MIOLO R&C CP 2004 Port

Total Page:16

File Type:pdf, Size:1020Kb

Load more

MO TIVO PRINCIPAL DA DESLOCAÇÃO DAS PESSOAS ATRAVÉS DA CP. DA ATRAVÉS PESSOAS DAS DESLOCAÇÃO DA PRINCIPAL TIVO 25% das deslocações realizadas nos tráfegos INFORMAÇÕES de médio e longo curso são motivadas por deslocações de e para o trabalho. ÚTEIS 35% das viagens realizadas nos comboios urbanos do Porto têm a mesma motivação e 57% das viagens efectuadas nos urbanos de Lisboa são também provocadas pelas deslocações pendulares casa/trabalho. COMBOIOS DE PORTUGAL PRÓXIMA PARAGEM: MUDAR A SUA VIDA. 02.SÍNTESE DE GESTÃO 02.SÍNTESE 2. SÍNTESE DA GESTÃO 2.1 ESTRUTURA ORGANIZATIVA ORIDADE DE SEGURANÇA T CONSELHO AU EXPLORAÇÃOMISSÃO DE FISCALIZAÇÃO DA CO DE GERÊNCIA CP Alta Velocidade Secretaria Geral Participadas e Relações Internacionais CP Longo Curso Planeamento e Controlo de Gestão Estratégico Organização e Gestão de Mudança CP Regional Finanças e Contabilidade CP Lisboa Auditoria Interna Jurídico e Contencioso CP Porto Pessoal e Assuntos Sociais Marketing e Gestão de Clientes CP Carga Marca e Comunicação Imprensa e Relações Públicas Gestão de Frota Coordenação Técnica Segurança e Protecção Regulamentação e Segurança Circulação Aprovisionamento e Compras Instalações e Património Sistemas de Informação Rescue Team Património e Museologia Gestão da Qualidade 011 010- 2.2 ENQUADRAMENTO DA ACTIVIDADE regular de passageiros nas áreas de funcionamento e subme- te um modelo de financiamento público da actividade e do O ano de 2004 pode ser caracterizado como o ano do início investimento nos transportes. Encarrega ainda as Autoridades da recuperação económica generalizada a nível mundial. Por- Metropolitanas de propor para aprovação da Tutela um novo tugal não foi excepção e após um longo período de evolução modelo tarifário para a área metropolitana de Lisboa e o alar- negativa dos indicadores económicos, apresentou desde o pri- gamento da utilização do Andante para a área metropolitana meiro trimestre de 2004 taxas de crescimento reais positivas, do Porto. ainda que moderadas. Foi neste contexto que a CP desenvolveu a sua actividade, Este perfil manteve-se positivo ao longo de todo o ano, com norteada pelas recomendações estratégicas estabelecidas uma marcada aceleração no segundo trimestre, o que terá pelo Conselho de Gerência para 2004, a saber: racionalização resultado de um conjunto de factores, de natureza temporá- dos meios humanos e materiais, fidelização e captação de ria, que impulsionaram a economia Portuguesa nesse período, novos Clientes pela reformulação de oferta para melhor dos quais se destaca a realização de eventos de dimensão a adequar à procura, melhoria da qualidade do serviço, mundial, nomeadamente o Campeonato Europeu de Futebol agilização das vendas, estabelecimento de parcerias com 2004 e o Rock in Rio. operadores rodoviários, logísticos e autarquias. O Conselho de Gerência que iniciou funções em 24 de De realçar contudo, o comportamento negativo do sector Setembro definiu para a Empresa uma estratégia a 5 anos externo em resultado de um aumento anómalo das importa- de rotura com a situação financeira de permanente défice ções decorrente designadamente do aumento dos preços do com que a Empresa tem convivido, centrada no Cliente e petróleo. na satisfação das suas necessidades e desenvolvida à volta de cinco prioridades fundamentais e simultâneas: Cultura No sector dos transportes ferroviário e a nível europeu, é de que valorize a auto-estima, a ambição e a abertura; valori- sublinhar a adopção e publicação do 2º Pacote Ferroviário, zação do Cliente; optimização constante da estrutura de que estabelece a abertura dos mercados de transporte de Custos que permita elevada eficiência da Empresa; valori- mercadorias, incluindo a cabotagem, a partir de Janeiro de zação das Competências; e concentração nas vantagens 2007, uma directiva relativa à segurança e um regulamento Competitivas. relativo à criação da Agência Ferroviária Europeia. Estas prioridades, com reflexo na organização da Empresa, Em Março de 2004 a Comissão apresentou ainda o 3º determinaram a reorganização das Unidades de Negócio que Pacote ferroviário propondo a abertura à concorrência dos passaram a estar centradas nas funções comerciais e opera- transportes internacionais de passageiros na UE a partir de cionais essenciais à prestação de um serviço de elevada qua- 2010, o reforço dos direitos dos passageiros internacionais, lidade. Também a sua designação foi alterada de acordo com o estabelecimento de um certificado para os maquinistas o segmento de mercado em que actuam: CP Lisboa (ex-USGL), e a melhoria da qualidade do transporte ferroviário de mer- CP Porto (ex-USGP), CP Carga (ex-UTML), CP Alta velocidade cadorias. (ex-Equipa de Missão do Projecto) e Unidade de Gestão de Frota (ex-UMAT). A ex-UVIR, passou a designar-se de CP Longo A nível nacional, salienta-se a tomada de posse da Comissão Curso e Regional e iniciou-se a sua separação em duas Instaladora das Autoridades Metropolitanas e pela sua impor- Unidades de Negócio: CP Longo Curso agregando os serviços tância para a reforma profunda do sector dos transportes AP, IC e Internacional e CP Regional agregando os serviços públicos urbanos, a Resolução do Conselho de Ministros Interregional, Regional, Urbano de Coimbra e Charters / Ser- 150/2004 de 30 de Outubro. Esta Resolução determina a viços Especiais. formalização de projectos de reestruturação das empresas de transportes urbanos do sector empresarial do Estado com A nível dos Órgãos Centrais introduziu-se uma nova lógica de vista à sua consolidação e melhoria da eficiência sustentada, funcionamento baseada no conceito de serviços partilhados e define novo modelo de funcionamento do transporte colectivo cliente interno. Tendo em vista aproximar a CP da sua actividade actual, Proveitos de Tráfego (103 ¤) 161.708 146.149 10,6% depois da separação dos negócios da infra-estrutura e da CP Lisboa 66.473 64.674 2,8% operação, e mantendo a sua sigla já reconhecida pelo cliente, CP Porto 12.528 10.369 20,8% propôs-se a alteração da denominação da Empresa para Urbano de Coimbra 883 903 -2,2% CP - Comboios de Portugal. Médio e Longo Curso 81.824 70.204 16,6% TRÁFEGO DE MERCADORIA* 2004 2003 04/03 2.3 SÍNTESE DA ACTIVIDADE Toneladas 9.556 8.694 9,9% Toneladas-Quilómetro 2.281 2.091 9,1% No ano de 2004, a actividade da Empresa em termos opera- Proveitos (103 euros) 65.539 61.958 5,8% cionais evoluiu de forma positiva apresentado uma melhoria (* Vagão Completo) de Resultados Operacionais antes de compensações de 6,5% em relação a 2003. Esta evolução é explicada pelo crescimen- Em termos de oferta, produziram-se em 2004 cerca de 36,5 to dos proveitos operacionais antes de compensações em 9% milhões de ck’s, valor semelhante ao de 2003 (mais 0,2%). e pela continuada racionalização dos recursos que permitiu De registar no entanto, uma alteração significativa na compo- que os custos operacionais crescessem apenas 2% ou seja sição da oferta, uma vez que se verificou a expansão da acti- abaixo da inflação. vidade em alguns segmentos de mercado, como seja o caso das mercadorias ou do transporte urbano no Porto, enquanto Os Proveitos de Tráfego apresentaram em 2004 um cresci- se implementou uma racionalização das actividades de menor mento real decorrente do acréscimo em 11% dos proveitos de valor ou que acarretavam maiores custos, designadamente as tráfego de passageiros e em 6% dos proveitos de tráfego de manobras e alguns serviços regionais. mercadorias. OFERTA GLOBAL CP Esta evolução foi acompanhada em termos de procura pela 2004 2003 04/03 expansão do transporte de mercadorias, com um crescimento Comboios-Quilómetro (103 ck’s) 36.463 36.384 0,2% de 10% nas toneladas transportadas, e pela inversão da CP Lisboa 7.010 7.091 -1,1% tendência de evolução do transporte de passageiros, com um CP Porto 3.320 2.593 28,0% crescimento de 0,5% dos passageiros transportados e de Urbano de Coimbra 516 602 -14,3% cerca de 3% dos passageiros-quilómetro. De ressaltar, ainda Médio e Longo Curso 18.369 18.909 -2,9% no que toca ao transporte de passageiros, a alteração estru- CP Carga 7.248 7.189 0,8% tural da procura no sentido positivo com um crescimento de passageiros nos serviços de maior valor, designadamente, A actividade da Empresa em 2004 foi positivamente influen- Alfas Pendulares e Intercidades. ciada pela realização de eventos como o EURO 2004 ou o Rock in Rio, para os quais foram implementados um conjunto de PROCURA GLOBAL CP planos de oferta especiais em articulação com as respectivas TRÁFEGO DE PASSAGEIROS 2004 2003 04/03 entidades organizadoras e outros operadores de transporte. Passageiros (103 P) 133.555 132.843 0,5% CP Lisboa 99.891 100.743 -0,8% De bastante negativo para a actividade da Empresa, refere-se CP Porto 15.682 14.319 9,5% o encerramento do Túnel do Rossio em 22 de Outubro, que Urbano de Coimbra 1.098 1.193 -7,9% obrigou à alteração nos horários nas Linhas de Sintra e Azam- Médio e Longo Curso 16.885 16.589 1,8% buja e afectou fortemente o desempenho da CP Lisboa. Passageiros-Quilómetro (106 Pk) 3.415 3.323 2,8% Na Área Metropolitana do Porto, com o objectivo de melhor CP Lisboa 1.303 1.304 -0,1% adequar a oferta à procura e aproveitando as melhorias intro- CP Porto 408 351 16,3% duzidas na infra-estrutura, foi retomada a exploração ferroviária, Urbano de Coimbra 30 32 -5,6% com novo material de tracção eléctrica, dos eixos Porto - Gui- Médio e Longo Curso 1.675 1.636 2,3% marães (Janeiro 2004) e Porto - Braga (Abril 2004) e lançou- 013 012- -se uma nova oferta comercial no eixo Porto-Aveiro (Junho gem. Foi disponibilizada no site da CP, informação dinâmica 2004). Em 6 de Junho a CP Porto aderiu ao “Andante” naquele sobre o tarifário e distância das viagens oferecidas.
Recommended publications
  • Linha De Guimarães

    Linha De Guimarães

    O COMBOIO EM PORTUGAL Departamento de Informática Universidade do Minho Campus de Gualtar 4710-057 BRAGA Telefone: 253.604457 Fax: 253.604471 http://ocomboio.net 038 PREFÁCIO DA 22ª EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA “O COMBOIO EM PORTUGAL” - GUIMARÃES Biblioteca Interactiva - pólo de azurém (Guimarães) - Universidade do Minho - 26 de março a 13 de abril de 2007 MARco NO DESENVOLVIMENTO Martins Sarmento, a Associação Ar- dos muros da sua historicidade e tística Vimaranense e a Associação passar a ser também uma cidade Casimiro Silva e Samuel Silva Comercial de Guimarães, além da do Presente e do Futuro. própria Câmara Municipal. Se há um símbolo da Modernida- E conseguiu-o, por força das loco- de é o comboio. Máquina perfeita, E não havia melhor maneira de motivas que todos os dias percor- simultaneamente mãe e filha da transportar a Modernidade até à ci- riam a linha-férrea que liga a Trofa Revolução Industrial, a locomotiva dade-berço que não fosse trazê-la a Guimarães. Isto fez com que o puxou o Ocidente para um nível de em carris. século XIX se tornasse, após a Fun- desenvolvimento até então único e, dação, a época mais importante da para muitos, inimaginável. O com- Por isso é que o dia 14 de Abril de vida vimaranense. Guimarães pas- boio foi o mais importante agente 1884 marca o nascimento da Gui- sou a ser um pólo industrial mui- da Revolução Industrial, transpor- marães Moderna. Nesse dia, o pri- to importante no plano regional e tando as gentes, os produtos, abrin- meiro comboio chegou à estação o transporte em caminho-de-ferro do o Mundo e espalhando um novo do Cavalinho – que na altura estava constituiu uma componente funda- impulso à sua passagem.
  • Corredores Verdes Como Estratégia De Valorização Da Paisagem E Recreio Público: Caso Prático Do Ramal Ferroviário De Aljustrel

    Corredores Verdes Como Estratégia De Valorização Da Paisagem E Recreio Público: Caso Prático Do Ramal Ferroviário De Aljustrel

    Corredores Verdes como Estratégia de Valorização da Paisagem e Recreio Público: Caso Prático do Ramal Ferroviário de Aljustrel Maria Inês Pimenta Abranches Timóteo Dissertação para a obtenção do Grau de Mestre em Arquitetura Paisagista Orientador: Doutor Luís Paulo Almeida Faria Ribeiro Júri: Presidente: Doutora Maria João Prudêncio Rafael Canadas, Professora Auxiliar do Instituto Superior de Agronomia da Universidade de Lisboa Vogais: Doutor Luís Paulo Almeida Faria Ribeiro, Professor Auxiliar do Instituto Superior de Agronomia da Universidade de Lisboa; Mestre Ana Luísa Arrais Falcão Beja da Costa, Arquiteta Paisagista na qualidade de especialista 2015 AGRADECIMENTOS Ao meu orientador, Arquiteto Paisagista Luís Paulo Ribeiro, por todo o apoio e acompanhamento nesta dissertação e por todos os conhecimentos que partilhou tanto neste processo como durante os anos que passei no Instituto Superior de Agronomia. À Infraestruturas de Portugal (que inclui a antiga REFER), em especial à Arquiteta Lara Rodrigues, por toda a ajuda, disponibilidade e simpatia que forneceu no decurso deste trabalho. Ao CEAP, em especial à Arq.ª Paisagista Selma Pena e Arq.ª Paisagista Natália Cunha, por toda a ajuda na procura e tratamento de informação SIG. Ao Arq.º Paisagista Nuno Lecoq pela rápida disponibilidade, ajuda e simpatia que ofereceu na fase de análise deste trabalho. Ao Sr. Eduardo Moreira pela receção calorosa e partilha de tantas histórias e informação importante sobre Aljustrel e as suas minas. À Unidade de Intervenção Territorial Norte (UITN), da Câmara Municipal de Lisboa, por me aceitar como estagiária durante 3 meses, período no qual aprendi tanto da minha área. Conhecimentos esses que aplico agora neste trabalho.
  • Análise De Custos Ao Longo Do Ciclo De Vida De Pontes Ferroviárias Resumo

    Análise De Custos Ao Longo Do Ciclo De Vida De Pontes Ferroviárias Resumo

    ANÁLISE DE CUSTOS AO LONGO DO CICLO DE VIDA DE PONTES FERROVIÁRIAS RESUMO A dissertação tem como principal objectivo fazer um ponto de situação da construção das obras de arte na rede ferroviária do norte de Portugal, com análise dos custos dessas obras relacionando-os com as condições de execução, tendo presente que as mesmas decorreram em dois cenários completamente diferentes, sem circulação de tráfego ferroviário ou com condicionamentos introduzidos pela exploração ferroviária. Faz-se referência ao normativo que regula o projecto das obras de arte ferroviárias em Portugal. Caracterizam-se, do ponto de vista técnico, as obras de arte construídas na década de 1990 e nos primeiros anos do século XXI, nas Linhas do Douro, Minho, Guimarães e Ramal de Braga, no âmbito da modernização do caminho de ferro. Faz-se um ponto de situação da inspecção de pontes em Portugal, na Grã - Bretanha e no Estados Unidos da América. Apresentam-se alguns casos de trabalhos de reabilitação ou de conservação de obras de arte de alvenaria, de uma ponte com tabuleiro metálico e de reposicionamento de aparelhos de apoio de uma ponte em betão armado pré - esforçado. Por último, faz-se uma abordagem da análise de ciclo de vida das pontes, referindo-se aspectos que condicionam essa análise, apresentando-se em relação a alguns conjuntos de obras, os custos de projecto, de fiscalização e de construção, comparando-se obras da mesma natureza construídas em diferentes linhas ferroviárias, em alturas distintas. Palavras – chave: obras de arte ferroviárias, pontes ferroviárias, projecto, inspecção, manutenção, conservação, reabilitação, análise de custos, ciclo de vida.
  • A Linha De Velocidade Elevada (LVE) a Construir Entre Porto E Vigo

    A Linha De Velocidade Elevada (LVE) a Construir Entre Porto E Vigo

    Integrar o Aeroporto Sá Carneiro na Linha de Velocidade Elevada Porto­Galiza através da Linha de Leixões António Alves 10‐01‐2008 As grandes vantagens desta proposta são não pôr em causa o objectivo de ligar Porto a Vigo em 60 minutos, a facilidade de construção e o baixo custo financeiro. Esta ligação será sempre muitíssimo mais barata que uma solução em túnel e com prazos de construção incomparavelmente menores. António Alves, 10 de Janeiro de 2008 Integrar o Aeroporto Sá Carneiro na Linha de Velocidade Elevada Porto-Galiza através da Linha de Leixões Enquadramento Segundo as propostas tornadas públicas pelo Governo, a Linha de Velocidade Elevada (LVE) a construir entre Porto e Vigo assentará basicamente, pelo menos numa primeira fase, no aproveitamento de parte do actual traçado da Linha do Minho (Porto Campanhã a Nine), Ramal de Braga (Nine a Braga) e na construção de um novo troço entre Braga e Valença. Será construída em bitola1 ibérica (1668 mm), mas o novo troço Braga -Valença será desde já assente em travessas polivalentes a fim de no futuro facilitar a sua migração para a bitola europeia (1435 mm). A linha estará vocacionada para tráfego misto (mercadorias e passageiros); a velocidade de projecto será de 250 km/h de modo a permitir um tempo de percurso na casa dos 60 minutos entre as cidades do Porto e Vigo. Na prática esta linha oferecerá um serviço de passageiros em tudo idêntico ao que é actualmente oferecido na Linha do Norte pelos comboios Alfa Pendular, os quais tecnicamente são Comboios de Velocidade Elevada (CVE).
  • Rede Ferroviária Nacional

    Rede Ferroviária Nacional

    Relatório e Contas 2012 I Relatório de Gestão I. 2 I RELATÓRIO DE GESTÃO Todos os relatórios da REFER se encontram disponíveis em www.refer.pt. Rede Ferroviária Nacional – REFER, EPE Estação de Santa Apolónia 1100-105 Lisboa www.refer.pt Capital Social: 430 200 000 euros NIF: 503 933 813 Relatório e Contas 2012 I Relatório de Gestão I. 3 Índice Mensagem do Conselho de Administração ....................................................... 4 Síntese de Indicadores .......................................................................................... 6 Síntese do Ano 2012 ............................................................................................. 8 Conjuntura Económica ........................................................................................ 19 A Atividade ........................................................................................................ 23 Gestão da Infraestrutura ................................................................................. 24 Investimentos .................................................................................................... 37 Atividades Complementares ........................................................................... 48 Segurança ............................................................................................................. 49 Qualidade e Ambiente ......................................................................................... 52 Recursos Humanos ............................................................................................
  • Plano De Acção 2008-2013 Para a Promoção Da Mobilidade, Transportes E Logística No Norte De Portugal

    Plano De Acção 2008-2013 Para a Promoção Da Mobilidade, Transportes E Logística No Norte De Portugal

    AGENDA REGIONAL DA MOBILIDADE Plano de Acção 2008-2013 para a Promoção da Mobilidade, Transportes e Logística no Norte de Portugal Pacto Regional para a Competitividade da Região do Norte de Portugal Ficha técnica TÍTULO Plano de Acção 2008-2013 para a promoção da Mobilidade, Transportes e Logística no Norte de Portugal EDIÇÃO Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N) Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional COORDENAÇÃO GERAL Pacto Regional para a Competitividade da Região do Norte de Portugal Paulo Gomes (Vice-Presidente da CCDR-N) Júlio Pereira (Director de Serviços de Desenvolvimento Regional/CCDR-N) APOIO À COORDENAÇÃO GERAL Mário Neves (CCDR-N) Ricardo Sousa (CCDR-N) EQUIPA TÉCNICA António Pérez Babo (Perito Coordenador responsável pela Agenda da Mobilidade, Transportes e Logística) Marta Campos Oliveira (gng.apb-arquitectura e planeamento, lda) ACOMPANHAMENTO Participação Comissão de Acompanhamento: CCDR-N � Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte; Conselho Regional; Secretaria de Estado das Obras Públicas; Secretaria de Estado de Transportes (a aguardar confirmação); ADETURN � Associação para o Desenvolvimento do Turismo na Região do Norte; AFSC � Aeroportos de Portugal, SA, Aeroporto Francisco Sá Carneiro; ANTRAM � Associação Nacional de Transportadores Públicos de Merca- dorias; ANTROP � Associação Nacional de Transportadores Rodoviários de Pesados de Passageiros; APAT � Associa- ção dos Transitários de Portugal; APDL � Administração dos Portos
  • The Public Choice in the Railway Sector: Case Studies in the Douro Region

    The Public Choice in the Railway Sector: Case Studies in the Douro Region

    THE PUBLIC CHOICE IN THE RAILWAY SECTOR: CASE STUDIES IN THE DOURO REGION Pedro Miguel Pinto Lampreia Dissertation submitted as partial requirement for the conferral of Master in Economics Supervisor: Prof. Maria de Fátima Ferreiro, Prof. Auxiliar, ISCTE Business School, Departamento de Economia Política October 2015 “Railway stations (…) do not constitute, so to speak, a part of the surrounding town but contain the essence of its personality just as upon their sign-boards they bear its painted name” Marcel Proust The Public Choice in the Railway Sector: Case Studies in the Douro Region Abstract In this study, which is going to start by approaching the most important concepts of the public choice theory, such as the two main views of the State, we are going to focus our attention on five railway lines placed in the North Interior of Portugal. Our journey is going to be initiated in the Douro Line. Then, we are going to travel along the four narrowed-gauge railway stretches which departed from some stations of the collector itinerary. Besides the Tua Line, there were three other stretches with architectural and tourism particular interest in this region of Portugal. All these itineraries were created not only to serve the most isolated populations but also to drain some regional products, such as the Reboredo Mountain iron mines, in Torre de Moncorvo. The appearance of the Plano de Modernização e Reconversão dos Caminhos-de-Ferro led to the closure of at least one linkage of these five railway lines, between 1988 and 1991. Two decades after, the new Plano Estratégico dos Transportes , launched in 2011, confirmed new suppressions in three of the four stretches which were still running.
  • By Ryan J. Westrom Bachelor of Arts in Urban Planning, University

    By Ryan J. Westrom Bachelor of Arts in Urban Planning, University

    THE AGGLOMERATIVE ROLE OF TRANSPORTATION INVESTMENT: A COMPARATIVE ANALYSIS OF PORTUGUESE AND AMERICAN HIGH-SPEED RAIL PROPOSALS by Ryan J. Westrom Bachelor of Arts in Urban Planning, University of Illinois at Urbana-Champaign, 2001 Bachelor of Science in Civil Engineering, University of Illinois at Urbana-Champaign, 2001 Submitted to the Department of Civil and Environmental Engineering in partial fulfillment of the requirements for the degree of Master of Science in Transportation at the Massachusetts Institute of Technology June 2014 © 2014 Massachusetts Institute of Technology. All Rights Reserved. Signature of Author: . Department of Civil and Environmental Engineering May 21, 2014 Certified by: . Joseph M. Sussman JR East Professor of Civil and Environmental Engineering and Engineering Systems Thesis Supervisor Accepted by: . Heidi M. Nepf Chair, Departmental Committee for Graduate Students 2 The Agglomerative Role of Transportation Investment: A Comparative Analysis of Portuguese and American High-Speed Rail Proposals by Ryan J. Westrom Submitted to the Department of Civil and Environmental Engineering on May 21, 2014 in partial fulfillment of the requirements for the degree of Master of Science in Transportation Abstract This research uses a comparative analysis of High-Speed Rail (HSR) impacts from proposals in both Portugal and Illinois to understand the wider economic implications of these proposed transportation links and corollary improvements. Conceptualizing these HSR-linked regions as a string of interconnected cities, the research explores added accessibility in these linked cities and shows HSR time-space effects functionally move some cities into other cities’ commuting areas. Here, case studies of four different, but analogous, proposed HSR stops in two countries—Portugal and the United States—reveal various insights.
  • Relatório Do Ecossistema Ferroviário Português 2012-2016

    Relatório Do Ecossistema Ferroviário Português 2012-2016

    Ecossistema Ferroviário Relatório Anual – 2016 ECOSSISTEMA FERROVIÁRIO PORTUGUÊS 2012-2016 Abril de 2018 1 ECOSSISTEMA FERROVIÁRIO PORTUGUÊS – 2012-2016 • AMT – Autoridade da Mobilidade e dos Transportes | Rua de Santa Apolónia, n.º 53 | 1100-468 Lisboa • www.amt-autoridade.pt • Observatório do Ecossistema da Mobilidade e dos Transportes | abril de 2018 Ecossistema Ferroviário Português – 2012-2016 Índice Siglas e abreviaturas ............................................................................................................ 3 1. Introdução ......................................................................................................................... 5 2. Breve perspetiva histórica .............................................................................................. 7 2.1. Contexto comunitário ....................................................................................................................... 7 2.2. Breve enquadramento do sistema ferroviário em Portugal .............................................. 9 3. Análise operacional do ecossistema ferroviário ........................................................ 12 3.1. Infraestrutura ...................................................................................................................................... 12 3.1.1. Caracterização geral................................................................................................................ 12 3.1.2. Capacidade utilizável e nível de utilização ....................................................................
  • 4.º Relatório Do Ecossistema Ferroviário Português – 2019

    4.º Relatório Do Ecossistema Ferroviário Português – 2019

    ECOSSISTEMA FERROVIÁRIO PORTUGUÊS 2019 Junho 2021 1 | Índice ECOSSISTEMA FERROVIÁRIO PORTUGUÊS, 2019 • AMT – Autoridade da Mobilidade e dos Transportes | Rua de Santa Apolónia, n.º 53 | 1100-468 Lisboa • www.amt-autoridade.pt • Observatório do Ecossistema da Mobilidade e dos Transportes | Junho de 2021 2 Índice 1. Sumário executivo .................................................................................................. 5 2. Introdução ............................................................................................................... 8 2.1. Funções da AMT e a sua principal atividade regulatória 10 2.2. Caracterização dos operadores do ecossistema 13 3. Teste de Equilíbrio Económico (TEE) ................................................................... 17 4. PART – Programa de Apoio à Redução Tarifária ................................................ 21 5. Atividade de gestão das infraestruturas ............................................................. 25 5.1. Caracterização geral da rede 25 5.2. Utilização da rede ferroviária 28 5.3. Estado da infraestrutura 30 5.4. Tarifação da infraestrutura 31 5.5. Investimentos na infraestrutura ferroviária 34 5.6. Recursos humanos do gestor da infraestrutura 37 5.7. Benchmarking das infraestruturas 38 6. Serviço de transporte de passageiros .................................................................. 40 6.1. Cobertura geográfica 40 6.2. Oferta e procura do transporte ferroviário de passageiros 42 6.3. Base Tarifária Média 45 6.5. Material circulante 47 6.6. Recursos
  • Contributo Biobibliográfico Para O Estudo Do Caminho-De-Ferro Em Portugal (1856 – 2006)

    Contributo Biobibliográfico Para O Estudo Do Caminho-De-Ferro Em Portugal (1856 – 2006)

    View metadata, citation and similar papers at core.ac.uk brought to you by CORE provided by ReCiL - Repositório Científico Lusófona Daniela Alexandra Tavares Carmona Contributo Biobibliográfico para o estudo do Caminho-de-ferro em Portugal (1856 – 2006) Orientadora: Prof.ª Doutora Gisélia Felício Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias ECATI - Departamento de Ciências da Comunicação Lisboa 2012 Daniela Alexandra Tavares Carmona Contributo Biobibliográfico para o estudo do Caminho-de-ferro em Portugal (1856 – 2006) Dissertação apresentada para obtenção do Grau de Mestre em Ciências Documentais, no Curso Mestrado, Ciências Documentais conferido pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Orientadora: Prof.ª Doutora Gisélia Felício Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias Departamento de Ciências Documentais Lisboa 2012 Daniela Alexandra Tavares Carmona – Contributo BioBibliográfico para o estudo do Caminho-de-Ferro em Portugal (1856 - 2006). Dedicatória Dedico este trabalho a todos os ferroviários portugueses, em especial ao meu pai. Dedico-o, igualmente, à minha mãe, principal instigadora deste trabalho. Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. ECATI – Departamento de Ciências da Comunicação 3 Daniela Alexandra Tavares Carmona – Contributo BioBibliográfico para o estudo do Caminho-de-Ferro em Portugal (1856 - 2006). Agradecimentos, Agradeço a paciência, auxílio e orientação científica da minha orientadora Professora Doutora Gisélia Felício. Agradeço as orientações dadas pelo Mestre Carlos Barbosa Ferreira, que foram de extrema importância para um melhor conhecimento da problemática e história dos Caminhos-de-Ferro. Agradeço, ainda, à Câmara Municipal do Entroncamento, na pessoa do Sr. Presidente Jaime Ramos e ao Professor João Fanha Vieira, pelo apoio e por acreditarem em mim, bem como à Associação dos Amigos do Museu Nacional Ferroviário pela transmissão de conhecimentos ferroviários valiosíssimos, principalmente na pessoa do Sr.
  • Intervenções Básicas Do Sistema De Tração

    Intervenções Básicas Do Sistema De Tração

    Intervenções básicas do sistema de tração. AJIN SUSAN KURIAN novembro de 2017 Intervention of Traction System AJIN S KURIAN Department of Electrical Engineering Master’s in Electrical Engineering – Power Systems 2017 Report prepared for the partial satisfaction of the requirements of DSEE Unit Course – Dissertation of the Master’s in Electrical Engineering – Power Systems Ajin S Kurian, Nº 1150083, [email protected] Professor Doctor Filipe Azevedo, [email protected] Company: Infraestruturas de Portugal, Ermesinde, Portugal Supervisor: Eng. Joaquim José Proenca Bidarra. North Catenary and Traction Manager Department of Electrical Engineering Master’s in Electrical Engineering – Power Systems 2017 ACKNOWLEDGMENT First and foremost, I would like to thank God almighty. Without his blessings, this achievement would not have been possible. I would particularly like to single out my supervisor at Infraestruturas de Portugal (IP), Eng. Joaquim José Proenca Bidarra, North Catenary and Traction Energy Manager, I want to thank you for your excellent cooperation and for all the opportunities I was given to conduct my dissertation at IP. In addition, I would like to thank Professor Doctor Filipe Azevedo for the valuable guidance ever since the beginning. You definitely provided me with the right tools that I needed to choose the right direction and successfully complete my dissertation. My acknowledgement would not complete without thanking the biggest source of my strength, my parents. This would not have been possible without their sincere and unselfish love and support given to me at all times. Finally, there are my friends, especially Pedro Silveria and Liane Ferraz and Ligin George who have kept me going on my path to success, assisting me as per their abilities, in whatever manner possible.