Nacional Jaime Antunes da Silva Arquivo Nacional (Brasil) Os presidentes e a República: Deodoro da Fonseca a Dilma Rousseff / Arquivo Nacional. - 5ª ed. rev. e ampl. - Rio de Janeiro: O Arquivo, 2012. 248p. : il.;21cm. Inclui bibliografi a ISBN: 978-85-60207-38-1 (broch.) 1. Presidentes - Brasil - Biografi as. 2. Brasil - História - República, 1889. 3. Brasil - Política e Governo, 1889-2011. I.Título. CDD 923.1981 Sumário 3.11.1930 - 29.10.1945 Equipe Técnica do Arquivo Nacional Coordenadora-Geral de Acesso e Difusão Documental Maria Aparecida Silveira Torres Coordenadora de Pesquisa e Difusão do Acervo Maria Elizabeth Brêa Monteiro Redação de Textos e Pesquisa de Imagens Alba Gisele Gouget, Claudia Heynemann, Dilma Cabral e Vivien Ishaq Edição de Texto Alba Gisele Gouget, José Cláudio Mattar e Vivien Ishaq Revisão Alba Gisele Gouget e José Cláudio Mattar Projeto Gráfi co Giselle Teixeira Diagramação Tânia Bittencourt Para a elaboração do livro Os presidentes e a República, contamos com o apoio da Radiobrás na cessão das imagens relativas aos governos de Ernesto Geisel a Fernando Henrique Cardoso. -
Minas Gerais
MINAS GERAIS - UNIDADES INSS - CARTÓRIOS NOME UNIDADE UF MUNICÍPIO ENDEREÇO BAIRRO AGÊNCIA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL BELO HORIZONTE - BARREIRO MG BELO HORIZONTE AVENIDA TITO FULGÊNCIO, 104 - BARREIRO AGÊNCIA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL BELO HORIZONTE - FLORESTA MG BELO HORIZONTE R PITANGUI, 2052 SAGRADA FAMILIA AGÊNCIA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL BELO HORIZONTE - OESTE MG BELO HORIZONTE RUA ESPIRITO SANTO , 54 CENTRO AGÊNCIA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL BELO HORIZONTE - PADRE EUSTÁQUIO MG BELO HORIZONTE RUA PADRE EUSTAQUIO, 1831 PADRE EUSTAQUIO AGÊNCIA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL BELO HORIZONTE - SANTA EFIGÊNIA MG BELO HORIZONTE RUA DOS TUPINAMBÁS, 351 CENTRO AGÊNCIA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL BELO HORIZONTE - SUL MG BELO HORIZONTE RUA DOS GUAICURUS, 312 CENTRO AGÊNCIA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL BELO HORIZONTE - VENDA NOVA MG BELO HORIZONTE RUA PADRE EUSTÁQUIO, 1831 PADRE EUSTAQUIO AGÊNCIA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL ATENDIMENTO DEMANDAS JUDICIAIS MG BELO HORIZONTE AVENIDA AMAZONAS, 266 CENTRO BELO HORIZONTE AGÊNCIA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL BELO HORIZONTE - CALAFATE MG BELO HORIZONTE RUA PADRE EUSTAQUIO, 1831 PADRE EUSTAQUIO AGÊNCIA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL TELEATENDIMENTO BELO HORIZONTE MG BELO HORIZONTE R ESPIRITO SANTO 871 CENTRO AGÊNCIA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL ATENDIMENTO ACORDOS MG BELO HORIZONTE AVENIDA AMAZONAS, 266 CENTRO INTERNACIONAIS BELO HORIZONTE AGÊNCIA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL CEAB RECONHECIMENTO DE DIREITO MG BELO HORIZONTE AV AMAZONAS 266 CENTRO SRII AGÊNCIA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL CEAB MANUTENÇÃO DA SR-II MG BELO HORIZONTE AV AMAZONAS CENTRO AGÊNCIA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL BARBACENA -
3 Aprs-19® a Mar 311965
ORIGIN/ACTION EPAETMENT OF STATE RM/ R A F / FOR RM USE ONLY ARA EUR FE A-105 UNCLASSIFIED N E A CU INR 'HANDLING INDICAJ© TO DEPARTMENT OF STATE E P IO AMERICA AFFA^S / 3 L FBO Al D APRS-19L96®6 A f BrW MAR 311965 / A G R COM FRB DATE: FROM : Amembassy Office BRASILIA March 30, 1966 INT LAB TAR SUBJECT : ARENA and MDB Membership in Chamber of Deputies T R XM B AIR ,— REF ARMY CIA NAVY /a J3 1. OSD USI A NSA Enclosed is a listing of the party membership in the Chamber of ~' Deputies as of the end of March 1966. The membership embodies the change• JJ 3 over to an essentially two-party house: the administration's National Renewal Alliance (ARENA) and the opposition Brazilian Democratic Movement (MDB). ARENA has a strong numerical advantage, with 254 Deputies to 142 of the MDB. As of now, 13 Deputies remain unaffiliated, including several prominent Lacerdistas. They have 30 days from March 15 in which to join one of the parties, or be excluded from sitting on any committee (Complementary Edict No. 4, Article 20). 2. Two of the unaffiliated Deputies, Oscar CORREA (ex-UDN, Minas Gerais) and Raul PILA (ex-PL, Rio Grande do Sul), announced on March 23 that they were quitting public life because of Brazil's temporary switch CVJ to a two-party system. Correa is a former Secretary General of the UDN; Pila is the oldest Deputy in the Chamber, known mainly for his advocacy en. of the parliamentary system of government. -
Relations Between Brazil and Philippines: an Overview Ministry of External Relations
RELATIONS BETWEEN BRAZIL AND PHILIPPINES: AN OVERVIEW MINISTRY OF EXTERNAL RELATIONS Foreign Minister Ambassador Celso Amorim Secretary General Ambassador Antonio de Aguiar Patriota ALEXANDRE DE GUSMÃO FOUNDATION President Ambassador Jeronimo Moscardo The Alexandre de Gusmão Foundation (Funag) was established in 1971. It is a public foundation linked to the Ministry of External Relations whose goal is to provide civil society with information concerning the international scenario and aspects of the Brazilian diplomatic agenda. The Foundations mission is to foster awareness of the domestic public opinion with regard to international relations issues and Brazilian foreign policy. Ministry of External Relations Esplanada dos Ministérios, Bloco H Anexo II, Térreo 70170-900 Brasília, DF Telephones: (61) 3411-6033/6034/6847 Fax: (61) 3411-9125 Site: www.funag.gov.br JOSÉ CARLOS BRANDI A LEIXO Relations between Brazil and Philippines: an overview Translated by Susan Casement Sergio Ferrez and José Carlos Brandi Aleixo Brasília, 2010 Copyright © by José Carlos Brandi Aleixo Fundação Alexandre de Gusmão Ministério das Relações Exteriores Esplanada dos Ministérios, Bloco H Anexo II, Térreo 70170-900 Brasília DF Telefones: (61) 3411-6033/6034 Fax: (61) 3411-9125 Site: www.funag.gov.br E-mail: [email protected] Capa: Antonio Saura - Cabeza - 1986 Técnica mixta sobre cartón - 26,8 x 22,9 cm Equipe Técnica: Maria Marta Cezar Lopes Cíntia Rejane Sousa Araújo Gonçalves Erika Silva Nascimento Fernanda Leal Wanderley Henrique da Silveira Sardinha Pinto Filho Juliana Corrêa de Freitas Translated from the Original: Relações entre Brasil e Filipinas: uma visão abrangente by Susan Casement, Sergio Ferrez and the Author. Revised by: Sergio Ferrez, Teresita Barsana and the Author. -
CARLOS, ANTÔNIO *Dep. Fed. MG 1911-1917; Min
CARLOS, ANTÔNIO *dep. fed. MG 1911-1917; min. Faz. 1917-1918; dep. fed. MG 1919-1925; sen. MG 1925- 1926; pres. MG 1926-1930; rev. 1930; const. 1934; dep. fed. MG 1935-1937. Antônio Carlos Ribeiro de Andrada nasceu em Barbacena (MG) no dia 5 de setembro de 1870, filho de Antônio Carlos Ribeiro de Andrada e de Adelaide Feliciano Duarte de Andrada. Seu pai, também conhecido como o “segundo Antônio Carlos”, fundou o ramo mineiro da família Andrada ao transferir-se de Santos (SP), onde nascera, para Barbacena, por motivo de saúde. Além de advogado e juiz municipal nessa cidade, foi deputado geral por Minas Gerais em 1884 e senador estadual em 1891. Seu avô paterno, Martim Francisco Ribeiro de Andrada, ao lado dos irmãos José Bonifácio de Andrada e Silva e Antônio Carlos Ribeiro de Andrada Machado e Silva, integrou a família mais proeminente no processo de independência do Brasil e dos primeiros tempos da monarquia. Netos do português José Ribeiro de Andrada, que se radicou em Santos em 1678, os três irmãos foram personalidades de primeiro plano na emancipação do Brasil de Portugal. Enquanto José Bonifácio, o Patriarca da Independência, organizou o ministério de janeiro de 1822 e liderou a pressão junto ao futuro dom Pedro I para a conquista da independência, e Antônio Carlos, grande orador, foi deputado às cortes portuguesas em 1821, constituinte em 1823 e figura de proa no golpe de Estado que proclamou a maioridade de Pedro II, Martim Francisco foi ministro da Fazenda em julho de 1822, constituinte em 1823, deputado geral por Minas de 1830 a 1833 e mais uma vez ministro da Fazenda após a maioridade de dom Pedro II. -
The Expanded National Security Doctrine of the Brazilian Military Its Implications for the Restoration of Democracy in Brazil 1964 - 1970
University of Montana ScholarWorks at University of Montana Graduate Student Theses, Dissertations, & Professional Papers Graduate School 1974 The expanded national security doctrine of the Brazilian military its implications for the restoration of democracy in Brazil 1964 - 1970 David Ellerton Wanzenried The University of Montana Follow this and additional works at: https://scholarworks.umt.edu/etd Let us know how access to this document benefits ou.y Recommended Citation Wanzenried, David Ellerton, "The expanded national security doctrine of the Brazilian military its implications for the restoration of democracy in Brazil 1964 - 1970" (1974). Graduate Student Theses, Dissertations, & Professional Papers. 8821. https://scholarworks.umt.edu/etd/8821 This Thesis is brought to you for free and open access by the Graduate School at ScholarWorks at University of Montana. It has been accepted for inclusion in Graduate Student Theses, Dissertations, & Professional Papers by an authorized administrator of ScholarWorks at University of Montana. For more information, please contact [email protected]. THE EXPANDED NATIONAL SECURITY DOCTRINE OF THE BRAZILIAN MILITARY: ITS IMPLICATIONS FOR THE RESTORATION OF DEMOCRACY IN BRAZIL, 1964-197U By David Ellerton Wanzenried B.A., University o£ Montana, 1971 Presented in partial fulfillment of the requirements for the degree of Master of Arts UNIVERSITY OF MONTANA 1974 Approved by: Chairman, Board of Examiners GradKafe School Date 7 Reproduced with permission of the copyright owner. Further reproduction prohibited without permission. UMI Number: EP39622 All rights reserved INFORMATION TO ALL USERS The quality of this reproduction is dependent upon the quality of the copy submitted. In the unlikely event that the author did not send a complete manuscript and there are missing pages, these will be noted. -
José Maria Alkmin Nasceu Em Bocaiúva (MG) No Dia 11 De Junho De 1901, Filho De Herculano Augusto De Alkmin E De Sérgia Caldeira De Alkmin
ALKMIN, José Maria *const. 1934; dep. fed. MG 1935; const. 1946; dep. fed. MG 1946-1951, 1954-1956; min. Faz. 1956-1958; dep. fed. MG 1958-1964; vice-pres. Rep. 1964-1967; dep. fed. MG 1970-1971, 1973- 1974. José Maria Alkmin nasceu em Bocaiúva (MG) no dia 11 de junho de 1901, filho de Herculano Augusto de Alkmin e de Sérgia Caldeira de Alkmin. Seu pai, descendente de um imigrante de origem árabe, era co-proprietário de uma fazenda em declínio econômico. Além de um irmão gêmeo, teve ainda outros 12 irmãos. Até 1916, residiu em sua cidade natal, vendendo doces preparados pela mãe e freqüentando irregularmente a escola primária do professor Antônio Sá. Transferiu-se então para Diamantina (MG), a fim de prosseguir os estudos e tratar-se da malária que contraíra. Aí cursou a Escola Normal Américo Lopes e conheceu duas figuras que lhe marcariam a vida: sua futura esposa, Maria Dasdores Fonseca Alkmin, nascida Maria Dasdores Kubitschek da Fonseca, e Juscelino Kubitschek de Oliveira, colega de escola e futuro presidente da República (1956-1961). Vivendo de escassos recursos, mudou-se para Belo Horizonte em 1919, onde desempenhou as funções de entregador de telegramas até ser aprovado, juntamente com Juscelino, em concurso para telegrafista. Enviado a Porto Alegre, aí trabalhou até 1922, ano em que, convocado para o serviço militar, regressou à capital mineira, alistando-se no 12º Regimento de Infantaria, onde conheceu o então tenente Humberto Castelo Branco. Após dar baixa no Exército, seguiu o curso de preparatórios no Ginásio Mineiro, mantendo-se como funcionário dos Telégrafos. -
O Fotojornalismo E a Sucessão De Costa E Silva: a Imagem Do
Diálogos - Revista do Departamento de História e do Programa de Pós-Graduação em História ISSN: 1415-9945 [email protected] Universidade Estadual de Maringá Brasil Alves, Fabiana Aline; Boni, Paulo César O fotojornalismo e a sucessão de Costa e Silva: a imagem do General Emílio Garrastazu Medici na revista V eja (1969) Diálogos - Revista do Departamento de História e do Programa de Pós-Graduação em História, vol. 16, núm. 1, enero-abril, 2012, pp. 305-337 Universidade Estadual de Maringá Maringá, Brasil Disponível em: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=305526883018 Como citar este artigo Número completo Sistema de Informação Científica Mais artigos Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe , Espanha e Portugal Home da revista no Redalyc Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto Diálogos, v. 16, n.1, p. 305-337, jan.-abr./2012. DOI 10.4025/dialogos.v16i1.554 O fotojornalismo e a sucessão de Costa e Silva: a imagem do General Emílio Garrastazu Medici na revista Veja (1969)* Fabiana Aline Alves ** Paulo César Boni*** Resumo. O fotógrafo de imprensa pode ser entendido como um mediador entre o processo histórico e as demandas sociais, materializando os anseios e expectativas de um projeto social em imagens. Desta forma, o presente artigo compreende como a imagem do General sul rio-grandense, Emílio Garrastazu Medici, foi construída pela cobertura fotojornalística da revista semanal brasileira Veja durante o processo sucessório que o elegeu presidente da República. Acredita-se que a imagem construída pelo discurso do periódico antecipa alguns esforços da Assessoria Especial de Relações Públicas (AERP) durante o mandato do general. -
Desde Sempre Tinha Que Ter Tido Catraca”
“Desde sempre tinha que ter tido catraca”:.. Tiago Heliodoro Nascimento “DESDE SEMPRE TINHA QUE TER TIDO CATRACA”: etnografando materialidades, usos e sentidos da História na mobilização e (re)produção de elites jurídicas Tiago Heliodoro Nascimento1 Resumo Trata-se de uma etnografia realizada na Faculdade de Direito e Ciências do Estado da UFMG entre o início de 2015 e o primeiro semestre de 2016, período em que conflitos em torno da instalação (ou não) de catracas na portaria desta unidade de ensino dividiu professores, alunos e funcionários. Lugar de formação de elites jurídicas desde sua fundação em 1892, a antiga “Faculdade Livre de Direito de Minas Geraes” foi a primeira escola de Direito do estado, ostentando uma história de que se orgulham muitos de seus membros atuais. A partir de uma abordagem etnográfica de performances, discursos e materialidades recolhidas em experiências e publicações na faculdade, abordo o manejo da história por parte dos agentes que desejavam que o acesso aos espaços daquela unidade fosse controlado. Por fim, ao abordar como o repertório histórico “disponível” no ambiente da faculdade foi mobilizado como estratégia de afirmação no contexto daquele conflito, verifiquei que o hábito de chamar a faculdade de “Casa” ou uso de expressões como “Vetusta Casa de Afonso Pena” apontavam para um padrão de construção de redes e sociabilidades próprios das elites, o familismo. Palavras-chave: antropologia das elites, elites jurídicas, história das elites, conflito. Abstract This is an ethnography fulfilled at the “Faculdade de Direito e Ciências do Estado de Minas Gerais” (Law and Sciences of State school of Federal University of Minas Gerais state) between the beginning of 2015 and the first half of 2016, a period in which conflicts surrounding the installation (or not) of ratchets in the entrance of this unit of education divided teachers, students and staff. -
Adereço Inútil
ANC88 Pasta 11 a 19 Jan/87 1997 \1 JAN 052 Jornal de Brasília Lustosa da Costa Adereço inútil A possível definição de eleição indireta do vice-presidente José Sarney, pela Assembleia Nacional Constituinte, será um desperdício de tempo e de dinheiro, porque constituí reafir mação de antigo erro de nossa história re publicana. A experiência brasileira mostra que, entre nós, o vice é sempre fonte ou pretexto para constantes crises politico-institucionais. Sem funções, tende a polarizar os descontentes em torno do Ulular e a favorecer conspirações. Isso vem desde a pátria velha, desde o tur bulento relacionamento entre Deodoro e Floriano, desde as desconfianças que cercaram a convivência entre Prudente e Morais e Manuel Vitorino. Mais recentemente. Café Filho se envolveu na conjuração politico-militar que pressionou Getúlio Vargas a largar o Catete, em 1954. Por ambições, o politico potiguar não hesitou em se aliar aos inimigos de ontem para herdar a Presidência da República. Jânio Quadros somente renunciou na cer teza de que os militares vetariam a ascensão de João Goulart, que se encontrava no exterior, mais precisamente na China continental. José Maria Alkimin foi feito vice de Cas- tello Branco pelo PSD. Não assumiu uma vez sequer, tal a repulsa que lhe devotavam os militares, por sua vinculação a Juscelino Kubitschek. Outro mineiro, Pedro Aleixo, foi coagido e até preso, para não suceder ao marechal Costa e S ilva, apesar de haver sido líder e ministro de Castello Branco e de ter apoiado o golpe, antes e depois de 1964. Pior aconteceu quando João Figueiredo, que do poder somente queria as vantagens, ficou exasperado com Aureliano Chaves, por que este, quando assumia a presidência, trabalhava, o que não era o forte do titular, mais amante de cavalgadas e de campeonatos de consumo de pastéis, na Granja do Torto, com seus colegas. -
Matutino TIPO DA SESSÃO: Solene
DEPARTAMENTO DE TAQUIGRAFIA REVISÃO E REDAÇÃO SESSÃO: 007.1.52.N DATA: 17/06/03 TURNO: Matutino TIPO DA SESSÃO: Solene - CN LOCAL: Plenário Principal - SF INÍCIO: 11h12min TÉRMINO: 13h32min DISCURSOS RETIRADOS PELO ORADOR PARA REVISÃO Hora Fase Orador Observações: CÂMARA DOS DEPUTADOS - DETAQ REDAÇÃO FINAL Número Sessão: 007.1.52.N Tipo: Solene - CN Data: 17/06/03 Montagem: 4171 O SR. PRESIDENTE (Inocêncio Oliveira) - Declaro aberta a sessão solene destinada a homenagear in memoriam o Vice-Presidente da República Antônio Aureliano Chaves de Mendonça. 101 CÂMARA DOS DEPUTADOS - DETAQ REDAÇÃO FINAL Número Sessão: 007.1.52.N Tipo: Solene - CN Data: 17/06/03 Montagem: 4171 O SR. PRESIDENTE (Inocêncio Oliveira) - Convido para compor a Mesa o Dr. Antônio Aureliano Sanches de Mendonça, filho do nosso homenageado, a Sra. Maria Guiomar Sanches de Mendonça e a Sra. Maria Cecília Sanches de Mendonça. Registro também a presença da nora do homenageado, Sra. Matilde Maria, esposa do Sr. Antônio Aureliano Sanches de Mendonça, e dos netos Matheus, Maria Júlia e Vivian. 102 CÂMARA DOS DEPUTADOS - DETAQ REDAÇÃO FINAL Número Sessão: 007.1.52.N Tipo: Solene - CN Data: 17/06/03 Montagem: 4171 O SR. PRESIDENTE (Inocêncio Oliveira) - Concedo a palavra ao Senador Eduardo Azeredo. O SR. EDUARDO AZEREDO (PSDB-MG. Pronuncia o seguinte discurso.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Senadores, Sras. e Srs. Deputados, distintas autoridades presentes, familiares e amigos de nosso homenageado, minhas senhoras e meus senhores, Minas Gerais vem à tribuna desta Casa para cumprir com seu dever. Desta vez, o dever é o de homenagear, de relembrar, de recordar.