Unesp UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Faculdade De Ciências E Letras – Campus Araraquara

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unesp UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Faculdade de Ciências e Letras – Campus Araraquara ISABELA MARTINS DE MORAIS E SILVA É, NÃO SOU: ensaios sobre os afro-sambas no tempo e no espaço ARARAQUARA-SP 2013 2 ISABELA MARTINS DE MORAIS E SILVA É, NÃO SOU: ensaios sobre os afro-sambas no tempo e no espaço Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação Strictu Senso em Ciências Sociais da Faculdade de Ciências e Letras da UNESP Campus Araraquara como requisito parcial para a obtenção do título de Mestre em Ciências Sociais. Orientador: Prof. Dr. Dagoberto José Fonseca Bolsa: CAPES ARARAQUARA-SP 2013 3 MORAIS, Isabela É, NÃO SOU: ensaios sobre os afro-sambas no tempo e no espaço / Isabela Martins de Morais e Silva. – Araraquara 320 f : 21 ; 29,7 cm Dissertação de Mestrado em Ciências Sociais – Faculdade de Filosofia Ciências e Letras – Universidade Estadual Paulista, Araraquara, 2013. 1. Afro-Sambas. 2. Canção Popular. 3. MPB. – É, NÃO SOU: ensaios sobre os afro-sambas no tempo e no espaço. 4 ISABELA MARTINS DE MORAIS E SILVA É, NÃO SOU: ensaios sobre os afro-sambas no tempo e no espaço Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação Strictu Senso em Ciências Sociais da Faculdade de Ciências e Letras da UNESP Campus Araraquara como requisito parcial para a obtenção do título de Mestre em Ciências Sociais. Orientador: Dr. Dagoberto José Fonseca Bolsa: CAPES Data da Defesa: 26/02/2013 MEMBROS COMPONENTES DA BANCA EXAMINADORA: Presidente e Orientador: Dr. Dagoberto José Fonseca Faculdade de Ciências e Letras Campus Araraquara, UNESP Membro-Titular: Dr. Frank Michael Carlos Kuehn Instituto de Artes Campus São Paulo, UNESP Membro-Titular: Dra. Ana Lúcia Castro Faculdade de Ciências e Letras Campus Araraquara, UNESP Local: Universidade Estadual Paulista Faculdade de Ciências e Letras UNESP – Campus de Araraquara 5 ISABELA MARTINS DE MORAIS E SILVA É, NÃO SOU: ensaios sobre os afro-sambas no tempo e no espaço Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação Strictu Senso em Ciências Sociais da Faculdade de Ciências e Letras da UNESP Campus Araraquara como requisito parcial para a obtenção do título de Mestre em Ciências Sociais. Orientador: Dr. Dagoberto José Fonseca Bolsa: CAPES Data da Defesa: 26/02/2013 MEMBROS COMPONENTES DA BANCA EXAMINADORA: Presidente e Orientador: Dr. Dagoberto José Fonseca Faculdade de Ciências e Letras Campus Araraquara, UNESP Membro-Suplente: Dra. Luciane de Paula Faculdade de Ciências e Letras, Campus Assis UNESP Membro-Suplente: Dra. Renata Medeiros Faculdade de Ciências e Letras, Campus Araraquara, UNESP Local: Universidade Estadual Paulista Faculdade de Ciências e Letras UNESP – Campus de Araraquara 6 [Samba da] Gratidão Se não tivesse o amor Se não tivesse essa dor E se não tivesse o sofrer E se não tivesse o chorar Melhor era tudo se acabar. Consolação (Powell e Moraes) A bênção, Reny Jorge da Silva e Maria Isabel Silva. Barro(s) que me forjou(aram), carinho que me ninou, amor que me deu coragem, ânima. A bênção, meus pais e, agradecendo a eles (vocês), agradeço a todos os meus ancestrais, meus avós e bisavós, encarnados e desencarnados. Com eles apreendo, através do exemplo, aquilo de mais bonito que as canções de Baden e Vinicius me ensinam: tem que se dar pra poder amar. Vocês, que fazem a vida valer a pena. A bênção, Bruno Morais. Meu irmão e meu mestre. Ao seu lado, compartilho palco, aprendo a respeitá-lo, a me divertir nele. Do seu lado aprendo sobre o coração imenso, a disposição à ajuda, estar-junto. A bênção Renata, irmã que a vida me deu. Mais que cunhada, amiga. Gratidão por me permitir ser parte do seu mundo, mulher mais adorada e virtuosa. Saravá. Saudando Bruno e Renata, saúdo todos os músicos trespontanos, em especial Tilê e todos os companheiros do Ummagumma, trupe e berço. Saúdo também Maria Dolores e Felipe Duarte pela coragem de proporcionar um espetáculo à minha querida e amada Três Pontas e me dar a oportunidade de estar no palco, com a poesia, a canção, o violão, e os amigos. O sarau “Para Viver um Grande Amor – Um homenagem a Vinicius de Moraes” foi um momento decisivo do sentir-pensar que levou à essa pequisa. A todos eles minha gratidão, admiração e disposição. Um salve cheio de gratidão a toda a minha família, em especial Tia Nanaia e Gui que me acolheram na primeira visita ao Rio de Janeiro, quando do início da pesquisa, antes mesmo do ingresso no mestrado acadêmico. De modo que essa lembrança me remete a carinho, respeito e cuidado com que tanto os funcionários da Fundação Casa de Rui Barbosa quanto da Biblioteca Nacional me trataram, sempre pacientes com a pesquisadora de primeira viagem. Vossa bênção. A bênção Daniella Suda e seus queridos filhos Ju e Rô, que me fizeram sentir parte da família nas idas ao Rio de Janeiro, no decorrer da pesquisa. Gratidão. Mesmo. 7 A Bênção Sandro. Você, nego, que foi meu companheiro de estrada, de vida, de música e responsável pelo meu encontro com Bakhtin, e com tantas partes de mim mesma. Gratidão e ternura. Sempre. Um salve para os “meus” Leandros, amigos e poetas. Durazzo, pela companhia constante, pelas indicações musicais, pelos conselhos, dentre eles o de me divertir sempre. Leandro Oliveira: pela amizade sincera, pelas longas conversas, pelo silêncio cúmplice, pela companhia camarada, pelas viagens, por todas as músicas tocadas e poesias recitadas. Pela arte. Minhas filhas adotivas, Caroline e Renata, a bênção. Sempre presentes, me motivando e me acompanhando, fosse nas aventuras musicais, fosse nos enlaces e desenlaces desse coração e mente vermelhos que aprenderam a amar e viver com Vinicius. Aliás, a poética de Vinicius de Moraes me uniu às belas figuras de Juliana Fiebig, Thiago Marques e Renato Munhoz. Saravá, ô pá. Falando deles, lembro de todo o Bando do Tiê Preto. A Bênção Tiê, à Mãe Ju Pilu e ao Pai Evandro. A bênção à velha geração do bando, a res pública “Fogo-Fátuo”, Mery, Guerra, Cezico, Day, Lazo-Rei e Buiu. A bênção aos amigos desse tempo pré-mestrado, Priscila Santos e Felipe Munhoz. A bênção Djalma, à sua cumplicidade – na admiração pelos afro- sambas –, e Dona Adriana, por me fazer me sentir em casa em São Carlos. Um salve para a geração mais nova do bando e, em especial, àqueles que dividiram teto, comida, companhia, aprendizados profundos de amor, verdade e virtude. Gratidão profunda a Fernanda Paes, nossa queridíssima Coração, e ao casal iluminado, Bia e Navas. Também tive teto taiwanês, pleno de sabedoria. A Bênção Tsai, Min Lun e Mariana, Joana e Sandra, Constância e Teh, pelo exemplo e vivência de caridade, coração tranquilo e prática da Verdade. A Bênção Leo La Selva! Sujeito responsável pela minha primeira audição de “Canto de Ossanha” na vida, lá em 2006! Gratidão, meu amigo, por esse começo e por todo o resto. Salve Julia Baggio, sua linda companheira, minha linda amiga. A bênção Catavento! Grupo de estudos onde as questões e as dúvidas, o sentimento de coletividade, de alegria, frutificaram. Experiência compartilhada que me faz pensar que dentro da universidade ainda há espaço para o diálogo, discordância que constrói, sonhos a concretizar, ligação profunda entre aquilo que se pesquisa – e aquilo que se sente – e se é. Um salve especial Elisângela, guerreira e irmã pra vida toda... A Bênção, Geander, meu querido! A Bênção, Du Paiva, parceiro nas reflexões do samba e nas preciosas indicações (e 8 empréstimos) bibliográficos! Neila, Mari, Luizão, Hezbolah. Todos os catinhas que já ventaram, ventam e ventarão. A bênção linda família Adilson, Carol e Amarilis. A bênção amigos do Sebo Uraricoera! A bênção, lenda da UNESP Araraquara, o poeta – e gênio – Max Brandão! Um salve para Vanessa Daufenback e as inquietações da disciplina “Política e Cultura”, assim como a preciosa indicação da dissertação de Daniela Santos sobre Os Mutantes, que me encorajaram a navegar, pelas Ciências Sociais, através das ondas da canção. A bênção, companheiros de pós-graduação. A bênção à, tantas vezes parceira, Ariella. A bênção, eternos vizinhos Ettore Medina e Luciana Santos. Por falar em Vizinho, a bênção Pablo Polese e Giga! A bênção, Dagoberto, por ter feito aquilo que era essencial – e na hora certa –, para que toda essa história se desenrolasse: acreditou em mim, mais do que eu mesma havia feito. A bênção Henrique, da Seção de Pós-Graduação, pela infinita paciência e pela colaboração indispensável, nos mais diversos momentos. Agradeço também pelo sorriso amável e sempre carinhoso de Cleusa Nery, do Departamento de Antropologia, Política e Filosofia. A bênção àqueles que compuseram a minha primeira banca, ainda na defesa da monografia, que gestou o projeto que pariu essa dissertação: Rafael e Edgar. A bênção Luciane de Paula e Ana Lúcia Castro, pela contribuição imensa durante a qualificação, mais que conselhos teórico-metodológicos, instruções para toda uma vida... A bênção menino Messa, Lucas Oliveira, que através da sua inquieta mente geminiana se interessou por minhas querelas de pesquisa e intermediou meu contato com Humberto Carlos, a quem também agradeço pela co-laboração intelectual. A bênção Maiara, menina linda de toda a minha vida. A bênção Deni Rubbo, Aruana, Lisandra Amaral, Mariana Bergo, Heitor Branquinho e Cláudia Nunes, pelo teto e pela companhia, na Pauliceia Desvairada. A bênção Laura Basoli, minha linda Basola. Sua aparição na minha vida é um verdadeiro presente. (Quem diria que essa dissertação de mestrado seria parida aqui, na Marília Vermelha, a sua cidade natal?) A Bênção Negão, Ivan Santos. O dia da tua despedida rumo ao Cabo Verde me marcou com a força do canto que une, evoca e traz pra perto. “Won’t you help to sing this song of freedoom?” A Bênção Marina Butian e seu rebento Caê.

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