MUNICÍPIO
DE ALTO
PIQUIRI
PROPOSTA PARA
GESTÃO 2021-2024
SUMÁRIO
1. 2.
Apresentação O Município de Alto Piquiri
2.1 – A População 3. Diretrizes gerais desta Coligação Eixo 1 – Desenvolvimento Local Sustentável Eixo 2 – Políticas Sociais e Realização de Direitos Eixo 3 – Gestão Ética, Democrática e Eficiente Eixo 4 – Desenvolvimento Urbano e Rural e Direito à Cidade Eixo 5. Programa detalhado por setores
- 2.
- Apresentação
A Chapa Puro Sangue (PT) disputará as eleições de 2020, indicando o Professor
Valdeci Morotti como candidato a prefeito e o cidadão Claudines Dos Santos
Aureliano para vice-prefeito. A singularidade das eleições de 2020 consiste em introduzir um revolucionário trabalho em governar com a PARTICIPAÇÃO EFETIVA DA COMUNIDADE. A candidatura do Professor Valdeci Morotti apresenta-se com as melhores condições de ampliar a participação da comunidade no município, de democratizar o acesso aos serviços públicos, de promover ampla reforma administrativa, que garanta a eficiência e eficácia dos serviços públicos, propiciando o desenvolvimento sustentável de Alto Piquiri.
A candidatura do Partidos dos Trabalhadores nas eleições de 2020 tem
como principal característica a mudança no modo de governar, invertendo prioridades e democratizando a gestão pública. É compromisso deste novo governo a implantação do ORÇAMENTO PARTICIPATIVO, ou seja, PARTICIPAÇÃO INTENSA DA COMUNIDADE nas decisões do Executivo.
Esta Plataforma expressa a capacidade e disposição para o diálogo, para a discussão de temas e situações que fazem o a dia de família, de cada cidadão no seu local de moradia, de trabalho, na dia sua comunidade, nas suas entidades e através de suas práticas associativas e comunitárias. Traz aspiração de um povo
sedento por mudança, inovação e direito à “FALA” como exercício da democracia
e de construção de seu destino. É uma Plataforma em que o processo de escuta
e debate “FALA ALTO PIQUIRI” apresenta como proposição um convite para
continuar pensar Alto Piquiri sob uma forma inovadora e participativa de governar neste momento de enormes desafios.
A palavra MUDANÇA é uma PALAVRA DE ORDEM, porque os desafios de Alto
Piquiri exigem coragem para mudar o que precisa ser mudado e fazer na saúde, educação, transporte de trabalhadores, na segurança, enfim, em todas as áreas administrativas o que não foi feito nos últimos anos. A palavra INOVAÇÃO, porque são novos tempos que requerem cuidados redobrados com a cidade, onde através da prefeitura e de outros níveis de governo tem papel fundamental. O cuidado com as pessoas, com a natureza, o acesso às tecnologias a serviço do social, mais do que a elevação da produtividade, melhorem a vida das pessoas, e valorizem as práticas cotidianas. Com a ampliação e requalificação dos espaços públicos, da economia e acima de tudo a inovação da educação das crianças e jovens garantirá futuro que traz efeito para toda a sociedade, tendo como resultado cidades seguras e saudáveis, onde haja estímulo à cultura e inovação em todas as práticas da administração pública municipal. A PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE, porque nossa cidade precisa ser cuidada com carinho, ouvindo as pessoas, zelando pelo bem comum de forma democrática, com o prefeito definindo junto com os cidadãos o que Alto Piquiri pode ser. Isso é respeitar as pessoas. São três os princípios que podem fazer, por Alto Piquiri, aquilo
que a nossa cidade precisa. Participar, decidir e governar juntos pela cidade e
conviver sem medo, com liberdade e segurança. Este pode ser o destino do município de Alto Piquiri. As administrações públicas tradicionais têm se pautado, na maioria das vezes, por ações espetaculosas, de grande visibilidade, buscando apenas impacto junto à opinião pública, no sentido de consolidar apoios pessoais e eleitorais futuros. Normalmente desconsideram a opinião das pessoas e executam-se obras estranhas ao desejo comunitário, desfocados das prementes necessidades. A candidatura do Partido dos Trabalhadores (PT) propõe formatar um programa de governo com 5 eixos que nortearão o Plano de Trabalho e as Ações do Professor Valdeci Morotti em Alto Piquiri, Distritos de Mirante do Piquiri, Paulistânia, Saltinho do Oeste e todas as águas: Eixo 1 – Desenvolvimento Local Sustentável Eixo 2 – Políticas Sociais e Realização de Direitos Eixo 3 – Gestão Ética, Democrática e Eficiente Eixo 4 – Desenvolvimento Urbano e Rural e Direito à Cidade Eixo 5 - Programa detalhado por setores
- 3.
- O Município de Alto Piquiri
Situado na Região Norte Novíssimo, do estado do Paraná, conforme informações obtidas no IBGE:
O povoamento das terras do município de Alto Piquiri data de época recente, 1952, quando desbravadores e pioneiros para cá vieram motivados pelo espírito de aventura, pela fertilidade do solo e clima propício para a prática da agricultura. Dentre os pioneiros que aqui se instalaram, para implantar os primeiros cafezais e casas comerciais, destacaram-se as famílias: Altino Campos, Marques da Silveira, Volpato, Henriques, Padilha, Ruaro, Ferreira de Andrade, Barbosa, Marthens, Lucietti, Alves Bueno, Teixeira `D Ávila, Souza Freire, Piffer, Fernandes de Araújo, Marcondes, Salomão, Pedro Paranaense, Maciel de Andrade, Patrício e outras, que tomaram posse em diversos pontos do município. Os pioneiros enfrentaram muitos obstáculos para chegarem nas terras e demarcaram suas posses, pois, o principal acesso se constituía em picadas, que eram percorridas a pé ou de burro. O local, onde os pioneiros acampavam, pela primeira vez, foi nas proximidades de um riacho que denominaram de Saltinho, no qual surgiram alguns casebres que abrigavam novos e velhos pioneiros que por ali passavam. Pouco tempo passado, num terreno menos acidentado, antes do Rio Saltinho, começou a surgir um pequeno aglomerado de casas que recebeu o nome de Saltinho do Oeste e fazia parte do distrito administrativo de Umuarama, que pertencia à Peabiru. Gentílico: alto-piquirense¹
Famílias tradicionais de Alto Piquiri conhecem profundamente os problemas deste município, e, reúnem condições ideais para desenvolver programas e projetos para o bem estar do povo alto-piquirense. Ainda falando sobre o início desta grandiosa comunidade, relembre-se:
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¹Fonte: http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/dtbs/parana/altopiquiri.pdf, acesso em 13/08/2016.
Distrito criado com a denominação de Alto Piquiri (expovoado), pela lei estadual nº 3638, de 11-04-1958, criado com terras desmembrada do distrito de Saltinho d`Oeste, subordinado ao município de Cruzeiro do Oeste. Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o distrito de Alto Piquiri, figura no município de Cruzeiro do Oeste. Elevado à categoria de município com a denominação de Alto Piquiri, pela lei estadual nº 4245, 25-07-1960, desmembrado de Cruzeiro do Oeste. Sede no atual distrito de Alto Piquiri. Constituído de 2
- distritos: Alto Piquiri
- e
- Saltinho d`Oeste, ambos
desmembrados de Cruzeiro do Sul. Instalado em 1511-1961. Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído de 2 distritos: Alto Piquiri e Saltinho do Oeste. Pela lei estadual nº 1, de 15-01-1965, é criado o distrito de Brasilândia e anexado ao município de Alto Piquiri. Pela lei estadual nº 5409, de 20-10-1966, foram criados os distritos de Mirante do Piquiri e Paulistânia e anexados ao município de Alto Piquiri. Em divisão territorial datada de 31-XII-1968, o município é constituído de 5 distritos: Alto do Piquiri, Brasilândia, Mirante do Piquiri, Paulistânia e Saltinho do Oeste. Pela lei estadual nº 9351, de 23-08-1990, desmembra do município de Alto Piquiri o distrito de Brasilândia. Elevado à categoria de município com a denominação de Brasilândia do Sul. Em divisão territorial datada de 1993, o município é constituído de 4 distritos: Alto do Piquiri, Mirante do Piquiri, Paulistânia e Saltinho do Oeste. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007².
2.1 A População
Situado na Região Norte Novíssimo, do estado do Paraná, conforme informações
obtidas no IBGE, “a população de Alto Piquiri somava em 2010, em torno de 10.179
habitantes, com uma área quadrada de 447,666 km², densidade demográfica de 22,74 hab/km², bioma predominante da Mata Atlântica. Estimativa
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2Fonte: http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/dtbs/parana/altopiquiri.pdf, acesso em 13/08/2016.
de 10.285 habitantes para o ano precedente de 2015” (IBGE, home cidades)³. de
acordo com IPARDES (Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social), a população de Alto Piquiri está composta de 5129 pessoas do sexo masculino e 5050 pessoas do sexo feminino4. Sendo que sua grande maioria situase na zona urbana, em torno de 85%.
3. Diretrizes gerais desta Coligação
No primeiro ano de governo trabalharemos com o orçamento aprovado neste ano, mas as ações terão como norte os eixos a seguir explicitados:
Eixo 1 – Desenvolvimento Local Sustentável
Este governo concebe desenvolvimento local sustentável como a articulação das dimensões social, ambiental, econômica, cultural, política e ética, que garante a preservação da vida e dos recursos naturais para as gerações atuais e futuras. Isso implica na perspectiva de que os ganhos e benefícios do crescimento econômico sejam apropriados, por toda a população. Por outro lado, o desenvolvimento econômico e a inclusão social não devem acarretar no desequilíbrio ecológico ambiental e destruição os recursos naturais. Sob esta ótica, sustentabilidade é condição estratégica para garantir o direito à cidadania e superar a pobreza, a violência e as desigualdades. O desenvolvimento da economia, com o uso de tecnologias sociais1 , ganha uma conotação que não traz só crescimento, mas também alavanca aquelas outras condições. Ela também é marcada pela ética da solidariedade, com a qual se busca, em conjunto, a superação das desigualdades. Não se pode desperdiçar e esgotar recursos existentes, desconsiderando as necessidades das gerações futuras ou mesmo das atuais gerações. Nem desenvolver um setor social ou região à custa da manutenção ou ampliação da pobreza de outro. O desenvolvimento do município não é determinado apenas pelas condições locais. Ele está articulado a processos condicionantes e recursos de outras esferas mais amplas que a do município (regionais, estaduais, nacionais). É de sua responsabilidade dialogar com todos os setores da sociedade local e promover o diálogo entre todos os agentes econômicos, setores produtivos, segmentos sociais e os setores excluídos, e além destes, com outras instâncias políticas e com os governos da região para encontrar as possíveis formas e instrumentos que impulsionem o desenvolvimento sustentável. É de sua responsabilidade dialogar com todos os setores da sociedade local e promover o diálogo entre todos os agentes econômicos, setores produtivos, segmentos sociais e os setores excluídos, e além destes, com outras instâncias políticas e com os governos da região para encontrar as possíveis formas e instrumentos que impulsionem o desenvolvimento sustentável. O desenvolvimento local sustentável implica em: Elaborar propostas locais, articuladas a ações e programas regionais que viabilizem a produção, o escoamento e a comercialização. Adequar a proposta de desenvolvimento às necessárias determinações do Plano Diretor do município. Revisar o Plano Diretor introduzindo instrumentos urbanísticos quanto ao zoneamento ecológico econômico2, otimizando as vocações e potencialidades do município. Possibilitar acesso à educação, à saúde, à habitação, ao trabalho, ao crédito, à posse da terra, à titularidade de imóveis, aos bens públicos e a tudo o que é indispensável a uma vida de boa qualidade em uma sociedade democrática moderna. Promover a economia solidária, o cooperativismo, a rede de produtores, o empreendedorismo, as microempresas e o terceiro setor. Identificar e explorar potenciais vocações do município, tendo em vista suas já existentes redes econômicas, suas riquezas naturais, suas vantagens competitivas e sua inserção na economia regional – fomentando, sempre, o caráter sustentável do desenvolvimento. Articular o desenvolvimento local com o regional, considerando as ações municipais no âmbito das micro e das macrorregiões. Potencializar os benefícios e as condições favoráveis locais, o que implica também articular os municípios vizinhos em torno de projetos comuns que possam potencializar a riqueza de cada um, inclusive em termos de equipamentos e disponibilidades para atendimento das demandas da população em áreas básicas (saúde, educação, cultura, produção, saneamento etc.) O município deve garantir o acesso e a universalidade das políticas públicas (educação, saúde, cultura, transporte, habitação, segurança pública, segurança
- alimentar, abastecimento,
- geração de trabalho e renda, acesso e uso de
tecnologias de informação e comunicação, políticas agrária e agropecuária, industrial e outras), pensados e executados de forma articulada.
A participação cidadã significa que todos os setores da comunidade,
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“A lógica da tecnologia social é gerar renda no local onde ela é aplicada, fazer a renda
circular ali, envolver de alguma forma as pequenas iniciativas locais, o comércio, a produção. Ela dialoga com o desenvolvimento local, com a segurança alimentar, com o saneamento básico e até
com as mudanças climáticas”. (Fonte: site do Ministério do Desenvolvimento Social - MDS).
organizações sociais, os diferentes agentes e instâncias de um determinado processo ou setor exercem a sua cidadania, tem direito a liberdade de opinião, de organização e de participação em todas as esferas de decisão sobre interesses públicos. O controle social significa o monitoramento, pela sociedade organizada e institucionalmente reconhecida, dos processos políticos administrativos e das políticas públicas, desde sua elaboração até sua avaliação e replanejamento. Trata-se de fortalecer, ao mesmo tempo, o papel da Prefeitura e da sociedade.
O programa de governo da gestão democrática e participação da comunidade assume como pressupostos:
A participação cidadã e o controle social como poderosos instrumentos para superar a tradição clientelista e assistencialista que permeia a cultura política brasileira, responsável pela reprodução dos privilégios de poucos em detrimento dos interesses da maioria da população. A constituição de uma cultura democrática baseada em direitos, fundamentais para a construção de uma esfera pública democrática, onde possam ser associados direitos e responsabilidades dos cidadãos e cidadãs à ação qualificada dos setores do poder público no Legislativo, no Executivo e no Judiciário. Fomentar os canais de participação, institucionalizados ou não, tais como conselhos, comitês, fóruns. Instituir o orçamento participativo e planejamento participativo, que devem ser respeitados e apoiados em suas decisões e atribuições; O compartilhamento de poder entre governo e sociedade na tomada de decisões sobre os assuntos em discussão. Este governo assume como obrigação de explicitação de seus projetos e interesses, e em casos específicos, deve defender o seu programa de governo.
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- 2
- Zoneamento ecológico-econômico: é a definição das vocações econômicas de áreas ou
zonas, mediante estudos técnicos que levem em consideração a interação de aspectos econômicos e sociais com a capacidade de suporte do meio ambiente natural e construído, com o objetivo de fomentar o desenvolvimento sustentável
Criar condições para o exercício da participação, tais como acesso à informação e aos meios de comunicação, uso das tecnologias de informação e comunicação, adequação de horários e locais de reuniões e serviços públicos, divulgação dos procedimentos e das regras de participação, sempre considerando a cultura local, a diversidade de agentes e o uso de diferentes linguagens (incluindo braile e Libras – Língua Brasileira de Sinais), de forma a motivar a participação);
Promover atividades de formação sobre as políticas sociais, o funcionamento da administração pública, o papel dos canais de participação e a importância da gestão democrática; Implementar ações de fortalecimento das instituições e grupos da Sociedade1 , contribuindo para estabelecer relações entre governo e sociedade e para estimular o desenvolvimento de novos agentes sociais, de forma democrática e duradoura, promovendo uma cultura de participação e defesa de direitos; Utilizar recursos, técnicas e metodologias que possibilitem e facilitem o entendimento, a comunicação e a expressão de ideias, sugestões e propostas nos espaços criados pelo poder público. Reconhecer o Legislativo como um poder autônomo com o qual o Poder Executivo deve se relacionar, bem como estimular os vereadores a acompanharem e dialogar com os debates e decisões promovidos nos canais de participação; As decisões do governo devem levar em consideração o diálogo estabelecido nos canais institucionais de participação e a articulação deles com os canais próprios de expressão da sociedade; Promover campanhas educativas sobre o papel dos governantes. Governar com participação e investir na mudança cultural e na capacitação dos agentes institucionais (administradores públicos, agentes públicos, parceiros) são responsabilidades de todas as áreas do governo e não apenas de um departamento, secretaria, coordenadoria ou de algum projeto como o Orçamento _________________________
Participativo. Essa deve ser uma diretriz e prática de toda a equipe de governo.
1 Tais como orientações para criação e gestão de entidades e associações, apoio a encontros e conferências de grupos sociais ou sindicais, fóruns populares etc.
Eixo 3 – Políticas Sociais e Realização de Direitos
Este governo entende que Políticas Sociais são um conjunto de concepções, objetivos e ações coordenadas e contínuas de governo, realizadas em áreas específicas voltadas ao atendimento de necessidades sociais em diversos campos. Fazem parte das responsabilidades do governo e são regidas por legislações, diretrizes conceituais, normas técnico-operativas, planejamento, avaliação e provisão orçamentária. Neste eixo englobamos as políticas públicas de educação, saúde, assistência social, transferência e redistribuição de renda, direitos humanos, abastecimento e segurança alimentar, geração de trabalho e renda, segurança pública, cultura, lazer, esporte, políticas agrária e agropecuária, meio ambiente, inclusão digital, ações afirmativas, visando à igualdade de gênero, étnico-racial e a liberdade de orientação sexual e religiosa. As políticas sociais implementadas pelo governo municipal, serão concebidas de forma articulada, com a participação de várias Secretarias de Governo para levar a uma prática eficaz. Para articular estas ações será necessária a criação de Fóruns Municipais como um Fórum de Superação da Extrema Pobreza; um Fórum de Infraestrutura; um Fórum de Desenvolvimento Econômico; um Fórum de Direitos e Cidadania. Em cada um deles estão presentes várias Secretarias. A implantação destas políticas públicas sociais levará em consideração necessidades e a desigualdade territorial no município e serão concebidas de maneira articulada e integrada no município e não fragmentadas em função da estrutura vertical de cada área. Esta opção implica a distribuição adequada de equipamentos e serviços públicos, favorecendo exatamente os lugares mais desiguais, social e economicamente, e provendo soluções para as necessidades e demandas de seus moradores e moradoras. Por isso tudo é fundamental a transversalidade no planejamento e execução das políticas públicas que deverá apontar a necessidade de integração e complementaridade entre todas as políticas sociais e seus planos e programas, potencializando equipamentos públicos, recursos humanos e gestores para garantir o acesso às políticas públicas com qualidade.
Premissas comuns que devem orientar o programa de governo na área das políticas sociais:
• Um município forte para realizar o planejamento e gestão das políticas. • Construção articulada e integrada das políticas sociais. • Gestão democrática, eficiente e com controle social. • Construir e ampliar uma cultura de respeito e valorização dos direitos sociais e humanos.
• Construir políticas para as crianças e para a juventude. • Políticas para os Idosos. • Construir Políticas para as Pessoas Portadoras de Necessidades Especiais. • Defesa e garantia do Estado laico. • Implantar o conceito de Cidade Educadora, onde o município passa a ter um papel educador na medida em que valorize os distintos tempos, experiências e capacidades das pessoas.
• Implantar o conceito de Cidade Saudável, onde todas as políticas públicas
concorrem para prover a “saúde” do cidadão e da cidadã, compreendendo que
saúde não resulta apenas das políticas específicas da área, mas da garantia de qualidade de vida (melhores condições de habitação, transporte, mobilidade, acessibilidade, saneamento básico, qualidade ambiental, educação formal e não formal, respeito aos direitos humanos, à diferença e a diversidade, conforme previsto no SUS-Sistema Único de Saúde).
• Melhoria na Segurança do município integrando as três esferas de governo, visando o desenvolvimento de políticas públicas de segurança e a prevenção à violência. A gestão integrada de Segurança no município e distritos possibilitará a articulação mais eficaz, o planejamento sistêmico e a realização de programas de redução da violência.
Eixo 4 – Gestão Ética, Democrática e Eficiente