Balneabilidade
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Sindiberf 2018-2019 (Cct)
05/02/2019 Mediador - Extrato Convenção Coletiva Imprimir Salvar CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2018/2019 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: RS000241/2019 DATA DE REGISTRO NO MTE: 24/01/2019 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR074753/2018 NÚMERO DO PROCESSO: 46218.020502/2018-40 DATA DO PROTOCOLO: 17/12/2018 Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/. SINDICATO DOS HOSPITAIS BENEFICENTES RELIGIOSOS E FILANTROPICOS DO RIO GRANDE DO SUL - SINDIBERF, CNPJ n. 95.179.792/0001-10, neste ato representado(a) por seu Presidente, Sr(a). RICARDO ENGLERT; E SINDICATO MEDICO DO RIO GRANDE DO SUL, CNPJ n. 92.990.498/0001-03, neste ato representado(a) por seu Vice-Presidente, Sr(a). MARIA RITA SABO DE ASSIS BRASIL; celebram a presente CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO, estipulando as condições de trabalho previstas nas cláusulas seguintes: CLÁUSULA PRIMEIRA - VIGÊNCIA E DATA-BASE As partes fixam a vigência da presente Convenção Coletiva de Trabalho no período de 01º de julho de 2018 a 30 de junho de 2019 e a data-base da categoria em 01º de junho. CLÁUSULA SEGUNDA - ABRANGÊNCIA A presente Convenção Coletiva de Trabalho abrangerá a(s) categoria(s) médicos, com abrangência territorial em Aceguá/RS, Água Santa/RS, Agudo/RS, Alegrete/RS, Almirante Tamandaré Do Sul/RS, Alto Alegre/RS, Alto Feliz/RS, Alvorada/RS, Amaral Ferrador/RS, André Da Rocha/RS, Arambaré/RS, Araricá/RS, Aratiba/RS, Arroio Do Padre/RS, Arroio Do Sal/RS, Arroio Dos Ratos/RS, Arroio Grande/RS, Áurea/RS, Bagé/RS, Balneário Pinhal/RS, Barão De Cotegipe/RS, Barão Do Triunfo/RS, -
Órgão Nome Município LOA SECRETARIA DA AGRICULTURA
Órgão Nome Município LOA SECRETARIA DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ACEGUA 60.607,47 DESENVOLVIMENTO RURAL SECRETARIA DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E BAGE 137.818,40 DESENVOLVIMENTO RURAL SECRETARIA DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E CACAPAVA DO SUL 133.781,79 DESENVOLVIMENTO RURAL SECRETARIA DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E HULHA NEGRA 88.074,99 DESENVOLVIMENTO RURAL SECRETARIA DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E LAVRAS DO SUL 85.393,55 DESENVOLVIMENTO RURAL SECRETARIA DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E CHIAPETA 36.700,49 DESENVOLVIMENTO RURAL SECRETARIA DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E AGUDO 31.085,70 DESENVOLVIMENTO RURAL SECRETARIA DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E DILERMANDO DE AGUIAR 31.085,63 DESENVOLVIMENTO RURAL SECRETARIA DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E DONA FRANCISCA 31.085,62 DESENVOLVIMENTO RURAL SECRETARIA DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E FAXINAL DO SOTURNO 31.085,62 DESENVOLVIMENTO RURAL SECRETARIA DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E FORMIGUEIRO 31.085,62 DESENVOLVIMENTO RURAL SECRETARIA DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ITAARA 31.085,62 DESENVOLVIMENTO RURAL SECRETARIA DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E IVORA 31.085,62 DESENVOLVIMENTO RURAL SECRETARIA DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E JARI 31.085,62 DESENVOLVIMENTO RURAL SECRETARIA DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E JULIO DE CASTILHOS 31.085,62 DESENVOLVIMENTO RURAL SECRETARIA DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E NOVA PALMA 31.085,62 DESENVOLVIMENTO RURAL SECRETARIA DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E PINHAL GRANDE 31.085,62 DESENVOLVIMENTO RURAL SECRETARIA DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E QUEVEDOS 31.085,62 DESENVOLVIMENTO RURAL SECRETARIA DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E SANTA MARIA 31.085,62 DESENVOLVIMENTO -
Estado Do Rio Grande Do Sul Assembleia Legislativa
ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DECRETO Nº 47.543, DE 08 DE NOVEMBRO DE 2010. (publicado no DOE nº 211 de 09 de novembro de 2010) Introduz alterações no Decreto nº 35.764, de 28 de dezembro de 1994, alterado pelo Decreto nº 42.777, de 22 de dezembro de 2003, pelo Decreto nº 42.986, de 26 de março de 2004, do Decreto 45.436, de 09 de janeiro de 2008, e dá outras providências. A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82, inciso V, da Constituição do Estado, D E C R E T A: Art. 1º - Fica alterado o artigo 1º do Decreto nº 42.777, de 22 de dezembro de 2003, o artigo 1º do Decreto nº 42.986, de 26 de março de 2004, e o artigo 1º do Decreto nº 45.436, de 09 de janeiro de 2008, que passam a vigorar com a seguinte redação: Art. 1º - Os Conselhos Regionais de Desenvolvimento - COREDES -, pessoas jurídicas de direito privado, organizar-se- ão sob a forma de associações civis, sem fins lucrativos, tendo cada um a seguinte denominação e abrangência territorial: I - ALTO JACUÍ: Boa Vista do Cadeado, Boa Vista do Incra, Colorado, Cruz Alta, Fortaleza dos Valos, Ibirubá, Lagoa dos Três Cantos, Não-Me- Toque, Quinze de Novembro, Saldanha Marinho, Salto do Jacuí, Santa Bárbara do Sul, Selbach e Tapera; II - CAMPANHA: Aceguá, Bagé, Caçapava do Sul, Candiota, Dom Pedrito, Hulha Negra e Lavras do Sul; III - CENTRAL Agudo, Dilermando de Aguiar, Dona Francisca, Faxinal do Soturno, Formigueiro, Itaara, Ivorá, Jarí, Júlio de Castilhos, Nova Palma, Pinhal Grande, Quevedos, Santa Maria, São -
Evolução Do Ipm Por Município
EVOLUÇÃO DO IPM POR MUNICÍPIO DELEGACIA DA MUNICÍPIO IPM 2021 DEFINITIVO IPM 2022 PROVISÓRIO VARIAÇÃO IPM 2022/2021 RECEITA ESTADUAL BAGE ACEGUA 0,134751 0,143314 6,35% PASSO FUNDO AGUA SANTA 0,102536 0,100018 -2,46% SANTA MARIA AGUDO 0,141378 0,145374 2,83% SANTO ANGELO AJURICABA 0,107081 0,111621 4,24% SANTO ANGELO ALECRIM 0,055682 0,057392 3,07% URUGUAIANA ALEGRETE 0,661706 0,683677 3,32% SANTO ANGELO ALEGRIA 0,049597 0,051993 4,83% PASSO FUNDO ALMIRANTE TAMANDARE DO SUL 0,076518 0,080843 5,65% PASSO FUNDO ALPESTRE 0,284256 0,288103 1,35% PASSO FUNDO ALTO ALEGRE 0,038487 0,036336 -5,59% NOVO HAMBURGO ALTO FELIZ 0,054882 0,059937 9,21% CANOAS ALVORADA 0,412208 0,413358 0,28% SANTA MARIA AMARAL FERRADOR 0,053863 0,054950 2,02% PASSO FUNDO AMETISTA DO SUL 0,067359 0,070151 4,14% CAXIAS DO SUL ANDRE DA ROCHA 0,049406 0,046392 -6,10% LAJEADO ANTA GORDA 0,092664 0,093793 1,22% CAXIAS DO SUL ANTONIO PRADO 0,171580 0,175961 2,55% PELOTAS ARAMBARE 0,059590 0,063996 7,39% NOVO HAMBURGO ARARICA 0,039966 0,045217 13,14% ERECHIM ARATIBA 0,409695 0,393961 -3,84% LAJEADO ARROIO DO MEIO 0,321127 0,341531 6,35% PELOTAS ARROIO DO PADRE 0,033160 0,033497 1,02% TAQUARA ARROIO DO SAL 0,042652 0,043562 2,13% SANTA MARIA ARROIO DO TIGRE 0,096025 0,092872 -3,28% SANTA CRUZ DO SUL ARROIO DOS RATOS 0,078219 0,074940 -4,19% PELOTAS ARROIO GRANDE 0,236035 0,248196 5,15% LAJEADO ARVOREZINHA 0,087954 0,088470 0,59% SANTO ANGELO AUGUSTO PESTANA 0,115436 0,110543 -4,24% ERECHIM AUREA 0,049448 0,051086 3,31% BAGE BAGE 0,529034 0,532909 0,73% TAQUARA BALNEARIO PINHAL -
Mapa Da Sub-Bacia 75
Rede Hidrometeorológica Nacional Sub-Bacia 75 Rios Uruguai-Ijuí Estações Fluviométricas e Pluviométricas da ANA em Operação 55°W Mapa de Situação Iporã do Oeste Sub-Bacia 75 Tunápolis Cunhataí RR Caibi Palmitos AP São João do Oeste Mondaí Riqueza Itapiranga Vicente Dutra Barra do Guarita Iraí AM PA MA CE RN PB Derrubadas Caiçara raná Vista Gaúcha PI Pa PE io AC TO AL R Esperança do Sul Palmitinho RO Vista Alegre Ametista do Sul SE Tenente Portela BA Tiradentes do Sul PR Frederico Westphalen MT Três Passos Taquaruçu do Sul Seberi Rodeio Bonito GO DF Miraguaí Doutor Maurício Cardoso Crissiumal Pinhal R MG Bom Progresso S Erval Seco Rio R - ES Porto Mauá Novo Machado e Humaitá 3 Novo Tiradentes MS u 3 n 0 o Braga SP RJ Horizontina Sede Nova Jaboticaba Alecrim Tucunduva Redentora PR R Boa Vista do Buricá Campo Novo S São Martinho Sagrada Família - Coronel Bicaco Boa Vista das Missões R 5 São José do Inhacorá SC Porto Vera Cruz 4 i 0 Tuparendi o Três de Maio A 72 São Valério do Sul São José das Missões RS g S-4 u R Santo Cristo Independência Alegria São Pedro das Missões a R Santo Augusto p Porto Lucena R i Santa Rosa o e Inhacorá io y Palmeira das Missões Porto Xavier 7 R C Novo Barreiro 3 0 2 S 5 Chiapetta T S- a 1 R 6 - -3 u Cândido Godói 1 3 s S r R - 4 R v c R 4 RS io S 4 o 1 -33 Ij a i 5 0 u R o - í v S B R Giruá e u R ricá Campina das Missões l Pirapó Ubiretama 2853035 Chapada ai S Legenda: gu Senador Salgado Filho - Nova Ramada ru 3 2854001 U 4 R io 2 R Roque Gonzales Sete de Setembro 5 S 5 - Cerro Largo 5 1 2853040 0 285500175550000 -
Rf6 Rf8 Rf5 Rf9 Rf7 Rf3 Rf1 Rf2 Rf4
56°0’0"O 54°0’0"O 52°0’0"O 50°0’0"O Paraná Paraguai Vicente Dutra Barra do Guarita Iraí Pinheirinho do Vale Alpestre Derrubadas Caiçara Vista Gaúcha Rio dos Índios Santa Catarina Planalto Esperança do Sul Palmitinho Frederico Westphalen Ametista do Sul Nonoai Mariano Moro Tenente Portela Vista Alegre Itatiba do Sul Tiradentes do Sul Taquaruçu do Sul Erval Grande Aratiba Médio Alto Uruguai Barra do Rio Azul Faxinalzinho Severiano de Almeida Gramado dos Loureiros Três Passos Cristal do Sul Celeiro Rodeio Bonito Marcelino Ramos Seberi Crissiumal Miraguaí Benjamin Constant do Sul Três Arroios Doutor Maurício Cardoso Pinhal Trindade do Sul Entre Rios do Sul Bom Progresso Erval Seco São Valentim Humaitá Novo Tiradentes Norte Viadutos Machadinho Porto Mauá Novo Machado Liberato Salzano Gaurama Cerro Grande Nova Candelária Braga Três Palmeiras Barão de Cotegipe Horizontina Sede Nova Jaboticaba Erechim Maximiliano de Almeida Tucunduva Alecrim Redentora Dois Irmãos das Missões Boa Vista das Missões Cruzaltense Ponte Preta Boa Vista do Buricá Campo Novo Barracão Lajeado do Bugre Áurea Sagrada Família Engenho Velho Campinas do Sul Paulo Bento Paim Filho São Martinho Coronel Bicaco Carlos Gomes Porto Vera Cruz São José do Inhacorá Constantina Jacutinga Novo Xingu Tuparendi São Pedro das Missões Centenário Cacique Doble São José das Missões São José do Ouro Fronteira Noroeste Três de Maio São Valério do Sul Ronda Alta Santo Cristo Quatro Irmãos São João da Urtiga Alegria Rondinha Porto Lucena Independência Santo Augusto Erebango Santa Rosa Rio da Várzea -
Colônia Rondinha/Vila Santa Lúcia: Migração Interna No Rio Grande Do Sul E a Proposta De Integração Católica
COLÔNIA RONDINHA/VILA SANTA LÚCIA: MIGRAÇÃO INTERNA NO RIO GRANDE DO SUL E A PROPOSTA DE INTEGRAÇÃO CATÓLICA WESZ, Mauro M1. SANTOS, Júlio R Q2. Neste artigo pretendemos estabelecer relações e nexos entre duas comunidades que se desenvolveram no noroeste do Rio Grande do Sul ou região das Missões, na primeira metade do século XX. A rede de trocas entre essas comunidades rurais permite identificar a presença de jesuítas, colonos de origem diversa e também caboclos, o chamado “elemento genuinamente nacional”, grupos sociais que permeiam nossos estudos no projeto intitulado “Colônia Rondinha/Vila Santa Lúcia: povoamento e missioneirismo na região noroeste do Rio Grande do Sul no início do século XX”. A proximidade de relações mantidas entre a colônia Serro Azul (atual Cerro Largo) e a Vila Santa Lúcia (atual Caibaté), acima de tudo no que diz respeito ao aspecto religioso e aos vínculos que os jesuítas procuraram manter e estender nas duas colônias apresenta-se como pertinentes para iniciar a análise sobre a região e seus desdobramentos culturais. O interesse eclesiástico neste espaço aumentou de forma significativa quando o Pe. Carlos Teschauer3, historiador orgânico da Companhia de Jesus, afirmou ter encontrado o “Caaró”, local onde teria ocorrido o “martírio” dos missionários jesuítas Roque Gonzáles de Santa Cruz, Afonso Rodriguez e Juan Del Castillo que ocorreu em 1628.4 Posteriormente esta tese seria reafirmada pelo Pe. Luiz Gonzaga Jaegger S.J.5 na legitimação do local enquanto sagrado. 1 Mestrando do PPGH (Programa de Pós Graduação em História) da Universidade Federal de Santa Maria e bolsista Capes. 2 Professor Titular do Departamento de História e do Programa de Pós Graduação em História na UFSM; Doutor em História Social pela Universidade de São Paulo (USP). -
Municípios Atendidos Por RGE
MUNICÍPIOS QUE SERÃO ATENDIDOS PELA RGE SUL DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A APÓS AGRUPAMENTO RS Rio Grande do Sul Água Santa, Ajuricaba, Alecrim, Alegria, Alpestre, Alto Feliz, Ametista do Sul, André da Rocha, Anta Gorda, Antônio Prado, Aratiba, Arvorezinha, Augusto Pestana, Áurea Barão, Barão do Cotegipe, Barra do Guarita, Barra do Rio Azul, Barra Funda, Barracão, Barros Cassal, Benjamin Constant do Sul, Bento Gonçalves, Boa Vista das Missões, Boa Vista do Buricá, Boa Vista do Cadeado, Boa Vista do Sul, Bom Jesus, Bom Progresso, Braga, Cachoeirinha, Cacique Doble, Caiçara, Camargo, Cambara do Sul, Campestre da Serra, Campina das Missões, Campinas do Sul, Campo Novo, Cândido Godoy, Canela, Carlos Barbosa, Carlos Gomes, Casca, Caseiros, Capão Bonito do Sul, Catuipe, Caxias do Sul, Centenário, Cerro Grande, Cerro Largo, Charrua, Chiapeta, Ciriaco, Constantina, Coronol Pilar, Coronel Bicaco, Cotiporã, Coxilha, Crissiumal, Cruz Alta, Cistral do Sul, Cruzaltense, David Canabarro, Derrubadas, Dezesseis de Novembro, Dois Irmãos das Missões, Dois Lajeados, Dr Maurício Cardoso, Engenho Velho, Entre Ijuis, Entre Rios do Sul, Erebango, Erechim, Ernestina, Erval Grande, Erval Seco, Esmeralda, Esperança do Sul, Espumoso, Estação, Eugênio de Castro, Fagundes Varela, Farroupilha, Faxinalzinho, Feliz, Flores da Cunha, Floriano Peixoto, Fortaleza dos Valos, Frederico Westphalen, Garibaldi, Gaurama, Gentil, Getúlio Vargas, Girua, Glorinha, Gramado, Gramado dos Loureiros, Gravatai, Guabiju, Guaporé, Guarani das Missões, Horizontina, Humaitá, Ibiraiaras, Ibirapuitã, -
Achados Perdidos
“AMIGO PESCA COM AMIGO” Informativo www.plataformacidreira.com “AMIGO PESCA COM AMIGO” 2009 CURIOSIDADES da Plataforma História da Plataforma de Cidreira H (continuação) de Pesca de Cidreira achados & perdidos Quando alguém acha documentos perdidos por outra pes- soa, tem pouca chance de localizar o dono, porque geralmente não encontra telefone nem endereço, já que os documentos, por medida de segurança, não possuem estes dados. A carteira de ingresso é documento de uso exclusivo necessá- rio para o acesso à Plataforma de Cidreira, para pescar ou visitar. Nela consta seu nome, número do registro de usuário, foto e tí- quete de validade, bem como os números dos telefones do Píer e do Escritório. Assim, quando a carteira da Plataforma de Cidreira está junto com os outros documentos perdidos, as pessoas que os acham têm chance de ligar para o nosso escritório e comunicar. Desta forma, ao longo de anos, muitos documentos foram re- a edição anterior você ficou sabendo que a solução en- cuperados. Em alguns casos, os documentos foram entregues di- contrada para termos nosso local de pesca foi propor retamente no Píer, em outros, nos ligaram dando o endereço para ao pessoal da Agro-Territorial de Cidreira a construção do Píer, o dono ir buscar. Já recebemos ligação até mesmo de Agência dos deixando por conta de nossa imobiliária as vendas do direito de Correios onde os documentos de nosso pescador foram entre- uso para pescar. A proposta foi aceita pelo Senhor Fausto Borba gues. O funcionário, diligente- Prates, dono da Agro. mente, nos ligou comunican- E o tempo passou. -
Rio Grande Do Sul Protected Natural Areas Conservation Units (Ucs) – Federal, State, Municipal and Private by Year of Creation, Location and Area in 2008 (Ha)
Rio Grande do Sul Protected Natural Areas Conservation Units (UCs) – federal, state, municipal and private by year of creation, location and area in 2008 (ha) Federal Year of Creation Location Area (ha) National Park of Aparados da Serra 1959 Cambará do Sul and Praia Grande (SC) 26,165.40 National Forest of Canela 1968 Canela 517.73 National Forest of Passo Fundo 1968 Mato Castelhano 1,358.00 National Forest of São Francisco de Paula 1968 São Francisco de Paula 1,606.70 Ecological Station of Aracuri-Esmeralda 1981 Muitos Capões 277.29 Area of Relevant Interest Pontal dos Latinos 1984 Santa Vitória do Palmar 1,750.00 Area of Relevant Interest Pontal dos Santiagos 1984 Santa Vitória do Palmar 1,245.00 Ecological Station of Taim 1986 Rio Grande and Santa Vitória do Palmar 222,643.34 National Park of Lagoa do Peixe 1986 Mostardas, São José do Norte and Tavares 36,753.00 Environmental Protection Area of Rio Ibirapuitã 1992 Alegrete, Quaraí, Rosário do Sul and Santana do Livramento 317,019.85 National Park of Serra Geral 1992 Cambará do Sul, São Francisco de Paula, Jacinto Machado (SC) and Praia Grande (SC) 17,332.00 Wildlife Reserve of Ilha dos Lobos¹ 2005 Torres Coastland 142.00 State Year of Creation Location Area (ha) Guarita Park² 1947 Torres 28.23 State Park of Turvo 1947 Derrubadas 17,491.40 State Park of Espigão Alto 1949 Barracão 1,331.90 Botanic Garden of Porto Alegre 1958 Porto Alegre 41.00 Zoo 1962 Sapucaia do Sul 620.00 Caracol Park³ 1973 Canela 100.00 State Park of Itapuã 1973 Viamão 5,566.50 State Park of Camaquã 1975 Camaquã -
Projeto Técnico De Compensação Ambiental
PROJETO TÉCNICO DE COMPENSAÇÃO AMBIENTAL FLORA DE INTERESSE PARA A CONSERVAÇÃO NO TRECHO MEDIO DO RIO TOROPI E REGIÃO SISTEMA DE TRANSMISSÃO DO COMPLEXO TOROPI QUEVEDOS ENERGÉTICA S.A. PORTO ALEGRE, OUTUBRO DE 2019 SUMÁRIO Apresentação ......................................................................................................... 3 Dados da empresa responsável pela proposição e execução ................................ 3 Antecedentes e experiência da entidade proponente com o tema proposto ...... 4 Projeto Técnico....................................................................................................... 5 4.1 Resumo ....................................................................................................................... 5 4.2 Justificativa ................................................................................................................. 6 4.3 Região de atuação e público-alvo do projeto ............................................................ 6 4.4 Objetivos .................................................................................................................... 8 4.4.1 Objetivo Geral ............................................................................................................ 8 4.4.2 Objetivos Específicos .................................................................................................. 8 4.4.3 Metodologia executiva............................................................................................... 9 4.4.4 Resultados esperados ............................................................................................. -
Áreas Prioritárias Para Conservação De Butia (Arecaceae) No Rio Grande Do Sul
ÁREAS PRIORITÁRIAS PARA CONSERVAÇÃO DE BUTIA (ARECACEAE) NO RIO GRANDE DO SUL MARCELO PISKE ESLABÃO¹; PAULO EDUARDO ELLERT-PEREIRA²; ROSA LÍA BARBIERI³; GUSTAVO HEIDEN4 ¹ Programa de Pós-Graduação em Agronomia, Departamento de Fitotecnia, Universidade Federal de Pelotas. [email protected] ² Programa de Pós-Graduação em Agronomia, Departamento de Fitotecnia, Universidade Federal de Pelotas. [email protected] ³ Embrapa Clima Temperado. [email protected] 4 Embrapa Clima Temperado. [email protected] 1. INTRODUÇÃO Butia (Becc.) Becc. (Arecaceae) é um gênero composto por 20 espécies de palmeiras que ocorre na América do Sul, nas Regiões Nordeste (BA), Centro- Oeste (GO, MS), Sudeste (MG, SP) e Sul (PR, SC, RS) do Brasil, no leste do Paraguai, no nordeste da Argentina e no Uruguai (ESLABÃO et al., 2017). As espécies são conhecidas popularmente como butiazeiros e os frutos como butiás (LORENZI et al., 2010). Os butiás têm profundas interligações com a cultura e história das pessoas que habitam a Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. Além disso, os ecossistemas de butiazais são fonte de vários serviços ambientais, como de informação cultural, de produção de fibras e frutos e ainda de manutenção de habitat. Apesar de serem bastante conhecidas e exploradas para consumo de frutos, no artesanato e no paisagismo, há uma carência de informações básicas sobre as espécies de Butia (RIVAS & BARILANI, 2004). O uso de ferramentas computacionais, como os Sistemas de Informação Geográfica (SIG) podem auxiliar a direcionar a pesquisa de campo, delimitando áreas com presença de espécies ameaçadas ou endêmicas (SIQUEIRA, 2005). Para subsidiar estratégias de conservação in situ e ex situ de recursos genéticos de Butia é fundamental o aumento do conhecimento relacionado à distribuição geográfica das espécies do gênero por meio do levantamento de registros confiáveis de ocorrência e revisados quanto às suas identificações taxonômicas.