Pdicoop Iii Modalidade: Cooperativas Agropecuárias

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Instituto de Cooperativismo e Associativismo 2 Instituto de Cooperativismo e Associativismo PROJETO DE DESENVOLVIMENTO INTEGRADO DO COOPERATIVISMO DE SÃO PAULO – PDICOOP III MODALIDADE: COOPERATIVAS AGROPECUÁRIAS Coordenação MARIA MAGDALENA MATTE HIRIART CYRO GOMES DA SILVA ELAINE ZANGHERI HELIO CAVA SANCHES JOÃO BELATO LUIZA ASSIS FLEMING SILVA PAULO FLORENCIO DA SILVA 3 Instituto de Cooperativismo e Associativismo SÉRIE ESTUDOS E PESQUISAS 01/02 ABR./02 INSTITUTO DE COOPERATIVISMO E ASSOCIATIVISMO I59p Projeto de Desenvolvimento Integrado do Cooperativismo de São Paulo - PDICOOP III. Modalidade: cooperativas agropecuárias. São Paulo: ICA, 2002. 188 p. (Série Estudos e Pesquisas, 01/02) Conteúdo: HIRIART, M. M. M. (coord.); SILVA, C.G. da; ZANGHERI, E.; SANCHES, H. C.; BELATO, J.; SILVA, L. A. F.; SILVA, P. F. da. 1. Cooperativas agropecuárias; 2. São Paulo; 3. PDICOOP III - 2002; 4. Levantamento socioeconômico I. Título. II. Série C.D.U.334(81) Tiragem: 2.000 É permitida a reprodução total ou parcial desta obra, desde que seja citada a fonte. INSTITUTO DE COOPERATIVISMO E ASSOCIATIVISMO AV. MIGUEL STÉFANO, 3900 - ÁGUA FUNDA CEP: 04301-903 Fone/Fax: (11) 5073-8355 / 5073-7727 SÃO PAULO – SP 4 Instituto de Cooperativismo e Associativismo SUMÁRIO RESUMO............................................................................................................................009 INTRODUÇÃO....................................................................................................................009 IDENTIFICAÇÃO DAS COOPERATIVAS AGROPECUÁRIAS DO ESTADO DE SÃO PAULO.......................................................................................................................011 CAPÍTULO 1 – APRESENTAÇÃO DAS COOPERATIVAS AGROPECUÁRIAS DO ESTADO DE SÃO PAULO, SUAS FILIAIS, ASSOCIADOS E PARTICIPAÇÃO EM OUTRAS SOCIEDADES....................................................................................................028 1.1. DISTRIBUIÇÃO POR ESCRITÓRIOS DE DESENVOLVIMENTO RURAL (EDR) 028 1.2. ASSOCIADOS 028 1.3. ANO DE FUNDAÇÃO 034 1.4. MANDATOS 035 1.5. AS COOPERATIVAS DOS MUNICÍPIOS PAULISTAS 037 1.5.1. FILIAIS 037 1.5.2. POSTOS DE COMBULTÍVEL 038 1.6. PARTICIPAÇÃO EM OUTRAS EMPRESAS 038 CAPÍTULO 2 – QUADRO FUNCIONAL E SERVIÇOS DE TERCEIROS..........................039 2.1. DISTRIBUIÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS POR SETORES 040 2.1.1. INDUSTRIAL 041 2.1.2. COMERCIAL 041 2.1.3. ADMINISTRATIVO 041 2.1.4. ASSISTÊNCIA TÉCNICA 042 2.1.5. OUTROS 044 2.2. FUNCIONÁRIOS TEMPORÁRIOS 045 2.3. TERCEIRIZAÇÃO 046 2.3.1. AUTÔNOMOS 047 2.3.2. EMPRESAS 047 2.3.3. COOPERATIVAS DE TRABALHO 047 2.3.4. CONVÊNIOS 048 2.4. BENEFÍCIO AOS FUNCIONÁRIOS 048 CAPÍTULO 3 – CURSOS E TREINAMENTOS....................................................................049 CAPÍTULO 4 – GESTÃO DE NEGÓCIOS...........................................................................052 4.1. PONTOS ESTRATÉGICOS 052 4.2 CONTROLE DE CUSTO 053 5 Instituto de Cooperativismo e Associativismo CAPÍTULO 5 – SERVIÇOS DE VENDA E COMPRA EM COMUM....................................054 5.1. COMERCIALIZAÇÃO DA PRODUÇÃO DOS ASSOCIADOS 054 5.1.1. MERCADO NTERNO 057 - Algodão 057 - Amendoim 059 - Café 060 - Frango 062 - Leite 064 - Milho 067 - Soja 069 - Trigo 071 5.1.2 MERCADO EXTERNO 073 5.2. COMPRAS EM COMUM 073 5.3. DIVULGAÇÃO DOS PRODUTOS 075 5.3.1. MARCAS 076 CAPÍTULO 6 – ASSISTÊNCIA TÉCNICO-EDUCACIONAL E OUTROS SERVIÇOS À PRODUÇÃO......................................................................................................................077 6.1. ASSISTÊNCIA TÉCNICA 077 6.2. ASSISTÊNCIA EDUCACIONAL E SOCIAL 078 6.3. FUNDO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA, EDUCACIONAL E SOCIAL (FATES) 079 6.4. REPASSE PARA FINANCIAMENTO AGRÍCOLA 080 6.5. SERVIÇOS SOBRE A PRODUÇÃO DOS ASSOCIADOS 082 6.6. CAPACIDADE ESTÁTICA DE ARMAZENAGEM 084 6.6.1. A GRANEL EM TONELADAS 085 6.6.2. A GRANEL EM LITROS 086 6.6.3. CONVENCIONAL EM TONELADAS 086 6.6.4. CONVENCIONAL EM LITROS – LEITE LONGA VIDA 087 6.6.5. CÂMARAS FRIGORÍFICAS EM TONELADAS 088 6.6.6. CÂMARAS FRIGORÍFICAS EM LITROS 089 6.7. TRANSPORTE DA PRODUÇÃO 089 6.8. MECANIZAÇÃO AGRÍCOLA 090 6.9. FÁBRICA DE RAÇÃO 091 CAPÍTULO 7 – OPERAÇÃO COM TERCEIROS.................................................................092 CAPÍTULO 8 – ORGANIZAÇÃO DO QUADRO SOCIAL.....................................................095 8.1. ORGANIZAÇÃO DO QUADRO SOCIAL 095 8.2. COMUNICAÇÃO 097 8.3 . EVENTOS 097 CONSIDERAÇÕES FINAIS..................................................................................................098 ANEXO 1 – IDENTIFICAÇÃO DAS COOPERATIVAS AGROPECUÁRIAS DISTRIBUÍ- 6 Instituto de Cooperativismo e Associativismo DAS POR EDR E MUNICÍPIO 100 ANEXO 2 – QUADRO ASSOCIATIVO DAS COOPERATIVAS AGROPECUÁRIAS POR EDR 120 ANEXO 3 – RELAÇÃO DE MUNICÍPIOS COM SEDE, FILIAIS E/OU POSTOS DE COMBUSTÍVEL 124 ANEXO 4 – LOCALIZAÇÃO DAS FILIAIS DAS COOPERATIVAS NOS MUNICÍPIOS 141 ANEXO 5 – LOCALIZAÇÃO DOS POSTOS DE COMBUSTÍVEL DAS COOPERATIVAS NOS MUNICÍPIOS 146 ANEXO 6 – PARTICIPAÇÃO DAS COOPERATIVAS CENTRAIS 147 ANEXO 7 – PARTICIPAÇÃO DAS COOPERATIVAS EM OUTRAS SINGULARES COM SUA RESPECTIVA FINALIDADE 147 ANEXO 8 – PARTICIPAÇAO E/OU CONTROLE ACIONÁRIO DAS COOPERATIVAS EM OUTRAS EMPRESAS COM SUA RESPECTIVA FINALIDADE 153 ANEXO 9 – PRODUTOS COMERCIALIZADOS PELAS COOPERATIVAS NO MERCA- DO INTERNO (EM REAIS) 154 ANEXO 10 – CATEGORIAS DE PRODUTOS COMERCIALIZADOSS PELAS COOPERATIVAS 155 ANEXO 11 – PRODUTOS COMERCIALIZADOS POR COOPERATIVA NO MERCA- DO INTERNO (QUANTIDADE) 155 ANEXO 12 – PRODUTOS COMERCIALIZADOS POR COOPERATIVA NO MERCA- DO EXTERNO (QUANTIDADE) 162 ANEXO 13 – PRODUTOS COMERCIALIZADOS PELAS COOPERATIVAS PARA O MERCADO INTERNO (QUANTIDADE POR EDR) 163 ANEXO 14 – PRODUTOS COMERCIALIZADOS PELAS COOPERATIVAS NO MERCADO EXTERNO (QUANTIDADE POR EDR) 176 ANEXO 15 – PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS NA ÁREA DE COMPRAS EM COMUM 176 ANEXO 16 – MECANISMOS DE DIVULGAÇÃO DOS PRODUTOS DAS COOPERATIVAS 194 ANEXO 17 – MARCAS UTILIZADAS PELAS COOPERATIVAS 198 ANEXO 18 – ASSISTÊNCIA TÉCNICA AOS ASSOCIADOS 201 7 Instituto de Cooperativismo e Associativismo ANEXO 19 – ASSISTÊCIA EDUCACIONAL E SOCIAL AOS ASSOCIADOS E FAMÍLIA 208 ANEXO 20 – SERVIÇO DE ARMAZENAGEM (ESTRUTURA E PRODUTOS) 210 ANEXO 21 – SERVIÇO DE SECAGEM (ESTRUTURA E PRODUTOS) 214 ANEXO 22 – SERVIÇO DE CLASSIFICAÇÃO (ESTRUTURA E PRODUTOS) 216 ANEXO 23 – SERVIÇO DE BENEFICIAMENTO (ESTRUTURA E PRODUTOS) 219 ANEXO 24 – SERVIÇO DE INDUSTRIALIZAÇÃO (ESTRUTURA E PRODUTOS) 222 ANEXO 25 – RELAÇÃO DE PRODUTOS E SERVIÇOS PRESTADOS AO ASSOCIADO 225 ANEXO 26 – CAPACIDADE ESTÁTICA DE ARMAZENAGEM POR TIPO E EDR 229 ANEXO 27 – SERVIÇO DE TRANSPORTE DA PRODUÇÃO DO ASSOCIADO E NÚMERO DE CAMINHÕES 233 ANEXO 28 – SERVIÇO DE MECANIZAÇÃO AGRÍCOLA PARA O ASSOCIADO E NÚMERO DE TRATORES E MÁQUINAS 236 ANEXO 29 – FÁBRICA DE RAÇÃO DAS COOPERATIVAS (PRODUÇÃO E CAPACIDADE) 237 ANEXO 30 – MECANISMOS DE COMUNICAÇÃO DAS COOPERATIVAS COM SEUS ASSOCIADOS 238 ANEXO 31 – EVENTOS SOBRE O TEMA COOPERATIVISMO PROMOVIDOS PELAS COOPERATIVAS 244 ANEXO 32 – PRINCIPAIS SERVIÇOS PRESTADOS PELAS COOPERATIVAS 246 8 Instituto de Cooperativismo e Associativismo PROJETO DE DESENVOLVIMENTO INTEGRADO DO COOPERATIVISMO DE SÃO PAULO - PDICOOP III: MODALIDADE COOPERATIVAS AGRÍCOLAS Cyro Gomes da Silva1 Elaine Zangheri2 Helio Cava Sanches1 João Belato3 Luiza Assis Fleming Silva4 Maria Magdalena Matte Hiriart5 Paulo Florencio da Silva1 Resumo: Cooperativas agropecuárias do Estado de São Paulo, em 2000. Aplicado formulário, digitado, e tabulados dados socioeconômicos das cooperativas. regional, quadro associativo, participação em outras empresas, quadro funcional, gestão de negócios, cursos e treinamentos, serviços de venda e compra em comum, serviços sobre produtos dos associados, assistência técnico- educacional, comunicação com o associado, operação com terceiros, organização do quadro social e eventos sobre cooperativismo. Palavra-Chave: cooperativas agropecuárias - São Paulo; PDICOOP III - 2000; cooperativas agropecuárias - São Paulo; PDICOOP - agrícola - São Paulo INTRODUÇÃO Diante de diversas solicitações e consultas, o Instituto de Cooperativismo e Associativismo (ICA) apresenta o PDICOOP III - Projeto de Desenvolvimento Integrado do Cooperativismo de São Paulo, dando sequência ao levantamento das Cooperativas Agropecuárias do Estado de São Paulo. Com a atualização do projeto anterior, o objetivo deste trabalho é apresentar dados socioeconômicos das cooperativas, fornecendo informações ao público e às instituições interessadas no assunto. A abrangência das questões foi ampliada, a partir do questionário utilizado anteriormente. O PDICOOP III aborda a distribuição regional das cooperativas, quadro associativo e funcional, produção comercializada e serviços prestados aos associados, entre outros. 1 Administrador, Assistente Agropecuário do Instituto de Cooperativismo e Associativismo. 2 Administradora, do Instituto de Cooperativismo e Associativismo. 3 Administrador, Assistente Técnico de Direção do Instituto de Cooperativismo e Associativismo. 4 Advogada, Assistente Agropecuário do Instituto de Cooperativismo e Associativismo. 5 Socióloga, Assistente Agropecuário do Instituto de Cooperativismo e Associativismo. 9 Instituto de Cooperativismo e Associativismo Os assuntos ampliados foram: • Gestão dos negócios; • Marcas utilizadas; • Eventos sobre o tema do cooperativismo. O ICA deu início à fase de execução do projeto em maio de 2001, visam diagnóstico da situação das cooperativas agropecuárias paulistas no ano de 23 PDICOOP III se constitui de diversas etapas, a
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    Programa de Regionalização do Turismo: reflexões a partir do processo no Circuito das Águas Paulista. Natasha Ribeiro BANTIM1 Aguinaldo Cesar FRATUCCI2 Resumo: Esse artigo tem como objetivo investigar o processo de formação e o modelo de gestão do Circuito das Águas Paulista, pressupondo que ambos foram orientados pelas políticas públicas de turismo nacionais. Para isso, é fornecido um panorama dessas políticas públicas e uma discussão sobre o conceito de governança e seus pressupostos teóricos. Tais discussões são confrontadas com os resultados empíricos observados no processo de formação e modelo de gestão do Circuito a partir de dados coletados em fontes primárias e secundárias, em entrevistas realizadas com os gestores, e da análise do estatuto do Circuito. Constatou-se que a formação do Circuito se iniciou em função da demanda dos próprios municípios que o integram, mas que sua institucionalização apenas ocorreu devido à influência das políticas públicas nacionais de turismo, seguindo as diretrizes propostas pelas mesmas, e que o seu órgão de gestão regional não atende a uma das recomendações mais caras àquela política, que é a de se constituir como um fórum amplo e participativo para todos os agentes sociais envolvidos com a atividade turística da região. Palavras-chave: Turismo; Políticas públicas de turismo; Regionalização; Instância de governança; Circuito das Águas Paulistas, SP. 1 Introdução As atuais políticas públicas brasileiras para a área de turismo norteiam-se pelos princípios da descentralização da gestão e da regionalização através do Programa de Regionalização do Turismo (PRT). Para tanto, parte-se do entendimento de que a atratividade de um município pode ser potencializada se for trabalhada em conjunto com outros municípios circunvizinhos, tanto para formatação de produtos turísticos conjuntos quanto para resolução de problemas em comum.
  • Circuito Das Águas Paulista: Vegetação Natural E Conservação Das Nascentes

    Circuito Das Águas Paulista: Vegetação Natural E Conservação Das Nascentes

    13º Congresso Interinstitucional de Iniciação Científica – CIIC 2019 30 e 31 de julho de 2019 – Campinas, São Paulo ISBN: 978-85-7029-149-3 CIRCUITO DAS ÁGUAS PAULISTA: VEGETAÇÃO NATURAL E CONSERVAÇÃO DAS NASCENTES Hugo Guilherme Cantanhêde de Abreu1; Cristina Aparecida Gonçalves Rodrigues2; Cristina Criscuolo3; Edlene Aparecida Monteiro Garçon4; José Roberto Miranda5 Nº 19504 RESUMO – A preservação de nascentes ou olhos-d'água é peça-chave para a sobrevivência dos rios, corpos d´água e seres vivos. O novo Código Florestal (Lei nº 12.651/12) prevê e regulamenta as APPs nos entornos das nascentes, que devem ser florestados. O objetivo deste estudo foi caracterizar e espacializar as nascentes ou olhos-d’água em relação ao uso e à cobertura das terras, ao tamanho das propriedades rurais onde estão localizadas e à declividade do terreno no Circuito das Águas Paulista (SP) por meio de geotecnologias, para subsidiar com informações a recuperação de nascentes ou olhos-d’água, em conformidade com a legislação ambiental vigente. O número de nascentes ou olhos-d’água no Circuito das Águas Paulista registrado no Sistema do Cadastro Ambiental Rural-SP é de 5.373 dentro dos limites dos municípios, com 39,1% dessas nascentes localizadas em área de cobertura arbórea e 53,9%, em região com predominância de herbáceas e arbustivas no entorno, que representam as pastagens cultivadas e naturais. Monte Alegre do Sul apresenta a maior porcentagem de nascentes localizadas em áreas com cobertura arbórea (56,7%) e a menor porcentagem de nascentes em outros usos (3,8%). Em relação à declividade do terreno, 46,6% das nascentes estão localizadas em declividade forte-ondulada, com 20%–45% de inclinação, e 38,5%, em ondulada (3%–20%).
  • “Institui O Plano Diretor De Turismo De Holambra E Dá Outras Providências”

    “Institui O Plano Diretor De Turismo De Holambra E Dá Outras Providências”

    PREFEITURA MUNICIPAL DA ESTÂNCIA TURÍSTICA DE HOLAMBRA I AL. MAURICIO DE NASSAU, 444 — FONES (019) 3802-8000 - CEP — 13825-000 — HOLAMBRA— SP CNP) 67.172.437/0001-83— site: www.holambra.sp.gov.br/ e-mail: gabineteOholambra.sp.gov.br Capital Nacional das Flores LEI N.º 929 “Institui o Plano Diretor de Turismo de Holambra e dá outras providências”. FAÇO SABER QUE A CÂMARA MUNICIPAL DA ESTÂNCIA TURÍSTICA DE HOLAMBRA APROVOU, E EU, FERNANDO FIORI DE GODOY, PREFEITO MUNICIPAL, SANCIONO E PROMULGO A SEGUINTE LEI: Art. 1º. Fica instituído o Plano Diretor de Turismo de Holambra, para os exercícios de 2018/2020, constantes do Anexo | da presente lei. Art. 2º. A execução do Plano Diretor de Turismo de Holambra pautar- se-á pelo regime de colaboração entre a União, o Estado, o Município e a Sociedade Civil Organizada. Art. 3º. O Plano Diretor de Turismo de Holambra terá sua execução e o cumprimento de suas metas serão objetos de monitoramento continuo e de avaliações periódicas, realizadas pelas seguintes instâncias: | - Diretoria de Turismo e Cultura H - Conselho Municipal de Turismo. Art. 4º. O Conselho Municipal de Turismo poderá sugerir à Diretoria de Turismo e Cultura a realização de Fóruns ou de Conferências Municipais para discussão e elaboração de futuros Planos. Art. 5º. O Poder Executivo Municipal, através da Diretoria de Turismo e Cultura, dará ampla divulgação ao Plano, seus objetivos e metas, para que a sociedade o tome conhecimento e acompanhe sua implementação. Art. 6º. As despesas decorrentes da aplicação desta Lei correrão à conta das verbas orçamentárias próprias, suplementadas se necessário.