Mapa Geologico Do Quaternario Costeiro Dos Estados Do Parana E

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Mapa Geológico do Quaternário Costeiro dos Estados do Paraná e Santa Catarina Mapa Geológico do Quaternário . Costeiro dos Estados do Paraná e Santa Catarina REPÚBLICA FEDERATIV A DO BRASIL MINISTÉRIO DAS MINAS E ENERGIA DEPARTAMENTO NACIONAL DA PRODUÇÃO MINERAL Série Geologia, n~ 28 Seção Geologia Básica, n~ 18 Mapa Geológico do Quaternário Costeiro dos Estados do Paraná e Santa Catarina Louis Martin (ORSTOM. França/Observatório Nacional - CNPq. Brasil) Kenitiro Suguio (Instituto de Geociências - USP) Jean-Marie Flexor (Observatório Nacional - CNPq, Rio de Janeiro) Antônio E.G. de Azevedo (Instituto de Física - UFBa) BRASIL lQRR Publicação do Copyright 1988 - DNPM Depósito legal: Departamento Nacional da Produção Mineral- DNPM Reservados todos os direitos. Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro Setor de Autarquias Norte, Quadra 1, Bloco B Permitida a reprodução parcial, Instituto Nacional do Livro 70040 - Brasília, DF - Brasil desde que seja mencionada a fonte. Biblioteca do Ministério das Minas e Energia Telex 0611116 DNPM BR Tiragem: 1.000 exemplares ESTE VOLUME FOI PREPARADO PARA IMPRESSÃO NO SERVIÇO DE EDIÇÕES TÉCNICAS - SETEC DA COMPANHIA DE PESQUISA DE RECURSOS MINERAIS - CPRM BRASIL. Departamento Nacional da Produção Mineral. Mapa geológico do quaternário costeiro dos estados do Paraná e Santa Catarina por Louis Martin, Kenitiro Suguio, Jean- Marie Flexor e Antonio E. G. de azevedo. Brasília, 1988....p.i1. mapas. (Brasil. Departamento Nacional da Produção Mineral. Sér. Geologia, 28. Seção Geologia Básica, 18). 1. Geologia - Quaternário - Paraná. 2. Geologia - Quaternário - Santa Catarina. I. Martin, L. 11. Suguio, K IlI. Flexor, J-M. IV. Azevedo, Antô• nio, E.G.V. V. Título. VI. Série. CDD: 558.162.022 CDU: 55(816.2) Apresentação Ao iniciar-se a nova fase de levantamentos geológicos básicos no País, uma das preocupações do De­ partamento Nacional da Produção Mineral é a de promover a edição de obras técnicas, produto daqueles trabalhos ou para subsídios aos mesmos. A publicação deste MAPA GEOLÓGICO DO QUATERNÁRIO COSTEIRO DOS ESTADOS DO PA­ RANÁ E SANTA CATARINA inclui-se naquele último contexto, inserindo-se, ademais, no espírito do DNPM de somar esforços no interesse da comunidade geocientífica brasileira. Os autores do trabalho - Drs. Louis Martin, Kenitiro Suguio, Jean-Marie Flexor e Antônio E. G. de Aze­ vedo, pertencentes a instituições diferentes e de alto valor, são por demais conhecidos dessa comunidade e dispensam maiores observações. Na certeza de, mais uma vez, estar contribuindo para o conhecimento da geologia do Brasil e para o crescimento de seu Setor Mineral como um todo, sente o DNPM um grande orgulho em poder oferecer ao público mais uma obra de real mérito para as geociências brasileiras, esperando que ela venha a atender aos anseios de quantos lidam com a matéria. Brasflia, dezembro de 1988 José Belfort dos Santos Bastos Diretor-Geral do DNPM Agradecimentos Os autores deixam expressos os mais sinceros agradecimentos ao Conselho Nacional de Desenvolvi­ mento Científico e Tecnológico (CNPq) e à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FA­ PESP), pelo suporte financeiro para as pesquisas de campo; ao 119 Distrito do Departamento Nacional da Produção Mineral (DNPM), pelo empréstimo de fotografias aéreas do litoral do Estado de Santa Catarina; e ao DNPM, como um todo, pela publicação desta obra. Sumário 1. INTRODUÇÃO .............................. .. 01 1.1 - Resumo da Geologia da Região Costeira ................................. .. 01 1.2 - Resumo da Fisiografia da Região Costeira ................................ .. 01 a) Setor norte . .. 01 b) Setor médio .................................................. .. 01 c) Setor sul .................................................... .. 01 1.3 - Resumo do Clima da Região Costeira ................................... .. 02 a) Massa de ar tropical atlântica ....................................... .. 02 b) Masa de ar polar . .. 02 2. NíVEIS MARINHOS ALTOS, DURANTE O QUATERNÁRIO, NO LITORAL DOS ESTADOS DO PARANÁ E SANTA CATARINA. ..................................... .. 03 2.1 - Evidências de antigos níveis marinhos altos na costa brasileira ................... .. 03 a) Evidências sedimentológicas , 03 b) Evidências biológicas ............................................ .. 03 c) Evidências pré-históricas ......................................... .. 03 2.2 - Antigos níveis marinhos altos na costa brasileira ............................ .. 03 2.2.1 - Nível mar'nho alto holocênico ....................................... .. 03 2.2.2 - Nível rnannho alto de 120.000 anos A.P. .. 04 2.2.3 - Níveis marinhos altos anteriores a 120.000 anos A.P. .. 04 2.3 - Níveis marinhos altos, durante o Quaternário, no litoral do estado do Paraná. ........... .. 04 2.3.1 - Nível marinho alto holocênico , 04 a) Nível marinho máximo holocênico ................................... .. 04 b) Primeiro episódio de nível marinho alto. ............................... .. 04 c) Indicação de oscilação do nível relativo do mar entre 4.000 e 3.600anos A.P. .. 05 d) Indicação de mudança do nível relativo do mar entre 3.000 e 2.500 anos A.P. .. 06 e) Tendências gerais de variações do nível marinho holocênico .................. .. 06 2.3.2 - Nível marinho alto de 120.000 anos A.P. .. 06 2.3.3 - Níveis marinhos altos anteriores a 120.000 anos A.P. .. 06 2.4 - Níveis marinhos altos, durante o Quaternário, no litoral do estado de Santa Catarina ...... .. 07 2.4.1 - Nível marinho alto holocênico ,........... .. 07 a) Primeiro episódio de nível marinho alto ,........... .. 07 b) Segundo e terceiro episódios de níveis marinhos altos . .. 07 2.4.2 - Nível marinho alto de 120.000 anos A.P. .. 08 2.4.3 - Níveis marinhos altos anteriores a 120.000 anos A.P. .. 08 3. CONSEQÜÊNCIAS DAS VARIAÇÕES DO NíVEL RELATIVO DO MAR SOBRE A SEDIMENTAÇÃO L1TORÃNEA ... , ..................................... .. 09 3.1 - Papel das flutuações do nível relativo do mar na sedimentação arenosa costeira ........ .. 09 3.2 - Papel da deriva litorânea de areias na sedimentação costeira .................... .. 09 4. CARACTERíSTICAS E DISTRIBUiÇÃO DOS DEPÓSITOS QUATERNÁRIOS MARINHOS E LAGUNARES NO LITORAL DOS ESTADOS DO PARANÁ E SANTA CATARINA. ...... .. 11 4.1 - Terraços marinhos arenosos pleistocênicos de 120.000 anos A.P. .. 11 4.2 - Terraços marinhos arenosos holocênicos . .. 11 4.3 - Depósitos conqlorneráticos relacionados a níveis marinhos altos do pleistoceno . .. 11 4.4 - Depósitos holocênicos areno-argilosos . " 12 4.5 - Depósitos atuais de manguezais e pântanos costeiros . .. 12 5. CARACTERíSTICAS E DISTRIBUiÇÃO DOS DEPÓSITOS CONTINENTAIS QUATERNÁRIOS NO LITORAL DOS ESTADOS DO PARANÁ E SANTA CATARINA. ................. .. 14 5.1 - Depósitos aluviais e coluviais . .. 14 5.2 - Depósitos eólicos . ". .. 14 a) Dunas antigas . .. 14 b) Dunas holocênicas inativas . .. 14 c) Dunas ativas . .. 14 5.3 - Depósitos fluviolagunares . .. 14 5.4 - Depósitos de turfa . .. 14 6. EVOLUÇÃO PALEOGEOGRÁFICA E PALEOCLlMÁTICA DO LITORAL DOS ESTADOS DO PARANÁ E SANTA CATARIN~ ...................................... .. 16 a) Estádio 1 16 b) Estádio 2 . .. 16 c) Estádio 3 . .. 16 d) Estádio 4 . .. 16 e) Estádio 5 . .. 16 f) Estádio 6 , " 16 g) Estádio 7 . .. 16 7. OCORRÊNCIAS MINERAIS 17 a) Areias ..... .................. .. ................................ .. 17 b) Minerais pesados . .. 17 c) Cascalhos, siltes e argilas . .. 17 d) Concheiros naturais . .. 17 e) Turfas. ....................................................... .. 17 f) Diatomáceas 17 NOTA DOS AUTORES. ................................................ .. 17 8. BIBLIOGRAFIA. ................................................... .. 19 APÊNDICE 1 Sambaquis conhecidos no litoral do Estado do Paraná . .. 23 APÊNDICE 2 Sambaquis conhecidos no litoral do Estado de Santa Catarina . .. 31 1. INTRODUÇÃO A região estudada está compreendida entre a extremidade Pariquera-Açu do estado de São Paulo (Sundaram & Suguio, sul da ilha do Cardoso, correspondente ao limite sul do estado 1985) e Formação Graxaim do Rio Grande do Sul. de São Paulo (23°13'S) e a cidade de Torres, situada no limite Os depósitos quatemários da zona costeira estão direta ou norte do estado do Rio Grande do Sul (29°20'S). Estende-se indiretamente ligados a fases de submersão e emersão e às va­ desde a linha de praia até a área caracterizada pelas primeiras riações climáticas que ocorreram durante o perfodo, mudanças do relevo, que define a faixa costeira segundo a defi­ nição do AGI-"American Geological Institute" (1972). Desta maneira, ela é limitada a leste pelo oceano Atlântico e a oeste 1.2. RESUMO DA FISIOGRAFIA DA REGIÃO COSTEIRA pelos relevos das serras do Mar e Geral. Em algumas áreas, como na de Paranaguá, a faixa costeira assim definida pode atingir grande desenvolvimento, chegando a quase 60km de lar­ A zona costeira é limitada a leste pelo oceano Atlântico e a gura, enquanto que em outras regiões ela praticamente desapa­ oeste pe·,o rebordo do planalto atlântico do SE do Brasil, que rece (Martin & Suguio, 1986). forma a serra do Mar. Pouco ao sul de Laguna, a serra do Mar cede lugar à serra Geral, que corresponde à borda do Platô Ba­ sáltico que recobre as formações sedimentares da bacia do Pa­ 1.1. RESUMO DA GEOLOGIA DA REGIÃO COSTEIRA raná. Sob o aspecto fisiográfico é possível reconhecer os três se­ A geologia da região costeira do sul do Brasil é caracterizada tores seguintes na região costeira abrangida pelos estados do pela existência de duas grandes unidades: (a) o embasamento Paraná e Santa Catarina:
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    Síntese Informativa da Microrregião de Itajaí Câmpus Geraldo Itajaí Versão 2 Florianópolis, 22 de novembro de 2013 CAMPUS ITAJAÍ MICRORREGIÃO DE ITAJAÍ ASPECTOS DEMOGRÁFICOS Tabela 1 – Microrregião Itajaí São João do Itaperiú 3.438 População -2000 – 2010 Ilhota 12.356 População 2010 Município 12 Bombinhas 14.312 População Censo 2000 404.854 Porto Belo 16.118 População Censo 2010 571.027 Balneário Piçarras 17.074 População homens 280.619 Barra Velha 22.403 % de homens 49,14% Penha 25.140 População mulheres 290.408 Itapema 45.814 % de mulheres 50,86% Navegantes 60.588 População urbana 542.079 Camboriú 62.289 % urbana 94,93% Balneário Camboriú 108.107 População rural 28.948 Itajaí 183.388 % rural 5,07% Taxa de Crescimento 41,05% 0 50.000 100.000 150.000 200.000 Fonte: IBGE – Censo 2010 Tabela 2 – População residente, por grupos de idade – 2010 Município 0 a 10 anos 10 a 19 anos 20 a 29 anos 30 a 39 40 a 49 anos 50 a 59 anos 60 a 69 anos 70 anos ou mais Balneário Camboriú 11.955 16.103 21.800 17.828 15.174 12.466 7.418 5.345 Balneário Piçarras 2.515 3.156 2.664 2.616 2.262 1.947 1.169 749 Barra Velha 3.346 4.115 3.263 3.304 2.934 2.554 1.754 1.116 Bombinhas 2.038 2.459 2.555 2.421 2.039 1.472 822 487 Camboriú 10.274 12.225 11.566 10.625 8.242 5.317 2.537 1.575 Ilhota 1.824 2.254 2.237 1.877 1.765 1.215 655 528 Itajaí 25.864 31.206 35.474 30.071 25.916 18.552 9.428 6.862 Itapema 6.226 7.926 8.170 7.433 6.462 5.046 2.914 1.620 Navegantes 9.531 11.131 11.039 9.505 8.100 5.845 3.323 2.082 Penha 3.589 4.252 4.118 3.856 3.420 2.856 1.873 1.177 Porto
  • Relatório Analítico Comparativo Dos Municípios Catarinenses Município

    Relatório Analítico Comparativo Dos Municípios Catarinenses Município

    COT – Centro de Apoio Operacional da Ordem Tributária Relatório Analítico Comparativo dos Municípios Catarinenses Município de Araquari Rua Pedro Ivo, 231 - 10º Andar – Centro - 88010-070 – Florianópolis/SC – Telefone: (48) 3330-9550 [email protected] CENTRO DE APOIO OPERACIONAL DA ORDEM TRIBUTÁRIA Relatório de Acompanhamento do Programa Saúde Fiscal dos Municípios Relatório n. 2008217 (Data da emissão: 25/08/2020) Município: Araquari Indicador de População: 33.867 habitantes (Fonte IBGE – Projeção 2016) Associação de Municípios: AMUNESC Informações MPSC: É signatário do Programa Saúde Fiscal, desde 2014 (TCT n.195/2014) 1 - Detalhamento e objeto do relatório O Programa Saúde Fiscal foi desenvolvido, em sua origem, como instrumento de integração entre os Municípios e o Ministério Público do Estado de Santa Catarina para dar efetividade ao combate à evasão tributária municipal, em razão dos expressivos resultados obtidos através da similar parceria com o fisco estadual. Para o alcance desse intento, porém, tornou-se necessária a adoção de uma metodologia uniforme, voltada a auxiliar os Municípios Catarinenses a corrigir as distorções do sistema tributário municipal, notadamente quanto à instituição, cobrança e fiscalização dos tributos próprios. Sabidamente, entre as funções institucionais do Ministério Público está a de proteger o patrimônio público, o que reclama a contenção do desperdício de recursos, a tutela de adequada arrecadação, a prevenção e o questionamento de responsabilidades relacionadas à gestão fiscal. Assim, foram editados relatórios para produzir conhecimento que possa ser de interesse do Ministério Público no planejamento de ações e medidas pontuais ao desenvolvimento do programa, também dirigidos aos gestores municipais, permitindo sua utilização à identificação de boas práticas de gestão tributária, notadamente a partir dos resultados aferidos em Municípios de similar porte populacional e economia.
  • Relação Dos Critérios De Sustentabilidade E Do Plano

    Relação Dos Critérios De Sustentabilidade E Do Plano

    Revista de Gestão Ambiental e Sustentabilidade E-ISSN: 2316-9834 [email protected] Universidade Nove de Julho Brasil Freitas da Silva, Andrey; Fernandes Pereira, Maurício ANÁLISE PROSPECTIVA E CRÍTICA DO TERRITÓRIO DE ARAQUARI: RELAÇÃO DOS CRITÉRIOS DE SUSTENTABILIDADE E DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL COM O DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL SUSTENTÁVEL Revista de Gestão Ambiental e Sustentabilidade, vol. 3, núm. 2, mayo-agosto, 2014, pp. 1 -15 Universidade Nove de Julho São Paulo, Brasil Disponível em: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=471647054001 Como citar este artigo Número completo Sistema de Informação Científica Mais artigos Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe , Espanha e Portugal Home da revista no Redalyc Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto Revista de Gestão Ambiental e Sustentabilidade – GeAS GeAS – Revista de Gestão Ambiental e Sustentabilidade E-ISSN: 2316-9834 Organização: Comitê Científico Interinstitucional/ Editora Científica: Profa. Dra. Cláudia Terezinha Kniess Revisão: Gramatical, normativa e de formatação. DOI: 10.5585/geas.v3i2.110 ANÁLISE PROSPECTIVA E CRÍTICA DO TERRITÓRIO DE ARAQUARI: RELAÇÃO DOS CRITÉRIOS DE SUSTENTABILIDADE E DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL COM O DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL SUSTENTÁVEL 1 Andrey Freitas da Silva 2Maurício Fernandes Pereira Catarina. Recebido: 30/05/2014 Aprovado: 24/07/2014 RESUMO O artigo trata da análise prospectiva e crítica do território de Araquari (Santa Catarina), de acordo com os critérios de sustentabilidade de Ignacy Sachs e com o Plano Diretor Municipal no campo do desenvolvimento territorial sustentável. A pesquisa é qualitativa e exploratória. Leva em conta o contexto sócio-histórico do município, tendo o objetivo de identificar potencialidades do território e destacar possibilidades para os atores, a gestão, as configurações organizacionais e as transformações sociais decorrentes da instalação de uma fábrica automotora da Bayerische Motoren Werke (BMW) até 2014.
  • Geochemistry of Part of the Santa Catarina Granulitic Complex, Southern Brazil: a Model of Differentiation from High Alumina Basalt

    Geochemistry of Part of the Santa Catarina Granulitic Complex, Southern Brazil: a Model of Differentiation from High Alumina Basalt

    Revista Brasileira de Geociencias 27(l):33-40,mar9odel997 GEOCHEMISTRY OF PART OF THE SANTA CATARINA GRANULITIC COMPLEX, SOUTHERN BRAZIL: A MODEL OF DIFFERENTIATION FROM HIGH ALUMINA BASALT MÁRIO C. HEREDIA FIGUEIREDO* (IN MEMORIAM), IAN MCREATH*, MIGUEL A. S. BASEI* & MARTA S. M. MANTOVANI** RESUMO GEOQUÍMICA DE PARTE DO COMPLEXO GRANULÍTICO DE SANTA CATARINA, BRA- SIL AUSTRAL: UM MODELO DE DIFERENCIAÇÃO DE BASALTO TOLEIÍTICO DE ALTO-AL Parte do Complexo Granulítico de Santa Catarina é composta de uma sequência cálcio-alcalina, básica a ácida e cogenética, bem como piroxenitos. Anortositos, trondhjemitos, anfibolitos e metassedimentos são subordinados. A sequência cálcio-alcalina compõe-se de noritos, enderbitos e charno-enderbitos. As composições do granulitos intermediários- ácidos assemelha-se as de tonalitos a alto-Al e granodioritos arqueanos, enquanto os granulitos básicos correspondem a toleiítos alto-Al. Os piroxenitos de Barra Velha possuem composições augíticas e apresentam, localmente, texturas de cumulatos. Os dados de geoquímica sugerem que a sequência cálcio-alcalina formou-se através de cristalização fracionada de toleiítos alto-Al. Plagioclásio, olivina ou ortopiroxênio e clinopiroxênio foram as fases principais. Os piroxenitos correspondem a cumulatos de piroxênio formados precocemente durante a cristalização fracionada de basalto a alto-Al, enquanto rochas com teores muito elevados de Al devem ser cumulatos de plagioclásio, e rochas com altos teores de Fe devem ser cumulatos de minerals ferro magnesianos. Essas observações demonstram que a subducção de crosta oceânica, fria e hidratada, seguida pela sua desidratação com invasão da cunha sobrejacente pelos fluidos liberados e fusão parcial do manto peridotítico dessa cunha, com geração de magmas máficos, pode ter occorido durante o Arqueano tardio.