Mapa Geologico Do Quaternario Costeiro Dos Estados Do Parana E
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Programa Federativo De Enfrentamento Ao Coronavírus No Estado De Santa Catarina
+ Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus no Estado de Santa Catarina Os valores destinados ao Estado de Santa Catarina, decorrentes da distribuição estabelecida nos termos do Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus, são os seguintes: - dentre os recursos a serem aplicados na área de saúde pública: - R$ 219 milhões para o Estado, conforme critérios de população e incidência de COVID-19*; - R$ 102 milhões para os Municípios, conforme critério populacional; - R$ 1,151 bilhões de livre aplicação, pertencentes ao Estado; - R$ 780 milhões de livre aplicação, pertencentes aos Municípios; - R$ 724 milhões pela suspensão no pagamento da dívida* com organismos internacionais e com a União, incluindo dívidas do Estado e dos respectivos Municípios. O total é de R$ 2,977 bilhões, mas além desses valores ainda é necessário somar a eventual dívida com bancos privados. *Observação: os dados relativos à suspensão de dívidas foram fornecidos pelo Ministério da Economia, e os referentes à incidência de COVID-19 em 29/04/2020, pelo Ministério da Saúde. % Recebido Auxílio Recebido pelo Pop. Estimada UF Município pelo Município [IBGE] Município (total nacional de 20+3bi) SC Abdon Batista 2.563 0,04% R$ 315.439,22 SC Abelardo Luz 17.904 0,25% R$ 2.203.520,80 SC Agrolândia 10.864 0,15% R$ 1.337.078,30 SC Agronômica 5.448 0,08% R$ 670.508,34 SC Água Doce 7.145 0,10% R$ 879.365,29 SC Águas de Chapecó 6.486 0,09% R$ 798.259,38 SC Águas Frias 2.366 0,03% R$ 291.193,60 SC Águas Mornas 6.469 0,09% R$ 796.167,12 SC Alfredo Wagner 10.036 0,14% -
Contribuição Do Ensino Da Geografia: Litoral De Santa Catarina
CONTRIBUICAO AD ENSINO DA GEOGRAFIA:LITORAL DE SANTA CATARINA ARLENE M. M. PRATES* JUDITE I. MANZOLLI* MARLI A. F. O. MIRA* o litoral catarinense estende-se por 531 Km, desde a foz do rio Sai-guayu ate a foz do rio Mampituba. No trecho compreen dido entre a fronteira com 0 Parana e 0 cabo de Santa Marta toma a direyao Norte-SuI. A partir de Laguna, inclina-se em direyao SW ate 0 Rio Grande do SuI. De modo geral, a medida que mUda a direyao da linha da costa, modificam-se tambem as paisagens li toraneas, a saber: litoral cristalino associado a sedimentayao recente no trecho inicial; e costa predominantemente retilinea e sedimentar do Cabo de Santa Marta para 0 SuI. Para melhor compreensao do litoral catarinense, passa-se a analisa-lo detalhadamente em trechos sucessivos, de Norte para SuI. 1. Da foz do rio Sai-guayu ate a ponta de Itapocoroi no munici pio de Penha. Esse trecho do litoral caracteriza-se por uma ampla faixa de sedimentos quaternarios, de origem marinha que interligaram gradativamehte os blocos cristalinos anteriormente isolados. Co mo conseq6encia houve uma retificayao do litoral com 0 apareci mento de extensas praias. * Professoras do Departamento de Geoaienaias da UFSC. GEOSUL - N9 :3 - 19 sern. 1987. 122 o maior acidente do trecho e a ilha de Sao Francisco, que atualmente se encontra ligada ao continente atraves do canal do Linguado. Entre a ilha de Sao Francisco e 0 continente encontra se a baia de Babitonga, uma das maiores reentrancias do litoral, onde se localiza 0 porto de Sao Francisco do SuI. -
15 De Maio De 2020 15 De Maio De 2020
15 de maio de 2020 15 de maio de 2020 4.523.916 218.223 4.562 2.516 casos confirmados casos confirmados casos confirmados recuperados 306.412 14.817 1.967 79 óbitos óbitos casos ativos óbitos EVOLUÇÃO DOS CASOS CONFIRMADOS EM SANTA CATARINA Data de início dos sintomas EVOLUÇÃO DOS ÓBITOS EM SANTA CATARINA TESTES 28.100exames processadosexames (total) processados (total) 58361 exames aguardando resultado (Lacen) Data do óbito 2 15 de maio de 2020 DETALHAMENTO DOS CASOS CONFIRMADOS E ÓBITOS 15 de maio de 2020 DISTRIBUIÇÃO DE CASOS POR MUNICÍPIO 166 municípios com casos confirmados DISTRIBUIÇÃO DE ÓBITOS POR MUNICÍPIO 40 municípios com óbitos registrados 4 15 de maio de 2020 CASOS CONFIRMADOS POR MACRORREGIÃO DE SAÚDE 460 Planalto Norte e Nordeste 615 661 Grande Oeste 660 Foz do Vale do Rio Itajaí 600 Itajaí Meio Oeste e Serra Catarinense 677 Grande 29 Florianópolis Outros estados 3 Outros países 857 Sul ÓBITOS POR MACRORREGIÃO DE SAÚDE 15 Planalto Norte e Nordeste 1 12 Grande Oeste 7 Foz do Vale do Rio Itajaí 6 Itajaí Meio Oeste e Serra Catarinense 12 Grande Florianópolis 24 Sul 5 15 de maio de 2020 CASOS E ÓBITOS POR MUNICÍPIO E MACRORREGIÃO DE SAÚDE GRANDE FLORIANÓPOLIS 677 12 - Gaspar 31 1 - Águas Mornas 2 - Guabiruba 7 1 - Alfredo Wagner - Ibirama - Angelina - Imbuia - Anitápolis - Indaial 36 2 - Antônio Carlos 19 4 - Ituporanga 5 1 - Biguaçu 12 - José Boiteux - Canelinha 1 - Laurentino - Florianópolis 466 6 - Lontras - Garopaba 2 - Mirim Doce - Governador Celso Ramos 21 - Petrolândia - Leoberto Leal - Pomerode 16 - Major Gercino - Pouso -
Apresentação Do Powerpoint
PROGRAMAÇÃO BALNEABILIDADE Temporada 2021 Semana 01/02 a 05/02/2021 Número de DATA ROTA pontos Balneário Camboriú, Itapema, Porto Belo 39 e Bombinhas Segunda-feira 01/02 Rota Norte Florianópolis 38 94 pontos Araranguá até Balneário Rincão 17 Governador Celso Ramos, Biguaçu 22 São José e Palhoça Rota Sul de Florianópolis 27 Terça-feira 02/02 115 pontos Jaguaruna, Laguna, Imbituba e Garopaba 23 Balneário Barra do Sul, São Francisco do Sul, Itapoá, Barra Velha, Piçarras, Penha, Navegantes 43 e Itajaí Quarta-feira 03/02 Rota Norte/Sul/Continente 22 22 pontos Quinta-feira Sem coletas nesta data 04/02 Sexta-feira Sem coletas nesta data 05/02 PROGRAMAÇÃO BALNEABILIDADE Temporada 2021 Semana 08/02 a 12/02/2021 Número de DATA ROTA pontos Balneário Camboriú, Itapema, Porto Belo 39 e Bombinhas Segunda-feira 08/02 Rota Norte Florianópolis 38 94 pontos Araranguá até Balneário Rincão 17 Governador Celso Ramos, Biguaçu 22 São José e Palhoça Rota Sul de Florianópolis 27 Terça-feira 09/02 115 pontos Jaguaruna, Laguna, Imbituba e Garopaba 23 Balneário Barra do Sul, São Francisco do Sul, Itapoá, Barra Velha, Piçarras, Penha, Navegantes 43 e Itajaí Quarta-feira 10/02 Rota Norte/Sul/Continente 22 22 pontos Quinta-feira Sem coletas nesta data 11/02 Sexta-feira Sem coletas nesta data 12/02 PROGRAMAÇÃO BALNEABILIDADE Temporada 2021 Semana 15/02 a 19/02/2021 Número de DATA ROTA pontos Balneário Camboriú, Itapema, Porto Belo 39 e Bombinhas Segunda-feira 15/02 Rota Norte Florianópolis 38 94 pontos Araranguá até Balneário Rincão 17 Governador Celso Ramos, Biguaçu -
4200051 42 Santa Catarina 10 Sc Sr 10
COD MUNICIPIO NOME DO MUNICIPIO COD UF NOME DA UF SG UF 4200051 ABDON BATISTA 42 SANTA CATARINA SC NOME DA SR COD MICRO COD MICRORREGIAO NOME DA MICRORREGIAO 10 SR 10 - SANTA CATARINA 009 42009 CURITIBANOS DESC NU ZONA QT AREA NU FRACAO MINIMA CO ZONA TIPICA LIM AREAS_ESP IMOVEIS AREA 50 PECUARIA MOD. FISCAL PARCELAMENTO MODULO 50 MUNICIPIOS MICRORREGI A3 3 20 3 3 45 235,8310 PA 12 20 1.094 25.261,4469 NOME CATEGORIA QTDE TOTAL NOME CATEGORIA QTDE TOTAL (HECTARES) Mais de 0 a menos de 1 5 2,4804 Mais de 0 a 0,5 MF 347 2.100,9391 1 a menos de 2 8 10,4612 Mais de 0,5 a menos de 1 MF 323 4.620,0934 2 a menos de 5 127 501,7728 De 1 a 2 MF 278 7.667,2326 5 a menos de 10 205 1.566,2247 Mais de 2 a 3 MF 64 3.148,2213 10 a menos de 25 452 7.584,1390 Mais de 3 a 4 MF 27 1.861,9180 25 a menos de 50 191 6.536,9665 Mais de 4 a 5 MF 14 1.296,6974 50 a menos de 100 65 4.493,0572 Mais de 5 a 6 MF 8 881,9000 100 a menos de 250 15 1.994,3676 Mais de 6 a 10 MF 6 866,2676 250 a menos de 500 6 1.863,1775 Mais de 10 a 15 MF 4 1.132,4775 500 a menos de 1000 1 708,8000 Mais de 15 a 20 MF 3 976,9000 19 0,0000 Mais de 20 a 50 MF 1 708,8000 T O T A L 1.094 25.261,4469 19 0,0000 T O T A L 1.094 25.261,4469 Fonte: Sistema Nacional de Cadastro Rural - SNCR JULHO/2018 COD MUNICIPIO NOME DO MUNICIPIO COD UF NOME DA UF SG UF 4200101 ABELARDO LUZ 42 SANTA CATARINA SC NOME DA SR COD MICRO COD MICRORREGIAO NOME DA MICRORREGIAO 10 SR 10 - SANTA CATARINA 003 42003 DESC NU ZONA QT AREA NU FRACAO MINIMA CO ZONA TIPICA LIM AREAS_ESP IMOVEIS AREA 50 PECUARIA MOD. -
De Acordo Com O Item 0104 Da NPCP/CPSC
NORMAS E PROCEDIMENTOS DA CAPITANIA DOS PORTOS DE SANTA CATARINA NPCP MARINHA DO BRASIL CAPITANIA DOS PORTOS DE SANTA CATARINA 2016 FINALIDADE NORMATIVA OSTENSIVO NPCP-SC NORMAS E PROCEDIMENTOS DA CAPITANIA DOS PORTOS DE SANTA CATARINA MARINHA DO BRASIL 2016 OSTENSIVO I NPCP-SC MARINHA DO BRASIL JM/JM/20 CAPITANIA DOS PORTOS DE SANTA CATARINA 001 PORTARIA Nº 9/CPSC, DE 11 DE MARÇO DE 2016. Aprova as Normas e Procedimentos para a Capitania dos Portos (NPCP) na área de jurisdição da Capitania dos Portos de Santa Catarina. O CAPITÃO DOS PORTOS DE SANTA CATARINA, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo Decreto nº 2.596, de 18 de maio de 1998, que regulamenta a Lei nº 9.537, de 11 de dezembro de 1997, e de acordo com o que dispõe as Normas Técnicas Orientadoras para as Capitanias – NORTEC-50, do Diretor de Portos e Costas, resolve: Art. 1º Aprovar as Normas e Procedimentos para a Capitania dos Portos (NPCP) na área de jurisdição da Capitania dos Portos de Santa Catarina, que a esta acompanham. Art. 2º As próximas alterações, acréscimos e cancelamentos de folhas destas Normas serão efetuadas, quando necessário, por meio de Folhas de Distribuição de Modificação (FDM), emitidas e validadas por Ato Normativo específico desta Capitania ratificado pelo Comandante do 5º Distrito Naval, após submetidas à Diretoria de Portos e Costas, conforme previsto no item 0102 da NORTEC-50. Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na presente data. Art. 4º Revoga-se a Portaria nº 16/CPSC, de 8 de maio de 2008. -
Foro Extrajudicial
CORREGEDORIA-GERAL DA JUSTIÇA DO ESTADO DE SANTA CATARINA NÚCLEO IV – SERVENTIAS EXTRAJUDICIAIS SETOR II – FISCALIZAÇÃO E INSPEÇÃO PROJETO ANUAL DE INSPEÇÕES CORREICIONAIS IN LOCO Florianópolis, janeiro de 2013 1. IDENTIFICAÇÃO 1.1 PROJETO E EXECUÇÃO: - Desembargadora Salete Silva Sommariva – Vice-Corregedora-Geral da Justiça. - Dr. Davidson Jahn Mello – Juiz-Corregedor – Núcleo IV – Serventias Extrajudiciais. - Alexsandro Postali – Assessor Correcional – coordenador – Núcleo IV 1.2 EQUIPE CORREICIONAL: - Eduardo Pinheiro Grazotto da Silva; - Jussara Aparecida Barboza; - Marco Túlio Soares da Costa; - Raul Wanderley Eble; e - Valéria Mazaro Barbosa. 2. OBJETIVOS 2.1 OBJETIVOS GERAIS - Estabelecer um cronograma para inspeções correicionais extrajudiciais, de modo a otimizar a atuação do Setor II do Núcleo IV da CGJ. - Imprimir um caráter itinerante na gestão das atividades da Corregedoria-Geral da Justiça; - Apurar as principais dissonâncias entre a atuação das serventias e os comandos legais/normativos em cada região. - Orientar as serventias extrajudiciais para o perfeito cumprimento dos ditames legais e normativos. - Uniformizar a prática regional de atos notariais e registrais. - Promover as inspeções correicionais de 2 (duas) formas, a saber: inspeção in loco e inspeção virtual, esta com base na versão preliminar do Sistema de Auditoria do Selo Digital de Fiscalização, ambas a serem realizadas pela assessoria da CGJ. - Ultrapassar a meta estabelecida pelo CNJ 1 e realizar correições em 58% (cinquenta e oito por cento) das serventias extrajudiciais. Tal quantia resulta da diferença entre o montante atingido no ano de 2012 - 42% (quarenta e dois por cento) - e um dos objetivos da atual gestão, que é inspecionar 100% (cem por cento) dos cartórios do Estado. -
Pesquisa De Estoques
Pesquisa de Estoques número 2 julho/dezembro 2014 ISSN 1519-8642 parte 23 Santa Catarina Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística -IBGE Presidenta da República Dilma Rousseff Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão Nelson Barbosa INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE Presidenta Wasmália Bivar Diretor Executivo Fernando J. Abrantes ÓRGÃOS ESPECÍFICOS SINGULARES Diretoria de Pesquisas Roberto Luís Olinto Ramos Diretoria de Geociências Wadih João Scandar Neto Diretoria de Informática Paulo César Moraes Simões Centro de Documentação e Disseminação de Informações David Wu Tai Escola Nacional de Ciências Estatísticas Maysa Sacramento de Magalhães UNIDADE RESPONSÁVEL Diretoria de Pesquisas Coordenação de Agropecuária Flavio Pinto Bolliger Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE Pesquisa de Estoques número 2 julho/dezembro 2014 parte 23 Santa Catarina Pesq. estoq., Rio de Janeiro, n. 2, p. 1-45, jul./dez. 2014 SUMÁRIO Apresentação.................................................................................................................................. VI Notas técnicas Características básicas da pesquisa ................................................................................................. VII Divulgação dos resultados ............................................................................................................... IX Tabelas de Resultados 1 - Unidades armazenadoras, com indicação do número de informantes e capacidade útil -
Síntese Informativa Da Microrregião De Itajaí Câmpus Geraldo Itajaí
Síntese Informativa da Microrregião de Itajaí Câmpus Geraldo Itajaí Versão 2 Florianópolis, 22 de novembro de 2013 CAMPUS ITAJAÍ MICRORREGIÃO DE ITAJAÍ ASPECTOS DEMOGRÁFICOS Tabela 1 – Microrregião Itajaí São João do Itaperiú 3.438 População -2000 – 2010 Ilhota 12.356 População 2010 Município 12 Bombinhas 14.312 População Censo 2000 404.854 Porto Belo 16.118 População Censo 2010 571.027 Balneário Piçarras 17.074 População homens 280.619 Barra Velha 22.403 % de homens 49,14% Penha 25.140 População mulheres 290.408 Itapema 45.814 % de mulheres 50,86% Navegantes 60.588 População urbana 542.079 Camboriú 62.289 % urbana 94,93% Balneário Camboriú 108.107 População rural 28.948 Itajaí 183.388 % rural 5,07% Taxa de Crescimento 41,05% 0 50.000 100.000 150.000 200.000 Fonte: IBGE – Censo 2010 Tabela 2 – População residente, por grupos de idade – 2010 Município 0 a 10 anos 10 a 19 anos 20 a 29 anos 30 a 39 40 a 49 anos 50 a 59 anos 60 a 69 anos 70 anos ou mais Balneário Camboriú 11.955 16.103 21.800 17.828 15.174 12.466 7.418 5.345 Balneário Piçarras 2.515 3.156 2.664 2.616 2.262 1.947 1.169 749 Barra Velha 3.346 4.115 3.263 3.304 2.934 2.554 1.754 1.116 Bombinhas 2.038 2.459 2.555 2.421 2.039 1.472 822 487 Camboriú 10.274 12.225 11.566 10.625 8.242 5.317 2.537 1.575 Ilhota 1.824 2.254 2.237 1.877 1.765 1.215 655 528 Itajaí 25.864 31.206 35.474 30.071 25.916 18.552 9.428 6.862 Itapema 6.226 7.926 8.170 7.433 6.462 5.046 2.914 1.620 Navegantes 9.531 11.131 11.039 9.505 8.100 5.845 3.323 2.082 Penha 3.589 4.252 4.118 3.856 3.420 2.856 1.873 1.177 Porto -
Relatório Analítico Comparativo Dos Municípios Catarinenses Município
COT – Centro de Apoio Operacional da Ordem Tributária Relatório Analítico Comparativo dos Municípios Catarinenses Município de Araquari Rua Pedro Ivo, 231 - 10º Andar – Centro - 88010-070 – Florianópolis/SC – Telefone: (48) 3330-9550 [email protected] CENTRO DE APOIO OPERACIONAL DA ORDEM TRIBUTÁRIA Relatório de Acompanhamento do Programa Saúde Fiscal dos Municípios Relatório n. 2008217 (Data da emissão: 25/08/2020) Município: Araquari Indicador de População: 33.867 habitantes (Fonte IBGE – Projeção 2016) Associação de Municípios: AMUNESC Informações MPSC: É signatário do Programa Saúde Fiscal, desde 2014 (TCT n.195/2014) 1 - Detalhamento e objeto do relatório O Programa Saúde Fiscal foi desenvolvido, em sua origem, como instrumento de integração entre os Municípios e o Ministério Público do Estado de Santa Catarina para dar efetividade ao combate à evasão tributária municipal, em razão dos expressivos resultados obtidos através da similar parceria com o fisco estadual. Para o alcance desse intento, porém, tornou-se necessária a adoção de uma metodologia uniforme, voltada a auxiliar os Municípios Catarinenses a corrigir as distorções do sistema tributário municipal, notadamente quanto à instituição, cobrança e fiscalização dos tributos próprios. Sabidamente, entre as funções institucionais do Ministério Público está a de proteger o patrimônio público, o que reclama a contenção do desperdício de recursos, a tutela de adequada arrecadação, a prevenção e o questionamento de responsabilidades relacionadas à gestão fiscal. Assim, foram editados relatórios para produzir conhecimento que possa ser de interesse do Ministério Público no planejamento de ações e medidas pontuais ao desenvolvimento do programa, também dirigidos aos gestores municipais, permitindo sua utilização à identificação de boas práticas de gestão tributária, notadamente a partir dos resultados aferidos em Municípios de similar porte populacional e economia. -
Relação Dos Critérios De Sustentabilidade E Do Plano
Revista de Gestão Ambiental e Sustentabilidade E-ISSN: 2316-9834 [email protected] Universidade Nove de Julho Brasil Freitas da Silva, Andrey; Fernandes Pereira, Maurício ANÁLISE PROSPECTIVA E CRÍTICA DO TERRITÓRIO DE ARAQUARI: RELAÇÃO DOS CRITÉRIOS DE SUSTENTABILIDADE E DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL COM O DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL SUSTENTÁVEL Revista de Gestão Ambiental e Sustentabilidade, vol. 3, núm. 2, mayo-agosto, 2014, pp. 1 -15 Universidade Nove de Julho São Paulo, Brasil Disponível em: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=471647054001 Como citar este artigo Número completo Sistema de Informação Científica Mais artigos Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe , Espanha e Portugal Home da revista no Redalyc Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto Revista de Gestão Ambiental e Sustentabilidade – GeAS GeAS – Revista de Gestão Ambiental e Sustentabilidade E-ISSN: 2316-9834 Organização: Comitê Científico Interinstitucional/ Editora Científica: Profa. Dra. Cláudia Terezinha Kniess Revisão: Gramatical, normativa e de formatação. DOI: 10.5585/geas.v3i2.110 ANÁLISE PROSPECTIVA E CRÍTICA DO TERRITÓRIO DE ARAQUARI: RELAÇÃO DOS CRITÉRIOS DE SUSTENTABILIDADE E DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL COM O DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL SUSTENTÁVEL 1 Andrey Freitas da Silva 2Maurício Fernandes Pereira Catarina. Recebido: 30/05/2014 Aprovado: 24/07/2014 RESUMO O artigo trata da análise prospectiva e crítica do território de Araquari (Santa Catarina), de acordo com os critérios de sustentabilidade de Ignacy Sachs e com o Plano Diretor Municipal no campo do desenvolvimento territorial sustentável. A pesquisa é qualitativa e exploratória. Leva em conta o contexto sócio-histórico do município, tendo o objetivo de identificar potencialidades do território e destacar possibilidades para os atores, a gestão, as configurações organizacionais e as transformações sociais decorrentes da instalação de uma fábrica automotora da Bayerische Motoren Werke (BMW) até 2014. -
Geochemistry of Part of the Santa Catarina Granulitic Complex, Southern Brazil: a Model of Differentiation from High Alumina Basalt
Revista Brasileira de Geociencias 27(l):33-40,mar9odel997 GEOCHEMISTRY OF PART OF THE SANTA CATARINA GRANULITIC COMPLEX, SOUTHERN BRAZIL: A MODEL OF DIFFERENTIATION FROM HIGH ALUMINA BASALT MÁRIO C. HEREDIA FIGUEIREDO* (IN MEMORIAM), IAN MCREATH*, MIGUEL A. S. BASEI* & MARTA S. M. MANTOVANI** RESUMO GEOQUÍMICA DE PARTE DO COMPLEXO GRANULÍTICO DE SANTA CATARINA, BRA- SIL AUSTRAL: UM MODELO DE DIFERENCIAÇÃO DE BASALTO TOLEIÍTICO DE ALTO-AL Parte do Complexo Granulítico de Santa Catarina é composta de uma sequência cálcio-alcalina, básica a ácida e cogenética, bem como piroxenitos. Anortositos, trondhjemitos, anfibolitos e metassedimentos são subordinados. A sequência cálcio-alcalina compõe-se de noritos, enderbitos e charno-enderbitos. As composições do granulitos intermediários- ácidos assemelha-se as de tonalitos a alto-Al e granodioritos arqueanos, enquanto os granulitos básicos correspondem a toleiítos alto-Al. Os piroxenitos de Barra Velha possuem composições augíticas e apresentam, localmente, texturas de cumulatos. Os dados de geoquímica sugerem que a sequência cálcio-alcalina formou-se através de cristalização fracionada de toleiítos alto-Al. Plagioclásio, olivina ou ortopiroxênio e clinopiroxênio foram as fases principais. Os piroxenitos correspondem a cumulatos de piroxênio formados precocemente durante a cristalização fracionada de basalto a alto-Al, enquanto rochas com teores muito elevados de Al devem ser cumulatos de plagioclásio, e rochas com altos teores de Fe devem ser cumulatos de minerals ferro magnesianos. Essas observações demonstram que a subducção de crosta oceânica, fria e hidratada, seguida pela sua desidratação com invasão da cunha sobrejacente pelos fluidos liberados e fusão parcial do manto peridotítico dessa cunha, com geração de magmas máficos, pode ter occorido durante o Arqueano tardio.