Relatório Anual 2016

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Relatório Anual 2016 1 PAULO HENRIQUE SARAIVA CÂMARA GOVERNADOR DO ESTADO ISALTINO NASCIMENTO SECRETÁRIO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL DA CRIANÇA E DA JUVENTUDE ROBERTO FRANCA FILHO DIRETOR PRESIDENTE DA FUNASE NADJA MARIA ALENCAR VIDAL PIRES DIRETORA GERAL DA POLÍTICA DE ATENDIMENTO MARIA JOSÉ GALVÃO GUEIROS DIRETORA GERAL DE PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO LUIZ HUMBERTO CORDEIRO DA CRUZ DIRETORA GERAL DE GESTÃO DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS JOSÉ RICARDO SAMICO DIRETOR GERAL DE GESTÃO DO TRABALHO E EDUCAÇÃO RAFAELA DOURADO MANCILHA DIRETORA JURÍDICA 2 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO 1- ESTATÍSTICA DO ATENDIMENTO 2- PERFIL DOS ADOLESCENTES 3- PROPOSTA PEDAGÓGICA 3.1 EDUCAÇÃO FORMAL 3.2 EDUCAÇÃO PROFISSIONAL 3.3 SAÚDE 3.4 SEGURANÇA CIDADÃ 3.5 FAMÍLIA 3.6 INTEGRAÇAO SOCIAL E COMUNITARIA 4 - GESTAO DE PESSOAS 5 - PLANO DE MONITORAMENTO DE GASTOS (PMG) 14 6 - EVOLUÇÃO ORÇAMENTÁRIA 7 - TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO 8– CORREGEDORIA 9 – OUVIDORIA ANEXOS 3 APRESENTAÇÃO A Fundação de Atendimento Socioeducativo – FUNASE é instituição de direito público com autonomia administrativa e financeira. Vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude (SDSCJ) do Governo do Estado de Pernambuco é responsável pelas Medidas Socioeducativas de restrição e privação de Liberdade. Conta em sua estrutura organizacional com 23 (vinte e três) unidades de atendimento localizadas nas Regiões de Desenvolvimento Metropolitano (RDM) Mata Norte e Mata Sul, Agreste Central e Meridional, Sertão do Moxotó e Sertão do São Francisco: 4 Centros de Internação Provisória - CENIP’s; 8 Casas de Semiliberdade - CASEM’s; 8 Centros de Internação – CASES; 2 Unidades integradas (CASE/CENIP) e 1 Unidade de Atendimento Inicial – UNIAI. Este relatório registra os avanços e dificuldades encontradas durante o ano por essa fundação, visando nortear o planejamento institucional e servir como instrumento de consulta para órgãos e pessoas que queiram se inteirar da realidade vivida pelo órgão. Também se encontra disponível no site www.funase.pe.gov.br. É composto de nove tópicos descritivos e anexos, que juntos, retratam parte do cotidiano de uma instituição complexa e especial, como é a FUNASE. 4 1 - ESTATÍSTICA DO ATENDIMENTO SOCIOEDUCATIVO No ano de 2016 foram atendidos 9.817(1) (nove mil oitocentos e dezessete) adolescentes de ambos os sexos, envolvidos e/ou autores de ato infracional, em cumprimento de Medidas Socioeducativas de Internação e Semiliberdade, bem como na Internação Provisória e no Atendimento Inicial, com faixa etária de 12 (doze) a 18 (dezoito) anos de idade incompletos e, excepcionalmente, até 21 anos. Esses atendimentos foram realizados nas diversas Regiões de Desenvolvimento do Estado de Pernambuco, com a seguinte distribuição: 3.010 atendidos em cumprimento de Medida Socioeducativa de Internação, nos Centros de Atendimento Socioeducativo/CASE’S, localizados nos municípios do Recife, Abreu e Lima, Cabo de Santo Agostinho, Jaboatão dos Guararapes, Petrolina, Caruaru, Garanhuns, Arcoverde, Timbaúba e Vitória de Santo Antão. 1.577 atendidos em cumprimento de Medida Socioeducativa de Semiliberdade, nas Casas de Semiliberdade/CASEM’S, localizadas nos municípios do Recife, Caruaru, Petrolina, Garanhuns e Jaboatão dos Guararapes. 2.872 atendidos em situação de Internação Provisória/CENIP, nas unidades localizadas nos municípios do Recife, Caruaru, Arcoverde, Petrolina e Garanhuns. 2.358 atendidos na Unidade de Atendimento Inicial/UNIAI, localizada no município do Recife Dentre as unidades de atendimento 3 (três) são exclusivamente femininas e atendem as adolescentes em cumprimento de Medidas Socioeducativas de Internação e Semiliberdade, bem como a Internação Provisória. Todas situadas no Município de Recife e com a seguinte distribuição da população: 105 atendidas em cumprimento de Medida Socioeducativa de Internação, no Centro de Atendimento Socioeducativo CASE Santa Luzia. 54 atendidas em cumprimento de Medida Socioeducativa de Semiliberdade, na Casa de Semiliberdade CASEM Santa Luzia. 155 atendidas em situação de Internação Provisória, no Centro de Internação Provisória CENIP Santa Luzia. 5 Os gráficos a seguir apresentam os atendimentos dos últimos quatro anos, onde se pode observar uma redução nos atendimentos dos últimos dois anos, sendo mais evidente no ano de 2015. Gráfico 1 - Evolução dos Atendimentos 2013 / 2016 12.000 11.000 10.000 9.000 10.906 11.081 8.000 10.045 9.817 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 2013 2014 2015 2016 Gráfico 2 – Atendimentos por Regime 2013 / 2016 UNIAI INTERNAÇÃO PROVISÓRIA INTERNAÇÃO SEMILIBERDADE 0 2000 4000 2013 2014 2015 2016 6 Analisando o ano de 2016 em relação ao ano anterior, verifica-se que a redução no atendimento foi em torno de 2%. Porém, as unidades de Internação e Semiliberdade apresentaram um aumento de 5% e 1%, respectivamente. Na verdade, a redução do atendimento é focada na internação provisória e, sobretudo, entre a população feminina, que foi reduzida em cerca de 13% no 2016 em relação ao ano de 2015. Gráfico 3 – Atendimentos por sexo 2013 / 2016 12100 11000 9900 8800 7700 6600 5500 4400 3300 2200 1100 0 2013 2014 2015 2016 FEMININO MASCULINO O quantitativo de adolescentes atendidos por Unidade de atendimento se encontra discriminado na tabela abaixo, obtido mediante a soma do efetivo populacional do mês de dezembro/2015 com o número de entradas do ano de 2016. 7 Adolescentes Atendidos por Unidade Socioeducativa 2016 REGIME DE EFETIVO ENTRADAS ATENDIDOS UNIDADES Dezembro Janeiro/Dezembro Janeiro/Dezembro ATENDIMENTO 2015 2016 2016 ATENDIMENTO UNIAI - 2358 2358 INICIAL Subtotal - 2358 2358 77 82 CASE / CENIP ARCOVERDE* 5 CENIP CARUARU 18 407 425 166 177 INTERNAÇÃO CASE / CENIP GARANHUNS* 11 PROVISÓRIA CENIP PETROLINA 8 136 144 1779 1889 CENIP RECIFE 110 CENIP SANTA LUZIA 10 145 155 Subtotal 162 2710 2872 CASE ABREU E LIMA 216 365 581 154 189 CASE / CENIP ARCOVERDE* 35 CASE CABO DE SANTO AGOSTINHO 339 329 668 322 473 CASE CARUARU 151 CASE / CENIP GARANHUNS* 91 237 328 INTERNAÇÃO 57 140 CASE JABOATÃO DOS GUARARAPES 83 CASE PETROLINA 31 71 102 67 105 CASE SANTA LUZIA 38 CASE TIMBAÚBA 78 139 217 126 207 CASE VITÓRIA DE SANTO ANTÃO 81 Subtotal 1143 1867 3010 CASEM AREIAS 26 223 249 CASEM CARUARU 150 173 23 CASEM GARANHUNS 19 178 197 CASEM HARMONIA 281 304 23 SEMILIBERDADE CASEM JABOATÃO 18 126 144 CASEM PETROLINA 26 35 9 CASEM ROSARINHO 30 391 421 CASEM SANTA LUZIA 47 54 7 Subtotal 155 1422 1577 Total 1460 8357 9817 Fonte: ATTI / DGPLA (Estimativa) * Unidades Integradas de Atendimento: Internação e Internação Provisória. 8 2 – PERFIL DOS ADOLESCENTES INSTITUCIONALIZADOS O conhecimento da população institucionalizada torna possível o desenvolvimento de estratégias mais eficazes, visando à melhoria do sistema socioeducativo. Delineamos esse perfil a partir dos atendimentos realizados nas unidades de Internação, Semiliberdade e Internação Provisória, mediante informações prestadas pelas Unidades Socioeducativas e com ênfase nas variáveis: sexo, idade, procedência e ato infracional, bem como a escolaridade das unidades de Internação e Semiliberdade. Dentre as variáveis analisadas, algumas foram predominantes: a população masculina, a faixa etária de 16 e 17 anos, a procedência de Recife, o ato infracional Roubo e o ensino fundamental incompleto. Sendo as variáveis em análise também predominantes entre a população feminina. A seguir apresentamos os resultados graficamente. Gráfico 4 - Incidência por sexo Feminino 2016 4% Masculino 96% Fonte: ATTI / DGPLA 9 Gráfico 5 - Incidência por Idade 2016 0% 8% 2% 5% 16% 12% 24% 33% 12 ANOS (0,3%) 13 ANOS (1,6%) 14 ANOS (5%) 15 ANOS (12,5%) 16 ANOS (24,1%) 17 ANOS (32,9%) 18 ANOS (15,7%) ACIMA DE 18 ANOS (7,9%) Fonte: ATTI / DGPLA Gráfico 6 - Incidência por Ato Infracional 2016 4000 49% 3500 3000 2500 2000 19% 1500 Nº de Atendidos de Nº 1000 10% 8% 500 4% 3% 3% 2% 2% 0 ROUBO (49%) TRÁFICO DE ENTORPECENTE (19%) HOMICÍDIO (10%) TENTATIVA DE HOMICÍDIO (4%) FURTO (3%) PORTE ILEGAL DE ARMA (3%) TENTATIVA DE ROUBO (2%) LATROCÍNIO (2%) OUTROS * (8%) Fonte: ATTI / DGPLA *O item outros corresponde aos atos infracionais de menos de 2% de incidência. 10 Gráfico 7 - Incidência por Região de Procedência 2016 METROPOLITANO 5000 57% AGRESTE CENTRAL 4500 MATA NORTE 4000 3500 AGRESTE MERIDIONAL 3000 MATA SUL 2500 AGRESTE SETENTRIONAL 2000 14% OUTRAS REGIÕES* Nº de atendidos de Nº 1500 7% 7% OUTROS ESTADOS 1000 6% 5% 3% 500 1% 0 Fonte: ATTI / DGPLA *Procedentes de Outras Regiões do Estado de Pernambuco com menos de 3% de incidência. Gráfico 8 - Incidência por Município de Procedência 2016 39% RECIFE 3000 CARUARU 2500 30% OLINDA 2000 JABOATÃO DOS GUARARAPES PAULISTA 1500 CABO DE SANTO AGOSTINHO GARANHUNS Nº de atendidos de Nº 1000 7% 7% 6% OUTROS MUNICÍPIOS* 500 4% 3% 3% 1% OUTROS ESTADOS 0 Fonte: ATTI / DGPLA *Municípios do Estado de Pernambuco com menos de 3% de incidência. 11 Gráfico 9 - Efetivo Populacional por Escolaridade Dezembro/2016 Ensino médio 5,9% Ensino Ensino médio fundamental concluído 91,9% 0,1% Ensino superior 0,1% Não alfabetizado 0,6% Alfabetização 1,3% Fonte: ATTI / DGPLA 3 – PROPOSTA PEDAGÓGICA Visando garantir os direitos dos adolescentes, a FUNASE contemplou em suas ações as áreas da educação formal, iniciação profissional, saúde, cultura, esportes, lazer, assistência social e religiosa. Sua proposta pedagógica está apoiada em seis eixos norteadores: Educação Formal Educação Profissional Saúde Segurança Cidadã Família Integração Social e Comunitária 12 3.1 – EDUCAÇÃO FORMAL A Educação formal é responsabilidade legal da Secretaria Estadual de Educação – SEE, que instala nas Unidades Socioeducativas de Internação anexos de escolas públicas que funcionam nos municípios onde a FUNASE tem base física. Tem o propósito de garantir a escolarização básica a todos (as) socioeducandos (as), inserindo-os (as) na modalidade de ensino mais adequada. Oferece Programa de Alfabetização Paulo Freire; Projeto Travessia para o Ensino Fundamental e Médio; Ensino Fundamental; Ensino Médio; Educação de Jovens e Adultos do Ensino Fundamental. Nas Casas de Semiliberdade a Educação Formal é realizada nos estabelecimentos da Rede Estadual ou Municipal de Ensino local. Em 2016 foram matriculados 42% dos socioeducandos (as) que entraram nos Cases e Casems.
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