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Município De Montemor-O-Velho
tografiaaerea.blogspot.pt/ http://portugalfo MONTEMOR-O-VELHO PROGRAMA ESTRATÉGICO DE REABILITAÇÃO URBANA DA ARU DA VILA DE MONTEMOR-O-VELHO Câmara Municipal de Montemor-o-Velho março 2018 1 PROGRAMA ESTRATÉGICO DE REABILITAÇÃO URBANA DA ARU DA VILA DE MONTEMOR-O-VELHO MONTEMOR-O-VELHO Programa Estratégico de Reabilitação Urbana da ARU da vila de Montemor-o-Velho Câmara Municipal de Montemor-o-Velho março 2018 i PROGRAMA ESTRATÉGICO DE REABILITAÇÃO URBANA DA ARU DA VILA DE MONTEMOR-O-VELHO ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO ................................................................................................................................ 2 1.1 Enquadramento e objetivos .............................................................................................................. 2 1.2 Enquadramento normativo............................................................................................................... 3 2. DEFINIÇÃO DO ÂMBITO DA ORU ................................................................................................... 7 2.1. A ARU da vila de Montemor-o-Velho ................................................................................................ 7 2.2. Tipologia e prazo de execução da ORU ........................................................................................... 10 3. CARACTERIZAÇÃO E DIAGNÓSTICO ............................................................................................. 12 3.1. Enquadramento territorial ............................................................................................................. -
O Alvazil De Coimbra" Conta a História De D
1 Rede de Castelos e Muralhas do Mondego A criação da Rede de Castelos e Muralhas do Mondego recupera uma linha militar criada há vários séculos atrás, ainda em tempos anteriores à fundação da nacionalidade, mas para ela matricial... Em 1064, Fernando Magno, rei de Leão, recuperava definitivamente Coimbra para o lado cristão, um episódio de importância capital no longo processo da Reconquista Peninsular. Nas décadas seguintes, a cidade e a bacia do Mondego assumiriam, nesta faixa ocidental, a linha de fronteira entre cristãos e muçulmanos. Ao comando deste território, e com vasta experiência pessoal desses dois mundos, tão antagónicos quanto intercomunicantes, ficava o moçárabe Sesnando Davides. A ele se deve a (re)construção de um conjunto de estruturas defensivas que constituem parte fundamental do património que fundamenta a rede. Os Castelos de Coimbra, Lousã, Miranda do Corvo, Montemor-o-Velho, Penela, Soure e a atalaia de Buarcos, formaram, entre outros, a Linha Defensiva do Mondego. A esta fronteira associaram-se anos mais tarde e por mão de figuras como Afonso Henriques ou Gualdim Pais, outras estruturas como o Castelo de Pombal e o do Germanelo, que vêm consolidar esta fronteira, palco de conflitos armados, de instabilidade e perigo, mas também de convivências e trocas intensas. Uma História fascinante da qual somos herdeiros… A Rede de Castelos e Muralhas do Mondego ancora-se nessa mesma História para criar, a partir do património histórico e cultural que a testemunha, um produto turístico de excelência, assente na mobilização de dinâmicas conjuntas. Para o cumprimento desse desígnio associaram-se 12 parceiros: Direção Regional de Cultura do Centro Entidade Regional de Turismo do Centro de Portugal Instituto Pedro Nunes Município de Coimbra, Município da Figueira da Foz, Município da Lousã, Município Miranda do Corvo, Município Montemor-o-Velho, Município Penela, Município Pombal, Município Soure, Universidade de Coimbra. -
Workshop Report
Nature based solutions for flood retention in Southern Europe 30 January – 1 February 2019, Coimbra (Portugal) WORKSHOP DOCUMENTATION COST Action CA16209 Natural Flood Retention on Private Land (LAND4FLOOD) “We must build dikes of courage to hold back the flood of fear” Martin Luther King, Jr. Local Organizers: Carla S. S. Ferreira Research Centre for Natural Resources, Environment and Society (CERNAS), Agrarian School of Coimbra, Polytechnic Institute of Coimbra, Portugal Sandra Mourato School of Technology and Management, Polytechnic Institute of Leiria, Portugal. ICAAM - Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais Mediterrânicas, Universidade de Évora, Portugal The workshop was funded by the COST Action “Natural Flood Retention on Private Land” (CA16209). COST is supported by the EU Framework Programme Horizon 2020. Contents 1. Framework ............................................................................................................................ 1 1.1. Mediterranean floods and management challenges .................................................... 1 1.2. Motivation and Aims of the Workshop ......................................................................... 1 2. Water management and riverine conservation in Central Portugal: Field trip .................... 2 2.1. Water management in Mondego river basin ................................................................ 3 2.2. Riverine restauration ..................................................................................................... 5 3. Lessons Learned -
Aces Baixo Mondego ENTRAR Perfil Local De Saúde 2016 Aces Baixo Mondego
Perfil Local de Saúde O perfil de saúde constitui-se como um instrumento de apoio à tomada de decisão técnica, politico/estratégica e organizacional, sendo uma ferramenta virada para a ação, no sentido da melhoria da saúde das populações e redução das desigualdades em saúde. Baseia-se na melhor evidência disponível e assenta em critérios de qualidade que lhe conferem rigor e robustez. Os indicadores que o integram são criteriosamente escolhidos de modo a refletir os problemas de saúde pública considerados mais pertinentes à data, sendo, portanto, a sua seleção e construção um processo vivo, dinâmico, participado e consensualizado. No âmbito dos Observatórios Regionais de Saúde, e numa ótica de partilha, criação de sinergias, rentabilização dos recursos e da massa crítica existentes, e de alinhamento entre as cinco Administrações Regionais de Saúde (ARS) na consecução de objetivos comuns, os Diretores dos Departamentos de Saúde Pública, com o apoio dos Conselhos Diretivos das respetivas ARS, consensualizaram, em 2012, a criação de um Grupo de Trabalho Estratégico e de um Grupo de Trabalho Operativo, com profissionais dos Departamentos de Saúde Pública, de diferentes disciplinas do saber, com o objetivo de elaborar documentos e ferramentas de apoio à decisão em saúde totalmente harmonizados. O trabalho que a seguir se divulga, assente nesta metodologia simultaneamente histórica e inovadora, é o resultado desta concertação e esforço coletivo, num espírito de Missão, de Desígnio e Unidade Nacional, que, simbolicamente, se representam através do Mapa de Portugal com as cinco ARS agregadas como um todo, embora mantendo a sua identidade institucional, refletida na cor atribuída a cada uma.* * Cada ARS é representada por uma cor que reproduz, fielmente, uma das cores do respectivo Logótipo. -
CIM Da Região De Coimbra
“Ecovias e Sítios Património Mundial, um Guimarães 29 de novembro de 2018 destino Comum” Espaços Cicláveis no território da CIM RC Previstos no: • PAMUS (Plano de Ação de Mobilidade urbana Sustentável); • PIMT (Plano Intermunicipal de Mobilidade e Transportes da CIM RC) Objetivo: Promover a mobilidade suave e reduzir as emissões de CO2 Espaços cicláveis urbanos e estruturantes propostos para o território da CIM-RC 1 - Ecovia do Mondego de Prolongamento da Ecopista do Dão • Prolongamento da Ecopista do Dão, com extensão de 40 km, desde o final da Ecopista do Dão até ao limite do concelho de Penacova; • Projeto desenvolvido em cooperação com a CIM Viseu Dão Lafões e os municípios de Santa Comba Dão, Mortágua e Penacova; • Ligação ciclável contínua Viseu – Penacova (Coimbra) com cerca de 90km; • Intermodalidade (Linha da Beira Alta com saída na estação de Santa Comba Dão) • Acompanha o vale do rio Mondego; • Estradas e caminhos pré-existentes, adotando sempre que possível soluções de engenharia natural; • Total de investimento aproximadamente de: 1,4 M € (cofinanciado pelo Programa Valorizar do Turismo de Portugal) Estruturante na Valorização turística • Permitirá canalizar uma percentagem relevante de turistas para o interior do território (ligação interior-litoral) • Interligação de vários pontos de interesse turístico e ambiental; • Projeto, inter-regional e intermunicipal estruturante para a valorização turística destes territórios do interior e para a promoção da coesão económica e social das populações. 2 - Ciclovia do Mondego • Extensão -
PLANO DE DESENVOLVIMENTO ESTRATÉGICO DO CONCELHO DE CANTANHEDE Para O Período Compreendido Entre 2008/2013
PLANO DE DESENVOLVIMENTO ESTRATÉGICO DO CONCELHO DE CANTANHEDE para o período compreendido entre 2008/2013 PR-00363 Maio 2008 Abril de2008 Plano de Desenvolvimento Estratégico do Concelho de Cantanhede para o período compreendido entre 2008/2013 SUMÁRIO EXECUTIVO No actual contexto Europeu, num ambiente e mercados sem fronteiras, a implementação de estratégias baseadas na inovação é, seguramente, o caminho que permite gerar riqueza e desenvolvimento. A responsabilidade da implementação destas estratégias tem vindo a deslocar-se gradualmente do nível nacional para o regional e local, em consequência do reconhecimento da necessidade de adaptação das directivas nacionais às realidades e singularidades de cada território. O Concelho de Cantanhede integra a NUT III Baixo Mondego, na zona de fronteira com o Baixo Vouga. Com uma localização estratégica, próximo de cidades como Coimbra, Aveiro e Figueira da Foz, o Concelho é servido por eixos rodoviários que lhe permitem a ligação directa à rede de distribuição nacional. Este contexto geoestratégico, acompanhado por um forte dinamismo económico e tecnológico, protagonizado em termos referenciais pelo Biocant Park, determinou o arranque de um novo ciclo de desenvolvimento, caracterizado pela diferenciação da base económica local consolidada pela aposta em sectores com forte componente de Investigação, Desenvolvimento e Inovação (IDI). Um Concelho onde, há pouco mais de uma década, se destacava o sector primário como principal actividade da população, é hoje uma referência na criação e valorização de um tecido económico diversificado e preparado para um ambiente global fortemente competitivo. Apesar de um contexto económico e de uma evolução demográfica claramente positivos, o Concelho regista um significativo envelhecimento populacional e um nível de qualificação da população ainda bastante baixo, o que poderá comprometer o desenvolvimento equilibrado deste território. -
Região De Coimbra, Leiria E Viseu Dão-Lafões: Alteração De Horários
REGIÃO DE COIMBRA, LEIRIA E VISEU DÃO-LAFÕES: ALTERAÇÃO DE HORÁRIOS Estimado cliente, Informamos que a partir do dia 07 de maio de 2020 e por tempo indeterminado, serão praticados os seguintes horários nos dias úteis: Horário Origem Destino 06:30 ARGANIL COIMBRA 06:30 GRANJA (X) BOTAO (X) 06:30 PARADELA COIMBRA 06:30 V. NOVA POIARES COIMBRA 06:34 CARAPINHEIRA COIMBRA (PORTAGEM) 06:34 TROMELGO FIGUEIRA DA FOZ 06:40 PARDIEIROS ARGANIL (CAMARA) 06:45 AVÔ COJA (PONTE) 06:45 MIRANDA DO CORVO COIMBRA 06:45 VENDA DAS FIGUEIRAS COIMBRA 06:50 BOTAO (X) PÓVOA LOUREIRO 06:50 CANTANHEDE COIMBRA 06:50 PENACOVA COIMBRA (PORTAGEM) 06:52 ANDORINHA COIMBRA (PORTAGEM) 06:55 MIRA AVEIRO 07:00 CHAPINHEIRA ARGANIL (CAMARA) 07:00 CONDEIXA COIMBRA 07:00 PÓVOA LOUREIRO COIMBRA (PORTAGEM) 07:00 POUSADAS TONDELA 07:05 ARGANIL COIMBRA 07:05 CASTANHEIRA PÊRA FIGUEIRÓ VINHOS 07:10 TÁBUA COIMBRA 07:10 CAPARROSA TONDELA 07:15 COIMBRA V. NOVA POIARES 07:15 S. AMARO PENELA 07:15 SANTA MARGARIDA PEDRÓGÃO GRANDE 07:15 CASAL LAMEIRAS TONDELA 07:20 COIMBRA (PORTAGEM) MONTEMOR 07:20 MIRA COIMBRA 07:20 MONTEMOR COIMBRA (PORTAGEM) 07:20 PENELA FIGUEIRÓ VINHOS 07:25 FIGUEIRA DA FOZ VARZEAS (ESC) 07:25 VISEU SANTA COMBA DÃO 07:30 CASEVEL COIMBRA 07:30 COIMBRA CONDEIXA 07:30 COIMBRA PARADELA Transdev +351 225 100 100 www.transdev.pt 07:30 DORNELAS ZÊZERE PAMPILHOSA SERRA 07:30 PENACOVA COIMBRA 07:30 VINHAL TONDELA 07:40 COIMBRA CANTANHEDE 07:40 SOURE COIMBRA 07:45 ARGANIL (CAMARA) MOITA SERRA 07:45 CANTANHEDE AVEIRO 07:50 LOUSÃ LOUSÃ 07:55 AVEIRO VAGOS 08:00 COIMBRA VENDA DAS FIGUEIRAS 08:00 V. -
Estudos De Caracterização
B Estudos de Caracterização MAIO 2012 COIMBRA RIO | ÁREA DE REABILITAÇÃO URBANA VOLUME B – ESTUDOS DE CARACTERIZAÇÃO MAIO 2012 Introdução ...................................................................................................... 3 1. Enquadramento no território ..................................................................... 4 1.1. Enquadramento regional e local ............................................................. 4 1.2. Enquadramento histórico da cidade ...................................................... 6 2. Caracterização física, ambiente e paisagem .......................................... 15 2.1. Caracterização física e ambiental ......................................................... 15 2.1.1. Geologia, geomorfologia e condições geotécnicas .................... 15 2.1.2. Recursos Hídricos ......................................................................... 18 2.1.3. Espaços Verdes e Povoamentos Florestais ................................. 21 2.2. Qualidade do Ambiente Urbano ........................................................... 23 2.2.1. Qualidade do Ar ............................................................................ 23 2.2.2. Acústica do Ambiente ................................................................... 25 2.2.3. Abastecimento de Água, Drenagem e Tratamento de Águas Residuais ...................................................................................................... 27 2.2.5. Gestão de resíduos ..................................................................... -
EYC-Soure 2016
2021 IFSC EUROPE BOULDER - EUROPEAN YOUTH CUP BOULDER SOURE, PORTUGAL EUROPEAN YOUTH CUP – 09/10 OCTOBER 2021 IFSC EUROPE ORGANIS E D B Y : 2021 ORGANIZATION The competition is organized by the Promoting Climbing and Mountaineering Federation - Portugal (www.fpme.org) and the Club NESoure. Host Federation: FPME Mr. Carlos Gomes Phone: +351 936 626 048 Mail: [email protected] Organizing Club: NESoure BOULDER Mr. Alberto Cruz - Phone: +351 966 142 879 Mail: [email protected] TEAM QUOTAS & RULES Refer to IFSC Rules, pay attention to the following points: The EYC is organized by the IFSC Europe in accordance with the IFSC general and boulder regulations and the European Youth Cup Bouldering rules: IFSC: https://www.ifsc-climbing.org/index.php/world-competition/rules IFSC Europe: https://www.ifsc-climbing.org/index.php/2-uncategorised/86-european-council LICENSES : Only competitors and team officials holding a valid IFSC international license are allowed to register for the competition. TEAM OFFICIALS AND COMPETITORS: Member federations may register, within statutory deadlines, all their team officials who shall be granted free entry into the competition venue. EUROPEAN YOUTH CUP These officials shall be registered via the IFSC website, must be in possession of a valid international licence and specifically nominated for one of the following roles: – a)One (1) team manager; b)Up to three (3) team coaches; c)Up to three (3) qualified medical or para-medical personnel. UROPE TEAM QUOTA: a) Each federation - 3 male and 3 female competitors in each category Host federation - 5 male and 5 female competitors in each category b) Any current European Youth Champions (who shall be registered for the Discipline in which they are champion). -
Ecovia Do Mondego De Prolongamento Da Ecopista Do Dão
Regiao de Coimbra • Associação de Municipios • 19 Municipios • 4.336 km2 • 460,000 Habitantes 19 Municipalities - Coimbra Region 5 áreas de intervenção 10 iniciativas estruturantes Promoção das energias renováveis e da eficiência energética Valorização e Proteção, qualificação, valorização e ordenamento dos recursos ambientais, agrícolas e florestais gestão dos recursos Qualificação das atividades em meio rural e valorização dos produtos endógenos endógenos Região de Coimbra, destino turístico Região de Coimbra, pólo de inovação e I&DT Inovação e capital humano Promoção de novos modelos competitivos, da internacionalização do tecido empresarial e da criação de emprego Coesão e Inclusão social, equidade no acesso aos serviços públicos e redução da pobreza inclusão social Rede urbana e Desenvolvimento urbano sustentável estruturação do território Mobilidade e logística Eficiência da Modernização e eficiência administrativa administração Ciclovias Ferramenta de Ordenamento e Gestão do Território Espaços Cicláveis no território da CIM RC Previstos no: • PAMUS (Plano de Ação de Mobilidade urbana Sustentável); • PIMT (Plano Intermunicipal de Mobilidade e Transportes da CIM RC) Objetivos: Promover a mobilidade suave e reduzir as emissões de CO2 Valorização Turistica Espaços cicláveis urbanos e estruturantes propostos para o território da CIM-RC 1 - Ecovia do Mondego de Prolongamento da Ecopista do Dão • Prolongamento da Ecopista do Dão, com extensão de 40 km, desde o final da Ecopista do Dão até ao limite do concelho de Penacova; • Projeto desenvolvido -
Grelhas Da Plataforma Territorial Do Baixo Mondego
Concelhos: Cantanhede, Coimbra, Condeixa-a-Nova, Figueira da Foz, Mealhada, Mira, Montemor-o-Velho, Mortágua, Penacova e Soure PLATAFORMA TERRITORIAL Baixo Mondego Prioridades Temática Concelhos Acções Medidas (PNAI) - PNAI Prioridade 1 -Projecto Regional de Intervenção Precoce e Criação de mais serviços de apoio à Mortágua Combater a pobreza das Competências Parentais; família (refeição e animação de crianças e dos idosos, -Comissões de Protecção de Crianças e actividades de tempos livres) através de medidas que Jovens – CPCJ (MTSS); assegurem os seus - Programa de intervenção com famílias de direitos básicos de cidadania. crianças e jovens abrangidas por medidas de protecção (MTSS); - Outras medidas a definir. Família e Prioridade 1 Encaminhamento da comunidade -Projecto Regional de Intervenção Precoce e Comunidade Mealhada Combater a pobreza das para serviços especializados Competências Parentais; crianças e dos idosos, -Comissões de Protecção de Crianças e através de medidas que Jovens – CPCJ (MTSS); assegurem os seus - Programa de intervenção com famílias de direitos básicos de cidadania. crianças e jovens abrangidas por medidas de protecção (MTSS). - Outras medidas a definir. Prioridade 2 -Projecto Regional de Intervenção Precoce e Criação de Serviço de Intervenção Condeixa-a-Nova Corrigir as desvantagens Competências Parentais; Familiar, Educação Parental; na educação e -Comissões de Protecção de Crianças e formação/qualificação. Jovens – CPCJ (MTSS); - Programa de intervenção com famílias de crianças e jovens abrangidas por medidas -
Figueira Da Foz La Station Balnéaire Au Portugal
Juillet 2016 Figueira da Foz PIJ – Nogent-Sur-Marne Figueira da Foz La station balnéaire au Portugal 1 Juillet 2016 Figueira da Foz PIJ – Nogent-Sur-Marne Table des matières : INFORMATIONS GENERALES : .......................................................................................................................... 3 LES ATTRACTIONS TOURISTIQUES : .................................................................................................................. 3 LES PLAGES DE SABLE : .............................................................................................................................................. 3 LE CENTRO DE ARTES E ESPECTACULOS (CAE) : ............................................................................................................. 4 LE CASINO FIGUEIRA : .............................................................................................................................................. 4 L’ARENE MUNICIPALE DE LA TAUROMACHIE ................................................................................................................... 5 LE MERCADO MUNICIPAL ENGENHEIRO SILVA (HALLE MUNICIPALE) .................................................................................. 5 LES MUSEES DE FIGUEIRA DA FOZ : .............................................................................................................................. 5 DEFILES DE CARNAVAL ET FETES FOLKLORIQUE : ............................................................................................................