Sistema de Mobilidade e Transportes Relatório de Caracterização e Diagnóstico Fevereiro 2019 Sistemas de Mobilidade e Transportes CMP | DMU | DMPU | DMPOT 1 Sistemas de Mobilidade e Transportes DOC.039/0_273_PLA_02_RL_2 Para que haja melhor mobilidade a predominância do espaço- automóvel não é uma inevitabilidade. Ao contrário, a sua redução é uma condição necessária. CMP | DMU | DMPU | DMPOT 2 Sistemas de Mobilidade e Transportes Abreviaturas, acrónimos e siglas AIFSC Aeroporto Internacional Francisco Sá Carneiro AMP Área Metropolitana do Porto CAAQ Corredores de Autocarros de Alta Qualidade C/ D Cargas/ Descargas COSP Compensações por Obrigações de Serviço Público CREP Circular Regional Exterior do Porto CRIP Circular Regional Interior do Porto DRT Demand Responsive Transports (transportes flexíveis/ ‘a pedido’) GEE Gases com Efeito de Estufa HP Horas de Ponta HR Hierarquia Rodoviária IM Inquérito à Mobilidade IMT Instituto da Mobilidade e dos Transportes, I.P. INE Instituto Nacional de Estatística IP Infraestruturas de Portugal IPPorto Instituto Politécnico do Porto MP Metro do Porto OSP Obrigações de Serviço Público PMT Plano de Mobilidade e Transportes PNI Programa Nacional de Investimentos 2030 P+R Park-and-Ride RCD Relatório de Caracterização e Diagnóstico REOT Relatório sobre o Estado do Ordenamento do Território RJSPTP Regime Jurídico do Serviço de Transportes de Passageiros SDV Self-Driving Vehicle (veículos de condução autónoma) STCP Sociedade Transportes Coletivos do Porto, S.A. TIm Transporte Individual motorizado TMDA Tráfego Médio Diário Anual UP Universidade do Porto VCI Via de Cintura Interna (troços do IP1, IC1 e IC23 na nomenclatura do Plano Rodoviário Nacional) ZAAC Zona de Acessibilidade Automóvel Condicionada ZEDL Zonas de Estacionamento de Duração Limitada CMP | DMU | DMPU | DMPOT 3 Sistemas de Mobilidade e Transportes Índice Abreviaturas, acrónimos e siglas .................................................................................................................. 2 Índice Quadros ............................................................................................................................................. 6 Síntese conclusiva do diagnóstico e como prosseguir ................................................................................. 7 Primeira conclusão: falta de articulação e objetivos no processo de produção/ manutenção de infraestrutura e serviços urbanos de transportes..................................... 7 Segunda conclusão: excessiva utilização intraurbana do automóvel, servindo passageiros e mercadorias ..................................................................................................... 8 Terceira conclusão: falta de políticas diferenciadas de estacionamento em função da sua tipologia.............................................................................................................................. 9 Quarta conclusão: retoma do congestionamento automóvel pós crise e nova dinâmica de atração de atividades ao centro da cidade ..................................................................... 10 Quinta conclusão: insuficiências do carácter urbano do transporte coletivo em autocarro ................................................................................................................................. 11 Sexta conclusão: uma desqualificação generalizada dos espaço-canal para as circulações e o conforto urbano, com raras exceções ...................................................... 12 Sétima: da natureza extensiva do atual PDM ....................................................................... 13 I. ÂMBITO, DIMENSÃO E OBJECTIVOS DO TRABALHO ........................................................................ 15 II. TEMATICAS E QUADRO DE INTERVENÇÃO ...................................................................................... 17 III. PAPEL DO PDM NA ORGANIZAÇÃO DO SISTEMA DE TRANSPORTES .......................................... 20 IV. INFRAESTRUTURA FERROVIÁRIA LIGEIRA ..................................................................................... 23 V. INFRAESTRUTURA FERROVIÁRIA ULTRALIGEIRA ........................................................................... 30 VI. INFRAESTRUTURA FERROVIÁRIA PESADA ..................................................................................... 33 VII. INFRAESTRUTURA RODOVIÁRIA MUNICIPAL ................................................................................. 37 VIII. CRITÉRIOS DE GESTÃO DOS ESPAÇOS-CANAL PARA A MULTIMODALIDADE ......................... 54 IX. INFRAESTRUTURA E GESTÃO DO ESTACIONAMENTO.................................................................. 60 X. INFRAESTRUTURA CICLÁVEL ............................................................................................................ 72 XI. INFRAESTRUTURA PEDONAL ............................................................................................................ 77 XII. INFRAESTRUTURA DE CAAQ E CORREDORES DE ELEVADA FREQUÊNCIA .............................. 84 XIII. INFRAESTRUTURAS DE INTERFACE .............................................................................................. 88 XIV. SERVIÇO URBANO DE AUTOCARROS ........................................................................................... 92 XV. SERVIÇOS DE TRANSPORTE PRIVADO TURÍSTICO ...................................................................... 96 XVI. ABASTECIMENTO URBANO ............................................................................................................. 98 XVII. ASPETOS TEMÁTICOS ESTRUTURANTES DA METRÓPOLE .................................................... 102 CMP | DMU | DMPU | DMPOT 4 Sistemas de Mobilidade e Transportes XVIII. CARACTERIZAÇÃO DA MOBILIDADE INTRAURBANA ............................................................... 111 XIX. ACESSIBILIDADE DE EMERGÊNCIA ............................................................................................. 116 XX. PERSPETIVAS FUTURAS CONSIDERANDO OS AVANÇOS TECNOLÓGICOS............................ 121 XXI. TRANSPORTES, MATRIZ ENERGÉTICA E METAS AMBIENTAIS ................................................ 124 XXII. AJUSTAMENTOS AO CONTEÚDO DO REGULAMENTO DO PLANO .......................................... 126 Índice Figuras Figura 1 – Evolução da procura no metro do Porto entre 2003 e 2017 ...................................................... 24 Figura 2 - Ocupação do cais nascente da linha comum na Estação da Trindade em período de ponta. ... 24 Figura 3 - Plataforma partilhada peões-elétrico na rua da Restauração com estacionamento abusivo. .... 31 Figura 4 - Cenário prospetivo para as redes metro e tram da proposta técnica PDM 2006 ....................... 31 Figura 5- Avenida da Boavista com 2 vias e 1/2 formalizou a prática da 2ª fila de paragem/ estacionamento. .................................................................................................................................................................... 37 Figura 6 - Arruamento interno ao quarteirão formado pelas ruas do Bonjardim e Santa Catarina e iniciado a norte na rua João de Oliveira Ramos ......................................................................................................... 38 Figura 7 - HR bem definida em arruamentos secundários (de partilha) no bairro Gomes da Costa. ......... 39 Figura 8 - Plantas plano Auzelle e PDM atual ............................................................................................ 41 Figura 9 - Ramais de articulação da avenida AEP para o interior da área empresarial para norte. ........... 48 Figura 10 - Recente melhoria da definição da HR na ligação Rotunda-D. Pedro V. .................................. 50 Figura 11 - A edificação com um pouco mais de altura foi sempre associada ao recuo de fachadas e ao alargamento da superfície afeta ao automóvel ........................................................................................... 55 Figura 12 - Triângulo estratégico da atuação 'espaço público e transportes'. ............................................ 56 Figura 13 - As ações de diminuição de folgas 'automóvel' são crescentes mas há que determinar a montante uma alteração nos critérios de projeto de raiz. ........................................................................................... 57 Figura 14 - Soluções com critérios de projeto ajustados, colocando capacidade onde necessário e reduzindo ilegalidade .................................................................................................................................................. 60 Figura 15 - Crescimento da taxa de motorização e decréscimo da taxa de utilização automóvel não são incompatíveis .............................................................................................................................................. 62 Figura 16 – Potencial agregado (população e áreas alvo) para a utilização da bicicleta tendo por base ciclovias existentes e projetadas. ............................................................................................................... 74 Figura 17 – Proposta de eixos AdEPorto na hierarquia da rede de circuitos cicláveis. .............................. 74 Figura 18 - Ciclovia Asprela-Campo Alegre como possível infraestrutura coletora de diferentes ligações intermunicipais ............................................................................................................................................ 75 Figura 19 – Recente
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