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UNIVERSIDADE DE LISBOA INSTITUTO DE GEOGRAFIA E ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO POLÍTICAS SUSTENTÁVEIS PARA O TRANSPORTE DE MERCADORIAS NA UNIÃO EUROPEIA O PAPEL DA FERROVIA NESSAS POLÍTICAS: O CASO DE PORTUGAL Hugo José da Costa Leandro MESTRADO EM POLÍTICAS EUROPEIAS 2013 UNIVERSIDADE DE LISBOA INSTITUTO DE GEOGRAFIA E ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO Hugo José da Costa Leandro MESTRADO EM POLÍTICAS EUROPEIAS ORIENTAÇÃO Professor Doutor Nuno Marques da Costa 2013 À minha estimada e paciente esposa, Ana Picanço Ao meu falecido Pai, Francisco Leandro “…à vista do pano é que se talha a obra!” (Francisco Leandro) RESUMO POLÍTICAS SUSTENTÁVEIS PARA O TRANSPORTE DE MERCADORIAS NA UNIÃO EUROPEIA O PAPEL DA FERROVIA NESSAS POLÍTICAS: O CASO DE PORTUGAL Hugo José da Costa Leandro Palavras-chave: Sustentabilidade, Transportes, Vagão Isolado, Auto-Estrada Ferroviária. Os transportes representam um peso elevado do consumo energético da União Europeia. São também responsáveis, directa ou indirectamente, por um conjunto de custos ambientais, económicos e sociais elevados. Procurando a sustentabilidade, as políticas europeias têm, recentemente, procurado diminuir esses custos, em especial, através da transferência ou complementaridade do transporte recorrendo a modos de transporte mais sustentáveis. A implementação das quatro liberdades associadas ao Mercado Único (Pessoas, Bens, Serviços, Capitais) desencadeou a reorganização económica da UE, levando a um aumento da procura pelo transporte de mercadorias, a que a ferrovia não conseguiu responder pela sua rigidez física e organizacional, com redes ferroviárias de matriz nacional. Este abandono de mercado foi preenchido por milhares de empresas rodoviárias, maioritariamente micro ou pequenas empresas, dedicando-se ao transporte das cargas isoladas, aproveitando as facilidades do Mercado Único e uma boa rede rodoviária europeia. No entanto, estas pequenas empresas não têm dimensão para criar cadeias logísticas sustentáveis próprias e, num quadro de imposição dos custos externos ao transporte rodoviário, terão de transferir tais custos para os consumidores. A ferrovia assume-se assim como complemento sustentável ao transporte rodoviário de mercadorias, quer por transferência modal, recorrendo a uma rede europeia de I distribuição de vagões isolados quer, por complementaridade modal, através da implementação de “Auto-Estradas Ferroviárias” e do incremento do transporte em vagão isolado. Em face do insucesso das políticas europeias, o nosso trabalho conclui que, sendo os obstáculos técnicos ultrapassáveis, o aumento da sustentabilidade do transporte de cargas isoladas apenas ocorrerá com intervenção directa dos Estados, apoiados em legislação comunitária. Estes têm de intervir directamente no processo de transporte ferroviário pois, só eles, podem garantir um serviço universal no espaço ferroviário da UE desde o primeiro momento. O trabalho é finalizado com a apresentação de três casos de estudo acerca da forma como tal poderia ser implementado em Portugal. II ABSTRACT SUSTAINABLE POLICIES FOR FREIGHT TRANSPORT IN THE EUROPEAN UNION THE ROLE OF THE RAILWAYS ON THOS POLICIES: THE PORTUGUESE CASE Hugo José da Costa Leandro Keywords: Sustainability, Transports, Single Wagonload, Rolling Highway. Transports are responsible for a high percentage of energy consumption in the European Union. They are also responsible, directly or indirectly, for a set of environmental, economic and social elevated costs. Looking for sustainability, European policies have recently sought to reduce these costs, in particular through the transport transfer or complementarity, by using more sustainable modes of transport The implementation of the four freedoms associated with the Single Market (People, Goods, Services, Capital) triggered the economic reorganization of the EU, leading to an increased demand for the transport of goods, which railways could not answer for their physical rigidity and rail networks organized in a national basis. This abandonment of the market was filled by thousands of haulage companies, mostly small or micro businesses, dedicated to the transport of single loads, taking advantage of the facilities of the Single Market and a good European road network. However, these small businesses are too small to create their own sustainable supply chains and, within a framework of external cost charging for road transport, will have to transfer those costs to consumers. Thus the railways assume themselves as a complement to the sustainable road freight, either by modal shift, using a European network of distribution of single wagonloads either, by modal complementarity, through the implementation of "Rolling Highways" and the growth of single wagonload transport. III In view of the failure of European policies, our work concludes that, while the technical hurdles are not insurmountable, increasing the sustainability of the transport single loads will only take place with direct involvement of the States, supported by legislation. These have to be directly involved in rail transportation because they alone can ensure universal service within the EU railway from the first moment. The work is completed by the presentation of three case studies about the way this could be implemented in Portugal. IV ÍNDICE 1 Introdução ........................................................................................................... 1 2 Contextualização ................................................................................................. 9 2.1 Sustentabilidade: significados, origens e desenvolvimento do conceito ........ 9 2.2 As cargas isoladas ...................................................................................... 16 2.3 A emergência das cadeias de transporte multimodal e a contentorização ... 20 2.4 A logística ................................................................................................... 22 2.5 O modo ferroviário e o modo rodoviário ...................................................... 24 2.5.1 EUA vs. União Europeia – Uma comparação ....................................... 28 2.5.1.1 Aspectos Técnicos - Bitola ............................................................. 32 2.5.1.2 Via .................................................................................................. 38 2.5.1.3 Contorno ........................................................................................ 38 2.5.1.4 Sinalização ..................................................................................... 39 2.5.1.5 Material circulante rebocado .......................................................... 40 2.5.1.6 Material circulante motor ................................................................ 44 2.5.1.7 Encaminhamento de material ......................................................... 45 2.5.1.8 Outras considerações .................................................................... 52 2.5.2 Breves conclusões sobre o modo ferroviário ........................................ 53 2.6 Transporte Rodoviário ................................................................................. 54 2.7 O Comércio com a União Europeia ............................................................. 59 2.8 Política de transportes na União Europeia .................................................. 64 2.8.1 A Política Comum de Transportes da União Europeia .......................... 65 2.8.1.1 As Politicas Comunitárias de Transportes anteriormente a 1985 .... 66 2.8.1.2 Livro Branco sobre a conclusão do Mercado Interno de 1985 ........ 68 2.8.1.3 Livro Branco sobre o desenvolvimento futuro da Política Comum de Transportes de 1992...................................................................................... 70 2.8.1.4 Livro Branco dos Transportes de 2001 ........................................... 75 V 2.8.1.5 Avaliação intermédia de 2006 ........................................................ 81 2.8.2 Apreciação global da Política Comum de Transportes terrestres entre 2000 e 2008 ...................................................................................................... 84 2.8.2.1 Economia ....................................................................................... 88 2.8.2.2 Sociedade ...................................................................................... 91 2.8.2.3 Ambiente ........................................................................................ 92 2.8.2.4 Algumas considerações acerca das políticas europeias de transportes entre 2000 e 2008 ....................................................................... 94 2.8.3 A evolução de Portugal ......................................................................... 96 2.8.4 As políticas para o futuro .................................................................... 105 3 Transporte ferroviário de cargas isoladas: o caso português .......................... 111 3.1 Implementação de interfaces multimodais ................................................. 124 3.2 Auto-estrada ferroviária ............................................................................. 129 3.2.1 Contextualização ................................................................................ 129 3.2.2 Implementação e Viabilidade Económica............................................ 131 3.3 Implementação de uma rede de distribuição de vagões isolados .............. 132 3.3.1 Contextualização ................................................................................ 132 3.3.2 As fronteiras
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