Comissão De Constituição E Justiça

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Câmara Municipal de Forquilhinha Paço Municipal 26 de Abril - Cx. Poslal 3! - CEP 66350-000 - Forquilhinha Santa Catarina Fone/F3J(; (43) 3463-1215 ou 3463-l44y •• E-mail: [email protected] - Site; www.caniaraiorquilhjnha.coro.br COMISSÃO DE FINANÇAS PARECER PROJETO DE LEI PE N ° 35/2009 A Comissão acima mencionada, reunida para analisar o Projeto de Lei em tela que “Autoriza o ingresso do Município de Forquilhinha no consórcio de informática na gestão pública Municipal — CIGAe dá ,outras providencias.’opina pela sua aprovação. Sala das Comissões em 09 de junho de 2009. CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADOR^, LIDO NA SESSÃO OE: 0-9 \ Q / y(OQ9 FORQÍItHlNHA - SC, J 0. 6 _ /x ASi /O ____ Diretor Executivo CÂMARA nr*lfflCIPÂL DE VEREADORES ^ 4 t i Diretor Executivo Câmara Municipal de Forquilhinha Paço Municipal zo de Abril - ( < Postal 31 - CEP 88850-000 - Forquilhinha - Santa Catarina Fone/Fax: (43) 3463-1215 ou 3463-1449 E-maií: [email protected] - Site; vww.camarafwquitlimhtf. com .br COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA PARECER PROJETO DE LEI PE N ° 35/2009 A Comissão acima mencionada, reunida para analisar o Projeto de Lei em tela que“Autoriza o ingresso do Município de Forquilhinha no consórcio de informática na gestão pública Municipal - CIGA , e dá outras providências.”,ogina pela sua legalidade e constitucionalidade. CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORA JILHINHA n9\C6 \2CQSL Diretor Executivo CÂMARà íV:m e/PM DE VEREADORES A P R O V A D O / POR: Cl F0 RÍ fUiLHíNHA ■ SC, n B ir? 6 \ J t n a ° t / < Diretor Executivo PROJETO DE LEI PE N° 35/2009. AUTORIZA O INGRESSO DO MUNICÍPIO DE FORQUILHINHA NO CONSÓRCIO DE INFORMÁTICA NA GESTÃO PÚBLICAS MUNICIPAL - CiGA, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. PARECER JURÍDICO 1. DO RELATÓRIO O Executivo Municipal pretende obter junto ao Poder Legislativo autorização para ingresso do Município no Consórcio de Informática na Gestão Pública - CIGA. 2. DA ANÁLISE A publicação dos atos, peio Poder Executivo e Poder Legislativo, guarda estrita obediência com o princípio da publicidade, insculpido no Art. 37, caput, da Constituição Federal. Dessa maneira, a criação da imprensa Oficial do Município visa maximizar e oficializar essa publicidade, dando enfoque aos atos praticados pelo Município. A escolha da forma de publicação dos atos normativos é consectária da competência íegiferante de cada unidade política. Assim é que cabe ao Município estabelecer tais regras, por força dos postulados constitucionais estampados nos artigos 1o, 18, 29 e 30, I, dispositivos estes que consagram a competência municipal. A lei municipal deve, portanto, determinar quais os atos a serem publicados em veículo de imprensa oficial do Município. Em regra, costuma-se prever que a divulgação seja feita em periódico de grande circulação na municipalidade ou, ainda, na ausência de ambos, mediante afixação, em local próprio e de fácil acesso ao público, na sede de cada Poder. Convém observar, igualmente, que diversas são as formas adotadas pelos municípios para divulgar seus atos oficiais. É bastante comum haver localidades que optam pela mera afixação em mural, em função de variáveis como a escassez de recursos financeiros, a pouca extensão do território, ou, ainda, a exigüidade da população. Já outros, de maiores recursos, escolhem, via licitação, um jornal local. Há, também, casos de municípios que têm órgão oficial próprio, ou publicam seus atos na imprensa oficial do Estado. A respeito leciona Hely Lopes Meirelles: Quanto à publicação no órgão oficial, só é exigida a do ato concluído ou de determinadas fases de certos procedimentos administrativos, como os que ocorrem nas concorrências e tomadas de preços. A publicação que produz efeitos jurídicos é a do órgão oficial da Administração, e não a divulgação em imprensa particular. Por órgão oficial entendem-se não só o Diário Oficial das entidades públicas, como, também, os jornais contratados para essas publicações oficiais. Vale ainda como publicação oficial a fixação de atos e leis municipais na sede da prefeitura ou câmara, onde não houver órgão oficial, em conformidade com o disposto na Lei Orgânica do Município. (Direito Municipal Brasileiro, 22a ed.t SP. Malheiros, 1997, PP. 87-88). O CIGA foi constituído em 29.11.2007, mediante a subscrição do protocolo de intenções por 12 municípios, tendo como objetivo o desenvolvimento, implantação, capacitação, manutenção e suporte de sistemas de tecnologia da informação e comunicação voltadas para a relação governo-cidadão, em especial a gestão administrativa e a relação do Poder Público com a sociedade civil. A Federação Catarinense de Municípios - FECAM, com o suporte das Associações de Municípios, coordenou a criação do Consórcio de Informática na Gestão Pública Municipal, com vistas a prestar aos municípios serviços de tecnologia da informação e comunicação. O primeiro serviço disponibilizado pelo CiGA é o Diário Oficial dos Municípios de Santa Catarina - DOM/SC, com a finalidade de publicar os atos oficiais expedidos peías administrações municipais. O diário é em formato eletrônico, disponível no endereço: www.diariomunicipai.sc.qov.br. O Tribunal de Contas do Estado, por meio do Prejuigado n° 1934 (acostado) relacionou as orientações e procedimentos necessários: a. Lei de ingresso no CIGA. b. Lei de instituição do Diário Oficial dos Municípios. c. Lei de abertura de crédito especial na Lei Orçamentária Anual - LOA. Segundo ainda o Tribunal de Contas e, com fundamento nos arts. 111, parágrafo único, da Constituição Estadual e das Leis Federais n°s 8.666/1993 e 10.520/2002, podem ser cumpridas pela publicação dos atos neles previstos no diário oficial eletrônico, desde que lei municipal defina este meio como o oficial de publicação. Ainda, segundo o Tribunal de Contas, quando a lei exigir outros meios de publicidade e divulgação dos atos administrativos além do diário oficial, como na hipótese do art 21 da Lei Federal n° 8.666/1993, deverá a Administração Municipal realizar os referidos procedimentos. E, por fim, cabe igualmente ressaltar que com o ingresso do Município de Forquilhinha no Consórcio de Informática na Gestão Pública Municipal - CIGA teremos uma economia considerável de recursos públicos no que tange as despesas com publicidade de atos públicos. Com a utilização desse mecanismo de publicidade, o município reduzirá custos de publicações legais e ampliará a divulgação dos seus atos, permitindo a todos os cidadãos a consulta às publicações legais por meio da rede Mundial (Internet). 3. DA CONCLUSÃO Diante do exposto somos pela aprovação do PROJETO DE LEI PE N° 3 5 /2 0 0 9que AUTORIZA O INGRESSO DO MUNICÍPIO DE FORQUILHINHA NO CONSÓRCIO DE INFORMÁTICA NA GESTÃO PÚBLICAS MUNICIPAL - CIGA, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. Salvo melhor juízo, é o parecer. Forquilhinha, 09 de junho de 2009. j/ /w taünter Backes Assessor Jurídico OAB /SC n° 27.597 MUNICÍPIO DE FORQUILHINH JUSTIFICATIVA AO PROJETO DE LEI PEN°. 35/2009 Excelentíssima Senhora Presidente e demais Vereadores deste Município. Tenho a honra de encaminhar para deliberação destaCâmara de Vereadores, o Projeto de Lei para ingresso doMunicípio no Consórcio de Informática na GestãoPública Municipal - CÍGA. O CíGA foi criado em 29 de novembro de 2007, mediante asubscrição do Protocolo de Intenções por doze municípios, e tem porobjetivo o desenvolvimento, implantação, capacitação, manutenção e suporte de sistemas de tecnologia da informaçãocomunicação e voltadas para a relação govemo-cidadão, em especial a gestãoadministrativa e a relação do Poder Público com a sociedade civil, e que promovam a inclusão digital, desenvolvam formas de acesso e comunicação com os gestores e induzam a modernização de rotinas e aumento deeficiência e eficácia da gestão pública municipal. De acordo com o art 2o, § 4o do Contrato de Consórcio, para oingresso dos municípios no CIGA é necessária a autorização daCâmara de Vereadores, motivo pelo qual encaminhamos o Projeto de Lei em anexo. Inicialmente, o município não despenderá recursosfinanceiros ao consórcio, somente o fazendo quanto efetivamente contratar serviços específicos prestados pelo CIGA, mediante assinatura de contrato de programa e contrato de rateio, conforme regulado pela Lei Federal n° 11.107/2005. A celebração do contrato de rateio depende de abertura decréditos orçamentários especiais, por meio da aprovação de lei desta Câmara de Vereadores. Os serviços eventualmente contratados pelo município com o CIGA serão menos dispendiosos, atendendo assim ao princípio da economicidade, pois o CIGA não visa lucro e vale-se também da economia de escala, podendo prestar serviços a todos os municípios consorciados. Por conseguinte, também haverá maior padronização entre os sistemas de tecnologia dainformação e comunicação disponibilizados aos municípios consorciados. Ressalte-seque o CIGA foi gerido e será organizado pela Federação Catarinense de Municípios - FECAM e Associações de Municípios, entidades de defesa dos interesses municipalistas. Quanto aos empregos criados peb CIGA, a contratação de empregados dar-se-á por demanda, após a aprovação da Assembléia Geral, por meiode concurso público. A previsão inicial dos empregos públicos no Protocolo de Intenções justifica-se, pois caso contrário a cada novo emprego havería necessidade de aprovação legal por cada um dos municípios consorciados. Ante ao exposto e considerando que o projeto se reveste de grande importância para o Município, solicito que o mesmo seja apreciado em regime deURGÊNCIA, na forma prevista no artigo 34 da Lei Orgânica Municipal. Certos de que esta solicitação seráatendida, sem mais para o momento, renovamos os nossos protestos de estimaconsideração. e Forquilhinha/SC, 26 demaio de 2009. CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORE^_^J^_ p U w - A LIDO NA SESSÃO 0E: S-b l o S I -=lcc9VANDERLEI ALEXANDRE FGRíÉíLHiNHA ■ SC, jo S Prefeito Municipal _! A Cf tJ Ouvi P). jt.u y Diretor Executivo Avenida 25 de Julho, 3400 - Centro - Cx Postal 01 - CEP 88850-000 - Forquilhinha/SC (48) 3463 8100 - www.forquilhinha.sc.gov.br - [email protected] MUNICÍPIO DE FORQUILHINHA PROJETO DE LEI N°. 35/2009 s AUTORIZA O INGRESSO DO MUNICÍPIO DE FORQUILHINHA ! NO CONSÓRCIO DE INFORMÁTICA NA GESTÃO PÚBLICA / MUNICIPAL - CIGA, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

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