Maria Terezinha Da Silva Florianópolis

Total Page:16

File Type:pdf, Size:1020Kb

Load more

Maria Terezinha da Silva GESTÃO E MEDIAÇÕES NAS RÁDIOS COMUNITÁRIAS DE SANTA CATARINA Limites e possibilidades educativas Florianópolis - SC 2005 Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC/Brasil Centro de Ciências da Educação Programa de Pós-Graduação em Educação GESTÃO E MEDIAÇÕES NAS RÁDIOS COMUNITÁRIAS DE SANTA CATARINA Limites e possibilidades educativas Maria Terezinha da Silva Dissertação de mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Santa Catarina como requisito parcial para obtenção do título de Mestre em Educação Orientadora: Profª Drª Maria Luiza Belloni Florianópolis/SC, março de 2005 2 Agradecimentos À professora Maria Luiza Belloni, pela orientação. A Silvio Salej, meu primeiro leitor e maior incentivador. A todas as pessoas que prestaram informações sobre as rádios, em especial a: Osmar, Irimar, Max, Pastor Neri, Nivaldo e Denise – de Alfredo Wagner. Neri, Antônio Gil, Vicente, Edson Rogério, Sr. Irineu, Almir, Sr. Albarino, Adriana, Miguel, Edes, Marinês, Maicon, Alexandre, Daniel, Wagner, Júnior e Rodrigo - de Campo Belo do Sul. Jair, Gibrair, Ademir, Nice, Pedro e Gislaine – de Coronel Martins. Brito, Zuco, Thomaz, Jeison, Pirán, Natan e Tere - de Guaramirim. Cida, Arlei e Moabe – de Itajaí. Ângelo, Nere, Jalmor, Marcos, Quidinha, Nena, Itamar e Antônio - de Jaguaruna. Para Silvio e Helena 3 SUMÁRIO Apresentação ............................................................................................................. 07 CAPITULO I 1. Referencial Teórico .............................................................................................. 10 1.1 Radialismo comunitário – tradição e pertinência em um novo contexto ................10 1.2 As políticas desenvolvimentistas na comunicação social .......................................11 1.3 A crítica ao modelo difusionista ............................................................................ 13 1.4 Sociedade civil e Estado: confrontação ou negociação? .........................................17 1.5 Dominação e mediação ........................................................................................... 21 1.6 Os novos cenários da cidadania .............................................................................. 23 1.7 As transformações na comunicação ........................................................................ 26 1.8 A economia global e a política de desregulamentação ........................................... 28 1.8.1 Lutas pela regulamentação ................................................................................ 32 1.8.2 Nas brechas da desregulação ............................................................................. 33 2. Escolha do modelo teórico: o enfoque nas mediações ........................................ 37 2.1 Nem ideologismo nem cientificismo ...................................................................... 39 2.2 Mediações e rádios comunitárias ............................................................................ 41 CAPITULO II 3. Rádios comunitárias: pesquisa exploratória do objeto de estudo .................... 44 3.1 Rádios e a perspectiva da mídia-educação ............................................................. 44 3.2 Pesquisa bibliográfica .................... ........................................................................ 46 3.2.1 A temática em Santa Catarina .......................................................................... 48 3.2.2 O enfoque em processos de formação.............................................................. 49 3.3 Radialismo comunitário em Santa Catarina - ano 2003 ......................................... 52 3.3.1 Levantamento quantitativo por municípios....................................................... 52 3.3.2 Quadro sinóptico do radialismo comunitário em Santa Catarina ..................... 52 4 3.4 Normativa jurídica da radiodifusão comunitária: análise comparativa .................. 58 3.4.1 A legislação colombiana.................................................................................... 60 3.4.2 A legislação brasileira ...................................................................................... 62 3.4.3 As respostas do Estado brasileiro ..................................................................... 68 4.5 O que define uma rádio comunitária ....................................................................... 70 4. Metodologia ........................................................................................................... 76 4.1 Questões norteadoras .............................................................................................. 76 4.2 Hipóteses ................................................................................................................. 77 4.3 Principais conceitos .................................................................................................78 4.4 Objetivos ..................................................................................................................81 4.5 Modelo de análise: dimensões e indicadores ...........................................................82 4.6 Plano de Amostragem: definição de critérios e seleção da amostra ........................84 4.6.1 A observação e a coleta de informações ............................................................88 4.6.2 Sinopse da coleta de informações ......................................................................89 CAPITULO III 5. Os seis casos da amostra ...................................................................................... 90 5.1 Rádio Nascente do Vale, de Alfredo Wagner – Grande Florianópolis................... 90 5.2 Rádio Estúdio 105, de Campo Belo do Sul – Região Serrana ...............................106 5.3 Rádio Pedra Branca, de Coronel Martins – Região Oeste .....................................115 5.4 Rádio Pró-Guaramirim, de Guaramirim – Região Norte...................................... 134 5.5 Rádio Luz e Vida, de Itajaí – Região do Vale........................................................ 153 5.6 Rádio Sambaqui, de Jaguaruna – Região Sul ........................................................162 6. Análise dos dados, por caso ................................................................................ 183 6.1 Rádio Nascente do Vale 7.1.1 O medo ao conflito como condicionante da programação ................................. 183 7.1.2 A rádio vista como instrumento que pode desencadear a luta política .............. 186 6.2 Rádio Estúdio 105 6.2.1 A rádio como meio de reconhecimento social e político ………………….... 190 6.2.2 A concorrência entre emissoras de baixa potência ………………………...... 191 6.3 Rádio Pedra Branca 5 6.3.1 A relação entre controle cidadão e diversidade da programação …………... 195 6.3.2 A relação entre financiamento e utilidade social …………………………… 197 6.4 Rádio Pró-Guaramirim 6.4.1 O dilema entre voluntariado e profissionalização …………………………... 202 6.4.2 Rádio e impessoalidade na relação cidadão/administrador público ................ 204 6.5 Rádio Luz e Vida 6.5.1 Iniciativa individual e voluntariado de assistência social …………………... 210 6.5.2 A religiosidade como principal mediação …………………………………... 211 6.6 Rádio Sambaqui 6.6.1 Democracia na gestão e diversidade na programação ………………………. 216 6.6.2 A rádio como catalisadora da luta dos movimentos populares ……………... 218 6.7 Análise das variáveis nos seis casos ................................................................... 222 7. Conclusões ............................................................................................................ 240 7.1 Diagnóstico qualitativo do radialismo comunitário em Santa Catarina ................ 240 7.1.1 A proliferação, por impulsos do PT e pastorais católicas................................ 240 7.1.2 As iniciativas de caráter particular .................................................................. 244 7.1.3 Diversificação de conteúdos como principal desafio ...................................... 245 7.1.4 A política como principal mediação e a relação rádio/poder público ............. 245 7.2 Respostas às questões norteadoras ........................................................................ 246 8. Bibliografia .......................................................................................................... 255 ANEXOS Mapeamento das rádios comunitárias em SC – dezembro 2003 Roteiro das entrevistas nas seis rádios da amostra 6 Apresentação A preocupação principal deste trabalho é analisar se e como as rádios comunitárias em funcionamento no Estado de Santa Catarina desenvolvem práticas educativas no sentido da construção da cidadania nos (e a partir dos) espaços locais. A proliferação dessas emissoras, no final dos anos 90, em um contexto de intensificação do processo de globalização econômica e mundialização da cultura, está relacionada às lutas pela democratização da comunicação e às novas condições em que se dão as lutas por direitos e cidadania, cada vez mais mediadas pelos meios de comunicação. Neste novo cenário, torná- se fundamental estudar, compreender e se apropriar criativamente das novas possibilidades que a democratização da técnica traz tanto para a comunicação quanto para a educação. A pesquisa teve o objetivo de traçar um panorama do estado atual de desenvolvimento das rádios comunitárias no Estato de Santa Cataria e de identificar se e como têm sido experiências locais de aprendizado para o exercício da cidadania. Duas
Recommended publications
  • Programa Federativo De Enfrentamento Ao Coronavírus No Estado De Santa Catarina

    Programa Federativo De Enfrentamento Ao Coronavírus No Estado De Santa Catarina

    + Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus no Estado de Santa Catarina Os valores destinados ao Estado de Santa Catarina, decorrentes da distribuição estabelecida nos termos do Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus, são os seguintes: - dentre os recursos a serem aplicados na área de saúde pública: - R$ 219 milhões para o Estado, conforme critérios de população e incidência de COVID-19*; - R$ 102 milhões para os Municípios, conforme critério populacional; - R$ 1,151 bilhões de livre aplicação, pertencentes ao Estado; - R$ 780 milhões de livre aplicação, pertencentes aos Municípios; - R$ 724 milhões pela suspensão no pagamento da dívida* com organismos internacionais e com a União, incluindo dívidas do Estado e dos respectivos Municípios. O total é de R$ 2,977 bilhões, mas além desses valores ainda é necessário somar a eventual dívida com bancos privados. *Observação: os dados relativos à suspensão de dívidas foram fornecidos pelo Ministério da Economia, e os referentes à incidência de COVID-19 em 29/04/2020, pelo Ministério da Saúde. % Recebido Auxílio Recebido pelo Pop. Estimada UF Município pelo Município [IBGE] Município (total nacional de 20+3bi) SC Abdon Batista 2.563 0,04% R$ 315.439,22 SC Abelardo Luz 17.904 0,25% R$ 2.203.520,80 SC Agrolândia 10.864 0,15% R$ 1.337.078,30 SC Agronômica 5.448 0,08% R$ 670.508,34 SC Água Doce 7.145 0,10% R$ 879.365,29 SC Águas de Chapecó 6.486 0,09% R$ 798.259,38 SC Águas Frias 2.366 0,03% R$ 291.193,60 SC Águas Mornas 6.469 0,09% R$ 796.167,12 SC Alfredo Wagner 10.036 0,14%
  • ANEXO Unidade Da Federação

    ANEXO Unidade Da Federação

    ANEXO Unidade da Federação: SANTA CATARINA Processo nº 50000.044375/2005-72 Programa de Trabalho contendo as alterações propostas pelo Estado recebidas em 11 de outubro de 2006 e publicado no Diário Oficial da União, de 14 de novembro de 2006, seção 1, pág. 70, na forma da portaria nº. 227 de 13 de novembro de 2006. PROGRAMA DE TRABALHO PARA 2006 – 1ª alteração Relação de Empreendimentos A – Programa de Pavimentação Rodovia/Município Trecho Custo (R$1,00) 01. Brusque Pavimentação da R.Azambuja (Contorno do Hospital) 994.924 02. SC-407 Ligação Mun.Anitápolis – BR-282 – Lotes II e III 5.015.890 03. Araquari Acesso Mun.Araquari à BR-101 550.000 04. SC-459 Ligação Mun.Arvoredo – SCT-283 – Lote III 2.049.270 05. SC-492 Ligação Mun.Barra Bonita à BR-163 – Lotes I e II 1.700.000 06. SC-423 Ligação Mun.Bela Vista do Toldo – BR-280 – Lote II 2.672.644 07. SC-479 Ligação Mun.Irati – SC-468 (Formosa do Sul) – Lote I 3.500.000 08. SC-479 Ligação Mun.Jardinópolis – União do Oeste (Km 24,65 ao Km 29,65) 2.500.000 09. SC-428 Ligação Mun.Imbuia – Leoberto Leal – Lote II 5.000.000 10. SC-497 Ligação Mun.Tigrinhos – Maravilha – Lote III 1.399.728 11. SC-459 Ligação Mun.Coronel Martins – SCT-480 – Lote I 994.275 Ligação das Comunidades Sta.Cruz do Timbó – Lança (Porto União) – 12. SC-478 1.000.000 Lote I 13. SC-425 Ligação Mun.Mirim Doce – BR-470 (Pouso Redondo) – Lote I 1.500.000 Pavimentação da Rua Sta.Catarina , ligando a BR-158 ao centro do 14.
  • 11 De Junho De 2020

    11 De Junho De 2020

    11 de junho de 2020 12.953 8.522 180,8 casos confirmados recuperados casos por 100 mil hab. 186 4.245 1,44% óbitos casos ativos letalidade EVOLUÇÃO DOS CASOS CONFIRMADOS EM SANTA CATARINA EVOLUÇÃO DOS ÓBITOS EM SANTA CATARINA TESTES REALIZADOS 42.702 15.317 540 1.845 PCR testes clínico exames aguardando rápidos epidemiológicos resultado (Lacen) DETALHAMENTO DOS CASOS CONFIRMADOS E ÓBITOS DISTRIBUIÇÃO DE CASOS POR MUNICÍPIO 238 municípios com casos confirmados DISTRIBUIÇÃO DE ÓBITOS POR MUNICÍPIO 64 municípios com óbitos registrados CASOS CONFIRMADOS POR MACRORREGIÃO DE SAÚDE 1357 Planalto Norte e Nordeste 2366 2298 Grande Oeste 1391 Foz do Vale do Rio Itajaí 2021 Itajaí Meio Oeste e Serra Catarinense 1655 Grande 194 Florianópolis Outros estados 2 Outros países 1669 Sul ÓBITOS POR MACRORREGIÃO DE SAÚDE 36 Planalto Norte e Nordeste 28 41 16 Grande Oeste Foz do Vale do Itajaí Rio Itajaí 16 Meio Oeste e Serra Catarinense 18 Grande Florianópolis 31 Sul CASOS E ÓBITOS POR MUNICÍPIO E MACRORREGIÃO DE SAÚDE GRANDE FLORIANÓPOLIS 1655 18 - Gaspar 65 2 - Águas Mornas 3 - Guabiruba 7 1 - Alfredo Wagner - Ibirama 10 - Angelina - Imbuia 1 - Anitápolis - Indaial 87 2 - Antônio Carlos 31 4 - Ituporanga 10 1 - Biguaçu 75 - José Boiteux - Canelinha 22 - Laurentino 3 - Florianópolis 880 9 - Lontras 1 - Garopaba 6 1 - Mirim Doce 1 - Governador Celso Ramos 39 - Petrolândia 1 - Leoberto Leal - Pomerode 25 - Major Gercino - Pouso Redondo 4 1 - Nova Trento 10 - Presidente Getúlio 5 - Palhoça 291 1 - Presidente Nereu - Paulo Lopes 2 - Rio do Campo - Rancho Queimado
  • Informativo Mensal De Emprego ______

    Informativo Mensal De Emprego ______

    Secretaria do Estado de Desenvolvimento Econômico e Sustentável Diretoria de Emprego e Renda Sistema Nacional de Emprego – SINE Informativo Mensal de Emprego _________________________________________________________________ Número: 04/2021 Mês de referência: março de 2021 _________________________________________________________________ O Informativo Mensal de Emprego é umapublicação mensal do Setor de Informação eAnálise do Mercado de Trabalho que, baseadonas informações do "Novo CAGED", tem a finalidadede apresentar a evolução do emprego formal em Santa Catarina. Daniela Cristina Reinehr Governadora do Estado de Santa Catarina Luciano José Buligon Secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico e Sustentável Diego Goulart Diretor de Desenvolvimento de Emprego e Renda Ricardo Amorim Gerente de Políticas de Emprego e Ocupação Elaboração: Dr. Leandro dos Santos, Sociólogo Dr. Pietro Caldeirini Aruto, Economista Florianópolis, 28 de abril de 2021 Secretaria do Estado de Desenvolvimento Econômico e Sustentável Diretoria de Emprego e Renda Sistema Nacional de Emprego – SINE NO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2021, SANTA CATARINA TEVE O MAIOR CRESCIMENTO RELATIVO NACIONAL, COM 4,03% ______________________________________________________________________ No mês de março de 2021, o saldo líquido de empregos foi positivo em Santa Catarina, com 2 0.729 vagas formais. Os dados são do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – Novo Caged, analisados pela Gerência de Políticas de Emprego e Ocupação– SDE/SC1. O resultou do mês decorreu da diferença entre 125.425 admissões e 104.696 demissões. Na listagem dos Estados da Federação, Santa Catarina apresentou o terceiro maior nível de abertura de vagas, atrás apenas de São Paulo (+50.940) e Minas Gerais (+35.592). O Brasil, como um todo, apresentou um saldo positivo de 184.140 vagas em março.
  • Portaria N. Tc-725/2007

    Portaria N. Tc-725/2007

    TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA PORTARIA N. TC-725/2007 Dispõe sobre a distribuição, aos Relatores, dos grupos de processos. O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 90, inciso I, da Lei Complementar nº 202, de 15 de dezembro de 2000, e pelo art. 271, inciso I, do Regimento Interno, instituído pela Resolução nº TC-06/2001, Considerando o que dispõe o Regimento Interno do Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina, em seus arts. 116 a 122, quanto à distribuição de processos a Relatores; Considerando o prescrito no art. 7º da Resolução nº TC-09/2002, que estabelece procedimentos para recebimento, autuação e tramitação de processos e papéis no âmbito deste Tribunal de Contas; Considerando o sorteio de grupos de processos de órgãos e entidades das Administrações Estadual e Municipais, efetuado na sessão ordinária realizada em 12/12/2007, do Plenário deste Tribunal. R E S O L V E: Art. 1º - Tornar público o resultado do sorteio efetuado na sessão ordinária realizada em 12/12/2007, do Plenário deste Tribunal, quanto à distribuição aos Relatores dos grupos de processos de órgãos e entidades das Administrações Públicas Estadual e Municipais, referentes aos atos administrativos e contas do exercício financeiro de 2008, demonstrada nos anexos I e II, que integram esta Portaria, contendo, em síntese, a distribuição seguinte: TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA Administração Estadual e Municipais Contas do exercício de 2008 GRUPOS RELATORES Grupo 1 Conselheiro Wilson Rogério Wan-Dall Grupo 2 Auditor Gerson dos Santos Sicca Grupo 3 Conselheiro Salomão Ribas Júnior Grupo 4 Conselheiro Luiz Roberto Herbs Grupo 5 Conselheiro César Filomeno Fontes Grupo 6 Auditora Sabrina Nunes Iocken Grupo 7 Conselheiro Moacir Bertoli Grupo 8 Auditor Cleber Muniz Gavi Grupo 9 Conselheiro Otávio Gilson dos Santos Art.
  • Tribunal De Contas Do Estado De Santa Catarina

    Tribunal De Contas Do Estado De Santa Catarina

    Diário Oficial Eletrônico Quarta-Feira, 24 de agosto de 2016 - Ano 9 – nº 2014 repassados à Sociedade Recreativa Cultural e Samba Embaixada Índice Copa Lord 3. Responsável: Antônio José Leopoldo Procuradores constituído: José Carlos L. Machado (de Valter José DELIBERAÇÕES DO TRIBUNAL PLENO, DECISÕES Gallina) e Gabriela Laís Knaesel (de Gilmar Knaesel) SINGULARES E EDITAIS DE CITAÇÃO E AUDIÊNCIA ................ 1 4. Unidade Gestora: Secretaria de Estado do Desenvolvimento Regional da Grande Florianópolis ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA ESTADUAL ................................................ 1 5. Unidade Técnica: DCE 6. Acórdão n.: 0430/2016 Poder Executivo ......................................................................... 1 VISTOS, relatados e discutidos estes autos, relativos Prestação de Contas de Recursos Antecipados, relativa ao empenho n. 4589, de Administração Direta ............................................................... 1 21/11/2008, no valor deR$ 320,000,00, repassados à Sociedade Recreativa Cultural e Samba Embaixada Copa Lord pela Secretaria Autarquias ............................................................................... 3 de Estado do Desenvolvimento Regional da Grande Florianópolis. Considerando que o Responsável foi devidamente citado; Poder Judiciário .......................................................................... 3 Considerando que as alegações de defesa e documentos apresentados são insuficientes para elidir irregularidades apontadas Tribunal de Contas do Estado ...................................................
  • Cobertura Atenção Básica

    Cobertura Atenção Básica

    UF Cod IBGE Municipios Cobertura da Atenção Básica (05/2012) SC 420005 Abdon Batista 100,0 SC 420010 Abelardo Luz 100,0 SC 420020 Agrolândia 100,0 SC 420030 Agronômica 94,9 SC 420040 Água Doce 100,0 SC 420050 Águas de Chapecó 100,0 SC 420055 Águas Frias 100,0 SC 420060 Águas Mornas 100,0 SC 420070 Alfredo Wagner 100,0 SC 420075 Alto Bela Vista 100,0 SC 420080 Anchieta 94,9 SC 420090 Angelina 100,0 SC 420100 Anita Garibaldi 70,6 SC 420110 Anitápolis 93,4 SC 420120 Antônio Carlos 100,0 SC 420125 Apiúna 100,0 SC 420127 Arabutã 81,0 SC 420130 Araquari 77,3 SC 420140 Araranguá 66,6 SC 420150 Armazém 89,5 SC 420160 Arroio Trinta 100,0 SC 420165 Arvoredo 100,0 SC 420170 Ascurra 80,5 SC 420180 Atalanta 100,0 SC 420190 Aurora 81,0 SC 420195 Balneário Arroio do Silva 91,3 SC 420200 Balneário Camboriú 48,7 SC 420205 Balneário Barra do Sul 100,0 SC 420207 Balneário Gaivota 78,1 SC 420208 Bandeirante 100,0 SC 420209 Barra Bonita 100,0 SC 420210 Barra Velha 87,9 SC 420213 Bela Vista do Toldo 100,0 SC 420215 Belmonte 100,0 SC 420220 Benedito Novo 100,0 SC 420230 Biguaçu 85,3 SC 420240 Blumenau 73,6 SC 420243 Bocaina do Sul 100,0 SC 420245 Bombinhas 100,0 SC 420250 Bom Jardim da Serra 100,0 SC 420253 Bom Jesus 100,0 SC 420257 Bom Jesus do Oeste 100,0 SC 420260 Bom Retiro 99,8 SC 420270 Botuverá 88,4 SC 420280 Braço do Norte 99,7 SC 420285 Braço do Trombudo 100,0 SC 420287 Brunópolis 100,0 UF Cod IBGE Municipios Cobertura da Atenção Básica (05/2012) SC 420290 Brusque 50,5 SC 420300 Caçador 30,2 SC 420310 Caibi 100,0 SC 420315 Calmon 100,0 SC 420320 Camboriú
  • Documentos Nº 321

    Documentos Nº 321

    ISSN 2674-9521 (On-line) Setembro/2020 DOCUMENTOS Nº 321 Perdas provocadas por tempestades em algumas regiões do estado de Santa Catarina: 14 e 15 de agosto de 2020 Autores Alexandre Luís Giehl Anderson Nascimento Monteiro Fernando Vieira de Luca Gilsânia de Souza Cruz Glaucia de Almeida Padrão Janice Maria Waintuch Reiter João Rogério Alves Jurandi Teodoro Gugel Léo Teobaldo Kroth Marcelo Alexandre de Sá Marcia Mondardo Rogério Goulart Júnior Tabajara Marcondes Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina Florianópolis 2020 Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) Rodovia Admar Gonzaga, 1.347, Itacorubi, Caixa Postal 502 88034-901, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil Fone: (48) 3665-5000, fax: (48) 3665-5010 Site: www.epagri.sc.gov.br Editado pelo Departamento Estadual de Marketing e Comunicação (DEMC) Coordenação: Léo Teobaldo Kroth Marcelo Alexandre de Sá Reney Dorow Revisão técnica: Léo Teobaldo Kroth – Epagri/Cepa Marcelo Alexandre de Sá – Epagri/Cepa Editoração técnica: Paulo Sergio Tagliari Revisão textual: Laertes Rebelo Diagramação: Vilton Jorge de Souza Distribuição: On-line (setembro de 2020) Fotos da capa: Autoria de Walter Graff Zang, extensionista rural da Epagri, do Escritório Municipal de Tangará, SC É permitida a reprodução parcial deste trabalho desde que a fonte seja citada. Ficha catalográfica GIEHL, A.L.; MONTEIRO, A.N.; LUCA, F.V. de; CRUZ, G. de S.; PADRÃO, G.de A.; REITER, J.N.W.; ALVES, J.R.; GUGEL, J.T.; KROTH, L.T.; SÁ, M. A. de; MONDARDO, M.; GOULART JÚNIOR, R.; MARCONDES, T. Perdas provocadas pelo tornado em algumas regiões do estado de Santa Catarina: 14 e 15 de agosto de 2020.
  • Diário Oficial Eletrônico

    Diário Oficial Eletrônico

    Diário Oficial Eletrônico Quarta-Feira, 5 de junho de 2019 - Ano 10 – nº 2668 Sumário DELIBERAÇÕES DO TRIBUNAL PLENO, DECISÕES SINGULARES E EDITAIS DE CITAÇÃO E AUDIÊNCIA .......................................... 2 ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA ESTADUAL ................................................................................................................................................................... 2 Poder Executivo ............................................................................................................................................................................................ 2 Administração Direta .................................................................................................................................................................................. 2 Autarquias .................................................................................................................................................................................................. 4 Poder Judiciário ............................................................................................................................................................................................. 5 ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA MUNICIPAL ................................................................................................................................................................... 6 Antônio Carlos ..............................................................................................................................................................................................
  • Produtores Organicos.XLS

    Produtores Organicos.XLS

    LEVANTAMENTO AGROPECUÁRIO DE SANTA CATARINA 2002-2003 - Dados preliminares Produtores orgânicos - Número de estabelecimentos agropecuários informantes, cujo produtor declarou possuir certificação para produtos orgânicos, por abrangência geográfica: Estado e Município - Santa Catarina - 2002-2003. Agrangência geográfica Número de estabelecimentos Santa Catarina 1.897 Abdon Batista 1 Abelardo Luz 5 Agrolândia - Agronômica 1 Água Doce - Águas de Chapecó 9 Águas Frias - Águas Mornas 9 Alfredo Wagner 6 Alto Bela Vista - Anchieta 7 Angelina 2 Anita Garibaldi 3 Anitápolis 4 Antônio Carlos 4 Apiúna 3 Arabutã 2 Araquari 13 Araranguá 2 Armazém 1 Arroio Trinta 1 Arvoredo 5 Ascurra - Atalanta 1 Aurora 3 Balneário Arroio do Silva - Balneário Barra do Sul - Balneário Camboriu - Balneário Gaivotas - Bandeirante 5 Barra Bonita - Barra Velha - Bela Vista do Toldo 1 Belmonte - Benedito Novo 13 Biguaçu 15 Blumenau 5 Bocaina do Sul 2 Bom Jardim da Serra 5 Bom Jesus 1 Bom Jesus do Oeste - Bom Retiro 5 Bombinhas - Botuverá - Braço do Norte 1 Braço do Trombudo 6 Brunópolis 2 Brusque - Caçador 5 Caibi 24 Calmon 4 Camboriu 2 Campo Alegre 5 Campo Belo do Sul 3 Campo Erê 4 Campos Novos 4 Canelinha - Canoinhas 13 Capão Alto 3 Capinzal - Capivari de Baixo - Catanduvas - Caxambu do Sul 2 Celso Ramos - Cerro Negro 4 Chapadão do Lageado - Chapecó 6 Cocal do Sul 1 Concórdia 36 Cordilheira Alta - Coronel Freitas 5 Coronel Martins 4 Correia Pinto 4 Corupá 13 Criciuma 1 Cunha Pora 13 Cunhataí 2 Curitibanos 3 Descanso 2 Dionísio Cerqueira 4 Dona Emma 1 Doutor Pedrinho 2
  • Mapa Das Agências (PDF)

    Mapa Das Agências (PDF)

    Garuva Três Barras Mafra Itapoá 3$5$1È Canoinhas Campo Alegre Barracão Irineópolis São Francisco do Sul Bela Vista Rio Negrinho São Bento do Sul Joinville Porto União do Toldo Itaiópolis Dionísio São Lourenço d'Oeste Santa Cruz do Timbó Cerqueira Palma Sola Jupiá Papanduva Guarujá Major Schroeder Araquari do Sul Campo Erê Vieira Corupá Princesa Galvão Matos Costa Novo Horizonte São José Monte Castelo Guaramirim Balneário Barra do Sul São Bernardino do Cedro Anchieta Coronel Martins Jaraguá do Sul São Domingos Abelardo Luz Santa Terezinha Calmon Timbó Grande Guaraciaba do Progresso Saltinho Santiago do Sul São João do Itaperiú Barra Bonita Massaranduba Barra Velha Paraíso Irati Ipuaçu Romelândia Bom Jesus Formosa do Sul ARGENTINA Tigrinhos do Oeste Ouro Verde Doutor Pedrinho JardinópolisQuilombo Entre Rios Luis Alves São Miguel d'Oeste São Miguel Serra Alta Bom Jesus Rio dos Cedros Pomerode da Boa Vista Sul Brasil Caçador Santa Terezinha Bandeirante Passos Maia Benedito Novo Piçarras Flor do Sertão União do Oeste Maravilha Modelo Faxinal dos Timbó Marema Guedes Macieira Penha Pinhalzinho Vargeão SRN Descanso Iraceminha Águas Frias Lajeado Grande Vitor Meireles Salto Veloso Rio das Antas Belmonte Cunha Porã Ponte Serrada Ilhota Coronel Freitas Xanxerê Arroio Trinta Lebon Régis José Rodeio Blumenau Navegantes Saudades Nova Erechim Rio do Campo Indaial Gaspar Itajaí Santa Helena Santa Cecília Witmarsum Boiteux Cunhataí Xaxim Salete Nova Itaberaba Vargem Bonita Dona Emma Ascurra Iporã do Oeste Treze Tílias Iomerê Fraiburgo Balneário Camboriú
  • Morphological and Depositional Facies of Transgressive Dunefields in the Imbituba-Jaguaruna Region, Santa Catarina State, Southern Brazil C

    Morphological and Depositional Facies of Transgressive Dunefields in the Imbituba-Jaguaruna Region, Santa Catarina State, Southern Brazil C

    Journal of Coastal Research SI 39 673 - 677 ICS 2004 (Proceedings) Brazil ISSN 0749-0208 Morphological and Depositional Facies of Transgressive Dunefields in the Imbituba-Jaguaruna Region, Santa Catarina State, Southern Brazil C. T. Martinho†; P.C. F.Giannini†; A. O. Sawakuchi† and P.A. Hesp‡ †Instituto de Geociências, Dept. de Geologia ‡Geography and Antropology, Louisiana Sedimentar e Ambiental State University Universidade de São Paulo, São Paulo 227 Howe/Russell Geoscience Complex, 05508-900, Brazil Baton Rouge LA 70803-4105 USA [email protected], [email protected] [email protected], [email protected] ABSTRACT MARTINHO, C.T.; GIANNINI, P. C. F.; SAWAKUCHI, A. O. andHESP, P. A., 2006. Morphological and depositional facies of transgressive dunefields of the Imbituba-Jaguaruna region, Santa Catarina State, Southern Brazil. Journal of Coastal Research, SI 39 (Proccendings of the 8th International Coastal Symposium), 673 - 677. Itajaí, SC, Brazil, ISSN 0749-0208. This paper presents a morphological (process-form) and depositional (process-product) facies analysis of two types of active transgressive dunefields (facies associations) in the mid-south coast of Santa Catarina State. The Ibiraqüera dunefield (Imbituba) has parabolic geometry and about 5 kilometers of extension. It migrates inland and it's separated from the beach by a vegetated deflation plain. The influence of the vegetation on the dynamics of morphological facies in this dunefield is very common. The Grande do Sul dunefield (Jaguaruna) migrates parallel to the beach along tens of kilometers. It has a predominance of unvegetated morphological facies. When common facies to both dunefields are compared, the Grande do Sul's morphological facies are larger and their depositional facies are finer-grained.