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Nova Alcântara Novo Nó Ferroviário e Terminal de Contentores Lisboa, 28 de Abril de 2008 1 O sector dos transportes é uma peça fundamental do desenvolvimento económico do país, contribuindo decisivamente para a melhoria das condições de vida das populações ENQUADRAMENTO ESTRATÉGICO • Objectivo central para a área dos transportes • Aspecto determinante da qualidade de vida das populações Mobilidade • Factor decisivo para promover a coesão territorial e social Sustentável • O modo ferroviário tem importância decisiva como elemento estruturante do sistema de transportes e do território • O transporte marítimo e os portos são essenciais para o o desenvolvimento económico • Portugal está localizado numa zona privilegiada de confluência de rotas internacionais Desenvolvimento • O Porto de Lisboa tem um impacte socio-económico significativo na região Económico LVT, com um impacte anual total (directo, indirecto e induzido)* de: • VAB de € 1,7 mil milhões e VBP de € 4,5 mil milhões • Massa salarial de € 530 milhões e impostos de € 70 milhões • Mais de 38.000 postos de trabalho * Fonte: “Estudo de Impacte Sócio-Económico do Porto de Lisboa”, 2001, Jorge Gaspar 2 NÓ FERROVIÁRIO E TERMINAL DE CONTENTORES • Melhorar a qualidade de vida da população da AML • Aumentar a competitividade internacional do porto de Lisboa Objectivos • Promover a intermodalidade e o uso de transportes mais sustentáveis • Melhorar a qualidade ambiental do nosso território Intervenção Ferroviária Ligação ferroviária desnivelada da linha de Cascais com a linha de Cintura Intervenção Portuária Novo Terminal de Contentores Promoção da Intermodalidade • Ligação Ferroviária desnivelada entre o terminal e a linha de Cintura • Zona de acostagem e operação de barcaças 3 LIGAÇÃO FERROVIÁRIA DESNIVELADA DA LINHA DE CASCAIS À LINHA DE CINTURA • A ligação da linha de Cascais com a linha de Cintura é efectuada a partir da estação de Situação Alcântara-Terra por um atravessamento de nível, em via única não electrificada, com 6 Actual pontos de conflito com a rede viária Situação • Ligação da linha de Cascais à linha de Cintura, em túnel, permitindo a continuidade dos Futura serviços Urbanos de passageiros entre as 2 linhas CAMPOLIDE Ligação ferroviária desnivelada da linha CANEIRO TÚNEL EXISTENTE de Cascais à linha de Cintura e Nova Estação subterrânea de Alcantâra-Terra FUTURA ESTAÇÃO Investimento = 59,2 M€ CASCAIS CAIS DO SODRÉ ALCÂNTARA-MAR 4 MALHA FERROVIÁRIA URBANA • O caminho de ferro já hoje tem eixos de penetração na cidade, situação invejável a nível europeu • Vamos agora concretizar a grande circular regional do caminho de ferro 5 O QUE VAI MUDAR A NÍVEL LOCAL O desnivelamento do Nó de Alcântara irá reordenar a distribuição dos passageiros em Benefícios Lisboa, criando percursos mais directos e reduzindo substancialmente os tempos de viagem em TP • Reordenamento da distribuição dos passageiros em Lisboa Oriente (milhões Procura passag./ano) Linha de Cascais Ano 2007 30,3 Ano 2017* 41,8 + 11,5 milhões Entrecampos de passageiros * Fonte: Estimativa TIS.pt, 2006 Sete Rios • Alteração dos Tempos de Viagem em TP (em min.) Cascais - Cascais - Cascais - Sete Rios Entrecampos Oriente 26/28 min. de Situação 65 68 80 poupança por Actual (a) viagem Situação Futura (b) 37 40 54 (a) Tempo médio de viagem com transbordo (www.cp.pt) (b) Tempo de viagem estimado com paragens intermédias, Fonte: CP, REFER 6 O QUE VAI MUDAR A NÍVEL METROPOLITANO Em linha com o previsto no PROT-AML, o desnivelamento do Nó de Alcântara irá permitir Benefícios aproximar a área Poente da AML à margem Sul, bem como garantir boas acessibilidades ao Novo Aeroporto de Lisboa • Ligação ao Novo Aeroporto de Lisboa, via Terceira Travessia do Tejo, em serviço Urbano (em min.) Tempo estimado Cascais - Entrecampos - NAL * 67 Fonte: CP, REFER, RAVE NAL • Ligação a Setúbal, via Terceira Travessia do Tejo, em serviço Urbano (em min.) Tempo estimado Cascais - Entrecampos - 65 Setúbal * Setúbal Fonte: CP, REFER, RAVE * Tempo de viagem com paragens intermédias 7 O QUE VAI MUDAR A NÍVEL NACIONAL E INTERNACIONAL O desnivelamento do Nó de Alcântara irá permitir que todo o corredor Algés-Cascais Benefícios tenha boa acessibilidade ao eixo Lisboa-Porto, ao eixo Lisboa-Madrid e ao Algarve em serviço convencional e em Alta Velocidade • Ligação ao Porto e a Madrid, via Estação do Oriente, em Alta Velocidade Situação Futura Tempo de Entrada em viagem funcionamento Cascais – Oriente * (Urbano) 54 min Oriente – Porto (AV) 1h 15m 2015 Total 2h 09m Cascais – Oriente * (Urbano) 54 min Oriente – Madrid (AV) 2h 45m 2013 Total 3h 39m Fonte: CP, REFER, RAVE • Ligação a Faro, via Entrecampos, NAL em serviço convencional Situação Futura Tempo de viagem TTT Cascais – Entrecampos * 40 min Entrecampos – Faro 2 h 35 m Total 3h 15m Fonte: CP, REFER, RAVE * Tempo de viagem com paragens intermédias 8 A solução apresentada de desnivelamento do nó de Alcântara está articulada com o projecto de modernização da linha de Cascais MODERNIZAÇÃO DA LINHA DE CASCAIS • Aumentar os utilizadores da Ferrovia Objectivos • Aumentar a segurança, a qualidade e a fiabilidade do serviço ferroviário • Criar condições de interoperabilidade com a restante rede • Introdução de novos sistemas de sinalização e Procura - Linha de Cascais telecomunicações, +39% Infra-estrutura 41,8 remodelação de estações 45 40 e renovação de via e 35 30,3 catenária 30 ~180 M€ 25 20 • Aquisição de material 15 Material circulante com elevado 10 Circulante nível de qualidade e Milhões de passageiros 5 0 conforto ~180 M€ 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 … 2017 9 TERMINAL DE CONTENTORES DE ALCÂNTARA • Ampliação da capacidade para 1.000.000 TEU/ano, reorganização e reapetrechamento do terminal de contentores Novo Plano • Melhoramento das acessibilidades marítimas, permitindo o acesso a navios porta- de contentores com calado máximo de registo até 15,50 m e 400 m de comprimento Investimentos • Criação de uma zona de acostagem e operação de barcaças • Construção da ligação ferroviária desnivelada entre o terminal e a Linha de Cintura e um feixe de mercadorias (doca seca) no terminal de contentores Zona de acostagem e operação de barcaças Ligação ferroviária desnivelada ao terminal e feixe de mercadorias Ampliação, reorganização e reapetrechamento do terminal Melhoramento das acessibilidades marítimas Total Inv. = 348,4 M€ 10 PROMOÇÃO DA INTERMODALIDADE • Ligação às plataformas logísticas do Poceirão, Bobadela e Castanheira do Modo Ferroviário Ribatejo Modo Fluvial • Ligação fluvial a áreas logísticas (e.g. Plataforma de Castanheira do Ribatejo) Com o reforço das ligações ferroviárias e fluviais, serão retirados da rodovia 1.000 camiões por dia! Repartição Modal de entrada/saída de contentores Fluvial Ferro 0% 22% Situação Actual (2007) Rodo 78% Fluvial 13% Ferro Situação Futura 44% (2030) Rodo 43% Fonte: SPIM, Liscont 11 MEMORANDO DE ENTENDIMENTO • Perante o cenário de esgotamento da capacidade do terminal, foram ponderadas as soluções alternativas possíveis para a sua expansão, comparando com o cenário de não realizar qualquer investimento • Resultou claramente mais vantajoso para o País que: A capacidade do TCA seja expandida, correndo o investimento por conta da concessionária, tendo como contrapartida a prorrogação do prazo da concessão Garantindo acessibilidades ferroviária e fluvial para aumento da competitividade e minimização dos impactes sociais e ambientais • Entre o Estado, APL, REFER, Liscont e Tertir • Aprovação do novo plano de investimentos a cargo da concessionária, no Memorando montante de € 226,7 milhões, que concretiza o aumento da capacidade de de 340.000 para 1.000.000 TEU/ano Entendimento • Prorrogação do prazo da concessão em 27,5 anos • Compromisso das intervenções da APL e da REFER 12 PROGRAMAÇÃO DAS ACÇÕES 2008Hoje 2009 2010 2011 2012 2013 Zona A EP Demolições Repavimentação Zona B EP Demolições Construção Pavimentação Zona C EP Repavimentação Zona D EP Marítima EIA AIA Construção Zona E EP Construção Dragagens EP EIA AIA Execução Ferrovia EP EIA AIA Ferrovia Concurso Construção 13 IDEIAS FINAIS • Obtêm-se poupanças de tempo de viagem significativas, a nível local, Mobilidade metropolitano, nacional e internacional, permitindo que mais cidadãos Sustentável utilizem o caminho de ferro • TCA voltará a ser um terminal deep-sea, com ligações ferroviárias e fluviais Desenvolvimento às principais plataformas logísticas da região de Lisboa, numa aposta clara Económico na intermodalidade e permitindo um aumento acentuado da movimentação do porto de forma sustentável 14 Nova Alcântara Novo Nó Ferroviário e Terminal de Contentores Lisboa, 28 de Abril de 2008 15.
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    4_18 e 4_18 e validade sub23 sub23 Títulos ocasionais normal (valores em euros) temporal normal Escalão B Escalão A Bilhete Carris/Metro* 1,50 Bilhete diário (24h) Metro/Comboios de Portugal Carris/Metro** 6,40 Linha da Azambuja Carris/Metro/Transtejo (Cacilhas)** 9,50 Metro/CP Alverca 30 dias 59,95 44,95 24,00 Carris/Metro/CP** 10,55 Metro/CP Vila Franca de Xira 30 dias 73,95 55,45 29,60 * Válido para uma viagem durante 1h, após a primeira validação. Metro/CP Azambuja 30 dias 88,65 66,50 35,45 Não permite duas entradas consecutivas no metro. ** Válido durante um período de 24h após a primeira validação. Linha de Cascais Metro/CP Oeiras 30 dias 59,95 44,95 24,00 Zapping Metro/CP Cascais 30 dias 72,00 54,00 28,80 Tarifas Carregamento em cartões viva viagem/7 colinas e Lisboa viva Linha de Sintra dos seguintes montantes: 3€, 5€, 10€, 15€, 20€, 25€, 30€, 35€ e 40€. Metro/CP Queluz 30 dias 50,60 37,95 20,25 59,95 44,95 24,00 Viagem no Metro 1,33 Metro/CP Rio de Mouro 30 dias Válido em toda a rede. Metro/CP Sintra 30 dias 74,15 55,60 29,65 Cartão bancário Metro/Rodoviária de Lisboa Viagem no Metro 1,33 Metro/RL1 mensal 46,00 34,50 18,40 Válido em toda a rede. Metro/RL2 mensal 51,40 38,55 20,55 Metro/RL3 mensal 60,20 45,15 24,10 4_18 Cartões normal sub23 Metro/Transportes Sul do Tejo Metro/TST A/E 30 dias (úteis)* 45,70 34,30 18,30 viva viagem/7 colinas 0,50 (em vigor desde 1 de janeiro 2019) (em vigor desde 1 de janeiro Metro/TST A1/E 30 dias (úteis)* 53,65 40,25 21,45 Lisboa viva* 7,00 3,50 Metro/TST A1sx/E 30 dias (úteis)* 74,90 56,20 29,95 Lisboa viva urgente** 12,00 6,00 Metro/TST A 30 dias 51,55 38,65 20,60 * Estações de metro Jardim Zoológico, Colégio Militar/Luz, Marquês de Pombal, Metro/TST A1 30 dias 59,75 44,80 23,90 Campo Grande, Rossio, Baixa Chiado, Cais do Sodré, Oriente e Aeroporto.
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  • Relatório Técnico De Avaliação Do Programa De Investimentos Pni 2030 – Ferrovia

    Relatório Técnico De Avaliação Do Programa De Investimentos Pni 2030 – Ferrovia

    2020 RELATÓRIO TÉCNICO DE AVALIAÇÃO DO PROGRAMA DE INVESTIMENTOS PNI 2030 – FERROVIA APOIO DE CONSULTORIA AO CSOP ACÚRCIO MENDES DOS SANTOS ERNESTO J. S. MARTINS DE BRITO Abril 2020 NOTA DE CONJUNTURA O violento surto pandémico mundial designado por Covid19 e que se propaga desde o início do corrente ano de forma avassaladora obrigou a excepcionais medidas de emergência em matéria de saúde publica ao nível do globo o que produziu um violentíssimo efeito na economia mundial por efeito dos súbitos choques, tanto na oferta como na procura. Esta realidade, até agora nunca vivida pelas sociedades e fruto das intensas interações resultantes da globalização, vem trazer um exigentíssimo duplo desafio a todos nós: o de conter e inverter o colapso da saúde publica e, ao mesmo tempo, recuperar e revitalizar as economias. O que começa a ser uma evidencia é que haverá muitos aspectos da sociedade e da economia que vão sofrer mudanças profundas apontando-se já para o lado positivo desta circunstância, focado na oportunidade de aceleração da transformação para toda uma nova economia de baixo carbono, centrada na emergência climática e nas energias renováveis. Assim, parece claro que a iniciativa da UE de uma Estratégia da Mobilidade Hipocarbónica, anunciada em 2017 com o objectivo de estabelecer as “guide lines” de um novo paradigma de mobilidade não poluente e mais competitiva, irá sofrer um impulso significativo com os respectivos planos de acção e de investimento a anteciparem a sua execução e operacionalidade. Por outro lado, o profundo choque económico por cessação de muitas e diversificadas actividades irá gerar uma séria crise de desemprego, pese embora todos os esforços e medidas em curso adoptadas pelos governos para manterem uma base mínima do estado de prontidão das estruturas produtivas com “layoffs” generalizados, com vista ao seu arranque nos pós Covid 19.