Diagnóstico Do Município De Itapetim Pernambuco
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Território E Desenvolvimento Segundo Extensionistas Rurais: Um Estudo No Município De Afogados Da Ingazeira – Pe
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EXTENSÃO RURAL E DESENVOLVIMENTO LOCAL (POSMEX) LUCAS PEREIRA DA SILVA TERRITÓRIO E DESENVOLVIMENTO SEGUNDO EXTENSIONISTAS RURAIS: UM ESTUDO NO MUNICÍPIO DE AFOGADOS DA INGAZEIRA – PE RECIFE 2016 UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EXTENSÃO RURAL E DESENVOLVIMENTO LOCAL (POSMEX) Lucas Pereira da Silva TERRITÓRIO E DESENVOLVIMENTO SEGUNDO EXTENSIONISTAS RURAIS: UM ESTUDO NO MUNICÍPIO DE AFOGADOS DA INGAZEIRA – PE Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural e Desenvolvimento Local da Universidade Federal Rural de Pernambuco como exigência para obtenção do título de Mestre. Orientador: Prof. Dr. Paulo de Jesus Recife, 2016 Ficha catalográfica S586t Silva, Lucas Pereira da Território e desenvolvimento segundo extensionistas rurais: um estudo no município de Afogados da Ingazeira, PE / Lucas Pereira da Silva. – Recife, 2016. 112 f. : il. Orientador: Paulo de Jesus. Dissertação (Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural e Desenvolvimento Local) – Universidade Federal Rural de Pernambuco, Departamento de Educação, Recife, 2016. Inclui referências e apêndice(s). 1. Desenvolvimento rural 2. Extensão rural 3. Cidade-polo 4. Afogados da Ingazeira (PE) I. Jesus, Paulo de, orientador II. Título CDD 303.44 UNIIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EXTENSÃO RURAL E DESENVOLVIMENTO LOCAL (POSMEX) TERRITÓRIO E DESENVOLVIMENTO SEGUNDO EXTENSIONISTAS RURAIS: UM ESTUDO NO MUNICÍPIO DE AFOGADOS DA INGAZEIRA – PE Lucas Pereira da Silva Dissertação julgada aprovada para obtenção do título de Mestre em Extensão Rural e Desenvolvimento Local em 28/04/2016 pela Banca Examinadora. -
Programa Federativo De Enfrentamento Ao Coronavírus No Estado De Pernambuco
+ Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus no Estado de Pernambuco Os valores destinados ao Estado de Pernambuco, decorrentes da distribuição estabelecida nos termos do Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus, são os seguintes: - dentre os recursos a serem aplicados na área de saúde pública: - R$ 368 milhões para o Estado, conforme critérios de população e incidência de COVID-19*; - R$ 136 milhões para os Municípios, conforme critério populacional; - R$ 1,078 bilhão de livre aplicação, pertencentes ao Estado; - R$ 730 milhões de livre aplicação, pertencentes aos Municípios; - R$ 1,465 bilhão pela suspensão no pagamento da dívida* com organismos internacionais e com a União, incluindo dívidas do Estado e dos respectivos Municípios. O total é de R$ 3,776 bilhões, mas além desses valores ainda é necessário somar a eventual dívida com bancos privados. *Observação: os dados relativos à suspensão de dívidas foram fornecidos pelo Ministério da Economia, e os referentes à incidência de COVID-19 em 29/04/2020, pelo Ministério da Saúde. % Recebido Auxílio Recebido pelo Pop. Estimada UF Município pelo Município [IBGE] Município (total nacional de 20+3bi) PE Abreu e Lima 99.990 1,05% R$ 9.062.220,11 PE Afogados da Ingazeira 37.259 0,39% R$ 3.376.830,27 PE Afrânio 19.635 0,21% R$ 1.779.544,87 PE Agrestina 24.885 0,26% R$ 2.255.359,01 PE Água Preta 36.771 0,38% R$ 3.332.602,22 PE Águas Belas 43.443 0,45% R$ 3.937.294,01 PE Alagoinha 14.636 0,15% R$ 1.326.479,18 PE Aliança 38.386 0,40% R$ 3.478.971,71 PE Altinho 22.972 0,24% R$ -
Ministério Da Agricultura, Pecuária E Abastecimento Secretaria De Política Agrícola
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE POLÍTICA AGRÍCOLA PORTARIA Nº 254, DE 26 DE AGOSTO DE 2020. Portaria publicada no D.O.U do dia 28 de agosto de 2020, seção 1. O SECRETÁRIO DE POLÍTICA AGRÍCOLA, no uso de suas atribuições e competências estabelecidas pelo Decreto nº 10.253, de 20 de fevereiro de 2020, e observado, no que couber, o contido no Decreto nº 9.841 de 18 de junho de 2019 e nas Instruções Normativas nº 2, de 9 de outubro de 2008, publicada no Diário Oficial da União de 13 de outubro de 2008, da Secretaria de Política Agrícola, e nº 16, de 9 de abril de 2018, publicada no Diário Oficial da União de 12 de abril de 2018, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, resolve: Art. 1º Aprovar o Zoneamento Agrícola de Risco Climático para a cultura da mamona semiárido no Estado de Pernambuco, ano-safra 2020/2021, conforme anexo. Art. 2º Esta Portaria tem vigência específica para o ano-safra definido no art. 1º e entra em vigor na data de sua publicação. CÉSAR HANNA HALUM ANEXO 1. NOTA TÉCNICA A cultura da mamoneira (Ricinus communis L.) reveste-se de importância pelas várias aplicações do óleo extraído de suas amêndoas, cujos teores variam de 43% a 49%, dependendo da variedade e da região. A planta apresenta tolerância à seca, sendo uma boa alternativa de cultivo em diversas regiões do país. A faixa de temperatura para obtenção de produções economicamente viáveis situa-se entre 20ºC a 30ºC, com ótimo em torno de 30ºC. -
Diagnóstico Do Município De Lajedo Pernambuco
PROJETO CADASTRO DE FONTES DE ABASTECIMENTO POR LAJEDO ÁGUA SUBTERRÂNEA PERNAMBUCO DIAGNÓSTICO DO MUNICÍPIO DE LAJEDO Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral Secretaria de Desenvolvimento Energético Ministério de Minas e Energia Outubro/2005 MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA Silas Rondeau Cavalcante Silva Ministro de Estado SECRETARIA EXECUTIVA Nelson José Hubner Moreira Secretário Executivo SECRETARIA DO PLANEJAMENTO E SECRETARIA DE GEOLOGIA, MINERAÇÃO DESENVOLVIMENTO ENERGÉTICO E TRANSFORMAÇÃO MINERAL Márcio Pereira Zimmermam Cláudio Scliar Secretário Secretário PROGRAMA LUZ PARA TODOS SERVI ÇO GEOL ÓGICO DO BRASIL – CPRM Aurélio Pavão Diretor Agamenon Sérgio Lucas Dantas Diretor-Presidente PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO ENERG ÉTICO DOS ESTADOS E José Ribeiro Mendes MUNICÍPIOS Diretor de Hidrologia e Gestão Territorial PRODEEM Luiz Carlos Vieira Manoel Barretto da Rocha Neto Diretor Diretor de Geologia e Recursos Minerais Álvaro Rogério Alencar Silva Diretor de Administração e Finanças Fernando Pereira de Carvalho Diretor de Relações Institucionais e Desenvolvimento Frederico Cláudio Peixinho Chefe do Departamento de Hidrologia Fernando Antonio Carneiro Feitosa Chefe da Divisão de Hidrogeologia e Exploração Ivanaldo Vieira Gomes da Costa Superintendente Regional de Salvador José Wilson de Castro Temóteo Superintendente Regional de Recife Hélbio Pereira Superintendente Regional de Belo Horizonte Darlan Filgueira Maciel Chefe da Resid ência de Fortaleza Francisco Batista Teixeira Chefe da Resid ência Especial de Teresina Ministério -
Afogados Da Ingazeira, 19 De Abril De 2018
Afogados da Ingazeira, 19 de abril de 2018. A comunidade acadêmica do campus Afogados da Ingazeira do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco (IFPE) vem a público se manifestar de forma contrária à proposta de “Reordenamento das Unidades da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica”, apresentada, no último dia 17 de abril, pela Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (SETEC) do Ministério da Educação (MEC), que separa o campus Afogados da Ingazeira do IFPE. Atualmente, o estado de Pernambuco conta com dois institutos federais: o IFPE, sediado no Recife, formado por 16 campi, dentre eles está o de Afogados da Ingazeira, e o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano (IF Sertão-PE), com sede em Petrolina, formado por sete unidades. De acordo com o documento apresentado pelo MEC, as unidades de um mesmo instituto federal devem estar agrupadas a partir das mesorregiões geográficas definidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nessa perspectiva, por pertencer à mesorregião do Sertão Pernambucano, o campus Afogados da Ingazeira deve ser desmembrado do IFPE e remanejado para o IF Sertão-PE. Além da separação do campus Afogados da Ingazeira do IFPE, o documento prevê a criação de um terceiro instituto federal no estado de Pernambuco, sediado em Caruaru, que reuniria os campi do IFPE atualmente situados nas mesorregiões geográficas do Agreste Pernambucano e da Zona da Mata Pernambucana, enquanto o IFPE ficaria restrito às unidades -
Livro De Cabrobó (20 / 12 / 2017)
RESUMO DO LIVRO DE CABROBÓ (20 / 12 / 2017) Inicialmente, gostaríamos de registrar que a receptividade à ideia da reedição do livro de Cabrobó foi a melhor possível. As manifestações de apoio não se restringiram a pessoas ligadas à comunidade e nem ficaram limitadas ao território brasileiro. Neste comunicado, estamos repetindo esclarecimentos e o Resumo do livro, ambos com várias novidades. Ao final, apresentamos relação das pessoas que já reservaram exemplares do livro. Cabrobó: cidade pernambucana É o título do livro que foi publicado, em 1966, pelo cabroboense Arrisson de Souza Ferraz. Ele será reeditado com o título que se vê na capa, que ainda é provisória. O livro, assim como o Resumo dele que virá logo em seguida, está dividido em duas partes: história de Cabrobó, do século XVII para cá; e transformações sociais, econômicas, culturais e ambientais ali ocorridas. Ele é o primeiro livro do gênero que aborda esses temas sobre Cabrobó. No conjunto, o livro não encontra concorrente em qualidade. Essa afirmativa tem o aval do conceito que lhe foi atribuído e que se encontra logo em seguida. O Resumo é uma prévia para que leitores e leitoras possam tirar suas conclusões. Cabrobó: cidade pernambucana; em conta de chegada, foi avaliado no Centro de Estudo de História Municipal (CEHM), em Recife. Na opinião do historiador Yony Sampaio, o livro está entre os melhores da série publicados pelo CEHM, em seus 40 anos. Para ele, o livro está no mesmo nível das obras dos renomados historiadores José Aragão e Alfredo Leite, sobre Vitória de Santo Antão e Garanhuns respectivamente. -
Diagnóstico Do Município De Triunfo Pernambuco
PROJETO CADASTRO TRIUNFO DE FONTES DE ABASTECIMENTO POR ÁGUA SUBTERRÂNEA PERNAMBUCO DIAGNÓSTICO DO MUNICÍPIO DE TRIUNFO Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral Secretaria de Desenvolvimento Energético Ministério de Minas e Energia Outubro/2005 MINIST ÉRIO DE MINAS E ENERGIA Silas Rondeau Cavalcante Silva Ministro de Estado SECRETARIA EXECUTIVA Nelson José Hubner Moreira Secretário Executivo SECRETARIA DO PLANEJAMENTO E SECRETARIA DE GEOLOGIA, MINERA ÇÃO E DESENVOLVIMENTO ENERG ÉTICO TRANSFORMA ÇÃO MINERAL Márcio Pereira Zimmermam Cláudio Scliar Secretário Secretário PROGRAMA LUZ PARA TODOS SERVI ÇO GEOL ÓGICO DO BRASIL – CPRM Aurélio Pavão Diretor Agamenon Sérgio Lucas Dantas Diretor-Presidente PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO ENERG ÉTICO DOS ESTADOS E José Ribeiro Mendes MUNICÍPIOS Diretor de Hidrologia e Gestão Territorial PRODEEM Luiz Carlos Vieira Manoel Barretto da Rocha Neto Diretor Diretor de Geologia e Recursos Minerais Álvaro Rogério Alencar Silva Diretor de Administração e Finanças Fernando Pereira de Carvalho Diretor de Relações Institucionais e Desenvolvimento Frederico Cláudio Peixinho Chefe do Departamento de Hidrologia Fernando Antonio Carneiro Feitosa Chefe da Divisão de Hidrogeologia e Exploração Ivanaldo Vieira Gomes da Costa Superintendente Regional de Salvador José Wilson de Castro Temóteo Superintendente Regional de Recife Hélbio Pereira Superintendente Regional de Belo Horizonte Darlan Filgueira Maciel Chefe da Resid ência de Fortaleza Francisco Batista Teixeira Chefe da Resid ência Especial de Teresina -
Uf Município Início Número Valor Contrapartida Objeto Liberado
RELAÇÃO DE CONVÊNIOS FUNASA - ESTADO DE PERNAMBUCO - ABRIL DE 2012 UF MUNICÍPIO INÍCIO NÚMERO VALOR CONTRAPARTIDA OBJETO LIBERADO PE VERTENTE DO LERIO 31/DEZ/2007 EP 0961/07 200.000,00 9.000,00 MELHORIAS SANITARIAS DOMICILIARES 120000,00 PE XEXEU 28/JUN/2006 EP 1462/06 225.000,00 24.309,06 MELHORIAS SANITARIAS DOMICILIARES. 225000,00 MELHORIAS SANITÁRIAS DOMICILIARES PARA ATENDER O MUNICÍPIO DE XEXÉU/PENO PE XEXEU 31/DEZ/2007 TC/PAC 0470/07 900.000,00 27.852,89 360000,00 PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO - PAC/2007. EXECUCAO DE MELHORIAS SANITARIAS DOMICILIARES PARA ATENDER O MUNICIPIODE PE XEXEU 04/DEZ/2009 TC/PAC 0583/09 300.000,00 17.013,33 300000,00 XEXEU/PE NO PAC/2009. SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA PARA ATENDER O MUNICÍPIO DE XEXEU/PENO PE XEXEU 31/DEZ/2009 TC/PAC 0545/09 1.250.000,00 39.559,70 0,00 PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO-PAC/2009. SISTEMA DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO PARA ATENDER O MUNICIPIO DE XEXEU/PE,NO PE XEXEU 31/DEZ/2009 TC/PAC 0544/09 3.950.000,00 123.064,90 0,00 PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO-PAC/2009. SISTEMA DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO PARA ATENDER O MUNICÍPIO DE JUCATI/PENO PE JUCATI 31/DEZ/2007 TC/PAC 0547/07 800.000,00 24.742,27 0,00 PROGRAMA DE ACELERAÇAO DO CRESCIMENTO - PAC/2007. MELHORIAS SANITÁRIAS DOMICILIARES PARA ATENDER O MUNICÍPIO DE JUCATI/PE, NO PE JUCATI 31/DEZ/2007 TC/PAC 0446/07 200.000,00 10.873,22 200000,00 PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO - PAC/2007. -
Secretaria De Saúde Do Estado De Pernambuco
2011 SECRETARIA DE SAÚDE DO ESTADO DE PERNAMBUCO PLANO DIRETOR DE REGIONALIZAÇÃO 1 SECRETARIA DE SAÚDE DO ESTADO DE PERNAMBUCO SECRETARIA EXECUTIVA DE REGULAÇÃO EM SAÚDE Regionalização da Saúde em Pernambuco Governador do Estado de Pernambuco Eduardo Henrique Accioly Campos Secretário de Saúde do Estado de Pernambuco Antônio Carlos dos Santos Figueira Secretaria Executiva de Coordenação Geral Ana Paula Sóter Secretária Executiva de Regulação em Saúde Humberto Antunes Secretária Executiva de Atenção à Saúde Tereza de Jesus Campos Neta Secretária Executiva de Vigilância em Saúde Eronildo Felisberto Secretária Executiva de Gestão do Trabalho e Educação em Saúde Fernando Menezes Secretário Executivo de Administração e Finanças Jorge Antonio Dias Correa de Araujo Equipe Técnica Josilene Maria Félix Texeira – Coordenação de Redes Regionais Interestaduais/Secretaria Executiva de Regulação em Saúde Maria das Dores Tavares Nascimento – Apoio Técnico à Gestão Consorciada/ Secretaria Executiva de Regulação em Saúde Roseane da Silva Lemos – Coordenação de Acompanhamento à Regionalização/ Secretaria Executiva de Regulação em Saúde Zelma de Fátima Chaves Pessôa- Superintendente de Regionalização / Secretaria Executiva de Regulação em Saúde Colaboração Inês Costa- Superintendente de Gestão Regional Luciana Figueirôa- Gestora de Planejamento SECRETARIA DE SAÚDE DO ESTADO DE PERNAMBUCO SECRETARIA EXECUTIVA DE REGULAÇÃO EM SAÚDE Regionalização da Saúde em Pernambuco “Para além dos números do concreto, do cimento, o que importa é a vida das pessoas.” Dilma -
Relatório Expurgo Ise Abril 2018 Nº 201801
Relatório de Evidência de Expurgo por Interrupção em Situação de Emergência Nº201801 Recife, 30 de maio de 2018. Relatório Nº 2018-01 SUMÁRIO 1. OBJETIVO ........................................................................................................................................................ 4 2. CELPE ................................................................................................................................................................ 4 3. DEFINIÇÕES ..................................................................................................................................................... 4 4. DESCRIÇÃO DO EVENTO ............................................................................................................................. 5 4.1 CÓDIGO ÚNICO DO EVENTO .................................................................................................................. 6 4.2 DECRETO DE CALAMIDADE PÚBLICA OU SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA ................................. 6 4.3 DESCRIÇÃO DETALHADA DO EVENTO, INCLUINDO MAPA GEOELÉTRICO E DIAGRAMA UNIFILAR DA REGIÃO AFETADA. ..................................................................................................................... 7 4.4 DESCRIÇÃO DOS DANOS CAUSADOS AO SISTEMA ELÉTRICO, INCLUINDO A RELAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS DANIFICADOS E SUA IMPORTÂNCIA PARA O SISTEMA. ............................. 10 4.5 RELATO TÉCNICO SOBRE A INTERVENÇÃO REALIZADA COM AS AÇÕES DA DISTRIBUIDORA PARA RESTABELECIMENTO DO SISTEMA, INCLUINDO O CONTINGENTE -
O Processo De Formação De Preços Em Agroindústrias: Estudo De Casos Múltiplos
O processo de formação de preços em agroindústrias: estudo de casos múltiplos Ana Karlla Penna Rocha1, Larissa de Sá Gomes Leal1, Claudio Jorge Gomes da Rocha Junior2 1Graduanda em Agronomia, UFRPE, Serra Talhada, PE, Brasil. 2Docente da UFRPE, Serra Talhada – PE, Brasil. E-mail: [email protected] Resumo As agroindústrias quando bem administradas, são uma das formas promissoras da transição da agricultura familiar tradicional ao empreendedorismo. Ao empreender o agricultor deixará de se preocupar apenas em plantar ou criar. A partir de então se destacam novas preocupações, a exemplo do processo de formação de preços para o atual empreendedor rural. O êxito de seus negócios depende do valor percebido pelo cliente em relação ao conjunto qualidade-serviço-preço. Para muitos agricultores o método mais comum de precificação é o mark-up (% de lucro sobre os custos). Porém, o preço leva ao consumidor uma visão de que, agregado ao simples custo financeiro, há a possibilidade do cliente adquirir o êxito ou fracasso de todo um sistema produtivo. Por isso, o presente estudo se dispôs a analisar qualitativamente o processo de formação de preços de sete agroindústrias do Sertão da Bahia e de Pernambuco, seus limites e potencialidades. Palavras-chave: precificação, gestão de custos, valor percebido. Introdução A decisão de compra por parte do consumidor é o que move o ciclo produtivo, ou seja, as indústrias e demais fontes de produção para o consumo se adequam as necessidades e exigências dos clientes. Logo, o cliente observa todos os atributos do produto e cria sua percepção de valor, fatores determinantes no processo de produção. -
Comitê Da Bacia Hidrográfica Do Rio Pajeú – COBH/Pajeú
Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Pajeú – COBH/Pajeú Foto: Josélia Menezes Localização Figura 2. Bacia do Rio Pajeú e seus afluentes. Foto: Lopes et al., 2013. Figura 1. Localização do Estado de Pernambuco. Fonte: Google Earth, 2017. Características da Bacia • Clima Semiárido; • Rio com extensão de 353 km; • Seu regime fluvial é intermitente e, ao longo do seu curso, margeia as cidades de Itapetim, Tuparetama, Ingazeira, Afogados da Ingazeira, Carnaíba, Flores, Calumbi, Serra Talhada e Floresta; Figura 3. Bacia do Rio Pajeú e seus afluentes. Foto: Lopes et al., 2013. • Maior Bacia do Estado – 16.685,6 km² ~ 16,9% do Estado; • Percorre 27 municípios. Características da Bacia Tabela 1. Principais reservatórios da Bacia do Rio Pajeú. Fonte: APAC, 2017 Crise hídrica na Bacia do Rio Pajeú • Situação dos reservatórios Fonte: APAC, 2017 Vegetação na Bacia do Rio Pajeú Tabela 3. Quantificação da área de ocupação por usos . • Usos do solo Fonte: Rodrigues et al., 2013. Área Forma de ocupação do solo (km²) (%) Área urbana 30.16 0.18 Agricultura 739.55 4.38 Caatinga 7860.62 46.55 Água 155.71 0.92 Nuvens 65.32 0.39 Pastagens 7855.09 46.52 Solo 179.77 1.06 Total 16886.2 100 Figura 4. Cobertura vegetal do Rio Pajeú. Figura: Rodrigues et al., 2013. Rio Pajeú Foto: C1/ Fonte: http://caderno1.com.br/rr/ Passagem molhada (Floresta – Dez/2013) Foto: Josélia Menezes/ Rio Pajeú Passagem molhada (Floresta – Dez/2013) Fonte: http://blogdoelvis.ne10.uol.com.br/index.php/o-fato-e-a-foto-cheia-tomou-o-pajeu-ha-93-anos/ Passagem molhada (Floresta – Set/2017) Foto: Josélia Menezes/ Rio Pajeú Ponte sobre o Rio Pajeú – Flores 1924 Enchente do Rio Pajeú – Floresta 1950 Foto: João Duque Filho Fonte: http://blogdoelvis.ne10.uol.com.br/index.php/o-fato-e-a-foto-cheia-tomou-o-pajeu-ha-93-anos/ Foto: Dierson Ribeiro.