Relatório Preliminar (Pdf)

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS DEPARTAMENTO DE ANTROPOLOGIA E ARQUEOLOGIA BACHARELADO EM ANTROPOLOGIA RELATÓRIO PRELIMINAR Extensão do INRC Lida Campeira na Região de Bagé/RS Pesquisa: INRC Lida Campeira nos Campos Dobrados do Alto Camaquã Pelotas - Rio Grande do Sul - Brasil 2018 EQUIPE COORDENADORA DE PESQUISA: Profa. Dra. Flávia Rieth. CONSULTOR: Prof. Dr. Adriano Simon - Consultoria Geografia (UFPel). COLABORAÇÃO: Alberto Gonçalves Rodrigues - Associação para Grandeza e União de Palmas (Agrupa). Carlos Roberto dos Santos Garcia – Associação Comunitária do Barrocão. Dieder Becker Damé – Associação Canguçuense Agropecuária Familiar (ACAF). Marcos Blanco - Associação Para o Desenvolvimento Sustentável do Alto Camaquã (ADAC). Dr. Marcos Borba - Embrapa Pecuária Sul – RS. Vera Colares - Associação para Grandeza e União de Palmas (Agrupa). EQUIPE DE PESQUISA: Daiane Loreto de Vargas - Doutora em Extensão Rural (UFSM). Daniel Vaz Lima - Doutorando em Antropologia (UFPel). Miriel Bilhalva - Mestranda em Antropologia (UFPel). Tatiane Delamare - Mestra em Geografia (FURG). Vagner Barreto Rodrigues - Mestre em Antropologia (UFPel). Pelotas - Rio Grande do Sul - Brasil 2018 Sumário Introdução ..................................................................................................... 01 1.1 Camperiar em campo de pedra é diferente de camperiar em campo liso................................................................................................................ 02 1.2 Rio, mata, casa, pedra, campo, quinta .................................................. 05 1.3 Bens Inventariados: artesanato em lã, lida caseira/culinária campeira, pastoreio de ovinos, caprinos e bovinos ...................................................................................................................... 12 Ficha de identificação do sítio .................................................................... 01 - 13 Ficha dos Contatos ...................................................................................... 01 - 29 Questionários de identificação de ofícios e modos de fazer: Vera Colares ................................................................................................ 01 - 15 Alberto Gonçalves Rodrigues ...................................................................... 01 - 14 Vanda Rosa Peligrinote Tarouco .................................................................. 01 - 09 Mário Luiz dos Santos Moreira .................................................................... 01 - 12 Isaurina de Oliveira Garcia .......................................................................... 01 - 07 Andrea Madruga Garcia .............................................................................. 01 - 08 Rosangele Soares Scholante ...................................................................... 01 - 08 Ari Santos ………………………………………………………………………... 01 - 09 Noé Bittencourt ……………………………………………………………......... 01 - 08 Antônio …………………………………………………………………………… 01 - 08 Cristiane Amaral ………………………………………………………………… 01 - 08 Jucelaine Bittencourt ……………………………………………………………. 01 - 08 Nilda Marques .............................................................................................. 01 - 09 Nilza Marques .............................................................................................. 01 - 08 Inês Machado .............................................................................................. 01 - 08 Nilma Silveira da Silva ................................................................................. 01 -07 Nilva Domingues Silveira ............................................................................. 01 - 07 Nilza Peres de oliveira ................................................................................. 01 - 08 Bibliografia .................................................................................................... 01 - 13 Registros Audiovisuais ................................................................................ 01 - 45 1 Introdução Este relatório preliminar reúne, de acordo com a metodologia do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), as Fichas de Contatos, Sítio, Levantamento Bibliográfico e Fichas dos Questionários da pesquisa INRC Lida Campeira nos Campos Dobrados do Alto Camaquã, que dá andamento à pesquisa do INRC - Lida Campeira na Região de Bagé/RS. As Fichas dos Bens Registrados – Artesanato em Lã, Lida Caseira/Culinária Campeira, Pastoreio de Ovinos, Caprinos e Bovinos – estão em processo de elaboração, uma vez que os trabalhos de campo estão em processo. Em anexo, dispomos das publicações elaboradas pela equipe de antropólogos e de antropólogas do Departamento de Antropologia e Arqueologia e no Bacharelado em Antropologia da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), em diferentes etapas de formação acadêmica. As pesquisas buscam dar continuidade às questões levantadas pelo INRC – Lida Campeira, por meio de Trabalhos de Conclusão de Curso, Dissertações, Teses ou artigos publicados em revistas acadêmicas de diversas regiões do Brasil e textos disponibilizados em meios de divulgação. Entendemos essas pesquisas e produções como devolução do estudo etnográfico, que possibilita à comunidade acadêmica e comunidade em geral acessar e inteirar-se dos debates que permeiam o campo. Entre as estratégias de devolução, destaca-se o blog INRC Lida Campeira1, que atua como repositório e compartilhamento do Inventário com os interlocutores, possibilitando acesso integral e concomitante à realização do trabalho. Em razão das questões propostas na realização do INRC Lida Campeira, bem como a particularidade da formação geomorfológica da região, a parceria com a área da Geografia coloca-se como da maior importância, promovendo o trabalho conjunto entre os respectivos Departamentos no Instituto de Ciências Humanas da UFPel. 1 Disponível em: <https://wp.ufpel.edu.br/lidacampeira/>. Acesso em: 06. nov. 2018. 1 1.1 Camperiar em campo de pedra é diferente de camperiar em campo liso A extensão da pesquisa sobre as lidas campeiras segue os caminhos indicados pelos interlocutores, detentores das práticas culturais. Neste sentido, quando iniciamos o processo de devolução do conhecimento produzido na primeira fase do INRC Lida Campeira às comunidades que participaram do Inventário, fomos convidados pela Associação para o Desenvolvimento Sustentável do Alto Camaquã (ADAC) para apresentarmos o trabalho em uma reunião da Associação. O argumento era o da particularidade da região do Alto Camaquã, na Serra do Sudeste, o que poderia trazer desdobramentos para a realização de um inventário específico relacionado ao projeto de desenvolvimento endógeno proposto pela comunidade. Em campo, percebemos que a premissa para pensar as lidas a partir da relação entre animais humanos, animais não humanos, coisas e ambiente era evidenciada e reforçada entre os pecuaristas familiares da região. A relação com o ambiente ganha relevância ao observarmos as diferenças entre os manejos nos campos lisos e nos campos dobrados, ou campos de pedra, conforme indicação dos interlocutores. Anteriormente, esse dado já havia aparecido na fala de Leomar – quilombola residente no Quilombo de Palmas, no interior de Bagé – ao ressaltar que peão de campo liso não adapta-se em campo de pedra, devido aos perigos de cavalgar pelas formações rochosas, próximo a peraus, em condições de neblinas e de chuvas. Desafios que somam-se à lida, retratada como lida brabíssima. (RIETH; LIMA; BARRETO, 2016). As aprendizagens que envolvem a lida para os humanos estendem-se aos animais. A região do Alto Camaquã coloca-se enquanto local de reprodução dos rebanhos de bovinos, ovinos e caprinos, que são vendidos para outras regiões, geralmente ao completarem um ano, onde concluem o ciclo de vida e de morte. “Os animais das Palmas é para qualquer lugar no mundo, eles aprendem o que comer e o que não comer, como o timbó ou mio-mio, em função da biodiversidade”, conforme Vera Colares, pecuarista familiar em 2 Bagé/RS. Nos campos de pedra, o uso do cachorro é fundamental (BARRETO, 2015), uma vez que sem cachorro não é possível camperiar nas Palmas, conforme afirmam muitas vezes em campo. São os cachorros que retiram algum bezerro desgarrado, uma ovelha extraviada no mato ou recolhe uma cabrita perdida – bicho danado, bicho da pedra – em lugares perigosos, inacessíveis aos humanos e aos cavalos. O nome da égua da Vera é Cai-Cai, justamente pela falta de habilidade do animal em cavalgar em terreno pedregoso. O manejo tradicional da pecuária extensiva segue a lógica da caça, mesmo que tratando-se de caça à animais domesticados. A parceria entre o campeiro, o cavalo e o cachorro na lida, os arreios, as técnicas da doma (LIMA, 2015) e as do pastoreio performam o confronto entre a caça e o caçador (RIETH; LIMA; BARRETO, 2016). Da mesma forma, o depoimento da pecuarista familiar Vera Colares, corrobora com esse argumento quando fala dos nomes dos cachorros da propriedade: Maleva, Tirana, Cruel e Bagunça. “Nomes que tem força. É cachorro pra guerra, pra lida. Deve cuidar da casa, da caça.” Dona Vanda Rosa Tarouco, pecuarista familiar em Piratini, na localidade de Barrocão, faz a lida a pé. No momento da pesquisa, criava na propriedade cerca de 100 cabeças de gado bovino, 40 novilhos – vendidos ao completarem onze meses ou até um ano – e algumas ovelhas. Filó, cadela ovelheira gaúcha, era a companheira de lida de Dona Vanda. A pecuarista emociona-se ao destacar as habilidades do animal, já falecido,
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    PRE - PRINT AR TI CLE DRAFT Analysis OF THE SARS-CoV-2 OUTBREAK IN Rio GrANDE DO Sul / BrAZIL Christian S. PERONE1 1BSc. Computer Science, UnivERSIDADE DE PASSO Fundo/RS (UPF), Brazil. MSc. This ARTICLE CONTAINS A SERIES OF ANALYSES DONE FOR THE SARS- Biomedical Engineering, POLYTECHNIQUE CoV-2 OUTBREAK IN Rio GrANDE DO Sul (RS) IN THE SOUTH OF Montreal/UdeM, Canada. Brazil. These ANALYSES ARE FOCUSED ON THE high-incidence Correspondence CITIES SUCH AS THE STATE CAPITAL PORTO Alegre AND AT THE STATE http://blog.christianperone.com Email: [email protected] LEVel. WE PROVIDE METHODOLOGICAL DETAILS AND ESTIMATES FOR THE EFFECTIVE REPRODUCTION NUMBER Rt , A JOINT ANALYSIS OF Statement This IS A DRAFT AND IS SUBJECT TO correction, IT THE MOBILITY DATA TOGETHER WITH THE ESTIMATED Rt AS WELL AS WAS NOT PEER REVIEWED AND I HAVE NO ICU SIMULATIONS AND ICU LoS (length OF STAy) ESTIMATION FOR INTENTION IN SUBMITTING IT TO A JOURNAL OR conference. TAKE IT AS IS AND BE critical. The HOSPITALIZATIONS IN PORTO Alegre/RS. MAIN GOAL OF THIS DRAFT IS TO TRY TO PROVIDE A BETTER CHARACTERIZATION OF THE OUTBREAK IN KEYWORDS Rio GrANDE DO Sul (RS) AND ESPECIALLY PORTO COVID-19, SARS-CoV-2, analysis, Rio GrANDE DO Sul, BrAZIL Alegre/RS. If YOU SEE ANY ISSUES IN THIS analysis, PLEASE CONTACT THE AUTHOR. 1 | INTRODUCTION arXiv:2007.10486v2 [q-bio.PE] 26 Jul 2020 The fiRST CONfiRMED REPORTED CASE OF SARS-CoV-2 IN Rio GrANDE DO Sul (RS), SOUTH OF Brazil, WAS ON March 10th, 2020. The SUBJECT WAS A 60 YEARS OLD MAN LIVING IN Campo Bom/RS, A CITY 50km FAR FROM THE CAPITAL OF THE state: PORTO Alegre.
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    CSEM SECRETARIA DA AGRICULTURA, Câmara Setorial da Cadeia PECUÁRIA E IRRIGAÇÃO - SEAPI Produtiva da Erva-mate/RS ________________________________ INFORMATIVO DO FUNDOMATE N° 11 __ Ano: 2016 Porto Alegre, 10 de fevereiro de 2016 ___________________________________________________________ Em nossa primeira edição do ano de 2016 do As exportações de erva-mate no estado, INFORMATIVO DO FUNDOMATE, apresenta os geraram durante o ano de 2015 uma receita de 80 índices de exportação do estado para o ano de milhões de dólares, ou seja, mais de 312 milhões 2015 e destaca a primeira reunião da Câmara de reais, conforme cotação de hoje (tabela 02). Setorial da Cadeia Produtiva da Erva-mate no O valor pago à erva-mate exportada atingiu um Brasil (CSEM/BR). valor médio de US$ 02,85/Kg, sendo o maior valor de US$04,90, destinado ao EUA. Valor pago à 1 – EXPORTAÇÃO DE ERVA-MATE NO RS carga de 3 toneladas partindo de Venâncio Aires. O Estado do Rio Grande do Sul, no ano de Tabela 02: Receita bruta da exportação da erva-mate gaúcha, 2015 exportou o total de 28 mil toneladas de erva- por município, no ano de 2015. Receita mate, destinada principalmente ao Uruguai. Município Destino US$ US$/Kg Dentre os municípios gaúchos, o maior volume de Alemanha 35.293 3,92 Arvorezinha exportação foi de Encantado, com mais de 19 mil Uruguai 1.294.758 2,18 toneladas exportadas, equivalente a 69% do total Alemanha 4.716 4,21 exportado no estado. O segundo maior exportador Austrália 27.345 2,95 Chile 163.627 2,27 é o município de Barão do Cotegipe, virtualmente Barão de Cotegipe EUA 10.143 3,55 empatado com Nova Prata, ambos com pouco França 42.120 2,34 mais de 2 mil toneladas (tabela 01).
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    Influência Da Consciência Fonológica Na Escrita De Pré-Escolares Revista CEFAC, Vol

    Revista CEFAC ISSN: 1516-1846 [email protected] Instituto Cefac Brasil Bittencourt Dambrowski, Adriane; Leal Martins, Cristine; Lima Theodoro, Juliana de; Gomes, Erissandra Influência da consciência fonológica na escrita de pré-escolares Revista CEFAC, vol. 10, núm. 2, abril-junio, 2008, pp. 175-181 Instituto Cefac São Paulo, Brasil Disponível em: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=169313374006 Como citar este artigo Número completo Sistema de Informação Científica Mais artigos Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe , Espanha e Portugal Home da revista no Redalyc Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto 175 INFLUÊNCIA DA CONSCIÊNCIA FONOLÓGICA NA ESCRITA DE PRÉ-ESCOLARES Influence of phonological awareness on preschool children writing Adriane Bittencourt Dambrowski (1), Cristine Leal Martins (2), Juliana de Lima Theodoro (3), Erissandra Gomes (4) RESUMO Objetivo: analisar a influência da consciência fonológica no estágio de desenvolvimento da escrita de crianças pré-escolares. Métodos: estudo clínico randomizado comparado. Aplicou-se o protocolo CONFIAS e um ditado de palavras, a uma amostra constituída de 57 crianças, divididas aleatoria- mente em grupo intervenção (30) e grupo controle (27). A faixa etária foi de 5 anos e 1 mês a 6 anos e 6 meses. Para o GI foram realizadas 10 intervenções de 30 minutos, com atividades lúdicas de consciência fonológica, enquanto que para o GC não foram realizadas atividades. Após, todas as crianças foram reavaliadas com os mesmos instrumentos. Resultados: na avaliação inicial, 92,6% e 93,4% das crianças do GC e GI respectivamente, eram pré-silábicas quanto ao nível de escrita, e apresentavam pontuações da consciência fonológica semelhantes, para o GC 26 e para o GI 24 acer- tos.
  • Decreto Nº 47.657, De 13 De Dezembro De 2010

    Decreto Nº 47.657, De 13 De Dezembro De 2010

    ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa DECRETO Nº 47.657, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2010. (publicado no DOE nº 235 de 14 de dezembro de 2010) Estabelece nova divisão territorial para o Instituto- Geral de Perícias. A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, no uso das atribuições que lhe confere o artigo 82, incisos V e VII, da Constituição do Estado, D E C R E T A: Art. 1º - O Estado do Rio Grande do Sul, para efeito da organização dos órgãos e serviços do Instituto-Geral de Perícias, fica divido em 10 (dez) regiões, denominadas Coordenadorias Regionais de Perícias – CRPs, com sede e área de atuação nos municípios abaixo relacionados: 1ª CRP – Município sede Porto Alegre e circunscrição neste e nos municípios de Alvorada, Arroio dos Ratos, Barão do Triunfo, Barra do Ribeiro, Butiá, Cachoeirinha, Canoas, Cerro Grande do Sul, Charqueadas, Cruzeiro do Sul, Eldorado do Sul, Esteio, Estrela, General Câmara, Glorinha, Gravataí, Guaíba, Lajeado, Mariana Pimentel, Mato Leitão, Minas do Leão, Nova Santa Rita, Santo Antônio da Patrulha, São Jerônimo, Sapucaia do Sul, Sentinela do Sul, Sertão Santana, Tapes, Taquari, Triunfo, Vale Verde, Venâncio Aires e Viamão; 2ª CRP – Município sede Caxias do Sul e circunscrição neste e nos municípios de André da Rocha, Anta Gorda, Antônio Prado, Arroio do Meio, Bento Gonçalves, Boa Vista do Sul, Bom Jesus, Cambará do Sul, Campestre da Serra, Canudos do Vale, Capão Bonito do Sul, Capitão, Carlos Barbosa, Coqueiro Baixo, Coronel Pilar, Cotiporã, Dois Lajeados, Doutor
  • Regiões De Saúde E Seus Municípios

    Regiões De Saúde E Seus Municípios

    Regiões de saúde e seus municípios MODELO DE DISTANCIAMENTO CONTROLADO DO RS Comitê de COVID-19 CORONAVÍRUS NO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO Agudo Cacequi Capão do Cipó Dilermando de Aguiar Dona Francisca Faxinal do Soturno Formigueiro Itaara REGIÃO DE Itacurubi AGRUPAMENTO Ivorá Jaguari Santa Maria Jari Júlio de Castilhos Mata Nova Esperança do Sul Nova Palma R01, R02 Paraíso do Sul Pinhal Grande Quevedos Restinga Seca Santa Maria Santiago São Francisco de Assis São João do Polêsine São Martinho da Serra São Pedro do Sul São Sepé São Vicente do Sul Silveira Martins Toropi Unistalda Vila Nova do Sul SEPLAG RS 2 REGIÃO DE AGRUPAMENTO Alegrete Uruguaiana Barra do Quaraí Itaqui Maçambara Manoel Viana Quaraí R03 Rosário do Sul Santa Margarida do Sul Santana do Livramento São Gabriel Uruguaiana SEPLAG RS 3 Arroio do Sal Balneário Pinhal Capão da Canoa Capivari do Sul REGIÃO DE Caraá AGRUPAMENTO Cidreira Dom Pedro de Alcântara Capão da Canoa Imbé Itati Mampituba Maquiné Morrinhos do Sul R04, R05 Mostardas Osório Palmares do Sul Santo Antônio da Patrulha Tavares Terra de Areia Torres Tramandaí Três Cachoeiras Três Forquilhas Xangri-lá SEPLAG RS 4 REGIÃO DE AGRUPAMENTO Taquara Cambará do Sul Igrejinha Parobé Riozinho R06 Rolante São Francisco de Paula Taquara Três Coroas SEPLAG RS 5 REGIÃO DE Araricá AGRUPAMENTO Campo Bom Dois Irmãos Novo Hamburgo Estância Velha Ivoti Lindolfo Collor Morro Reuter Nova Hartz R07 Novo Hamburgo Portão Presidente Lucena Santa Maria do Herval São José do Hortêncio São Leopoldo Sapiranga SEPLAG RS 6 Barão REGIÃO