Universidade De Lisboa Instituto De Geografia E
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Análise Ao Sistema De Alimentação De Tração Elétrica (1X25 Kv - Rede Convencional, 2X25 Kv - Rede Convencional + Alta Velocidade)
Análise ao Sistema de Alimentação de Tração Elétrica (1x25 kV - Rede convencional, 2x25 kV - Rede convencional + Alta velocidade) Rui de Carvalho Costa Pereira Dissertação para obtenção do grau de Mestre em Engenharia Eletrotécnica - Sistemas Elétricos de Energia Dissertação realizada sob orientação do Professor Doutor Filipe Miguel Tavares de Azevedo Mestrado em Engenharia Eletrotécnica Sistemas Elétricos de Energia Departamento de Engenharia Eletrotécnica Instituto Superior de Engenharia do Porto Porto, Outubro de 2013 ii Resumo O transporte ferroviário é um meio de transporte em que o meio de deslocamento ocorre por meio de vias férreas, transportando, entre outros, pessoas e cargas. Este meio de transporte é um dos mais antigos e a sua origem está ligada diretamente com a Primeira Revolução Industrial, acontecimento histórico que sucedeu na Europa no final do século XVIII e início do século XIX. Uma rede ferroviária é um sistema único no ponto de vista do uso de tração elétrica assim como no modo que se insere na sociedade por ser um meio de transporte seguro, rápido e bastante utilizado pela população. As redes de alimentação de energia (transporte e distribuição) e a rede de alta velocidade ditaram novas soluções para a alimentação elétrica ferroviária contribuindo para a sua evolução técnica, na segurança e também na compatibilidade eletromagnética no sentido de se estabelecerem critérios de controlo e prevenção dos efeitos indesejáveis provocados pela interferência magnética. O presente trabalho tem por objetivo analisar e estudar tecnicamente como se comportam as redes que alimentam os veículos de tração elétrica desde as subestações até à alimentação das locomotivas. Dada a complexidade da sua análise torna-se necessário o recurso a ferramentas de simulação mais ou menos complexas. -
Especificações Técnicas Da Via-Férrea
Especificações Técnicas da Via-Férrea MARIO RUI SANTOS VIANA DIOGO LEITE outubro de 2017 Especificações Técnicas da Via-Férrea MARIO RUI SANTOS VIANA DIOGO LEITE Outubro de 2017 Outubro de 2017 de Outubro Especificações Técnicas da Via-Férrea da Técnicas Especificações MARIO RUI SANTOS VIANA DIOGO LEITE DIOGO VIANA SANTOS RUI MARIO ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DA VIA-FÉRREA ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DA VIA-FÉRREA MÁRIO RUI SANTOS VIANA DIOGO LEITE Dissertação submetida para satisfação parcial dos requisitos do grau de MESTRE EM ENGENHARIA CIVIL – RAMO DE INFRAESTRUTURAS Orientador: Maria da Fátima Guimarães Faria Portela Moreira OUTUBRO DE 2017 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DA VIA-FÉRREA ÍNDICE GERAL Índice Geral .................................................................................................................................................. iii Resumo .......................................................................................................................................................... v Abstract ....................................................................................................................................................... vii Índice de Texto ............................................................................................................................................. ix Índice de Figuras .......................................................................................................................................... xv Índice de Tabelas ..................................................................................................................................... -
Ata Da Segunda Sessão Ordinária Da Assembleia Municipal De Viseu, Realizada No Dia Trinta De Dezembro De Dois Mil E Treze
28 ATA DA SEGUNDA SESSÃO ORDINÁRIA DA ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE VISEU, REALIZADA NO DIA TRINTA DE DEZEMBRO DE DOIS MIL E TREZE. ------ No trinta de dezembro de dois mil e treze, teve lugar no Solar dos Peixotos, a Segunda Sessão Ordinária da Assembleia Municipal, a qual foi presidida pelo Senhor Presidente da Assembleia Municipal, José Manuel Henriques Mota de Faria, secretariado pelo Senhor João Fernando Marques Rebelo Cotta, como primeiro secretário e a Senhora Cristina Paula Cunha Pereira Gomes, como segunda secretária. --------------------------------- ------ A Sessão teve início às nove horas e vinte e cinco minutos, tendo-se verificado as faltas dos Senhores Deputados: JOSÉ ALBERTO DA COSTA FERREIRA (justificada) e FERNANDO ANTÓNIO PEREIRA DE FIGUEIREDO (justificada).--------------------------- Para que conste na presente ata, o resumo da correspondência expedida e recebida, previamente distribuída, fica a seguir transcrito:----------------------------------------------------- CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA:------------------------------------------------------------------- – A Assembleia Municipal recebeu convites de diversos Organismos, Associações e Entidades, a convidar o Exmo. Senhor Presidente deste Órgão Autárquico a participar e assistir às mais variadas reuniões e realizações.------------------------------------------------------– – Diversas Entidades e Partidos Políticos solicitaram a cedência do Salão da Assembleia Municipal.----------------------------------------------------------------------------------------------------– -
Do Peti3+ Ao Ferrovia 2020 E O Processo De Decisão Do Plano De Investimentos 2030
DO PETI3+ AO FERROVIA 2020 E O PROCESSO DE DECISÃO DO PLANO DE INVESTIMENTOS 2030 José Carlos Clemente Diretor de Empreendimentos, Infraestruturas de Portugal, S.A. Porto, 25 de outubro de 2018 ÍNDICE 1 CONSTRUÇÃO DO PLANO DE INVESTIMENTOS PETI3+ 2 PLANO FERROVIA 2020 2.1 CORREDOR INTERNACIONAL SUL 2.2 CORREDOR INTERNACIONAL NORTE 2.3 CORREDOR NORTE-SUL 2.4 CORREDORES COMPLEMENTARES 3 PROGRAMA NACIONAL DE INVESTIMENTO 2030 CONSTRUÇÃO DO PLANO DE INVESTIMENTOS PETI 3+ METODOLOGIA O quê Como Pressupostos Ferrovia Fase 1: Diagnóstico e Restrições Mercadorias vs Passageiros Rodovia Fase 2: Metodologia de Priorização Abordagem "seguir o ativo": infraestruturas existentes Portos Fase 3: Priorização de investimentos vs. Aeroportos Fase 4: Recomendações não projetos greenfield infraestruturais Principais restrições Falta de ligação eficiente dos principais Degradação da infraestrutura portos e centros logísticos à Europa Prazo de validade e obsolescência Limitações de Capacidade técnica Bitola, sistemas de sinalização e Deficientes ligações com as alimentação elétrica heterogênea autoestradas e aeroportos Linhas não eletrificadas Restrição de elevada prioridade Restrição de prioridade moderada Limitações no comprimento e peso dos comboios Restrição de baixa prioridade RELATÓRIO Com base no relatório do GT-IEVA, o governo produziu um plano nacional (PETI3 +) que foi enviado à UE e submetido a uma avaliação ambiental estratégica (cumprimento das recomendações ambientais da UE) com um período de consulta pública. Em seguida, parte desses investimentos -
PLANO NACIONAL DE IMPLEMENTAÇÃO Do ERTMS
PLANO NACIONAL DE IMPLEMENTAÇÃO do ERTMS (22-06-2017) ÍNDICE 1 ENQUADRAMENTO ............................................................................................................................... 3 2 ESTRATÉGIA ........................................................................................................................................... 3 3 PLANOS DE IMPLEMENTAÇÃO .............................................................................................................. 4 3.1 Planeamento ................................................................................................................................. 4 3.2 Curto Prazo ................................................................................................................................... 4 3.2.1 No âmbito da Sinalização, ETCS e ATP .................................................................................. 4 3.2.2 No âmbito das Telecomunicações ........................................................................................ 7 3.3 Médio Prazo .................................................................................................................................. 8 3.4 Longo Prazo ................................................................................................................................... 9 4 OPERADORES FERRÓVIARIOS ............................................................................................................. 10 4.1 CP - Comboios de Portugal, E.P.E ............................................................................................... -
Estudos De História Empresarial De Portugal O Setor Ferroviário
Série Documentos de Trabalho Working Papers Series Estudos de História Empresarial de Portugal O setor ferroviário Ana Tomás Nuno Valério DT/WP nº 68 (GHES –CSG–ISEG –ULisboa) ISSN 2183-1785 Instituto Superior de Economia e Gestão Universidade de Lisboa Estudos de História Empresarial de Portugal O setor ferroviário Ana Tomás Nuno Valério (GHES – CSG – ISEG – ULisboa) Resumo Este documento de trabalho pretende ser o primeiro de um conjunto a preparar e publicar nos próximos anos, tendo como objetivo final elaborar uma História Empresarial de Portugal. Nele é sintetizada a evolução do setor dos caminhos-de-ferro em Portugal, quer sob a ótica da disponibilidade de serviços ferroviários, quer sob a ótica das empresas que construíram as infraestruturas ou prestaram esse serviço. Abstract This working paper aims to be the first one of a set to be prepared and published along the next years, with the final purpose of preparing a Business History of Portugal. It summarizes the evolution of the railroad sector in Portugal, both from the perspective of the availability of the railway service, and from the perspective of the firms that built the infrastructure or provided that service. Palavras-chave Portugal, caminhos-de-ferro, empresas ferroviárias. Keywords Portugal, railroads, railway firms. Classificação JEL / JEL classification L92 – caminhos-de-ferro e outros transportes de superfície / railroads and other surface transports 1 Plano Apresentação geral O setor ferroviário 1 – Projeto na década de 40 do século XIX 2 – A construção da rede -
R E L a T Ó R I O E C O N T
RELATÓRIO E CONTAS 2009 Relatório de Gestão do Conselho de Administração - 2009 2 Relatório de Gestão do Conselho de Administração - 2009 ÍNDICE IDENTIFICAÇÃO DA SOCIEDADE ............................................................................................................................. 4 ÓRGÃOS SOCIAIS ...................................................................................................................................................... 5 ORGANIGRAMA - 2009............................................................................................................................................... 6 GRUPO TEIXEIRA DUARTE - 2009 ............................................................................................................................ 7 SÍNTESE DE INDICADORES....................................................................................................................................... 8 RELATÓRIO DE GESTÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO.......................................................................... 9 I. INTRODUÇÃO ............................................................................................................................................... 10 II. ENQUADRAMENTO ECONÓMICO ............................................................................................................. 12 III. APRECIAÇÃO GLOBAL ............................................................................................................................. 12 IV. ANÁLISE SECTORIAL .............................................................................................................................. -
Abrir Boletim
BOLETIM N.º 26 JANEIRO/FEVEREIRO - 2021 2ª SÉRIE 26 comboios Linha de alta velocidade entre Lisboa e o Porto vai “encolher” o país A construção da “encolher” do país linha de alta veloci- vai-se traduzir dade entre Lisboa numa aproxima- e Porto em bitola ção do interior ibérica permite uma Norte e Centro ao melhor integração litoral, isto porque da rede ferroviária passará a ser pos- nacional pois possi- sível que os com- bilita que comboios boios que utilizam com outros des- as linhas con- Fonte: Nelson Garrido tinos e origens vencionais usem utilizem o mesmo a linha de alta corredor de forma a velocidade, optimi- reduzir o percurso. Exemplo te. Prevê-se que Santarém zando os tempos de viagem. disso é o caso da Guarda que, fique a menos 43 minutos do vão entrar em circulação entre no tempo de viagem entre Porto e que a Figueira da Foz dezembro e janeiro. Porto e Lisboa, vai poupar 53 poupe 47 minutos na viagem e 36 minutos, respetivamen- de comboio até ao Porto. Este Viabilidade da Linha do Vale do Sousa vai ser avaliada pela CIM do Tâmega e Sousa A linha do Vale do Sousa vai ploração, para avaliar traça- e ligeiro; procura potencial de ser alvo de uma avaliação dos, localização das estações, passageiros; e uma análise de preliminar por parte da Co- frequências de serviço, custos custo- benefício, para verificar munidade Intermunicipal do e impacto da nova linha na a viabilidade do projeto, tendo Tâmega e Sousa. Esta avalia- estrutura horária existente em consideração os custos ção tem como intenção o de- e a eventual necessidade de -
Caminhos-De-Ferro Da Beira (1845-1893) Autor(Es): Pereira
Caminhos-de-ferro da Beira (1845-1893) Autor(es): Pereira, Hugo Silveira Publicado por: Centro de História da Sociedade e da Cultura URL persistente: URI:http://hdl.handle.net/10316.2/39485 DOI: DOI:http://dx.doi.org/10.14195/1645-2259_11_11 Accessed : 7-Oct-2021 04:18:33 A navegação consulta e descarregamento dos títulos inseridos nas Bibliotecas Digitais UC Digitalis, UC Pombalina e UC Impactum, pressupõem a aceitação plena e sem reservas dos Termos e Condições de Uso destas Bibliotecas Digitais, disponíveis em https://digitalis.uc.pt/pt-pt/termos. Conforme exposto nos referidos Termos e Condições de Uso, o descarregamento de títulos de acesso restrito requer uma licença válida de autorização devendo o utilizador aceder ao(s) documento(s) a partir de um endereço de IP da instituição detentora da supramencionada licença. Ao utilizador é apenas permitido o descarregamento para uso pessoal, pelo que o emprego do(s) título(s) descarregado(s) para outro fim, designadamente comercial, carece de autorização do respetivo autor ou editor da obra. Na medida em que todas as obras da UC Digitalis se encontram protegidas pelo Código do Direito de Autor e Direitos Conexos e demais legislação aplicável, toda a cópia, parcial ou total, deste documento, nos casos em que é legalmente admitida, deverá conter ou fazer-se acompanhar por este aviso. impactum.uc.pt digitalis.uc.pt Caminhos-de-ferro da Beira (1845-1893) Hugo Silveira Pereira CITCEM – FLUP Financiado por Fundos Nacionais através da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia no âmbito do projecto PEst-OE/HIS/UI4059/2011 Texto recebido em/ Text submitted on: 15/02/2011 Texto aprovado em/ Text approved on: 01/08/2011 Resumo/Abstract: Na segunda metade de Oitocentos, Portugal reuniu as condições políticas e económicas para empreender a construção de caminhos-de-ferro, tal como vinham fazendo outros países. -
O Transporte Ferroviário De Passageiros E De Mercadorias
O TRANSPORTE FERROVIÁRIO DE PASSAGEIROS E DE MERCADORIAS Manuel Seabra Pereira Ordem dos Engenheiros, 12 Janeiro 2012, Lisboa Laboratório Associado de Energia, Transportes e Aeronáutica Para reflexão • Quais as mudanças que o sistema ferroviário (SF) enfrenta • Quais as implicações: – Tecnológicas, demográficas, estruturais, legais e financeiras e no domínio regulatório • Identificar aspectos de: – Atractividade, custos, segurança – O comboio é um modo de transporte fiável, ambientalmente limpo e competitivo, • Sector mais ágil e competitivo – Implementação de novos enquadramentos legais, económicos e financeiros • Desenvolver conhecimento, aptidões e competências investindo em: – Investigação e desenvolvimento – Actualização tecnológica • Novos talentos e pessoal qualificado com ambições para enfrentar os desafios do SF. Ordem dos Engenheiros, 12 Janeiro 2012, Lisboa 2 Laboratório Associado de Energia, Transportes e Aeronáutica Indicadores • Declives – Passageiros < 30 m/km – Mercadoria 12 – 18 m/km • Massa/passageiro – Inter-cidades 1000 kg/pass – Suburbano 240 kg/pass • Cargas por eixo 22.5 - 30 t • Reperfilagem de rodados 0.2-1.0 x106 km • Velocidade de detecção de defeitos 40-80 km/h • Ruído exterior (25 m) 90 dBA • Ruído interior 65 dBA • Crashworthiness: Energia absorvida na frente 5 MJ • Custos – Metro 4.5 M€ – LRV 2.5 M€ – Locomotivas 4 M€ – Nova linha convencional 3 M€/km – Reconversão bitola ibérica p/ bitola europeia .45 M€/km Ordem dos Engenheiros, 12 Janeiro 2012, Lisboa 3 Laboratório Associado de Energia, Transportes e Aeronáutica Pontos fortes do SF 1. Mais eficiente energéticamente e o mais amigo do ambiente – Um passageiro a viajar num comboio gasta 3 a 10 vezes menos combustivel por km que um passageiro no sistema rodoviário 2. -
Referência 97
Plano de investimentos em infraestruturas Ferrovia 2020 Lisboa, 12 de fevereiro de 2016 ÍNDICE IMPLEMENTAÇÃO DO PETI3+ CORREDORES COMPLEMENTARES 01 Enquadramento 04 Linhas do Douro, Oeste e Algarve CORREDORES INTERNACIONAIS OUTROS PROJETOS 02 Norte e Sul 05 Ligação aos portos de Setúbal e Leixões e Linha de Cascais CORREDORES NORTE / SUL RESUMO DO INVESTIMENTO E 03 Linhas do Norte e Minho 06 FINANCIAMENTO IMPLEMENTAÇÃO DO PETI3+ Enquadramento O Plano de Investimentos Ferroviários 2016-2020 funda-se no Plano PETI 3+, tem um pacote financeiro associado e apresenta uma calendarização precisa e ambiciosa. A. O PETI 3+ definiu um conjunto de prioridades devidamente identificadas por um conjunto alargado de stakeholders que importa destacar: Compromissos internacionais, incluindo os bilaterais com Espanha e os que resultam do Corredor Atlântico; ENQUADRAMENTO Fomento do transporte de mercadorias e em particular das exportações; Articulação entre os portos nacionais e as principais fronteiras terrestres com Espanha; B. Para estes objetivos conta-se com um pacote financeiro composto por fundos comunitários do programa Connecting Europe facility (CEF) quer na componente geral (30 a 50% de comparticipação) quer na componente coesão (85% de comparticipação) e do programa Portugal 2020 (85% de comparticipação) a que se poderá acrescentar o Plano Juncker e o contributo das infraestruturas de Portugal C. Finalmente calendarizam-se as diversas iniciativas em curso quase todas elas compreendidas entre 2016 e 2020, com detalhe especial para 2016. Plano -
Relatório Anual De Segurança Ferroviária
Relatório Anual de Segurança Ferroviária 2018 Desempenho de Segurança Ferroviária na Rede Ferroviária Nacional CONTROLO DO DOCUMENTO Elaborado por: Instituto da Mobilidade e dos Transportes, I.P. Avenida das Forças Armadas, nº 40 1649-022 Lisboa Portugal Edição/Revisão: 01 / 2019 Data: 30-09-2019 Tipo de Documento: Relatório Status do documento: Final Relatório Anual de Segurança Ferroviária 2018 2 / 81 Conteúdo Definições e Abreviações .................................................................................................................................... 6 1. Introdução ........................................................................................................................................... 7 1.1. Objetivo, âmbito e destinatários do relatório .................................................................................... 7 1.2. Principais conclusões do ano reportado ............................................................................................ 8 2. English summary ............................................................................................................................... 10 3. Estratégia de Segurança, programas, iniciativas e contexto organizacional da ANSF ...................... 11 3.1. Estratégia e planeamento ................................................................................................................. 11 3.2. Recomendações de Segurança ......................................................................................................... 12 3.3.