Região Metropolitana

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REGIÃO METROPOLITANA Campinas como sede da Região Metropolitana Campinas passou a ser formalmente a sede de sua Região Metropolitana (RMC) em 2000, através da Lei Complementar Estadual nº 870 de 19/06/2000. A criação institucional estabeleceu como região metropolitana o espaço formado por 19 municípios, com aproximadamente 3,6 mil Km² de área e uma população de aproximadamente 2,3 milhões de habitantes, em 2000. Os municípios que compõem a RMC são, além de Campinas, Americana, Artur Nogueira, Cosmópolis, Engenheiro Coelho, Holambra, Hortolândia, Indaiatuba, Itatiba, Jaguariúna, Monte-Mor, Nova Odessa, Paulínia, Pedreira, Santa Bárbara D’oeste, Santo Antônio de Posse, Sumaré, Valinhos e Vinhedo. Campinas é também sede da Região Administrativa (RA de Campinas), que abrange sete Regiões de Governo, compreendendo 90 municípios com aproximadamente 5 milhões de habitantes. A RMC é grande concentradora de população, empregos e atividades econômicas, além de ser uma das mais importantes regiões metropolitanas do país. Possui grande facilidade de acesso aos principais centros do país pelas curtas distâncias e boas características do sistema viário. Juntamente com as Regiões Metropolitanas de São Paulo e da Baixada Santista e com o Vale do Paraíba compõe um conjunto que apresenta dinâmica econômica superior à maioria dos países da América Latina. A análise do processo histórico do desenvolvimento da RMC evidencia que o seu território é bastante privilegiado, tanto pelos seus aspectos físico-ambientais e socioeconômicos, quanto pela infra-estrutura viária, notadamente sua malha rodoviária. No passado, sua localização tornou-se privilegiada para dar suporte ao avanço dos paulistas rumo a Goiás. O desenvolvimento da cultura da cana de açúcar e depois do café foi consolidando a ligação da região com São Paulo, e daí ao porto de Santos, com o Vale do Paraíba e o Rio de Janeiro. O desenvolvimento do complexo cafeeiro na região de Campinas garantiu também a implantação de uma ampla rede ferroviária e as condições necessárias ao desenvolvimento industrial da região. Esse aspecto de posição estratégica mantém sua importância nos dias atuais, quando a questão de logística de fluxos de produção, armazenagem e distribuição de produtos torna-se diferencial na competitividade econômica globalizada. O desenvolvimento da Região também se beneficiou de investimentos públicos direcionados para a melhoria da acessibilidade rodoviária, de sua estrutura aeroviária e de incentivos nas produções dos setores petroquímico, agroindustrial, automobilístico, telecomunicações e informática. Outro investimento fundamental foi à criação da UNICAMP, em 1966, com o desenvolvimento do seu campus durante a década de 70. Os investimentos em educação, aprimoramento e produção do conhecimento tiveram um papel importante na promoção do desenvolvimento da Região e do país. Expansão urbana metropolitana – a Região Metropolitana de Campinas1 A expansão urbana e a formação de metrópoles são processos que acompanharam a industrialização. Sua peculiaridade nos países periféricos do capitalismo foi a concentração quase absoluta das condições de produção industrial nas áreas metropolitanas do período de substituição de importações, entre as quais a formação da região metropolitana de São Paulo é um exemplo. A extensão das condições de produção a outras áreas do território, bem como deseconomias de aglomeração verificadas em São Paulo, resultaram em uma expansão desconcentrada da indústria, nos anos 70, que privilegiou o interior do próprio estado. A expansão metropolitana de Campinas tem início nos anos 70, impulsionada pelo processo de interiorização da indústria no Estado de São Paulo, atraindo população e investimentos. Essa nova dinâmica urbana e regional imprimiu novas características às funções das cidades, especialmente do pólo regional. A influência da cidade-sede transpõe os limites administrativos, atinge as cidades vizinhas e conduz à formação de um conglomerado de cidades cuja integração depende menos do tamanho populacional do que das demandas geradas a partir das especificidades da dinâmica regional. (CANO, 1989 e 1992; SEMEGHINI, 1991) O acelerado processo de urbanização observado em Campinas, nos anos 70, caracterizou-se pelo surgimento de favelas e a proliferação de loteamentos 1 Este item é parte da Tese de Doutorado da Arqta. Maria Conceição Silvério Pires – SEPLAMA/PMC, em desenvolvimento no Instituto de Geociências/Unicamp. irregulares e clandestinos, estendendo a periferia pobre para além dos limites municipais. Considerando a composição legal da Região Metropolitana de Campinas, o entorno metropolitano vem registrando taxas de crescimento mais elevadas do que a sede, no período 1970/2000, resultando em uma desconcentração da população da sede, que passa de 55%, em 1970, para cerca de 40% da população metropolitana, em 2000 (Tabela 1). Tabela 1 População Total segundo Sede e Entorno Região Metropolitana de Campinas 1970-2000 Taxas de Anos População Participação Crescimento Censitário Total Relativa (%) (% a.a.) s Sede Entorno Na Sede Sede Entorno 1970 375.864 304.962 55,20 5,86 7,22 1980 664.559 612.196 52,05 2,22 4,73 1991 846.434 1.018.311 45,39 1,52 3,34 2000 969.396 1.368.752 41,46 Fonte: Fundação IBGE, Censos Demográficos de 1970 a 2000. A década de 70 foi o período de crescimento industrial mais intenso em Campinas e em outros municípios da região, tais como Americana, Paulínia, Valinhos, Sumaré e Indaiatuba. A região foi um espaço privilegiado do processo de interiorização do desenvolvimento econômico do Estado de São Paulo, que se desdobra, além da industrialização, para a modernização das atividades agropecuárias articuladas com as atividades industriais e terciárias. Em Campinas, além da ocupação de parte dos loteamentos abertos nos anos 50, a urbanização periférica dos anos 70 foi marcada pela abertura de novos loteamentos, em geral irregulares ou clandestinos, que eram adquiridos por migrantes atraídos pela atividade industrial de Campinas e região, para construção imediata, e pela produção pública de habitação, na forma de grandes conjuntos residenciais periféricos. Esse processo atinge também os municípios do entorno imediato de Campinas, especialmente Sumaré/Hortolândia, que apresentou crescimento muito acelerado nessa década (16% a.a.). (Tabela 2). Destaca-se ainda a expansão urbana de Americana e seu entorno imediato – Santa Bárbara D’Oeste e Nova Odessa. Americana que já havia sofrido uma grande expansão urbana nos anos 50, nos anos 70 se conurba com Santa Bárbara e Nova Odessa. A expansão do tecido urbano de Campinas se dá pelo crescimento residencial popular e industrial periférico e pela concentração de atividades de comércio e serviços e pela verticalização na área central. Tabela 2 População residente e taxa de crescimento médio anual por município Região Metropolitana de Campinas 1970/2000 Taxa de Cresc. População Total RMC e Municípios (% a.a.) 1970 1980 1991 2000 70/80 80/91 91/00 RM Campinas 680.826 1.276.801 1.865.255 2.338.148 6,49 3,51 2,54 Americana 66.316 121.998 153.840 182.593 6,29 2,13 1,92 Artur Nogueira 10.171 15.932 28.053 33.124 4,59 1,90 6,01 Campinas 375.864 664.566 847.595 969.396 5,86 2,24 1,50 Cosmópolis 12.110 23.243 36.684 44.355 6,74 4,24 2,13 Engenheiro . 7.006 10.033 . 4,07 Coelho (*) Holambra (*) . 5.641 7.211 . 2,77 Hortolândia (*) . 84.385 152.523 . 6,80 Indaiatuba 30.537 56.243 100.948 147.050 6,30 5,46 4,27 Itatiba 28.376 41.630 61.645 81.197 3,91 3,63 3,11 Jaguariúna 10.391 15.213 23.365 29.597 3,89 3,98 2,66 Monte Mor 7.960 14.020 25.559 37.340 5,82 5,61 4,30 Nova Odessa 8.336 21.891 34.063 42.071 10,14 4,10 2,37 Paulínia 10.708 20.753 36.706 51.326 6,84 5,32 3,80 Pedreira 15.053 21.381 27.972 35.219 3,57 2,47 2,59 Sta Bárbara 31.018 76.628 145.266 170.078 9,47 5,99 1,77 d’Oeste Sto Antonio de 7.799 10.877 14.327 18.124 3,38 2,54 2,65 Posse Sumaré 23.074 101.851 139.168 196.723 16,01 2,88 3,92 Valinhos 30.775 48.928 67.886 82.973 4,75 3,02 2,25 Vinhedo 12.338 21.647 33.612 47.215 5,78 4,08 3,85 Fonte: FIBGE, Censos Demográficos de 1970, 1980, 1991 e 2000. (*) Municípios criados após 1991. Já na década de 1970 surgem os primeiros sinais de alterações no tecido urbano tradicional de Campinas. A inauguração do Shopping Iguatemi, em 1979, em área pouco urbanizada, distante da área central, próxima à Rodovia Dom Pedro, e a aprovação do loteamento San Conrado, no Distrito de Sousas, com mais de 2 mil lotes, destinado ao mercado de média e alta renda, podem ser considerados marcos das transformações que irão se consolidar nos anos 90. O processo de abandono da área central pelas camadas de renda mais elevada e pelo comércio e serviços destinados a essa população, localização de grandes empreendimentos de comércio, serviços e habitação de médio e alto padrão construtivo ao longo das principais rodovias, processos que articulam o abandono do espaço público e a privatização do espaço coletivo, criando as “novas centralidades”, são algumas das características do tecido urbano que se generalizam, nos anos 90, na Região Metropolitana de Campinas - RMC. Destaca-se também o crescimento das favelas e ocupações, especialmente na sede metropolitana, que abrigam cerca de 17% da população, sinalizando a ampliação da exclusão social e o aprofundamento da nossa histórica desigualdade. Na metrópole característica do período da industrialização pesada, estruturada em centro (que reúne multiplicidade de usos, espaços públicos, melhor infra-estrutura e acessibilidade) e periferia pobre (local com precária infra-estrutura e desprovido de serviços urbanos), a localização distante do centro, agravada pela precariedade do sistema de transporte coletivo, dava a dimensão da distância às condições urbanas.
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    CÂMARA MUNICIPAL DE SUMARÉ ESTADO DE SÃO PAULO CNPJ: 01.739.541/0001-07 Travessa Primeiro Centenário, 32 – Centro – CEP.: 13.170-031 Licitações: [email protected] www.camarasumare.sp.gov.br EDITAL DE PREGÃO PRESENCIAL Nº 011/2018 DESTINADO EXCLUSIVAMENTE À CONTRATAÇÃO DE MICROEMPRESA, EMPRESA DE PEQUENO PORTE OU MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL – MEI SEDIADOS LOCALMENTE. Para fins deste certame, considera-se fornecedor “sediado localmente” aquele que esteja estabelecido no Município de Sumaré e “sediado regionalmente” aquele estabelecido em qualquer um dos municípios que compõem a Região Metropolitana de Campinas, nos termos do art. 1º da Lei Complementar Estadual nº870/2000, a saber: Americana, Arthur Nogueira, Campinas, Cosmópolis, Engenheiro Coelho, Holambra, Hortolândia, Indaiatuba, Itatiba, Jaguariúna, Monte Mor, Nova Odessa, Paulínia, Pedreira, Santa Bárbara d’Oeste, Santo Antônio de Posse, Valinhos e Vinhedo. LICITAÇÃO Nº 011/2018 PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº 098/2018 OBJETO: CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA AQUISIÇÃO DE PRODUTOS DE LIMPEZA PARA A CÂMARA MUNICIPAL DE SUMARÉ CONFORME DESCRIÇÃO DO ANEXO I DESTE EDITAL. ÓRGÃO INTERESSADO: CÂMARA MUNICIPAL DE SUMARÉ MODALIDADE: PREGÃO PRESENCIAL REGIME DE EXECUÇÃO: EXECUÇÃO PARCELADA TIPO: MENOR VALOR POR ITEM Aprovado pela Assessoria Jurídica da Câmara Municipal de Sumaré - Pareceres constantes no Processo AD nº 098/2018. (ah) Página 1 CÂMARA MUNICIPAL DE SUMARÉ ESTADO DE SÃO PAULO CNPJ: 01.739.541/0001-07 Travessa Primeiro Centenário, 32 – Centro – CEP.: 13.170-031 Licitações:
  • XV Jogos Regionais Do Idoso Araras - SP 28 De Setembro a 2 De Outubro

    XV Jogos Regionais Do Idoso Araras - SP 28 De Setembro a 2 De Outubro

    XV Jogos Regionais do Idoso Araras - SP 28 de Setembro a 2 de Outubro Programação dia 29 de setembro - Quinta Feira ABERTURA COREOGRAFIA 14h00 - 10h00 - GINÁSIO NELSON RUEGGER GINÁSIO NELSON RUEGGER Local Sayão Futebol Clube Local Centro de Convivência do Idoso End. Av. Otto Barreto, 250 - Jardim Sobradinho End. Av. José Ometto, 2.000 - Jardim Universitário HoraMod.Jogos Jogo HoraMod.Jogos Jogo CANCHA1 18h00 BU J 1 Paulinia x Campinas 16h00 BO J 1 Tambau x Hortolandia 18h00 BU J 2 Mococa x Mogi Guacu CANCHA 2 18h00 BU J 3 Divinolandia x Nova Odessa 16h00 BO J 2 Caconde x Amparo 16h30 BO J 3 Limeira x Nova Odessa Local Associação Atlética Ararense - quadra 1 16h35 BO J 4 Vinhedo x Conchal End. Rua Narciso Franzini, 11 - Centro 17h00 BO J 5 Rio Claro x Aguai HoraMod.Jogos Jogo 17h05 BO J 6 Americana x Sta Cruz Palmeiras 18h00VFA J 1 Amparo x Aguas Da Prata XV Jogos Regionais do Idoso Araras - SP 28 de Setembro a 2 de Outubro Programação dia 30 de setembro - Sexta Feira Local Sayão Futebol Clube Local Centro de Convivência do Idoso End. Av. Otto Barreto, 250 - Jardim Sobradinho End. Av. José Ometto, 2.000 - Jardim Universitário Hora Mod.Jogos Jogo Hora Mod.Jogos Jogo CANCHA 1 8h00 BU J 4 S. J. Rio Pardo x Venc.J1 8h00 BO J 7 Araras x Venc.J1 8h00 BU J 5 Artur Nogueira x Mogi Mirim CANCHA 2 8h00 BU J 6 Itatiba x Itapira 8h00 BO J 8 Braganca Paulista x Divinolandia 8h00 BU J 7 Valinhos x Caconde 8h00 BU J 8 Cosmopolis x Pedreira 8h30 BO J 9 Serra Negra x Leme 8h00 BU J 9 Aguas Da Prata x Americana 8h35 BO J 10 Aguas Da Prata x Santa Gertrudes 8h00 BU J 10 Elias Fausto x Atibaia 9h00 BO J 11 Sumare x Venc.J2 8h00 BU J 11 Serra Negra x Cordeiropolis 9h05 BO J 12 Jaguariuna x Campinas 8h00 BU J 12 Casa Branca x VencJ2 9h30 BO J 13 S.
  • Aguaí Altair Álvares Machado Amparo Anhumas Aparecida Araçatuba

    Aguaí Altair Álvares Machado Amparo Anhumas Aparecida Araçatuba

    MUNICÍPIOS QUE SE CADASTRARAM E RESPONDERAM O FORMULÁRIO FORMSUS – HIPOCLORITO DE SÓDIO 2,5% Aguaí Altair Álvares Machado Amparo Anhumas Aparecida Araçatuba Araraquara Arco-Íris Artur Nogueira Assis Avaré Bananal Barbosa Barretos Bastos Batatais Bebedouro Bilac Boituva Braúna Buritama Caiabu Caieiras Cajamar Cajati Cajobi Campinas Canas Cândido Rodrigues Canitar Capela do Alto Carapicuíba Casa Branca Catanduva Charqueada Chavantes Clementina Colina Conchal Coroados Coronel Macedo Cosmópolis Cosmorama Cotia Cubatão Cunha Elisiário MUNICÍPIOS QUE SE CADASTRARAM E RESPONDERAM O FORMULÁRIO FORMSUS – HIPOCLORITO DE SÓDIO 2,5% Embu Emilianópolis Engenheiro Coelho Espírito Santo do Pinhal Fernando Prestes Ferraz de Vasconcelos Francisco Morato Franco da Rocha Gabriel Monteiro Gália Guaiçara Guaíra Guaraci Guarani d'Oeste Guararema Guaratinguetá Guarujá Hortolândia Ibirá Ibirarema Ibiúna Indaiatuba Indiana Iperó Irapuru Itaí Itajobi Itanhaém Itapecerica da Serra Itapevi Itapira Itapura Itaquaquecetuba Itirapina Itobi Itupeva Jaboticabal Jaguariúna Jambeiro Jandira Jarinu José Bonifácio Jundiaí Juquiá Lagoinha Lindóia Lorena Lupércio MUNICÍPIOS QUE SE CADASTRARAM E RESPONDERAM O FORMULÁRIO FORMSUS – HIPOCLORITO DE SÓDIO 2,5% Macaubal Macedônia Marapoama Mendonça Meridiano Mirandópolis Mirante do Paranapanema Mirassol Moji-Guaçu Moji-Mirim Mombuca Monte Alegre do Sul Monte Alto Monte Azul Paulista Monte Castelo Monte Mor Murutinga do Sul Nantes Narandiba Natividade da Serra Neves Paulista Nhandeara Nova Odessa Novo Horizonte Ocauçu Olímpia Ouro
  • (PROEXT) PUC-CAMPINAS Boletim Do Observatório De Políticas

    (PROEXT) PUC-CAMPINAS Boletim Do Observatório De Políticas

    BOLETIM Nº 1 – OPP-RMC (PROEXT/PUC-CAMPINAS) “RMC: Desafios sociais da década” abril/2016 Pró-reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários (PROEXT) PUC-CAMPINAS Boletim do Observatório de Políticas Públicas da Região Metropolitana de Campinas (OPP-RMC) “RMC: Desafios Sociais da Década” Coordenador do projeto: Profª Dra. Cristiane Feltre Centro de Economia e Administração (CEA) Campinas Abril/2016 BOLETIM Nº 1 – OPP-RMC (PROEXT/PUC-CAMPINAS) “RMC: Desafios sociais da década” abril/2016 Sumário INTRODUÇÃO ................................................................................................................................................ 1 1. ÍNDICES DE DESENVOLVIMENTO HUMANO (IDH) ...................................................................... 2 2. EDUCAÇÃO ............................................................................................................................................ 3 3. POBREZA, RENDA E DESIGUALDADE ............................................................................................ 5 Pobreza ........................................................................................................................................................ 5 Renda e desigualdade ............................................................................................................................... 6 Apropriação da renda ............................................................................................................................. 6 4. TRABALHO .............................................................................................................................................