Joinville Cidade Em Dados 2010/2011

Joinville Cidade Em Dados 2010/2011

PREFEITURA MUNICIPAL DE JOINVILLE JOINVILLE CIDADE EM DADOS 2010/2011 Edição 2011 Ref. Bibliográfica preparada por Maria Nazaré Fabel, Bibliotecária, CRB-199, 14.Reg. FUNDAÇÃO INSTITUTO DE PESQUISA E PLANEJAMENTO PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DE JOINVILLE - IPPUJ (Org.). Joinville Cidade em Dados 2010/2011 Joinville: Prefeitura Municipal, 2011 194p. 1. Características Gerais 2. Estruturação Territorial e Integração Regional 3. Ambiente Natural 4. Ambiente Construído 5. Mobilidade 6. Promoção Econômica 7. Promoção Social 8. Gestão Institucional Joinville Cidade em Dados ii 2010 / 2011 Fundação IPPUJ PREFEITURA MUNICIPAL DE JOINVILLE CARLITO MERSS Prefeito Municipal INGO BUTZKE Vice-Prefeito IPPUJ - FUNDAÇÃO INSTITUTO DE PESQUISA E PLANEJAMENTO PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DE JOINVILLE ROBERTA NOROSCHNY SCHIESSL Diretora Presidente VLADIMIR TAVARES CONSTANTE Diretor Executivo REALIZAÇÃO UNIDADE PESQUISA E DOCUMENTAÇÃO NILZETE FARIAS HOENICKE Arquiteta, Dra.-Gerente - Coordenação Geral VIVIANI BITTENCOURT MARQUES Socióloga, Esp. - Pesquisa SÉRGIO FERREIRA GUIMARÃES DINIZ Engenheiro Florestal, M.Sc. - Mapas/Ilustrações/Diagramação ANA MARIA RIBEIRO JAUREGUI Engenheira - Mapas/ Ilustrações JORGE LUIS ARAÚJO DE CAMPOS Geógrafo - Pesquisa / Mapas WIVIAN NEREIDA SILVEIRA Engenheira Civil, M.Sc. - Meio Ambiente - Pesquisa MILTON AMÉRICO DOS SANTOS Analista Administrativo JIZELLE CAROLINE DO NASCIMENTO Arquiteta - Coordenação de Geoprocessamento DARLI MARTINS Coordenador de Pesquisa e Documentação - Pesquisa IZANI PIBERNAT MUSTAFÁ Jornalista, M.Sc - Coordenadora de Relações Públicas - Revisão Joinville Cidade em Dados iii 2010 / 2011 Fundação IPPUJ Agradecimentos A Fundação IPPUJ agradece a todas as pessoas, órgãos públicos, empresas e entidades que, de uma forma ou de outra, colaboraram com a execução deste trabalho nos enviando informações que foram de suma importância para a construção e publicação desta obra. Sem esta parceria não seria possível a realização do Joinville Cidade em Dados 2010/2011. É um privilégio tê-los ao nosso lado. Obrigado! Joinville Cidade em Dados iv 2010 / 2011 Fundação IPPUJ Apresentação Colonizar uma região é uma atitude ousada de um povo, e assim o foi com as terras de Dona Francisca. O processo de construção da cidade de Joinville iniciou muito antes de sua colonização oficial em 9 de março de 1851. Começou com a ocupação luso-brasileira, sesmarias, no Cubatão, “Caxoeira”, Boa Vista, Itaum, Bucarein, Paranaguamirim, Rio Velho, Morro do Amaral, Cubatão Pequeno, Caminho das Três Barras, “Kiriri”, Iririú-Mirim, Itinga, “Guaxanduva”, e outros, e foi consolidada pela iniciativa mercantilista da Sociedade Colonizadora de Hamburgo (1849), ao promover a imigração dos colonos da Europa Central para uma região de mangue na encosta da Serra do Mar, iniciativa esta apoiada pelo Governo Imperial do Brasil. Cento e sessenta anos de história oficial resultam em um ambiente modelado pela dinâmica populacional, (i)migração, cultura, apropriação do espaço e dos meios de produção, todos movidos pela economia mundial dos séculos XVIII, XIX e XX. Construir uma cidade não é tarefa fácil, é preciso dar a vida. Isto é Joinville! A publicação Joinville Cidade em Dados 2010/2011 é um diagnóstico ambiental, físico-territorial, social, político e econômico daquela que é a maior cidade do Estado de Santa Catarina. Poderá subsidiar consultorias, pesquisas acadêmicas, a população local e todos aqueles que pretendem conhecer um pouco mais do berço do Rio Cachoeira, das belezas da Serra do Mar e da Baía da Babitonga, do patrimônio arqueológico da região e, principalmente, dos joinvilenses, nascidos aqui ou não, além de contribuir para a preservação da memória cultural da cidade. Todo município catarinense deveria ter uma publicação similar. O capítulo 1 apresenta os principais elementos que caracterizam Joinville, entre eles, os símbolos como o brasão, a bandeira e o hino de Joinville, a localização geográfica e a reconstituição da história do município. Nestas páginas o leitor tem uma visão contextualizada de Joinville em seus aspectos político, geográfico e histórico, e compreende as características do processo colonizador e as influências deixadas pelos imigrantes europeus. No capítulo 2 é abordada a estruturação territorial e a integração regional de Joinville no contexto da região norte/nordeste catarinense, as unidades de gestão política e administrativa do município, e a origem dos bairros. A descrição do meio ambiente está no capítulo 3, sendo caracterizado através do clima, relevo, flora, unidades de planejamento e gestão dos recursos hídricos (bacias hidrográficas), unidades de planejamento e gestão do meio ambiente (unidades de conservação da natureza), os remanescentes de manguezais da região leste de Joinville (berçários da vida marinha), o marco regulatório ambiental: o Código Municipal do Meio Ambiente, a educação ambiental formal e não formal e Agenda 21 Municipal. A fauna da região não está incluída nesta caracterização. Como resultado da apropriação do ambiente natural surge o ambiente construído, o qual é sintetizado no capítulo 4. Apresenta-se uma breve história do planejamento urbano, a evolução urbana e demográfica da cidade, os serviços da rede de infraestrutura urbana, tais como abastecimento de água e de rede coletora de esgotos, fornecimento de energia elétrica e de gás natural, as diversas modalidades de comunicação, os serviços de limpeza pública de coleta, tratamento e destinação final dos resíduos sólidos gerados pela população, programas habitacionais (políticas públicas), o patrimônio histórico, artístico, arqueológico e natural, e o marco regulatório de uso e ocupação do solo no município: zoneamento de uso e ocupação do solo, código de posturas e o plano diretor de desenvolvimento sustentável de Joinville, de 2008. O quinto capítulo retrata a mobilidade e acessibilidade do cidadão por intermédio do sistema viário e de trânsito locais (rede viária, frota de veículos automotores e instrumentos de educação do trânsito e de exercício da cidadania), a intermodalidade dos transportes e seus terminais mais próximos à sede administrativa (de passageiros e de cargas, rodoviário, ferroviário, aeroviário e marítimo). A modalidade de transporte fluvial não é praticada na região, embora com iniciativas isoladas de reativação da navegação fluvio-lacustre de passageiros na Baía da Babitonga, além da pesca artesanal praticada pela população nativa. A promoção econômica é abordada no capítulo 6, com enfoque na geração de renda, indicadores econômicos, rede de hotelaria, turismo e atividades agro-silvo-pastoris. O leitor encontrará no capítulo 7 as estatísticas relativas à promoção social. São priorizadas as unidades escolares nos diferentes níveis de formação científica e técnico-profissionalizante da rede pública Joinville Cidade em Dados v 2010 / 2011 Fundação IPPUJ e particular de ensino, a inclusão social e bibliotecas de acesso à população. São disponibilizados indicadores no âmbito da saúde pública, tais como: profissionais, atendimento público e privado, unidades hospitalares e cobertura vacinal, políticas públicas de assistência social e parecerias com ONG(s). A questão cultural é herança dos “Pioneiros”, sendo um elemento muito forte na cidade, manifestado desde o os primórdios, através da criação das sociedades culturais, clubes de tiro, grupos teatrais e corais. Manifestações culturais, pontos turísticos, atividades de esporte e lazer, parques, centros de convenções, eventos e atividades esportivas e indicadores da cidade estão todos listados. A Festa das Flores, por exemplo, tem sua gênese na “Exposição de Flores e Artes de Joinville”, numa época em que as pessoas, por livre iniciativa, se reuniam para organizar o evento. A segurança pública é competência da União, dos Estado e dos Municípios, conforme Constituição Federal de 1988, e estão relacionadas de acordo com as diferentes esferas do poder e representação da sociedade civil. Cabe mencionar uma das mais antigas corporações de combate ao incêndio no país, a Sociedade de Corpo de Bombeiros Voluntários de Joinville (SCBVJ), criada oficialmente em 1892. O oitavo capítulo destaca os três setores que estruturam Joinville e como eles estão organizados e distribuídos no município. Inicialmente, são apresentadas as organizações empresarias, sindicais, entidades de classe, associações, núcleos e câmaras setoriais que constituem o primeiro setor. A descrição do segundo setor inicia com a evolução histórica da administração pública, desde a monarquia até os dias atuais, detalhando a administração municipal, o Legislativo, e finalizando com o número de eleitores. No relato do terceiro setor, são citadas, por exemplo, as associações de moradores, instituições religiosas, associações culturais e organizações não-governamentais existentes em Joinville. A Fundação IPPUJ pretende, desta forma, contribuir para a disseminação do conhecimento e, principalmente, preservar a memória cultural de Joinville. Permitido o uso das informações desde que citada a Fonte. Joinville Cidade em Dados vi 2010 / 2011 Fundação IPPUJ ÍNDICE Agradecimentos.................................................................................................................................................iv Apresentação......................................................................................................................................................v 1 - CARACTERÍSTICAS GERAIS ....................................................................................................................

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